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O dia 22 de abril está aí. Não será apenas mais um dia de postagem coletiva do Faça a sua parte. Nem deveria. Afinal, pisamos nela todos os dias. A questão é: como pisamos?

Nesse 21 de abril, véspera do Dia da Terra, apesar de ser feriado, levante cedo, como sempre faz em dias de trabalho. Mas experimente fazer algo diferente: antes mesmo da higiene ou de tomar o café da manhã, molhe um pouco de terra, um vaso que seja. Respire fundo e sinta o aroma. Pegue um pouco da terra molhada com as mãos. Esfregue. Sinta nos dedos, na palma das mãos. Passe no rosto; sinta como se fosse um beijo.

Coloque um pouco na língua. Não tenha receio! Lembre-se da infância, de quando isso era natural; de quando nada dessa nossa cultura ainda havia sido colocada em você! De quando a natureza e você eram uma coisa só. De quando você e sua mãe eram uma coisa só!

Estranho, né? Pois é assim que somos em relação à Terra. Estranhos. Como num país cuja língua e costumes não entendemos. Nesse feriado, aproveite para sentir a Terra. E depois escreva um post sobre isso. Publique no dia 22.

Escreva sobre a Terra, o que quiser, mas tente escrever, também, sobre os seus sentimentos, sobre o quanto você se sente afastado ou integrado a ela.

Como você pisa na Terra?

Comece agora a planejar o que fará naquele dia e lembre-se de convidar seus amigos, parentes, alunos, colegas de trabalho ou de escola e a sua comunidade a fazerem o mesmo. Apresente uma pesquisa, debata o assunto, prepare uma apresentação ou escreva algo que provoque à reflexão.*

Aproveite o dia 22 de abril para economizar todo tipo de energia e evite qualquer tipo de desperdício ou poluição. Desligue os eletrodomésticos e as luzes; escove os dentes com apenas um copo d'água; não fume nem acenda fogo; alimente-se de frutas e verduras cruas; beba apenas água; não faça compras; deixe o carro na garagem e aproveite para caminhar, possivelmente descalço, sobre a Terra que nos hospeda. Aja lentamente e respire com calma, fale baixo. Use o dia para meditar e descubra as atitudes que podem ajudar a preservar a Terra. E lembre-se: Você faz parte dela.*

Consulte o Calendário Verde do Faça a sua parte. Além de farto material sobre a Terra, você encontrará os posts que foram escritos para o dia da Terra em 2007.

* colaboração do Allan.

Estão participando:

Aline (Sotaque Mix)
Allan (Carta da Itália)
Ana Cláudia Bessa (O futuro do presente)
Andréa N. (Brazil Nut e In other worlds)
Danilo (Tkgeo)
Rede Jornal de Bordo

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O dia 22 de abril está quase aí. Não será apenas mais um dia de postagem coletiva do Faça a sua parte. Nem deveria. Afinal, pisamos nela todos os dias. A questão é: como pisamos?

Nesse 21 de abril, véspera do Dia da Terra, apesar de ser feriado, levante cedo, como sempre faz em dias de trabalho. Mas experimente fazer algo diferente: antes mesmo da higiene ou de tomar o café da manhã, molhe um pouco de terra, um vaso que seja. Respire fundo e sinta o aroma. Pegue um pouco da terra molhada com as mãos. Esfregue. Sinta nos dedos, na palma das mãos. Passe no rosto; sinta como se fosse um beijo.

Coloque um pouco na língua. Não tenha receio! Lembre-se da infância, de quando isso era natural; de quando nada dessa nossa cultura ainda havia sido colocada em você! De quando a natureza e você eram uma coisa só. De quando você e sua mãe eram uma coisa só!

Estranho, né? Pois é assim que somos em relação à Terra. Estranhos. Como num país cuja língua e costumes não entendemos. Nesse feriado, aproveite para sentir a Terra. E depois escreva um post sobre isso. Publique no dia 22.

Escreva sobre a Terra, o que quiser, mas tente escrever, também, sobre os seus sentimentos, sobre o quanto você se sente afastado ou integrado a ela.

Como você pisa na Terra?

