sobre o nada e o inevitável, e sobre a vida imaginária de pessoas que não existem.#

08.11.2005

Um personagem que deu certo demais

[Post editado. Restam explicações.]

Por que eu criei o Luciano:
            Pra ver se eu era capaz de lidar com um personagem masculino e mais velho. Pra ver se ele seria convincente. Não foi pra fazer complô contra ninguém.

O Luciano pra mim é mais real do que deveria ser. Acho que de certa forma eu me apeguei demais a ele, queria mesmo que ele existisse. Não foi nada pra fazer complô, pra zoar, pra chegar no final e dizer 'te peguei'. Nunca pensei nisso.

Eu gosto do Luciano. É um personagem, mas é real. É um personagem.

Não foi um plano diabólico da minha parte pra enganar todo mundo. Foi uma experiência de criação de personagem que saiu do controle. E pode ter certeza que eu não achei isso nada bom.

Não criei O Luciano pensando em ninguém, era só um blog de personagem; eu tenho um outro também, mas ninguém visita.

Não fiz por mal.

comentários

Isto é inacreditível.

E eu até tentei converter o homem. Eu tento converter todo mundo, you know.

Genial, Olivia.

Brava Olívia, bravo!

Uau...

Shame on me.. Porque não fiz (ainda) algo que disse que ia fazer.

Seja como for, verdadeiramente surpreendente, essa absorção. Não confundiste os caderninhos de notas, pois não? ;)

Beijo, moça. Cuida-te.

Gostei da Lu. Ótima personagem

Ele volta?

Pois é! Aprendi que até o Eu de cada um é um eu imaginário. Como disse o Freud: lá onde o eu estava, o sujeito deverá advir = ’’wo es war, soll ich werden’’

o gato comeu a sua língua?
 

(não será publicado):



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