<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0">
    <channel>
        <title>Faça a sua parte</title>
        <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/</link>
        <description>Por um mundo mais verde.</description>
        <language>pt</language>
        <copyright>Copyright 2008</copyright>
        <lastBuildDate>Thu, 08 May 2008 20:34:22 -0300</lastBuildDate>
        <generator>http://www.sixapart.com/movabletype/</generator>
        <docs>http://www.rssboard.org/rss-specification</docs>
        
        <item>
            <title>Baixo consumo não é sinônimo de consciência ecológica</title>
            <description><![CDATA[<p>Em jornalismo, não é incomum a gente ver títulos de matérias que
pouco ou nada têm a ver com seu conteúdo. Muitas vezes, o texto não
traz informação que renda um bom título, ou o editor tem uma grande
sacada e resolve dar o que chamamos de <i>esquentada </i>no título, pra atrair a atenção do leitor. Foi o que fizeram com a pesquisa da revista National Geographic, o <b><a href="http://event.nationalgeographic.com/greendex/" mce_href="http://event.nationalgeographic.com/greendex/" target="_blank">Greendex 2008: Escolha do Consumidor e Meio Ambiente</a></b>.&nbsp;</p><p>O
tal Greendex consultou, pela internet, consumidores de 14 países sobre
seus hábitos de consumo, transporte, habitação e&nbsp; alimentação, e
apontou brasileiros e indianos como os mais <i>verdes </i>do mundo,
seguidos dos chineses, mexicanos, húngaros, russos, ingleses, alemães,
australianos, espanhóis, japoneses, franceses, canadenses e, por fim,
americanos.</p>
<p>A impresa, com aquela profundidade de um pires que lhe é
característica, cravou: brasileiros e indianos são os que mais
respeitam o meio ambiente. Nada mais falso. Ora, está claro que países
em desenvolvimento aparecem na frente não porque seus habitantes têm
maior consciência ecológica, mas pelo simples fato de que eles não têm
o mesmo padrão de consumo dos países desenvolvidos. Um indiano não
gasta menos energia elétrica que um japonês, um chinês não come menos
produtos industrializados que um inglês, um brasileiro não compra menos
bugigancas que um americano por ser mais ambientalmente responsável.
Essa afirmação é falsa. Eles, isso sim, causam é menos impacto
ambiental com seus hábitos de consumo, porque seu atual nível
sócio-econômico não lhes permite ter o mesmo padrão de vida que os
europeus, americanos e japoneses. Se lhes for dada a chance - e a tal
globalização vive pregando isso - consumirão tanto ou mais. E o planeta
que se vire para sustentar tudo isso! A questão não é apenas a
quantidade do que se consome, mas a qualidade desse consumo.</p>

<p>O site <b><a href="http://www.storyofstuff.com/" mce_href="http://www.storyofstuff.com/" target="_blank">Story of Stuff</a></b>,
da ativista Annie Leonard, traz um dado interessante: 99% do que o
americano compra vai pro lixo após apenas seis meses de uso! Não é de
se estranhar. A base da economia americana é diretamente ligada ao
consumo - tanto que, para resolver o problema da atual recessão, o
presidente Bush <b><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u372133.shtml" mce_href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u372133.shtml" target="_blank">está enviando cheques de até US$ 600 </a></b>para
cada americano que ganha até um X por mês para que ele gaste em
compras. O padrão lá é: compre o quanto puder para que a economia
americana não afunde. Não tá funcionando a contento e, pior, vai acabar
afundando o planeta inteiro!</p>
<p>A propósito: recebi por email uma série de fotos que revelam de
maneira bem interessante como é o consumo alimentar em uma semana de
famílias típicas de nove países diferentes - Alemanha, Estados Unidos,
Itália, México, Polônia, Egito, Equador, Butão e Chade. Não sei de onde
veio essa série, mas as (belas) fotos falam por si:</p>
<p><a href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image0011.jpg" mce_href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image0011.jpg" title="image0011.jpg"><img src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image0011.jpg" mce_src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image0011.jpg" alt="image0011.jpg" height="336" width="505" /></a><br />
(<b><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US">Alemanha</span></b><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US">: Família            </span><i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US">Melander</span></i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"> de Bargteheide. Despesa            com alimentação em 1 semana: 375.39 Euros / $500.07            dólares)</span></p>
<p><a href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image002.jpg" mce_href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image002.jpg" title="image002.jpg"><img src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image002.jpg" mce_src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image002.jpg" alt="image002.jpg" height="335" width="504" /></a><br />
<span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"><b>(Estados Unidos da            América:</b> Família </span><i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US">Revis</span></i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"> da Carolina            do Norte. Despesa com alimentação em 1 semana:            $341.98 dolares)</span></p>
<p><a href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image003.jpg" mce_href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image003.jpg" title="image003.jpg"><img src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image003.jpg" mce_src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image003.jpg" alt="image003.jpg" height="334" width="504" /></a><br />
(<span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"><b>Italia:</b> Família </span><i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US">Manzo</span></i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"> da            Secília. Despesa com alimentação em 1 semana: 214.36 Euros            /  $260.11 dolares</span>)</p>
<p><a href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image004.jpg" mce_href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image004.jpg" title="image004.jpg"><img src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image004.jpg" mce_src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image004.jpg" alt="image004.jpg" height="343" width="514" /></a><br />
(<span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"><b>México:</b> Família </span><i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US">Casales</span></i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"> de            Cuernavaca. Despesa com alimentação em 1 semana:            1,862.78 Pesos / $189.09 dólares</span>)</p>
<p><a href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image005.jpg" mce_href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image005.jpg" title="image005.jpg"><img src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image005.jpg" mce_src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image005.jpg" alt="image005.jpg" height="344" width="518" /></a><br />
(<span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"><b>Polónia:</b> Família            </span><i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US">Sobczynscy</span></i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"> de            Konstancin-Jeziorna.  Despesa com alimentação em 1 semana:            582.48 Zlotys / $151.27 dólares)</span></p>
<p><a href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image006.jpg" mce_href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image006.jpg" title="image006.jpg"><img src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image006.jpg" mce_src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image006.jpg" alt="image006.jpg" height="350" width="527" /></a><br />
( <span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"><b>Egito:</b> Família </span><i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US">Ahmed</span></i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US">             do Cairo. Despesa com alimentação em 1 semana: 387.85            Egyptian Pounds / $68.53 dólares</span> )</p>
<p><a href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image007.jpg" mce_href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image007.jpg" title="image007.jpg"><img src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image007.jpg" mce_src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image007.jpg" alt="image007.jpg" height="353" width="531" /></a><br />
(<span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"><b>Equador:</b> Família            </span><i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US">Ayme</span></i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"> de            Tingo. Despesa com alimentação em 1 semana: $31.55            dólares</span> )</p>
<p><a href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image008.jpg" mce_href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image008.jpg" title="image008.jpg"><img src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image008.jpg" mce_src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image008.jpg" alt="image008.jpg" height="356" width="535" /></a><br />
( <span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"><b>Butão:</b> Família </span><i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US">Namgay</span></i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"> da            vila de Shingkhey.  Despesa com alimentação em 1 semana: 224.93            ngultrum / $5.03 dólares</span> )</p>
<p><a href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image009.jpg" mce_href="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image009.jpg" title="image009.jpg"><img src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image009.jpg" mce_src="http://escriba.org/novo/wp-content/uploads/2008/05/image009.jpg" alt="image009.jpg" height="358" width="540" /></a><br />
( <span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"><b>Chade:</b> Família </span><i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US">Aboubakar</span></i><span style="font-size: 10pt; color: rgb(69, 78, 83);" lang="EN-US"> do            campo de refugiados de Breidjing. Despesa com            alimentação por semana: 685 Francos / $1.23 dólares</span>)</p>]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/05/como-camuflar-uma-pesquisa-int.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/05/como-camuflar-uma-pesquisa-int.html</guid>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">alimentação</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">sustentabilidade </category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">consumo</category>
            
            <pubDate>Thu, 08 May 2008 20:34:22 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>SP: Água é jogada no lixo! </title>
            <description><![CDATA[ Eu não conheço a <a title="O Gerador" href="http://www.ogerador.com/" target="_self">Fernanda Coronado</a> pessoalmente. Gostei da re-apresentação que ela fez de si quando voltou ao radinho, há algum tempo atrás. Hoje, ela compartilhou uma história que fala tudo sobre a atitude das pessoas, coletivos e "empresas" lá na lista.
<blockquote>Há algumas semanas, tenho sofrido com o barulho de uma Lavadora de Pressão WAP do prédio atras do meu. Moro no segundo andar e minha varanda é de frente pro fundo desse prédio. O responsável pela limpeza liga todos os dias a wap - às vezes umas 10hs, às vezes as 13hs e fica até as 16h/17hs.
Hoje então eu contei o tempo...foram 5 horas com ela ligada.

