sobre o nada e o inevitável, e sobre a vida imaginária de pessoas que não existem.#

25.11.2004

Especulações

     — Iuri, e se não foi o Ivan que explodiu a casa?
     — Como assim?
     — Lembra daquela nossa conversa, logo depois que eu voltei pra casa? Se ele tinha tudo tão planejado, por que ele deixaria o carro pra trás?
     — O pneu estava furado.
     — Ainda assim, não faz sentido.
     — Você que cismou que ele era culpado, Pedro. Desde o começo.
     — E se ele não for?
     Silêncio. Iuri tomou um gole de seu refrigerante. Sua expressão era uma incógnita. Escolhia palavras.
     — Se ele não for, e mesmo assim eu conseguir provar que ele é, então isso não é problema meu.

Olivia
22:18 || Projetos
comentários

Hm, hm. Interessante.

Pena que eu não li a história.

Puta que o pariu. Adorei. Curti pra caralho mesmo. Vou até encher essa porra de palavrão. Depois a gente fala.


Ah, e esse negócio de lembrar dados é só pra encher o saco, né? Pq nunca lembra porra nenhuma...

tá, mas no fim das contas quem foi?

O Iuri não fala palavrão. Só em alemão.

Não lembra? Pô, pra mim lembra. Que estranho.

Não vou contar quem foi. Não, não, não vou. Quando eu terminar, quando eu terminar... (Depois que passar as malditas provas)

Não vou contar nada. Na verdade, eu nem sei direito.

Quer dizer, sei. Mas ainda estou duvidando.

Eu não confio nos meus personagens.

ainda bem que não confia. eles são todos iguais. mais cedo ou mais tarde acabam por nos trair. melhor assim, muito melhor. faz bem.

o gato comeu a sua língua?
 

(não será publicado):



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