sábado, 20/11/2004
Esse meu trabalho
Não é fácil esse meu trabalho, de ver beleza pelos cantos nessa cidade feia, nesse mundo tão feio. Não é tão fácil, enxergar a beleza das coisas feias.
Às vezes me parece que tudo é muito novo no mundo. Tudo é transição. Tudo me parece apenas muito mal-resolvido, meio de caminho. Intelectualmente, emocionalmente, por todo esse mundo, em todos os lugares e com todas as pessoas. Nada está estagnado, e nada parece caminhar para o caos.
Ignorantes são aqueles que têm certezas demais. Que abrissem os olhos, uma vez na vida.
Mas não, nem sempre é tão fácil, ver o otimismo onde tudo é pessimismo. Não é tão fácil, acreditar que tempos ruins foram e deixaram de ser, e o que é agora um dia também vai ser outra coisa. Nem sempre é fácil, olhar para frente e acreditar que o caminho é bem mais longo do que os olhos enxergam.
O mundo, o mundo.
Ah. Não é fácil esse meu trabalho, de olhar os carros, as ruas, a gente no ponto de ônibus, a sujeira das calçadas, e ver coisas bonitas. Nunca é muito fácil, enxergar a beleza nas coisas feias.
Quer trocar comigo?
O mundo não é tão bonito, e talvez essa seja a beleza da coisa.
Okey, chega de falar sozinha no meu scrapbook do Orkut.
Vou acabar transformando meus scraps em posts. Gostei deles.
Ceus, meus dedos estão neuróticos!!
Loquaz, loquaz! De repente fiquei exageradamente loquaz! Façam alguma coisa! Chamem a polícia! (a civil, e de Pedregulho, de preferencia)
Ai, ai, acho que passou.
Culpa das comunidades e do tempo sem o que fazer. Culpa da louça na pia que me faz sentir culpada e nao me deixa jogar The Sims em paz.
Oh, oh, talvez não tenha passado. A louça, a louça. Olivia, vai lavar a louça. Ela tá esperando faz dois dias já.
Um novo lema:
Oi. Morra.
Da Campanha Morra. Para que as pessoas morram.
Eu sempre quis saber se eu tenho um humor negro. Eu tenho um humor negro? Ou eu sou só meio boba mesmo?
De que adianta parar de falar sozinha no meu scrapbook do Orkut se eu começo a falar sozinha nos comentários do meu blog?
Parei, parei. Por ora. Vou lavar a louça. Juro.
Eu tive uma epifania enquanto lavava a louça, mas de repente achei ela mto complicada e desisti de pensar nela.
Mas isso é legal.
O prazer de ter uma epifania e esquecer, só pra depois ter a mesma epifania e achar que é a primeira vez que pensa aquilo!
ataque de bobeira, ataque de bobeira. Ah! Passou nada, voltou tudo. Eu quero ficar digitando pra sempre.
olivia, apesar de detestar clichês, acredito neles. "a beleza está no olhos de quem vê" viria muito bem a calhar agora. rs...
ou eu podia dizer alguma coisa "non-sense" pra você ter mais uma epifânia e contiar postando. como: todos os cogumelos são comestíveis, alguns só uma vez.
Mas eu posso continuar falando de qualquer jeito.
De qualquer jeito eu continuo falando. Eu nunca comi cogumelos sem ser aqueles de strogonofe e aqueles feiosos que tem no macarrão.
E enxergar os defeitos nos seres Impecáveis, daqueles que dão entrevista na MTV e tudo?
Ok, Olivia, todos sabemos que voce não come cogumelos. Já beber seu chá das 5, isso é outra história...
É que eu tomei Coca Cola as 7 da manhã.
O efeito deve ter dado depois de 12 horas. Sei lá.
Por Deus, espero que não tenha sido coca em garrafa de vidro, daquelas de um litro ou um litro e 250. Aquelas são mortais a partir de 17 horas após a ingestão...
Mortais...sabe, que matam. Morte!
Olivia, Olívia...
Procurando Olivias..achei mais uma...vc conhece a de "Perto"?
Eis que de repente surge um texto completamente avesso. Destoa do post das cenouras...
Sempre condenei a transcrição do otimismo. Um dizer demasiado positivo será sempre como uma palavra de fé (apesar de eu não chamar assim o que contrapesa meu fardo): cada um tem o seu.
Exceto por isso, gostei do texto. Também procuro sempre ver algo bonito em meio à banalidade, e nem sempre consigo...
Olivia, tou fazendo post em sua homenagem...
E vc precisa de uma opção, Sim, tenho medo de cookies!
=p
E eu tb escrevo muito mais nos meus comentários - e nos alheios - do que no meu blog. Problema nenhum com isso.
e se eu disser, Olivia, que: a cada minuto que passa nascem trezentas e quarenta e oito crianças ao redor do mundo, mesmo assim você continua comentando?
Procurando Olivias? Como assim? De perto? Olivia de perto? Eu vejo a Olivia de perto todo dia, no espelho. Mas tem que ser de perto mesmo, senão eu miope nao enxergo nada.
Ai, credo, piadas infames, professores de cursinho!
Bruno, destoa, destoa mesmo. Acho que é pra destoar. E não deixa de ser uma verdadezinha que eu penso, de um jeito ou de outro. Ainda não achei muita lógica e coerencia no que eu penso.
Acho que somos todos um pouco assim.
Eu penso assim e não penso também, as vezes. Eu não sei muito bem o que eu penso. Mas ah, penso.
Ai, me perdi no meu proprio raciocinio. Preciso de um post novo. Vejamos as minhas gavetas mentais.
348? Credo. Mas e quanta gente morre ao mesmo tempo? Comentando? Tá, peraí, eu tinha um post novo pra fazer, mas agora eu me se esqueci dele.
Olha, um post em minha homenagem. Que chique. Acho que eu devia ganhar um Oscar.
Basta estarmos vivos para sermos incoerentes, pois somos todos duais... Dominar essa dualidade sempre foi uma arte impossível.
E essa loquacidade, menina? Você é ansiosa? Você pratica algum esporte? :)
Eu só pratico esportes de 15 em 15 dias.
Ansiedade? É a Fuvest. Oh, ceus, estou com espinhas!
Espinhas ansiosas!
Olivia
não tem acento. Olivia não tem critérios. Olivia não existe. Olivia talvez
seja fruto da sua imaginação.