Pedi para desligarem, pois o barulho é audivel pelas pessoas que me ligam, pelos meus clientes. Sem contar que chega um momento que o barulho já fica martelando na cabeça. O zelador/porteiro se negou a me fornecer um contato do síndico ou responsável, alegando que no horário era permitido.

Sem alternativa, apelei pro 190. O policiais foram até lá e pediram pros funcionários me passarem os contatos do síndico. Um deles ainda avisou que a norma para barulho não é so das 22hs as 7 da manhã. Vale para qualquer barulho contínuo acima de 50 decibéis em bairros residenciais. Claro que assim que eles viraram as costas, a Wap foi religada.
A situação, no entanto, é muito pior: A Wap do predio gasta 600 litros de agua por hora!!!!! Liguei na Sabesp e pedi informações sobre o desperdício do "Ouro Liquido". A moça pediu o endereço e consultou o consumo de água. Em poucos segundos ela respondeu: <strong>Nossa!</strong>
E ai me explicou: "Eles consomem 2000 m3 de água por mês.  Eles precisam receber uma notificação urgentemente sobre desperdício e reduzir radicalmente o consumo". Para completar, ela avisou: é importante este tipo de vigilância.</blockquote>
A Fê fez uma verdadeira maratona hoje. Contato com o prédio, PSIU (não funciona), Polícia, Sabesp. E aproveitou pra fazer uma conta rápida. No seu prédio (13 andares, com 4 ap's/andar) são consumidos 339 m3/mês, ao custo de R$ 1.218,14. No vizinho de trás? (12 andares, 4 ap's/andar) 2.000 m3... cerca de R$ 4.000,00/mês.  Eles gastam, nas contas da Fernanda, <strong>a mesma coisa que o prédio dela só com a WAP</strong>.

<br /><strong><span style="color: rgb(204, 102, 204);">Servição da dona Joaninha:</span></strong>
<a title="Sabesp" href="http://www.sabesp.com.br/" target="_self">Sabesp</a>:
195 : Para emergências, como falta d'água, vazamentos e esgoto entupido. Funciona 24 horas todos os dias.
0800-0119911 (somente para RMSP)
(ligação gratuita) - Para informações sobre contas, solicitação de segunda via (em caso de perda ou não recebimento), pedidos de serviços, endereços, telefones úteis e folhetos explicativos.
Horário de funcionamento:
segunda à sexta-feira: das 7 às 21 horas
sábado: das 8 às 17 horas
domingo : das 10 às 16 horas

Interior e Litoral
Para solicitar serviços emergenciais ou comerciais, o usuário deve ligar para o 195 ou contatar a agência de atendimento do município. O número do telefone aparece na conta de água enviada mensalmente pela Sabesp.
<br />
A Fernanda me passou um link superhiperextrabacana com boas informações sobre o assunto: <a title="Ama Natureza" href="http://amanatureza.com/conteudo/artigos/denuncie-desperdicio-agua" target="_self">Ama Natureza</a>.
<br />Para reclamar de poluição recorra à <a title="Cetesb" href="http://www.cetesb.sp.gov.br/">CETESB: Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental</a>
0800-113560.]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/05/-eu-nao-conheco-a.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/05/-eu-nao-conheco-a.html</guid>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">denúncia </category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">educação ambiental</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">água</category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">água</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">denúncia</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">desperdício</category>
            
            <pubDate>Thu, 08 May 2008 00:30:49 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Dorothy Stang - Assassinato impune</title>
            <description><![CDATA[<p>O fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, acusado de ser o mandante do assassinato da missionária <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dorothy_Stang" target="_blank">Dorothy Stang</a></strong>, foi <strong><a href="http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac168378,0.htm" target="_blank">absolvido nesta terça-feira</a></strong>
em julgamento realizado em Belém, no Pará. Já o pistoleiro contratado
para matar a religiosa, Rayfran das Neves Sales, o Fogoió, foi
condenado a 28 anos de prisão. O júri aceitou o argumento do
pistoleiro, de que teria agido por conta própria. Foi o segundo
julgamento de ambos. No primeiro, Vitalmiro havia sido condenado a 30
anos de prisão. Agora está livre como Dorothy estava quando foi
emboscada em fevereiro de 2005, no meio da floresta amazônica, e morta
com sete tiros a queima-roupa. Ela tinha 73 anos.</p>
<p>Não estranharia nem um pouco se, num hipotético terceiro julgamento,
Fogoió também fosse absolvido e o júri decretasse que Dorothy Stang, na
verdade, cometera suicídio!</p>
<p>É brincadeira... temos um monte de corruptos, mas <strong><a href="http://oglobo.globo.com/sp/mat/2008/05/06/contratos_do_metro_com_francesa_alstom_sao_investigados_na_suica-427240001.asp" target="_blank">nenhum corruptor</a></strong>; pistoleiros de aluguel à vontade, mas nenhum mandante.</p> ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/05/dorothy-stang-assassinato-impu.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/05/dorothy-stang-assassinato-impu.html</guid>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">denúncia </category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">terra</category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Amazônia</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Dorothy Stang</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Pará</category>
            
            <pubDate>Wed, 07 May 2008 10:38:11 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title> O Dilema de Dona Eulália (ou de toda humanidade? </title>
            <description><![CDATA[



<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="vgi_0"></a><span style="" lang="EN-US">&nbsp;A Guerra Perdida:<a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="i4bi0"></a><o:p></o:p>  O dilema&nbsp; de Dona Eulália<o:p></o:p></span></p>

<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="kluo1"></a><span style="" lang="EN-US">O governo divulga a queda
da taxa de desmatamento da Amazônia;&nbsp;a oposição contesta os dados, dizendo
que são números parciais, e não absolutos. As organizações ambientais se
manifestam&nbsp;pelo fato de existir um taxa de desmatamento e (não de reflorestamento...). E o agricultor, que retirou
árvores na ignorância de ter&nbsp;aumento em&nbsp;seu sustento -
afinal,&nbsp;são tantas&nbsp;por aqueles lados que ninguém vai ligar se tirar algumas - vai preso pela Polícia Federal,&nbsp; enquanto&nbsp; que&nbsp; a madeira de lei da Amazônia&nbsp; atinge altos preços no mercado internacional.<br /></span></p>



<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><span style="" lang="EN-US">Quem detém a verdade?<br /></span></p><p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><span style="" lang="EN-US">Não podemos nos perder em um simples jogo de mocinhos e bandidos, e
sim trabalhar para identificar e reverter um intenso e histórico processo de
desinformação (intencional ou não) responsável por tão diferentes visões - oriundas
de diferentes valores e formando diferentes pontos de vista.<a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="wevo0"></a><o:p></o:p></span></p>

<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="oiii0"></a><span style="" lang="EN-US"> <o:p></o:p></span></p>

<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="oiii1"></a><span style="" lang="EN-US">Na cidade não é
diferente.&nbsp;Quem nunca reclamou daquele "mato" perto de casa,
fonte de vetores de doenças (animais), mal cheiro (decomposição ou lixo) e
até&nbsp;violência (seres humanos de piores intenções)? Claro que não podemos
chamar um terreno baldio de "ambiente natural", mas sabemos que esse
tipo de reclamação leva a um só tipo de atitude: a eliminação do
"mato", do "esgoto", daquela árvore que suja a calçada com
suas frutas. <o:p></o:p></span></p>

<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="myx60"></a><span style="" lang="EN-US"> <o:p></o:p></span></p>

<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="sfsl0"></a><span style="" lang="EN-US">No ambiente urbano, sabemos que
cada árvore faz uma diferença danada. Na Floresta Amazônica, podemos ampliar
essa escala em milhares de árvores, e não sairemos do mesmo conflito: pode a preservação ambiental e o desenvolvimento dos seres humanos coexistirem? <o:p></o:p></span></p>

<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="ahss0"></a><span style="" lang="EN-US"> <o:p></o:p></span></p>





<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="ahss1"></a><span style="" lang="EN-US">Em primeira análise, a
questão&nbsp;parece até&nbsp;simplista - até ridícula - mas é bastante
complexa. <o:p></o:p><br />&nbsp;<!--[endif]--><o:p></o:p><br />Veja o caso de dona Eulália: <o:p></o:p></span></p>