Comece agora a planejar o que fará naquele dia e lembre-se de convidar seus amigos, parentes, alunos, colegas de trabalho ou de escola e a sua comunidade a fazerem o mesmo. Apresente uma pesquisa, debata o assunto, prepare uma apresentação ou escreva algo que provoque à reflexão.*

Aproveite o dia 22 de abril para economizar todo tipo de energia e evite qualquer tipo de desperdício ou poluição. Desligue os eletrodomésticos e as luzes; escove os dentes com apenas um copo d'água; não fume nem acenda fogo; alimente-se de frutas e verduras cruas; beba apenas água; não faça compras; deixe o carro na garagem e aproveite para caminhar, possivelmente descalço, sobre a Terra que nos hospeda. Aja lentamente e respire com calma, fale baixo. Use o dia para meditar e descubra as atitudes que podem ajudar a preservar a Terra. E lembre-se: Você faz parte dela.*

Consulte o Calendário Verde do Faça a sua parte. Além de farto material sobre a Terra, você encontrará os posts que foram escritos para o dia da Terra em 2007.

* colaboração do Allan.
Eis que Al Gore, depois de ganhar o Oscar e o Nobel, contina sua maratona tentando conscientizar as pessoas do problema iminente das mudanças climáticas. Seu novo vídeo demonstra uma tentativa de ir um passo a mais nessa luta, e mesmo que você não concorde, merece ser visto e discutido. Está no site da TED: corre lá pra assistir. (Está em inglês, mas os gráficos são fáceis de entender.)

UPDATE medianamente relacionado: E o candidato à presidência americana Barack Obama garante que Al Gore terá um lugar em seu gabinete, caso eleito. Na carona da popularidade verde de Al Gore, todo candidato quer embarcar... (Via Ecorazzi)


Hoje é dia da mulher, e a Lys e a Meire organizaram uma blogagem coletiva pela valorização da mulher brasileira. Alinhada com o tema, resolvi aqui comentar randomicamente sobre 4 nomes novos no cenário ambiental que contribuem por um mundo melhor, menos poluído, mais saudável de se viver, biodiverso, mais verde, mais respeitoso. Mulheres brasileiras que decidiram fazer a sua parte sem que ninguém perguntasse a elas se era preciso. Que elas sejam lembradas e valorizadas, como exemplos práticos da constituição da mulher brasileira.

Eis a listinha (feita em colaboração com os demais membros do Faça a sua parte):

1) Leandra Gonçalves - Bióloga, ativista ambiental e coordenadora da Campanha de Baleias do Greenpeace Brasil. Esteve recentemente na Antárctica, a bordo do Esperanza, navio do Greenpeace Internacional que lutou nas águas geladas contra a pesca indiscriminada de baleias pelos japoneses. Relata no blog do Greenpeace para assuntos de Oceanos as diversas peripécias e ações em favor do ambiente que realiza. 

2) Karina Rejane Groch - Bióloga, coordenadora de pesquisa do projeto Baleia Franca. Participa da delegação oficial brasileira às reuniões da Comissão Internacional da Baleia desde 2003. 

3) Angela Caruso - Diretora Presidente da ONG "Quintal de São Francisco", um asilo para cães e gatos abandonados em São Paulo e adjacências. No momento, abrigam em torno de 500 animais encontrados nas ruas da cidade. Angela gera controvérsias e tensões com seu trabalho, mas no final das contas, é uma verdadeira potência quando o assunto é proteger os animais.

4) Maluh Barciotte - Bióloga e consultora do Instituto Akatu, que alerta para o consumo consciente. Maluh repassa suas mensagens de sustentabilidade e principalmente sobre a questão do lixo em vídeos ótimos protagonizados por ela mesma. Também dá aulas no UMAPAZ, a Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz, mantida pela prefeitura de São Paulo e que ajuda a propagar as mensagens de sustentabilidade para inúmeros braços da sociedade.

São apenas nomes, mas que carregam consigo a esperança de um futuro melhor para todos nós com o pedacinho que fazem em seus dia-a-dias. Que nos lembram que a verdadeira ecoconsciência começa perto da gente. 

Que nos lembram de fazer a nossa parte todos os dias por um mundo melhor.

Com sede no Instituto Smithsoniano de Washington, está no ar a Enciclopédia da Vida, (EOL, na sigla em inglês) um projeto que pretende disponibilizar, na internet, informações sobre todas as especies animais existes. Por enquanto disponível apenas em inglês.

