sexta-feira, 10/10/2003

O Catupiry...

Mas então. Voltei da musculação. Eu tô uma bola. Daqui a pouco eu saio rolando. Mas pelo menos semana que vem começa o karatê. O maldito do kimono chegou e eu vou buscar amanhã.

Que mais?

Ah, sim sim. Falei com o Edson sobre o curso de Artes, como tava sendo, como ia ser, porque tava meio chato e tal... Na verdade a conversa não deu em muita coisa. O Edson não acreditou que justo eu tava meio de saco cheio da faculdade, mas disse que o problema é que tem umas coisas que eu sei e tem gente que não sabe (modéstia a parte, pelo menos desenhar é uma coisa que eu sei fazer) e aí fica aquela coisa. Bleh. E fora aula de história da arte.

Mas o melhor foi o Edson comentando sobre o fato do Rodolpho e a mania dele de ficar desenhando pinto. Hahahaha, pelo menos eu, o Luiz e o Jorge não somos os únicos que acham aquilo uma coisa totalmente insuportável. Mas também vi que tem que tomar cuidado com o Edson, porque ele fica se fazendo de bonzinho e tal com o Rodolpho e suas idéias fálicas mas na verdade ele acha um saco.

E também teve modelo vivo na aula dele. Desenhar gente é bem mais legal que ficar desenhando pia.

Hm.

Eu aluguei 4 filmes hoje (fui de carro, oba!). E vou assistir esse fim de semana. Agora é semana de saco cheio, só fazer as coisas de DG, trabalho de DG e de FECH, escrever mto mto mto e ler mais ainda. Vou fazer o que o Joaquim falou e escrever uns contos. Tô com umas idéias.

Ah, e pra todos esses amigos da minha irmã que surgiram de repente, AHHH!! Eu tenho MEDO de vocês. Flora, não sei como eu descobri seu blog. Acho que foi por um outro. A net é uma coisa mágica.

O Catupiry. Ah, sim sim. Mas quem, como alguém tem aula com a Ana Bruner e não conhece a história do Catupiry?! É que nem a história do mundo, imundo e o macarrão no cabelo, porque a aula dela é a mesma desde 89, como você pode ver nas datas dos textos que ela passa.

Pois o Catupiry, quando voce abre a caixa, tem aquele treco de papel alumínio. Aí você tira aquilo, como todo o cuidado, já pensando no catupiry que você vai comer. E lá está ele, todo brilhante e delicioso (eca). Você vai com a sua faquinha e na hora de cortar, descobre que na verdade tinha uma pelicula de plastico bem fininha que voce não podia ver a olho nu.

O Catupiry é a verdade. Quando você acha que conseguiu chegar até ela, não chegou, era tudo uma ilusão.

Mas, claro, a conclusão feliz da Olivia e seus amigos foi que o Caturpy não existe. Se a verdade absoluta não existe, o Catupiry é uma ilusão.

Enfim. É bom que gostem da Ana Bruner. A próxima professora de Filosofia é uma bost...

Hm.

Tá, tá.

Minha mãe fala que eu preciso arrumar um namorado novo, tch. Eu e o Pedro fizemos um ano e meio de namoro e nenhum dos dois lembrou. Chegou dia 3 de outubro eu fiquei pensando, pensando, e sabia que tinha alguma coisa mas não sabia o que.

Vai entender.