<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="u0ws0"></a><span style="" lang="EN-US"> Dona Eulália foi uma antiga
vizinha, que não gostava de minhas árvores. Sempre que alguma atravessava em
parte o espaço aéreo de seu quintal, lá estava a tesoura para podá-la. Ela
tinha um quintal enorme, totalmente cimentado, ainda com troncos de antigas
jaqueiras servindo como apoio de vazinhos de plantas. Seu gosto por flores era
evidente; cuidava de uma infinidade de azaléias,&nbsp;jibóias, margaridas
e&nbsp;marias-sem-vergonhas. Era super-organizada, mantinha o quintal limpo, as
plantas&nbsp;podadas e regadas pelo menos três vezes por semana. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
<o:p></o:p></span></p>



<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="u:bh0"></a><span style="" lang="EN-US"> Mas quanto às
árvores,&nbsp;nenhuma sobrevivia: nem no quintal, nem na frente de
sua&nbsp;casa. Não era maldade; simplesmente não gostava da sujeira que a arvore
fazia. &nbsp; <o:p></o:p></span></p>



<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><span style="" lang="EN-US">Numa bela manhã, estava saindo
de casa e me deparei com Dona Eulália&nbsp;arrancando com as duas mãos a muda
de Pata-de-vaca (nativa do cerrado, bioma do qual a cidade de São Carlos,
interior de&nbsp;São Paulo -&nbsp;minha morada na época)&nbsp;que
nascia&nbsp;sem pedir autorização em sua calçada.&nbsp;Aliás,&nbsp;nascida de
uma semente originada da "minha" árvore. <o:p></o:p></span></p>



<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="t6ny0"></a><span style="" lang="EN-US"> Tive que intervir. Falei sobre
a importâncias das&nbsp;árvores, a diferença conceitual entre "mato"
e "vegetação", dentre outras coisas ambientalistas de praxe. A
resposta de Dona Eulália: "Olha aqui meu lilho, sei que você trabalha
nesse negócio de natureza, mas me desculpe. Morava com meu pai em uma fazenda
quando essa cidade era uma grande roça; e esse tipo de planta nascia em todos
os lugares. É uma praga. Nem fogo segura essa desgraça: parece que a árvore
morre, mas é só chover que nasce de novo. E essas plantas atraem insetos, que atraem
pássaros, que fazem cocô na minha janela! Sem cabimento. E os morcegos e ratos?
Ugh, não posso nem pensar!" <o:p></o:p></span></p>





<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="eorf0"></a><span style="" lang="EN-US"><!--[if !supportEmptyParas]--><!--[endif]--> Tentei argumentar com ela, no
sentido de esclarecer alguns pontos de minha visão de mundo, com o intuito de
transformar essa visão equivocada em relação à natureza. Foi em vão. No final,
apenas pedi que me desse a muda arrancada para plantar em meu quintal. <o:p></o:p>&nbsp;<!--[endif]--><o:p></o:p></span></p>

<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="t6ny12"></a><span style="" lang="EN-US"> A
Pata-de-vaca é uma árvore de crescimento rápido: dois anos depois já fazia
sombra em meu quintal (a muda já era grande...).<a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="w7es0"></a><o:p></o:p></span></p>



<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="eorf2"></a><span style="" lang="EN-US"><!--[if !supportEmptyParas]--><!--[endif]-->Então, em um belo e quente dia,
encontro novamente Dona Eulália na calçada, desesperada com o calor de sua
casa. "Está um inferno!" bradava ela, suando em bicas e abanando-se
ruidosamente. Sem hesitar, lembrei do caso da árvore e imediatamente a convidei
para um suco à sombra da árvore. Ela, de pronto, aceitou.<a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="bb480"></a><o:p></o:p></span></p>



<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="bb481"></a><span style="" lang="EN-US"><!--[if !supportEmptyParas]--><!--[endif]-->Havia uma mesa no quintal, e
nos alojamos nela. Dona Eulália comentou: "essa árvore é nova? Não havia
reparado nela antes." <o:p></o:p></span></p>



<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="tbqj0"></a><span style="" lang="EN-US"><!--[if !supportEmptyParas]--><!--[endif]--> "É agora", pensei -
já sentindo o sabor da vitória. A lembrei do ocorrido,&nbsp; identificando a
árvore para que ela pudesse perceber a falta que esta fazia em sua casa.
Admirada, ela reconheceu que havia sido um erro arrancá-la. Expliquei sobre o
aquecimento do planeta, as ilhas de calor nas cidades e da importância das ávores
na manutenção de um clima fresco. Neste momento, o inusitado aconteceu. Um
colorido tucano pousou em um galho acima dela. Não houve tempo de avisá-la.
Algo verde e cinzento caía em seu ombro, para sua perplexidade. Gritando, Dona
Eulália espantou o tucano evusivamente, e praguejando horrores deixou meu
quintal sem se despedir.<a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="y3eq0"></a><o:p></o:p></span></p>



<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="j3zh0"></a><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="t6ny16"></a><span style="" lang="EN-US"><!--[if !supportEmptyParas]--><!--[endif]--> Dia seguinte, a ávore em frente
a <a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="yo7d0"></a><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="j3zh1"></a><i style="">minha
casa </i>foi misteriosamente cortada. <o:p></o:p></span></p>



<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="xf0g0"></a><span style="" lang="EN-US"><!--[if !supportEmptyParas]--><!--[endif]--> Não tenho a intenção de
incentivar nehuma idéia pessimista com essa história - nem dizer sobre o certo
e errado.<a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="ysue1"></a><o:p></o:p></span></p>

<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="t6ny19"></a><span style="" lang="EN-US">Em pequena ou grande escala,
essa é a batalha que enfrentamos: Uma guerra de valores. Se milhões de hectares
ou apenas uma, a diferença está apenas no poder de quem tem a visão: abrir mão
de valores em favor do equilíbrio natural ou&nbsp; privilegiar valores humanos
em detrimento destes.<a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="vf4r0"></a><o:p></o:p></span></p>



<p class="MsoBodyText" style="margin-bottom: 14.15pt;"><a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="vf4r1"></a><span style="" lang="EN-US"><!--[if !supportEmptyParas]--><!--[endif]-->E sabe-se que, em uma guerra
entre nós e a natureza, definitivamente perderemos.<a href="http://www.verbeat.org/mt-static/html/editor-content.html?cs=utf-8" name="y3eq1"></a><o:p></o:p></span></p>

 ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/05/o-dilema-de-dona-eulalia-ou-de.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/05/o-dilema-de-dona-eulalia-ou-de.html</guid>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">para pensar </category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">educação ambiental</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">sustentabilidade</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">valores</category>
            
            <pubDate>Tue, 06 May 2008 00:00:48 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>No mundo das ecocelebridades</title>
            <description><![CDATA[Há algum tempo, escrevi sobre <a href="http://www.interney.net/blogs/malla/2007/04/06/um_email_de_leonardo_dicaprio/">um email que recebi de Leonardo DiCaprio</a> (leia o post para entender como...), enfatizando o problema da possível extinção dos ursos polares por causa do aquecimento global. O efeito colateral de escrever aquele post, na época, foi de que comecei a me interessar sobre as chamadas <a href="http://www.looktothestars.org/celebrity">"ecocelebridades"</a>, artistas e <em>wannabes</em> que de alguma forma emprestam seu tempo e nome às causas ambientais.&nbsp;