O texto a seguir foi copiado da página incial da EOL:

What is EOL?

Welcome to the first release of the Encyclopedia of Life portal. This is the very beginning of our exciting journey to document all species of life on Earth.

Comprehensive, collaborative, ever-growing, and personalized, the Encyclopedia of Life is an ecosystem of websites that makes all key information about all life on Earth accessible to anyone, anywhere in the world. Our goals are to:

  • Create a constantly evolving encyclopedia that lives on the Internet, with contributions from scientists and amateurs alike.
  • Transform the science of biology, and inspire a new generation of scientists, by aggregating virtually all known data about every living species.
  • Engage a wide audience of schoolchildren, educators, citizen scientists, academics and those who are just curious about Earth's species.
  • Increase our collective understanding of life on Earth, and safeguard the richest possible spectrum of biodiversity.

In this first version of the portal, you will find:

  • About 25 exemplar species pages. These pages show the kind of rich environment, with extensive information, to which all the species pages will eventually grow. These pages have been authenticated (endorsed) by scientists.
  • Tens of thousands of additional species pages. These pages are authenticated, but do not contain the rich array of information found on the exemplar pages.
  • About 1 million minimal species pages contain the scientific and common names for a species and often have a distribution map, but lack other authenticated information.
Nós, do Faça a sua parte, decidimos celebrar a data de hoje do nosso calendário verde, que é dedicada à conservação e conscientização sobre as zonas úmidas do planeta. Para tal, organizamos uma blogagem coletiva sobre o tema das Zonas Úmidas, na tentativa de espalhar pela blogosfera um pouco da nossa mensagem nesse carnaval. Abaixo, o link para os posts participantes:

E lembre-se de deixar um comentário avisando sobre o seu post, para podermos acrescentar você na lista.

China-e-bike.jpg



A Paula recentemente nos convidou a comentar sobre ciclovias e nós aqui do "Faça a sua parte" decidimos fazer então um post coletivo, dada a pertinência ambiental do tema. A Paula iniciou falando sobre a situação das ciclovias de São Paulo em seu blog. Para enriquecer o bojo de informações sobre o tema, escolhemos então mostrar o que vem sendo falado/visto sobre pedalagens em alguns locais do mundo, na saudável tentativa de gerar mais "bicicleteiros". A bicicleta é um dos meios de transporte mais verdes que existem. Ao trocarmos o carro por bicicleta (principalmente nas grandes cidades), evita-se a emissão de boas quantidades de CO2 para a atmosfera, e o meio ambiente, no fim das contas, agradece o gesto. 

Começando pelas vizinhanças de São Paulo, em São José dos Campos, a Silvia nos informou: 

"Existe uma lei municipal de 1992, a lei 4319, que prevê a implantação de ciclovias em São José dos Campos, SP, nas novas vias construídas. Entretanto, a cidade possui diversas vias construídas e reformadas desde então, porém sem contemplar as tais ciclovias. Diversas organizações e os próprios ciclistas já fizeram muitos abaixo-assinados e protestos pedindo que a lei seja cumprida, mas há diversos interesses políticos e econômicos envolvidos (como os das empresas de ônibus), e até o momento essas forças têm vencido na briga por mais segurança e mais qualidade de vida. O uso de bicicletas como meio de transporte é muito comum em São José dos Campos, entretanto os usuários, em sua maioria trabalhadores das classes menos abastadas e estudantes, têm que enfrentar carros, motos, vans e ônibus em seus trajetos. Há um forte movimento também por parte de pessoas que pedalam por lazer e esporte, entretanto a lei não sai do papel. 

Eu escrevi para a ONG Vale Verde, para a Secretaria de Transportes e para um blog de ciclistas para ver se consigo mais informações, pois a Vale Verde tem alguns textos, mas estão sem data e parecem ser antigos. Sei que a ONG tem um movimento chamado CicloVida, mas parece que as coisas estão meio paradas, pois desde o início de 2007 eu vejo só os mesmos textos lá no site."


Continuando na Via Dutra, a Denise nos oferece mais explicações sobre a situação do transporte ciclístico na Cidade Maravilhosa:

"O  projeto "Ciclovias Cariocas", criado em agosto de 1993, tem como principal objetivo viabilizar o uso da bicicleta para deslocamentos de pequenas e médias distâncias na cidade . Estima-se que existam no Rio de Janeiro cerca de três milhões de bicicletas, mais que o dobro da frota de automóveis.

Faz também parte do conjunto de programas da Secretaria Municipal de Meio Ambiente voltados para a melhoria da qualidade do ar enquanto meio de transporte não poluente e saudável.  As rotas cicloviárias permitem a ligação entre os centros de bairro e a conexão com os meios de transporte de massa.

A implantação dos sistemas cicloviários compreende a implantação das ciclovias, ciclofaixas, faixas compartilhadas, bicicletários, sinalização adequada e a elaboração de normas, regras e campanhas educativas para a utilização segura deste veículo não motorizado no sistema de transporte."


Das vezes que estive no Rio, pelo menos na Zona Sul, é impressionante o número de pessoas que efetivamente usam as ciclovias para deslocamento pro trabalho. Animador de se ver. 

Indo na direção sul do Brasil, o Afonso nos conta como andam as ciclovias por Porto Alegre:

"O Plano Diretor Cicloviário de Porto Alegre deverá ser concluído até o final de outubro, quando poderá ser encaminhado à Câmara Municipal para análise. O andamento do Plano Diretor foi abordado no evento Quartas Temáticas, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam), ontem, 12/janeiro. O projeto é uma parceria entre o Núcleo Amigos da Terra/Brasil e a Smam, viabilizado pelo Fundo Municipal do Meio Ambiente (FMMA).

Segundo levantamentos realizados, o trecho prioritário contempla os ramos Sertório, Assis Brasil, Avenida Ipiranga e Restinga. Num primeiro momento, deverão ser implantados 18 Km de ciclovias. O traçado de uma rede ideal é de 400 Km. O custo da ciclovia é de R$ 100 mil por Km em vias já existentes. Na oportunidade, o titular da Smam, Beto Moesch, salientou que a EPTC deve incluir as ciclovias nas contrapartidas de grandes empreendimentos."


E a situação fora do país? Comento sobre a Alemanha:

"Minha experiência na Alemanha é muito positiva. Potsdam, a cidade onde morei, possui uma malha cicloviária de dar inveja. Não há rua que não tenha faixa de bicicletas, com sinalização adequada. Mas o ciclista também tem leis para seu tráfego no trânsito. As bicicletas precisam ter buzinas (e eles buzinam a cada curva fechada que fazem no trajeto) e luzes traseiras e dianteiras, caso queira pedalar à noite. Todos os meus colegas de trabalho pedalavam até o instituto, e mesmo no inverno rigoroso, muitos ainda se aventuravam em meio à neve. 

Em Berlim, não é diferente - aliás, a situação até melhora. A cidade possui 130km de ciclovias, e o metrô permite o embarque de bicicletas sem maiores empecilhos como catracas e afins. Menos da metade dos residentes têm carro, tornando fácil ver pessoas usando bicicletas para irem de um lado a outro - até para sair à noite: lembro de várias discotecas onde as pessoas chegavam de bike. As benesses de ser ciclista por lá são tantas, que a cidade foi eleita a 9ª melhor do mundo para se deslocar de bicicleta."


No mote "cidade grande & cidade pequena" na Europa, a Maria Augusta relata direto da França sobre Nancy e Paris:

"Na Grande Nancy, cidade onde moro no leste da França (266000 habitantes), existem 120 km de pistas cicláveis, além dos circuitos propostos ao longo das margens do rio Meurthe, que atravessa a cidade. Possui também um serviço de aluguel de bicicletas por algumas horas ou contratos de longa duração. O plano das pistas cicláveis pode ser visto aqui."

"Existem em Paris 197 Km de ciclovias, e 23 km suplementares nos bosques de Boulogne e Vincennes. Um primeiro eixo atravessa Paris de norte a sul, da Porte de Pantin à Porte de Vanves, passando pelo Chatêlet. E um segundo se estende de leste a oeste, do Bois de Vincennes ao Bois de Boulogne, passando pela Concorde.

Em julho e agosto as vias que margeiam o rio Sena (à direita indo do subterrâneo Albert I ao cais henri IV e à esquerda, do cais Anatole France ao cais Branly) são inteiramente reservadas às bicicletas, mas também aos pedestres e "rollers" nos domingos e dias feriados das 9 às 17h."