<div><br /></div><div>Antes de explicar meus pensamentos viajantes sobre o tema, gostaria de deixar claro que eu entendo perfeitamente o nível de jogada financeira que pode ser para uma celebridade qualquer se envolver com uma causa humanitária/filosófica/ambientalista que seja. É claro, doar dinheiro a ONGs e instituições afins permite deduções de imposto de renda substanciais, e para quem tem o salário na faixa de alguns milhões de dólares, isso pode fazer uma diferença significativa. Tira um pouco do <em>glamour</em> da ajuda pensar assim, mas acho que se eu fosse uma celebridade algum dia (e ganhasse todo esse dinheiro, é claro), pensaria da mesma forma: melhor enviar um montante considerável de dinheiro direto para uma obra social interessante do que esperar pelo governo para, após muita burocracia e gasto de papel, atingi-la com o dinheiro dos meus impostos. (Descontando no Brasil ainda o risco elevado de corrupção e de que seu dinheiro vá, ao final de tudo, parar numa conta de um político loser qualquer nas Ilhas Cayman.)&nbsp;
</div><div><br /></div><div>Também entendo perfeitamente a grande jogada de marketing que borbulha na cabeça dos assessores de relações públicas (PR) e agenciadores das celebridades (ou na cabeça de muitas celebridades mesmo): ligar seu nome a uma causa "boa" é garantia de popularidade, boa imagem e, no final das contas, bons lucros. Quem sabe até bons contatos para uma próxima empreitada artística. Faz bem à carreira pessoal ser engajado em algo - melhor ainda se você acabou de pagar um mico bem grande nos tablóides, aí a causa "boa" se torna um diluidor certeiro de fofocas. <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2007/jun/28/usa.markoliver">Paris Hilton</a> que o diga.&nbsp;
</div><div><br /></div><div>Mas, descartando esses 2 aspectos, eu gostaria de comentar um pouco o papel das celebridades - mais precisamente as <a href="http://www.looktothestars.org/category/13-environment">engajadas no âmbito ambiental</a>. Como <a href="http://www.leonardodicaprio.org/">Leonardo DiCaprio</a> (cujo eco-site interessantemente não exibe fotos dele, para não desviar o foco da causa ambiental que ele advoca), <a href="http://www.piercebrosnan.com/menu.php?mm=4&amp;sm=1&amp;pn=1">Pierce Brosnan</a>, <a href="http://www.giselebundchen.com.br/gisele_social.asp?registro=4588">Gisele Bündchen</a> (que "copiou" nosso lema do <a href="http://verbeat.org/blogs/facaasuaparte">Faça</a>! hehehe!), <a href="http://www.algore.com/">Al Gore</a>, <a href="http://www.dhlovelife.com/v2/opening/">Daryl Hannah</a>, <a href="http://www.therenewableplanet.com/green/celebs/cameron-diaz.aspx">Cameron Diaz</a>, <a href="http://www.treehugger.com/files/2004/11/ed_norton_bp_so_1.php">Edward Norton</a>, <a href="http://www.makeitrightnola.org/index.php?isDirect2=true">Brad Pitt</a> (cujo projeto arquitetônico para o 9th Ward de New Orleans é 100% sustentável), <a href="http://www.wetlandcare.com.au/Content/templates/news_detail.asp?articleid=660&amp;zoneid=1">Jack Johnson</a>, Angelina Jolie (que junto com Brad Pitt reportaram ao fisco americano doações de 8 milhões de dólares só no ano de 2006 para projetos humanitários e ambientais). São apenas alguns exemplos, mas que merecem reflexão, em minha opinião.&nbsp;
</div><div><br /></div><div>Muitos condenam o uso da causa ambiental meramente como estratégia de PR. Para boa parte das celebridades, não passa disso mesmo - e acho que é fácil detectar quando o é (embora eu sempre pense que é melhor ajudar que fazer nada). Entretanto, há aqueles indivíduos que são verdadeiramente interessados na causa ambiental, ou porque os pais os educaram assim (caso de <a href="http://www.ecorazzi.com/2008/04/17/teaching-gwyneth-paltrows-kids-to-compost/">Gwyneth Paltrow</a>) ou porque aprenderam com o tempo o grave risco que o planeta corre (caso de Leonardo DiCaprio, que sempre cita em entrevistas que Al Gore "abriu seus olhos") ou porque simplesmente se apaixonaram pela causa (caso de Pierce Brosnan, que defendia a ecologia e depois de conhecer a atual esposa, uma jornalista ambiental, teve seu interesse aumentado mais ainda - literalmente "caiu de amores" pelo mar). Para essas ecocelebridades, mais que marketing próprio, é uma questão de consciência mesmo.&nbsp;
</div><div><br /></div><div>O movimento ambiental, no entanto, parece ainda ver com um certo preconceito a participação das ecocelebridades em suas campanhas. <a href="http://www.greenpeace.org/international/">Greenpeace</a>, <a href="http://www.conservation.org/Pages/default.aspx">Conservation International</a> e <a href="http://www.wwf.org/">WWF</a>, por exemplo, aceitam doações com agrado, mas parecem não gostar de ter ecocelebridades estampadas em seu website - é um fato observável nessas URLs. (O WildAid tem <a href="http://www.wildaid.org/index.asp?CID=7&amp;PID=507">uma página do site dedicada às celebridades</a> que o apóiam, e parece ser nesse âmbito uma exceção entre as grandes ONGs ambientais.) Faz sentido as ONGs pensarem assim: um deslize "ecológico" de uma ecocelebridade pode ter sérias consequências de credibilidade para uma campanha perante a opinião pública. É mais fácil não arriscar.&nbsp;
</div><div><br /></div><div>Entretanto, acho que esse risco poderia ser melhor administrado. Porque a figura da ecocelebridade é muito forte para a maioria da população - que dirá seus fãs. É um desperdício de luta não usar a imagem de um famoso por medo de arriscar. A probabilidade de que algo dê errado existe, mas o número de pessoas que são "educadas" sobre o ambiente (ou que pelo menos despertam para a existência daquele problema) ao ouvir uma ecocelebridade em uma entrevista na TV são tão maiores, que podem tornar a campanha muito mais eficiente no final das contas. A ecocelebridade tem a oportunidade de educar milhões em uma tacada só, apenas pelo poder da imagem que tem sobre seus admiradores.
&nbsp;</div><div><br /></div><div>E a galera aqui do Faça percebeu isso na prática, dia desses. A <a href="http://ladybugbrazil.com/">Xará</a> postou em fevereiro de 2007 <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2007/02/amazonia-para-sempre.html">um post no Faça a sua parte</a> falando do projeto "Amazônia para sempre". O post, na época, teve meia dúzia de comentários e ficou nisso. Bastou semana retrasada a Christiane Torloni citar o projeto no programa do Faustão que em menos de 24h o post passou para inacreditáveis 183 comentários - <em>and counting</em>. Uma atriz. Uma única pessoa (!!) no rol das "celebridades" chamou a atenção de um monte de outras, e resvalou googlelateralmente num post do Faça. Imagina a página principal do projeto quanto apoio não teve... Uma bela oportunidade de mobilização amplificada que a Christiane Torloni fomentou.&nbsp;
</div><div><br /></div><div>Mas para que esse efeito amplificador aconteça, é necessário um outro fator importante na equação: <strong>sinceridade</strong>. A ecocelebridade precisa ser sincera com a escolha de uma causa ambiental, vestir a camisa em seu dia-a-dia, e principalmente ser uma dessas pessoas que vivem ecologicamente - e por estar no spotlight de câmeras e paparazzis, isso pode se tornar um agente complicador difícil de controlar. Mas não impossível, como muitas ecocelebridades já demonstram. Porque só assim a defesa de uma causa vai estar efetivamente ligada ao seu nome, e com isso toda a causa se amplifica. Exemplo? Hoje não se fala em refugiados no mundo sem pensar em Angelina Jolie. Porque ela se mobilizou ativamente em prol da causa, adotando 3 crianças derivadas do problema, ou seja, ela conhece de perto a realidade da causa. Assim como Leonardo DiCaprio tenta incorporar em sua vida o ambientalismo - recicla muito em sua mansão e sua última empreitada é um ecoresort 100% sustentável numa ilha e com 0% de produção de lixo (tudo é reciclável). A ligação da imagem de uma ecocelebridade com a sua causa de forma sincera é pré-requisito básico para o sucesso da divulgação da causa ambiental.&nbsp;
</div><div><br /></div><div>E tendo essa relação sincera reforçada, o movimento ambientalista ganharia muito com o apoio das ecocelebridades. Ganharia ressonância, provavelmente mais apoio e verba, e poderia expandir o campo de ação. Não é a solução final pros problemas do mundo, mas seria uma forma a mais de contribuir. Afinal, melhor fazer algo que fazer nada pelo nosso planetinha azul. </div>]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/05/no-mundo-das-ecocelebridades.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/05/no-mundo-das-ecocelebridades.html</guid>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">campanha </category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">ecocrítica</category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">ambientalismo</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">campanhas</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">celebridades</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">ecocelebridades</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">ecopop</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">famosos</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">ONGs</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">opinião pública</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">relações públicas</category>
            
            <pubDate>Mon, 05 May 2008 00:30:17 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>O que você come protege o ambiente?</title>
            <description><![CDATA[
				