(Fonte: Portal da Juventude da Prefeitura de Paris, com mapa das ciclovias da cidade-luz.)


E conta também como é visto o sistema cicloviário na Holanda:

"A Holanda é o único país no mundo onde existem mais bicicletas (17 milhões) que habitantes (16 milhões).

As crianças, mesmo as menores, vão à escola de bicicleta, e um terço dos holandeses vão trabalhar usando este veiculo. Estudantes, advogados, professores: a bicicleta está na moda em todas as classes sociais. Nos últimos anos, os chuveiros se multiplicaram nos escritórios e alguns funcionários deixam no trabalho uma muda de roupa limpa que eles vestem ao chegar. A bicicleta é tão banal quanto uma caneta...Nos Países Baixos, existem 19000 km de ciclovias, nas cidades e entre elas. Geralmente, as ciclovias são verdadeiras ruas, separadas daquelas dos carros, que protegem perfeitamente os ciclistas. As pistas, aliás, não param nas cidades : elas percorrem toda a Holanda e margeiam as estradas. Os ciclistas passam sobre o alto dos diques, aproveitando a vista sobre o mar, enquanto os automobilistas passam pela parte mais baixa destes e só vêem o campo."


Na Italia, a situação nao difere muito do resto da Europa. O Flavio nos deixa então uma série de links para interessados em pedalar pela Italia:


"Pela ordem - ciclovias da Italia, ciclovias do Trentino, onde moro, Ciclovias da Europa e um outro site italiano dos amigos da bicicleta. Faço parte de um grupo do Yahoo que agenda encontros e passeios pelas ciclovais e é bem legal:

- Bicitalia (Rede Nacional Ciclavel)

- Trentino

- De bicicleta pela Europa

- Federação Italiana dos Amigos da Bicicleta "


Saindo da Europa em direção à Ásia, minha experiência do que presenciei na Coréia do Sul:

"Há estacionamentos de bicicletas em muitas estações de metrô de Seul, principalmente aquelas próximas a universidades. Apesar do esforço de se aumentar o número de usuários de bicicleta, ainda não há muitas ciclovias pela cidade, as bikes se misturam ao trânsito e/ou as calçadas e o risco de acidentes é grande. Também não via muitos jovens de bike, e sim os mais adultos, principalmente as "ajumas" (coreanas na faixa entre 40-50 anos), que carregavam desde compras aos filhos/netos na garupa."


E no meio do Pacífico, um paradoxo:

"No Havaí, supostamente o paraíso da geração saúde e local repleto de contato com a natureza, infelizmente pouco se usa bicicleta como meio de locomoção. O meio de transporte mais comum em Oahu (depois do carro, é claro) são as mobiletes, que queimam combustível e não contribuem para a melhoria da qualidade do ar. Há poucas ciclovias pela cidade de Honolulu, só na zona turística você as encontra mais facilmente. Mas foi no Havaí também que vi a invenção mais criativa pra bikes: um "suporte" lateral para carregar prancha de surf. Assim o surfista não precisa guiar com uma mão só. Ele coloca a prancha nesse suporte da bicicleta e pedala com as duas mãos no guidão, evitando acidentes. Um barato." (Foto dessa engenhoca aqui.)


São exemplos. Acho que há uma tendência mundial a incorporar melhor o trânsito de bikes pelas cidades, primordialmente para melhorar o tráfego geral, e colateralmente para uma melhoria da qualidade do ar e de vida das pessoas - quem pedala, exercita-se e mantém a forma, afastando de si problemas cardiovasculares e metabólicos comuns aos sedentários. Aguardamos que mais iniciativas favoráveis às pedaladas surjam pelo mundo e sejam abraçadas por governos interessados na melhoria do planeta. 


O Faça a sua parte estréia hoje neste novo endereço. Direto das instalações ecológicas e recicláveis do condomínio da Verbeat - que a equipe aqui já carinhosamente apelidou de "Verdeat" - onde estaremos hospedados e difundindo cada vez mais a filosofia verde de mundo. 

Aos que nos acompanham por RSS, o novo feed é:

http://verbeat.org/blogs/facaasuaparte/atom.xml

Nosso blog é escrito por pessoas preocupadas com questões ambientais e seus desdobramentos. A participação no blog é aberta a quem estiver interessado. Se você quiser também ser um colaborador do blog e ajudar a difundir a causa verde de forma independente e agradável, basta nos enviar um email: 

facaasuaparte ARROBA gmail PONTO com 

E comecemos logo a fazer a nossa parte na Verdeat!!!