				<div class="entry">
					<p style="text-align: center;"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1150/1457736941_1e4109ba23_o.jpg" style="max-width: 800px;" height="304" width="346" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos de preservação ambiental, a
recomendação de se consumir produtos naturais tornou-se uma atitude
ecologicamente correta. Mas, pensando em saúde, é importante lembrar
que devíamos ter mais cuidado com nosso corpo, e consumir mais vegetais
e frutas, não apenas pela questão ambiental, mas porque nossa saúde
depende de como nos alimentamos. Como parte deste ambiente, ao nos
alimentarmos de forma saudável, estamos, ao mesmo tempo, protegendo-nos
e ao Planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">Você come verduras e frutas porque é
ecologicamente correto ou porque se preocupa com sua saúde? Penso que a
estas duas opções deveríamos acrescentar uma outra: porque são
deliciosas! Principalmente se forem bem preparadas. Há uma variedade
espetacular de verduras e formas de servi-las: cruas em saladas,
cozidas em sopa, assadas com recheio, refogadas, enfim, o que não falta
são maneiras de se saboreá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Frutas e vegetais têm grande quantidade
de antioxidantes, substâncias químicas que neutralizam os radicais
livres, protegendo-nos de doenças graves, como o câncer. Alimentos
derivados de animais não contém antioxidante. Segundo especialistas,
pessoas que comem dietas ricas em frutas e vegetais parecem ter uma
baixa incidência de muitos cânceres, incluindo câncer de cólon. A
recomendação médica é comer 5 porções de frutas coloridas e ou vegetais
por dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos relatam a alta ingestão de
fibra pelos africanos, reduzindo problemas intestinais como
diverticulose e o câncer de cólon. Portanto, muitas frutas e vegetais
contém muita fibra e antioxidantes. A alimentação rica em frutas,
vegetais, cálcio, pouca&nbsp; (ou nenhuma) gordura e carne oferece a melhor
proteção contra o câncer de cólon e muitos outros cânceres.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, estudos também comprovam
que o consumo diário de frutas e verduras reduz em 30% o risco de morte
por cancro, doenças cardiovasculares, complicações respiratórias,
diabetes e obesidade. É provado que o consumo de duas ou três frutas e
mais de um prato de verduras por dia reduz a mortalidade por causa dos
componentes antioxidantes que possuem. O estudo comprovou que as mais
benéficas são as que têm sementes, como o tomate, o pepino ou o
pimentão.</p>
<p align="justify">O que você come protege o meio ambiente? Naõ? Então,
já que você não deseja abraçar a causa ambiental, seja verde , pelo
menos, para proteger sua saúde. De qualquer forma, preservando sua
saúde, você estará protegendo o meio ambiente.</p>
<p><small><small>Fontes: <a linkindex="240" href="http://hospitaldofuturo.typepad.com/hospitaldofuturo/2007/07/consumo-de-frut.html" target="_blank">Hospital do Futuro</a>      <a linkindex="241" href="http://www.gastroweb.com.br/doencas/polipo.htm" target="_blank">Gastroweb</a><br />
Imagem: <a linkindex="242" href="http://farm2.static.flickr.com/1150/1457736941_1e4109ba23_o.jpg" target="_blank">daqui</a></small></small><br /></p>
				</div> ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/05/o-que-voce-come-protege-o-ambi.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/05/o-que-voce-come-protege-o-ambi.html</guid>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">alimentação</category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">alimentação saudável</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">meio ambiente</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">vegetais e frutas</category>
            
            <pubDate>Sat, 03 May 2008 16:00:33 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Os 10 mais verdes do Brasil</title>
            <description><![CDATA[O <a href="http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/">Blog do Planeta</a>, blog sobre meio ambiente da Revista Época, elegeu "<a href="http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/#535442">Os dez&nbsp; melhores sites verdes do Brasil</a>". <br /><br />O <b>Faça a sua parte</b> foi um dos dez escolhidos. Um blog com pouco mais de um ano de existência. Para nós, esse é um testemunho de que nosso caminho possui um coração, como disse Carlos Catañeda<sup>1</sup>, em seu livro <i>Os Ensinamentos de Dom Juan</i>:<br /><br /><blockquote>"<i>Qualquer caminho é apenas um caminho e não constitui insulto algum - para si mesmo ou para os outros - abandoná-lo quando assim ordena o seu coração. (...) Olhe cada caminho com&nbsp; cuidado e atenção. Tente-o tantas vezes quantas julgar necessárias... Então, faça a si mesmo e apenas a si mesmo uma pergunta: possui esse caminho um coração? Em caso afirmativo, o caminho é bom. Caso contrário, esse caminho não possui importância alguma</i>."<br /></blockquote><br />Não tivemos, cada um de nós, colaboradores do <b>Faça a sua parte</b>, dúvidas em abandonar um caminho que não tinha um coração. O caminho do egoismo. Sim, porque quem não compartilha com a natureza apenas suas necessidades, e com isso a destrói, é egoísta. <br /><br />Todos nós, colaboradores do <b>Faça a sua parte</b>, tentamos, ao longo da vida, vários caminhos. E todos fizemos - cada um a si mesmo - a pergunta: qual caminho, para que eu possa ajudar na conservação do meio ambiente, possui um coração?<br /><br />Esse caminho foi criar o <b>Faça a sua parte</b> (para efeitos de registro histórico, o <b>Faça a sua parte</b> nasceu em três corações: <a href="http://www.coloridavida.com/blog">Ana Paula</a>, <a href="http://www.cartadaitalia.blogspot.com/">Allan</a> e <a href="http://www.interney.net/blogs/malla">Lucia Malla</a>) ou dele participar. E tem sido com o coração que continuamos a nos dedicar a ele. <br /><br />E é do nosso coração - do coração do <b>Faça a sua parte</b> e do coração de tantos quantos sentem o meio ambiente onde vivem - que a natureza depende. Não da razão. A razão nos engana, nos ajuda a encontrar desculpas e saidas para tudo o que fazemos. <br /><br />Se usamos sacolas plásticas é porque precisamos delas para colocar o lixo. Não separamos esse mesmo lixo porque o caminhão vai misturar tudo, então pra que separar? Não vamos de ônibus para o trabalho porque nos faz acordar mais cedo; não fazemos isso porque aquilo... E por aí vai. Assim é a razão.<br /><br />O coração não! O coração nos diz que qualquer outro caminho, que não seja a defesa incondicional da natureza, não possui importância alguma. E assim é, porque qualquer outro caminho nos levará, fatalmente, a auto destruição. Quer queiramos ou não!<br /><br />Mas toda regra tem sua exceção. A razão também tem a sua. E a nossa razão é a razão da cooperação. Da compreensão de que não estamos sozinhos e de que tudo depende das relações que estabelecemos com os demais. Mais, como diz o <a href="http://www.verbeat.org/blogs/lixotipoespecial">Flavio</a><sup>2</sup>, não se trata de SE estabelecemos relações, mas COMO estabelecemos essas relações. E o COMO se traduz no coração do blog: faça a sua parte. Cooperação. Do obrar juntos, cada qual fazendo o que lhe é próprio, nasce o todo. Nasce a conservação da natureza. E nasce um caminho com coração.<br /><br />E é com o coração que agradecemos a escolha do <a href="http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/">Blog do Planeta</a>. E é aos corações que queremos conquistar para a causa do meio ambiente.<br /><br /><br />

<font size="1"><sup>1</sup>Copiado do livro "O Tao da Física", de Fritjof Capra.<br />
<sup>2</sup>Em pvt.</font>]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/05/os-10-mais-do-brasil.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/05/os-10-mais-do-brasil.html</guid>
            
            
            <pubDate>Thu, 01 May 2008 00:19:20 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>O controle do rio Amarelo</title>
            <description><![CDATA[Yu, o Grande, líder da dinastia Xia na China, disse há 4000 anos:

<br /><br />"<i>Aquele que controlar o rio Amarelo, controla a China.</i>"

<br /><br />O rio Amarelo fornece água para um terço da população chinesa, é considerado biologicamente morto em 50% do trajeto e ironicamente, suas nascentes (e áreas mais limpas) estão... no Tibet. A National Geographic, <a href="http://ngm.nationalgeographic.com/2008/05/china/yellow-river/larmer-text/1">nessa reportagem de 9 páginas indispensável e maravilhosa</a>, mostra algumas das nuances que podem estar por trás da voracidade chinesa pelo Tibet: o controle do fornecimento de água, principal garantia de sobrevivência da potência chinesa pós-hecatombe ambiental que ela mesmo vem criando. <br /><br />Uma das reportagens mais comoventes que li nos últimos tempos. É minha dica de leitura pro feriado aos que passam por aqui. <br /><br />Enjoy!]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/o-controle-do-rio-amarelo.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/o-controle-do-rio-amarelo.html</guid>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">para pensar </category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">água</category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">água</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">China</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">National Geographic</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">rio Amarelo</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Tibet</category>
            
            <pubDate>Wed, 30 Apr 2008 00:06:32 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Coragem ou Covardia?</title>
            <description><![CDATA[<div>Andando pelas ruas de Belém e vi a cena que é comum em muitas cidades: um jovem fumante, carona, acendeu seu último cigarro (do maço) e, com o braço do lado de fora do carro, lentamente começou a amassar a embalagem vazia até que a mesma se tranformou em uma bola de papel. Então deixou-a cair lenta e disfarçadamente de sua mão, como se esperasse que o gesto passasse despercebido por todos. <br />Tive vontade de sair do carro e ir lá interpelá-lo. Ou oferecer um saco de plático para colocar o lixo dentro. Mas, depois refleti que não era prudente. <br />As pessoas acreditam que a rua é de ninguém; assim ninguém precisa cuidar delas. A não ser os garis que são pagos para isso. E, assim não percebe que haverá necessidade de gastar mais verbas na contratação de pessoal e menos para escolas e saúde, principalmente. <br /><br />Ele deve agir da mesma forma na sua casa, largando o lixo em qualquer lugar, porque terá uma empregada para arrumar sua bagunça. E se não tivesse ninguém para fazer isso? Sua morada iria se tranformar num chiqueiro (com o perdão da comparação aos porcos). E os visitantes iriam se enojar com o estado dela (se ele tivesse a coragem de convidar alguém para ir lá). <br />Será que o jovem aceitaria que alguém chegasse em sua casa e deixasse o lixo espalhado em sua sala ou em seu quarto, sem reclamar? <br /><br />Acredito que a ação deveria fazer parte da educação ambiental. <br /><br />Não adianta somente proibir ou multar os madeireiros pela devastação das florestas; tem que obrigá-los a plantar as árvores tiradas. <br /><br />E quem transforma os rios em uma enorme lixeira pública deveria ser penalizado a coletar, nas praias, os restos jogados ao léu. <br /><br />Os mineradores que já deixaram os buracos e modificaram a paisagem deveriam ser obrigados a repor o ambiente original. <br /><br />Assim como quem joga o lixo na rua deveria ser obrigado a coletar, durante determinados dias, a sujeira produzida, mesmo que não fosse a dele. <br /><br />Restaurantes, fábricas de sorvetes, produtores de out-door, supermercados, lojas e muitos outros segmentos empresariais deveriam passar, eventualmente, por um ciclo de educação ambiental de seus colaboradores e funcionários para , no mínimo, promover a diminuição da poluição ambiental. <br /><br />Mas acredito que a pena maior deveria recair sobre o gestor municipal que não providenciar a arborização natural de, pelo menos, uma extensa e concorrida avenida durante seu mandato. Ou construir um parque municipal durante seu mandato. <br /><br />Mas, quando isso já aconteceu por aqui, apesar das constantes e flagrantes ocorrências? </div>]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/coragem-ou-covardia.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/coragem-ou-covardia.html</guid>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">ações práticas</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">educação ambiental</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">mobilização</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">política </category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">sustentabilidade </category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Belém</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">cigarro</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">educação ambiental</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">lixo</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">lixo urbano</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">meio ambiente</category>
            
            <pubDate>Tue, 29 Apr 2008 10:26:19 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Condenados ou abençoados?</title>
            <description><![CDATA[
<p style="margin-bottom: 0cm;">Faz tempo que o pessoal foi avisado.
Quando o bom e velho Moisés (desculpe mas não conheço
o sobrenome do gajo) se ajoelhou diante da sarça (Acacia
nilotica) ardente e ouviu o chamado daquele que se apresentou como "O
que será quando serei", algo já se iluminou em seu
cérebro. Depois daquele encontro estranho com o famoso
"Adonai", ele fez mil e uma. Entre uma praga aqui e um mar aberto
em dois ali, escreveu sobre um pouco de tudo, com o objetivo de criar
um código de ética para seu povo constituído de
ignorantes escravos em busca de liberdade. Na verdade inaugurou um
truque de marketing e atribuiu o que escreveu ao seu amigo da sarça,
o tal "que será será". Foi um enorme sucesso de
publico e de crítica. Virou até mais de um filme. 
</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Mas como dizia, entre as coisas que
foram escritas, uma delas fala da própria criação
do mundo e dos humanos. Nos revela que uma dos nossos atributos
principais, algo que nos distingue entre todos os animais, é
nossa extrema e infinita boçalidade. Moisés nos contou
e portanto já se sabe disso há milênios, que
estamos condenados a acreditar que podemos buscar a verdade e o que é
pior, acreditamos que podemos encontrá-la e o que é
pior ainda, tudo isso comendo uma simples fruta. O pobre Adão,
que não tinha estudado história pelo simples fato de
que lhe era impossível, tinha sido porém avisado, pelo
próprio "Será-será". Aquele brincalhão
de todo poderoso que dizia em modo irônico à sua ignóbil
criatura que comendo um fruto se abririam as portas do conhecimento,
levou um enorme susto quando viu que o imbecil havia mordido a isca.
Entre consternado e gargalhante, foi obrigado a expulsá-lo do
paraíso, por uma questão de coerência. Até
porque, e aqui está a chave de tudo, havia bem dito com todas
as letras: a escolha é tua.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O livre arbítrio. Lhe deu a
escolha. E ele escolheu destruir aquilo que lhe havia sido dado, em
troca da incerteza daquilo que deveria ou poderia construir. 
</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Faz tempo que sabemos. Faz tempo que
repetimos o erro de nosso antepassado marido de Eva. Mas
estranhamente, somos ainda mais boçais. Temos a história,
a ciência, a informação, a tecnologia porém,
também acreditamos que nos basta morder uma fruta para nos
iluminar o caminho sobre como levarmos adiante a vida que se complica
a cada dia. Acreditamos que os recursos são infinitos e a
mágica é a chave para resolver tudo. Alguém
escreveu isso em meu blog outro dia, que na internet o espaço
é infinito. Além de não ser verdade, revela uma
visão distorcida e idealizada das coisas. Como os pescadores
de um tempo (não muito tempo) diziam dos peixes ou os
muçulmanos reis do petróleo que dizem que Alah é
que provê os poços. A mentalidade de quem acredita que o
ambiente, qualquer que seja, existe para ser explorado e não
como o suporte à vida. Não nos relacionamos com o
mundo, o consumimos. E a grande contradição é
que infinito e consumo tem enorme incompatibilidade. Um casamento
tempestuoso. E dessa tempestade, fruto dessa mentalidade ambígua,
o mundo está sofrendo as conseqüências.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Foi uma grande sacanagem desse gozador
"Será-será" deixar nas nossas mãos o poder
de decidir o que fazer com o mundo. Disse algo como: ei, bobão,
te dou a capacidade de produzir belas coisas mas também a de
estragar tudo, veja lá o que vai fazer. Fizemos o pior que
pudemos. Estamos transformando o paraíso que nos foi dado em
um esgoto que mal suportará a nossa chance de sobrevivência.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A única saída hoje,
quando já estamos às portas de uma bela catástrofe
é a mudança profunda de mentalidade. Deveremos
reaprender a nos relacionar com a natureza em modo respeitoso. Ela,
já perdeu o respeito por nós. Nos trata mal, reponde
feio, mas merecemos isso pois fomos nós que começamos a
briga. 
</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">E fazemos muito pouco ainda. Até
quem faz a sua parte, faz pouco. Porque temos que mudar o que foi
construído em milênios de história. Uma história
de acumulação, de exploração e de
valorização do simbólico em detrimento do
concreto.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A começar de mim mesmo. Devo
melhorar muito minha forma de participar. Há um ano atrás,
pelo dia da terra, lançamos a idéia de um desafio onde
cada um se poria metas a alcançar no que diz respeito à
economia de recursos e/ou sustentabilidade. Consegui reduzir o
consumo médio de gasolina como me propus, mas uma longa viagem
praticamente me colocou na estaca zero. Se adiciono os 500 litros de
querosene que consumi com uma viagem de avião, a vantagem
inicial vira fumaça, na forma de uma longa nuvem bem lá
no alto.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Não é fácil. Outro
dia vi uma ilustração com muitos conselhos para ajudar
a reduzir o aquecimento global. Tinha ali "faça exercícios",
beleza, vou fazer mais. Depois li, "coma menos carne", "use
mais a bicicleta", "lampadas fluorescentes" etc, todas coisas
que estou me empenhando a fazer. Mas depois tinha ali "tenha apenas
dois filhos". Um certo vazio me invadiu. Olhei para meu filho
menor, o terceiro, e ficamos ali, nos entreolhando por minutos. Não
é fácil. 
</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Seria mais fácil se o grande
chefe de Moisés viesse botar ordem na casa. Mas desde que ele
disse "virem-se", não parece ser essa uma possibilidade
plausível. Vamos ter que nos arranjar como sempre fizemos.
Estou  confiante. Muito.</p>
 ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/condenados-ou-abencoados.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/condenados-ou-abencoados.html</guid>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Mais dúvidas que certezas.</category>
            
            <pubDate>Sun, 27 Apr 2008 16:05:53 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Secar a roupa ao sol</title>
            <description><![CDATA[ 