Quem avisou foi o queridíssimo Escriba (leia o artigo original): o grupo Animal Liberation Front (ALF) atacou, durante o feriado do ano novo, o site do Institudo Pró-Carne (que demorou DIAS para descobrir o atentado). No mesmo dia à tarde, chega um e-mail do Veddas que transcrevo abaixo.

As imagens publicadas nos links abaixo mostram como estava o website na manhã do dia 3 de janeiro:

www.veddas.org.br/procarne2.jpg

www.veddas.org.br/procarne3.jpg

Quase um dia após a informação sobre a invasão ter começado a circular em comunidades eletrônicas relacionadas ao vegetarianismo e aos direitos animais, o website do Instituto Pró-Carne continua no ar mostrando imagens fortes de animais sendo abatidos e indicando pesquisas que relacionam o consumo de carne à incidência de câncer.

Os banners mostrados no website, que recomendam o consumo de carne até mesmo para o tratamento de doenças, agora contrasta com frases como “Carne: você paga com a sua saúde e nós ficamos com o seu dinheiro! O nosso lema é: quanto mais alienação, melhor!”.

Nota importante: apesar de termos sido referenciados nos links indicados, o VEDDAS declara não ter tido qualquer participação nesta ação. A notícia nos chegou por via de comentários postados em comunidades do orkut e a divulgação do fato tem caráter meramente informativo.

VEDDAS – Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade

Que feio! Nunca esperei isso de um grupo que luta pela ética. Se a nossa sociedade, marcada pela indiferença, permite, aceita e consome o fruto do sofrimento animal não é com atos terroristas e antiéticos como este que resolveremos a questão. Sim, porque me desculpem os fanáticos, a livre expressão é uma das maiores conquistas da humanidade. E, neste jogo, não vale defacear nem hackear site de quem pensa diferente da gente. Ponto final. Não cabe discussão.


Estou repassando este email que recebi do grupo Recursos Hídricos, do qual faço parte, sobre a greve de fome do Frei Cappio, há mais de 15 dias, em virtude do problema da Transposição do Rio São Francisco que o Governo Federal já está implantando ao invés de optar pela REVITALIZAÇÃO.

Por Prof. Dr. Sérgio Vilas Boas
Doutor em Geociências e Meio Ambiente na área de Bacias Hidrográficas
Educador Sócioambiental

Por eu ser Engenheiro Agrônomo e Doutor em Geociências e Meio Ambiente com TESE na área de Bacias Hidrográficas, compartilho com os colegas cientistas da área de recursos hídricos que subsidiam suas análises e pareceres com dados técnicos e focados num verdadeiro compromisso social e ambiental, optando por medidas mais simples, locais e eficazes.

Assim opto, como optei em Setembro de 2005, pela REVITALIZAÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO, e sou CONTRA a Transposição.

Talvez a maioria de vocês não saibam, em Setembro de 2005, dois dias após o início da primeira greve de fome do Frei Cappio, recebi um email de um dos colegas da Rede Sócioambiental por Emails (então com menos de 30 dias que eu a havia criado). Repassei ao grupo (contava com aproximadamente 90 pessoas) e dois dias após, recebi um email de um sobrinho do Frei agradecendo-me pela mobilização pela Internet (sendo que a mídia convencional e tendenciosa não havia anunciado até então, por motivos óbvios, o que passou a ser feito somente no final daquela semana no programa "Fantástico"), convidando-me inclusive para uma reunião da família em São Paulo, onde estava sendo articulada uma mobilização com a opinião pública. Percebi o poder do projeto mobilizador da Rede Sócioambiental por Emails que eu havia criado, uma vez que eu não conhecia o sobrinho do Frei (alguém da minha rede repassou o meu email à ele).

Da mesma forma, agora reinicio a mesma mobilização, uma vez que o governo federal insiste em não ouvir a Comunidade Científica nacional, o povo brasileiro e instituições sociais e ambientais que já se manifestaram majoritariamente CONTRA a Transposição com alternativas muito mais baratas e viáveis.