				
					<p align="center"><img src="http://img.terra.com.br/i/2008/04/21/744834-0387-it2.jpg" align="bottom" border="0" hspace="0" vspace="0" /><br />
Laurie Cook quer lutar pelo direito de<br />
utilizar um varal no seu jardim</p>
<p align="justify">A dona-de-casa Laurie Cook está (imaginem!) violando
a lei ao pendurar sua roupa para secar em um varal no quintal de sua
casa, em um subúrbio elegante na província de Ontário, que proíbe
varais ao ar livre.</p>
<p align="justify">Leis que promovem a suspensão da proibição aos
varais estão em debate em Connecticut, Vermont e Colorado. Motivados
por preocupações ambientais e pela disparada nos custos da energia,
consumidores estão reavaliando seus hábitos de secagem. O grupo de
varejo britânico ASDA informou que, nos primeiros quatro meses de 2007,
as vendas de varais subiram em 150% e as de pregadores de roupa em mais
de 1.000%. A Hills Industries, da Austrália, cujo produto central são
varais de secagem múltipla, reportou que a receita de sua divisão de
produtos domésticos subiu em 15% em 2007.</p>
<p align="justify">As secadoras elétricas são aparelhos que mais
consomem energia no domicílio: superam o consumo do refrigerador e
respondem por 6% do consumo total da casa, ainda que sejam usadas
apenas de forma intermitente. O varal é uma alternativa simples, barata
e sem emissões de carbono. As emissões domésticas respondem por um
quarto do total de emissões em países desenvolvidos, e, cerca de um
terço da redução de emissões no setor doméstico vem de mudanças de
hábitos, de acordo com o Instituto de Mudança Ambiental da Universidade
de Oxford.</p>
<p align="justify">Ontário, onde Laurie Cook mora, é um dos lugares que
estão considerando revogar as proibições a varais, que se tornaram
comuns na América do Norte e em partes da Europa. O governo colocará o
projeto de lei em debate e o submeterá a votação em breve. "Não estou
preocupada com as queixas", ela disse. "Hoje em dia, as pessoas que
precisam se esconder não são as que penduram roupas no quintal para
secar, mas aquelas que se opõem a essa idéia".</p>
Fonte: New York Time ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/secar-a-roupa-ao-sol.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/secar-a-roupa-ao-sol.html</guid>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">ações práticas</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">economize </category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">emissões domésticas</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">secagem de roupa</category>
            
            <pubDate>Fri, 25 Apr 2008 10:00:00 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Sacolinha ou água-viva?</title>
            <description><![CDATA[<div align="center"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2322/2423573051_0c2f3c9387.jpg?v=0" style="max-width: 800px;" height="230" width="350" /><br /></div><div style="text-align: center;"><small><small>selinho feito por Wagner Tamanaha<br /></small></small>
<p align="justify"><br />Quando o <a linkindex="8" href="http://br.tecnologia.yahoo.com/escolhadoeditor/" target="_blank">Wagner</a> fez o selinho aí em cima para a blogagem coletiva do dia da Terra, surgiu uma discussão entre os membros do <a linkindex="9" href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/postagem-coletiva-para-o-dia-d.html" target="_blank">Faça a sua</a> parte <span id="more-147"></span>sobre
o que estas imagens sugeriam. Segundo o próprio Wagner, a idéia era
mostrar um contraste entre o excesso de consumo de produtos industriais
(sacos plasticos) versus meio ambiente (agua viva). Lembrei-me, então, de que a <a set="yes" linkindex="10" href="http://www.interney.net/blogs/malla/" target="_blank">Lucia Malla</a>
tem, constantemente, dado depoimentos incriveis sobre a devastação que
as sacolas plásticas fazem nos mares. Pensei então, que devíamos fazer
um post sobre este assunto.<br /></p>
<div style="text-align: justify;">
<img src="http://www.iqv.org.br/imagens/turtle.jpg" style="max-width: 800px; float: right; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; width: 162px; height: 123px;" />O
plástico é um dos lixos mais difíceis de se decompor no ambiente, e um
dos que mais contribuem para a poluição de muitos ecossistemas. O
plástico das sacolinhas, geralmente brancas ou transparentes, acaba,
quase sempre, indo para o lixo, e, muitas vezes, termina no mar, onde
flutua parecendo uma água-viva. <br /><img src="http://www.photografos.com.br/users/ricardon/normal_99945_photo.jpg" style="max-width: 800px; width: 137px; height: 131px; float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;" /><br />A
tartaruga-de-couro, segunda espécie marinha brasileira mais ameaçada,
de acordo com a International Union for Conservation of Nature and
Natural Resources, se alimenta de águas-vivas, e, ao verem o plástico
transparente flutuando, comem-no por engano e acabam morrendo
'entaladas', como descreve a própria Lucia, em sua andanças pelos
mares.<br /><br />
</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"><small><small><br /></small></small><img src="http://www.iqv.org.br/imagens/tartaruga%20morta.jpg" style="max-width: 800px; width: 221px; height: 165px; float: right; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px;" />É
bom revermos nossas ações em relação ao destino que damos às sacolas
plásticas que insistimos em levar para casa (são grátis) e usar como
sacos de lixo. Já existem <a linkindex="11" href="http://www.dover-roll.com.br/drbio.htm" target="_blank">sacolas</a>
de lixo biodegradáveis, o que não justifica o uso destas terríveis
sacolinhas. Pior ainda, é deixá-las espalhadas pelas praias, trilhas e
outros ambientes em que elas, definitivamente, não deveriam estar.<br /><br /></div>
<p><small>imagens: <br /><small><a linkindex="12" href="http://www.iqv.org.br/imagens/tartaruga%20morta.jpg" target="_blank">autopsia mostra tubo de plástico dentro da tartaruga</a><br /><a set="yes" linkindex="13" href="http://www.iqv.org.br/imagens/turtle.jpg" target="_blank">tartaruga entalada com saco plástico</a></small></small></p>
<a set="yes" linkindex="18" href="http://technorati.com/tag/Fa%C3%A7a+a+sua+parte" rel="tag"> </a>		
					]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/sacolinha-ou-aguaviva.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/sacolinha-ou-aguaviva.html</guid>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">educação ambiental</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">para pensar </category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">água-viva</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">sacolas plásticas</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">tartaruga-marnha</category>
            