Entrem no site da mobilização nacional e se interem dos fatos. Não esqueçam de assistir aos clipes que constam no site:
http://www.umavidapelavida.com.br/

A água vem sendo encarada como Commoditie (ver link http://www.labjor.unicamp.br/midiaciencia/article.php3?id_article=121 e água virtual, isto mesmo, a estamos exportando diariamente e a sociedade nem percebe isto) nos últimos anos e há uma articulação mundial dos Cartéis da Água que visam única e exclusivamente interesses econômicos em contraposição à manutenção da vida, dados os números absurdamente insanos de mortes que ocorrem no mundo todo pela ausência do líquido ou pela ingestão de água contaminada.

De qualquer forma, penso que cada um de nós é responsável pelo senso crítico que desenvolve diariamente em suas vidas, ditando como conseqüência o seu Futuro e o de seus descendentes. Cabe à mim apenas apresentar-lhes algumas informações que sirvam de subsídio para que vocês componham uma opinião à respeito.

Assim, estou anexando logo abaixo uma palestra que vem muito bem a calhar para reflexão à respeito da questão da água na América Latina e entender como vem se dando este encaminhamento dos Cartéis da água aos quais me refiro. É de fonte confiável, pois conheço o trabalho do Prof. Wagner que faz a abertura e apresentação do palestrante, o que penso que irá oferecer à todos vocês, subsídios para compor suas próprias opiniões sobre o tema.

PALESTRA: Lutas Sociais pela Água na América Latina

Ciclo de Conferências Mudanças Globais e Gestão da Água
Lutas Sociais pela Água na América Latina - IEA - USP - 6 de agosto de 2007
http://www.iea.usp.br/iea/online/midiateca/mudglobais/v070806b_100/Web/Script/index_IE.htm

Coloco também alguns links, uma vez que a mídia está abafando o caso.  A Folha de São Paulo tem oferecido matérias com uma certa constância nos últimos dias, com relação às manifestações de solidariedade de entidades civis, sindicais e da comunidade acadêmica, terceiro setor e científicas à campanha do Frei Cappio.

Notícias 10 de Dezembro de 2007 - 11:12
(http://www.bahiaemfoco.com/noticia/2323/mais-de-6-mil-pessoas-na-romaria-de-apoio-a-frei-cappio)

FOLHA -  http://busca.folha.uol.com.br/search?site=online&q=Frei+Cappio

Site da mobilização nacional e link para a carta entregue pelo Frei ao Presidente Lula em 04/10/07)
        http://www.umavidapelavida.com.br
       http://www.umavidapelavida.com.br/carta_brasil.html

Acreditem... os acontecimentos e desdobramentos que vêm ocorrendo nos últimos anos quanto a ÁGUA aqui no Brasil e na América Latina como um todo é muito mais GRAVE do que a maioria da população brasileira tem conhecimento (observem o que ocorreu no México-vide comentário na palestra anexada).

Enfim, pessoal. Os que porventura, após assistirem a palestra e lerem as matérias nos links que anexei e acharem importante tal mobilização, assinem o abaixo assinado (cujo link insiro logo abaixo e o qual acabo de assinar sob o nº12775) e encaminhem o email às suas listas de contato o mais rápido possível, pois afinal hoje já é o 19º dia de greve de fome do Frei.     


Os que quiserem se aprofundar um pouco mais no assunto, sobre como as grandes corporações estão se apoderando da água doce do nosso planeta, recomendo que leiam o livro:     "OURO  AZUL"- Maude Barlow e Tony Clarke - Editora M. Books -2003

Forte abraço à todos.

Por um Brasil MAIS JUSTO e SOLIDÁRIO.

Prof. Dr. Sérgio Vilas Boas
Doutor em Geociências e Meio Ambiente na área de Bacias Hidrográficas
Educador Sócioambiental
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PARTICIPAR É SINAL DE CONSCIÊNCIA

Você que é consciente, sofre a repressão de informação, pois há mais de 15 dias o D. Luiz Cappio faz jejum e oração e a grande maioria da população não está sabendo porque nossa imprensa escrita e falada não está noticiando. Vamos fazer nossa parte enquanto sociedade civil. Participe agora do abaixo assinando  a petição e envie a toda sua lista, se quiser mais informações sobre o projeto e tudo o que está acontecendo acesse o www.umavidapelavida.com.br.

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