            <pubDate>Wed, 23 Apr 2008 23:30:00 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Postagem coletiva para o DIA DA TERRA</title>
            <description><![CDATA[<a title="eday5 por verbeat blogs, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/25309104@N05/2425337748/"><img height="162" alt="eday5" src="http://farm3.static.flickr.com/2217/2425337748_29ccf52c98_o.jpg" width="200" /></a><br /><br />O dia 22 de abril está aí. Não será apenas mais um dia de postagem coletiva do <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte">Faça a sua parte</a>. Nem deveria. Afinal, pisamos nela todos os dias. A questão é: como pisamos? 
<p>Nesse 21 de abril, véspera do Dia da Terra, apesar de ser feriado, levante cedo, como sempre faz em dias de trabalho. Mas experimente fazer algo diferente: antes mesmo da higiene ou de tomar o café da manhã, molhe um pouco de terra, um vaso que seja. Respire fundo e sinta o aroma. Pegue um pouco da terra molhada com as mãos. Esfregue. Sinta nos dedos, na palma das mãos. Passe no rosto; sinta como se fosse um beijo. <br /></p>Coloque um pouco na língua. Não tenha receio! Lembre-se da infância, de quando isso era natural; de quando nada dessa nossa cultura ainda havia sido colocada em você! De quando a natureza e você eram uma coisa só. De quando você e sua mãe eram uma coisa só!<br /><br />Estranho, né? Pois é assim que somos em relação à Terra. Estranhos. Como num país cuja língua e costumes não entendemos. Nesse feriado, aproveite para sentir a Terra. E depois escreva um post sobre isso. Publique no dia 22.<br /><br />Escreva sobre a Terra, o que quiser, mas tente escrever, também, sobre os seus sentimentos, sobre o quanto você se sente afastado ou integrado a ela. <br /><br />Como você pisa na Terra?<br /><br />Comece agora a planejar o que fará naquele dia e lembre-se de convidar seus amigos, parentes, alunos, colegas de trabalho ou de escola e a sua comunidade a fazerem o mesmo. Apresente uma pesquisa, debata o assunto, prepare uma apresentação ou escreva algo que provoque à reflexão.<sup>*</sup> <br /><br />Aproveite o dia 22 de abril para economizar todo tipo de energia e evite qualquer tipo de desperdício ou poluição. Desligue os eletrodomésticos e as luzes; escove os dentes com apenas um copo d'água; não fume nem acenda fogo; alimente-se de frutas e verduras cruas; beba apenas água; não faça compras; deixe o carro na garagem e aproveite para caminhar, possivelmente descalço, sobre a Terra que nos hospeda. Aja lentamente e respire com calma, fale baixo. Use o dia para meditar e descubra as atitudes que podem ajudar a preservar a Terra. E lembre-se: Você faz parte dela.<sup>*</sup> <br /><br />Consulte o <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/calendario.html">Calendário Verde do Faça a sua parte</a>. Além de farto material sobre a Terra, você encontrará os <a href="http://www.verbeat.org/nosnarede/arquivos/2006/04/22_de_abril_dia.html">posts que foram escritos para o dia da Terra em 2007</a>.<br /><br />* colaboração do <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/dia-da-terra-convocacao-geral.html">Allan</a>.<br /><br />Estão participando:<br /><br /><a href="http://sotaquemix.blogspot.com/2008/04/22-de-abril-dia-de-blogagem-coletiva.html">Aline (Sotaque Mix)</a><br /><a href="http://cartadaitalia.blogspot.com/2008/04/dia-da-terra.html">Allan (Carta da Itália)</a> 
<div><a href="http://ofuturodopresente.blogspot.com/2008/04/22-de-abril-dia-da-terra.html">Ana Cláudia Bessa (O futuro do presente)</a><br /><div><a href="http://www.interney.net/blogs/marmota/2008/04/21/minha_contribuicao_para_o_dia_da_terra/">André Marmota (Marmota mais dos mesmos)</a></div><div><a href="http://leioomundoassim.blogspot.com/2008/04/blogagem-coletiva-22-de-abril-o-dia-da.html">Andréa Motta (Leio o mundo assim...)</a></div><div><a href="http://brazilnut-nyc.blogspot.com/2008/04/nossa-micro-e-nossa-macro-culpa.html">Andréa N. (Brazil Nut <span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;">e</span> In other worlds)</a><br /><div><a href="http://dicasdeciencias.wordpress.com/2008/04/21/22-de-abril-dia-mundial-da-terra/">Andréa Poça (Dicas de ciências)</a></div>
<div><a href="http://anny-linhaozzy.blogspot.com/2008/04/22-de-abril-postagem-coletiva-pelo-dia.html">Anny (Blog Linha)</a></div><div><a href="http://www.bancodoplaneta.com.br/profiles/blog/show?id=1741754%3ABlogPost%3A5697">Banco do Planeta</a></div><div><a href="http://beagay.blogspot.com/2008/04/save-world.html">BHY</a></div><div><a href="http://brancoleone.wordpress.com/2008/04/22/dia-da-terra/">Branco Leone (Um blog sem conteúdo)</a></div><div><a href="http://enquantoseublognaovem.wordpress.com/2008/04/22/porque-hoje-e-o-dia-da-terra/">Carla do Brasil (Enquanto seu blog não vem)</a></div><div><a href="http://deusadomestica.com/enverdecendo-a-sua-casa-enverdecendo-a-sua-vida/">Carla do Brasil (Recanto da deusa doméstica</a>)</div><div><a href="http://brontossauros.blogspot.com/2008/04/plido-ponto-azul.html">Carlos Hotta (Brontossauros em meu jardim)</a></div><div><a href="http://www.interney.net/blogs/guindaste/2008/04/22/diaterra/">Carol Costa (Guindaste)</a></div>
<div><a href="http://catatau.blogsome.com/2008/04/22/indios/">Catatau</a></div>
<div><a href="http://crazyseawolf.blogspot.com/2008/04/blogagem-coletiva-dia-da-terra-53-dicas_21.html">Cidão (Chronicles &amp; Tales unlimited)</a></div><div><a href="http://clabrazil.blogspot.com/2008/04/quando-cheguei-na-europa-h-8-anos-e.html">Clarisse (Clabrazil nas Zuropas)</a></div><div><a href="http://sabiasabeassobiar.blogspot.com/2008/04/dia-da-terra.html">Cláudia (Sabiá sabe assobiar)</a><br /><a href="http://prascabecas.blogspot.com/2008/04/ecosofia.html">Claudio Costa (Pras Cabeças)</a><br /><a href="http://meioambientequimicaederivados.blogspot.com/2008/04/blogagem-coletiva-realizada-do-dia-da.html">Cristiana Passinato (Meio ambiente, química e derivados)</a><br /></div>
<div><a href="http://crispassinato.wordpress.com/blogagem-coletiva-2/">Cristiana Passinato (Pesquisas de Química)</a></div><div><a href="http://www.farofananeve.blogger.com.br/2008_04_01_archive.html#40234499">Daíza (Farofa na neve)</a></div><div><a href="http://tkgeo.blogspot.com/2008_04_01_archive.html#4011272873855474907">Danilo (Tkgeo)</a><br />
<div><a href="http://www.sindromedeestocolmo.com/archives/2008/04/_amamentar_e_um.html">Denise Arcoverde (Síndrome de Estocolmo)</a></div>
<div><a href="http://goldenalecrim.blogspot.com/2008/04/planeta-terra.html">Denise BC (Alecrim Dourado)</a><div><a href="http://drang.org/blog/2008/04/22/e-linda/">Denise Rangel (Sturm und drang!)</a></div><div><a href="http://dropsazulaniss.blogspot.com/2008/04/dia-da-terra.html">Eduardo (Drops Azul Anis S)</a></div><div><a href="http://evipensieri.wordpress.com/2008/04/22/hoje-e-o-dia-da-terra/">Elvira (Pensieri...)</a></div><a href="http://blogosferasolidaria.blogspot.com/2008/04/22-de-abril-dia-da-terra.html">Fátima Queiroz (Blogosfera solidária)</a><br /></div><div><a href="http://www.verbeat.org/blogs/lixotipoespecial/2008/04/dia_da_terra.html">Flávio Prada (Lixo tipo especial)</a></div>
<div><a href="http://saia-justa-georgia.blogspot.com/2008/04/dia-da-terra_22.html">Georgia (Saia Justa)</a></div><div><a href="http://1001gatos.org/adam-werbach-e-os-3-ps-que-podem-mudar-o-mundo/">Ibrahim César (1001 gatos de Schroedinger)</a></div><div><a href="http://jugioli.blogspot.com/2008/04/earth-day.html">Jugioli (...Só poesia e outros itens...)</a></div><div><a href="http://jufacchin.wordpress.com/2008/04/22/229/#comments">Juliana (Fragolina)</a></div><div><a href="http://etreal.blogspot.com/2008/04/sua-majestade-o-maracuj.html">Laerte Pupo (Ipsis photos)</a></div><div><a href="http://lauravive.blogspot.com/2008/04/dia-da-terra.html">Laura (Caminhar)</a></div><div><a href="http://centelhasdeideias.blogspot.com/2008/04/dia-da-terra.html">Lenissa (Centelhas de idéias)</a></div><div><a href="http://movimentonatura.wordpress.com/2008/04/22/dia-da-terra/">Lu (movimento_natura.blog)</a></div><div><a href="http://www.ladybugbrazil.com/2008/04/22/dia-da-terra-10-ideias-para-mudar-a-vida/">Lucia Freitas (Ladybug Brasil)</a></div>
<div><a href="http://www.interney.net/blogs/malla/2008/04/22/pela_etica_ambiental/">Lucia Malla (Uma Malla pelo mundo)</a></div>
<div><a href="http://luzdeluma.blogspot.com/2008/04/ser-que-amanh-vai-dar-praia.html">Luma (Luz de Luma)</a></div><div><a href="http://www.amigosdablogosfera.org/2008/04/22/blogagem-coletiva-dia-da-terra/">Luma Rosa (Amigos da Blogosfera)</a></div><div><a href="http://acqua.wordpress.com/2008/04/22/dia-mundial-da-terra/">Lunna (Acqua)</a></div>
<div><a href="http://carbonozero.blogspot.com/2008/04/dia-mundial-da-terra_21.html">Luz Fernández (Carbono Zero)</a></div><div><a href="http://viajanteconsciente.hitechlive.com.br/conscientizacao/dia-mundial-da-terra-a-teoria-de-gaia-o-planeta-terra-e-eu/">Lyanne (Viajante consciente)</a><br /><a href="http://flordemorango.blogspot.com/2008/04/dia-do-planeta-terra-blogagem-coletiva.html">Madalena Barranco (Letras de morango)</a></div><div><a href="http://maffalda.net/2008/04/eu-no-ligo-para-os-ursinhos-polares.html">Maffalda (Maffalda convoluta)</a></div><div><a href="http://asopanoexilio.blogspot.com/2008/04/sempre-houve-esse-pensamento-mas-agora.html">Marcelo (A sopa no exílio)</a><br /><a href="http://jardinephemere.blogspot.com/2008/04/em-busca-do-paraso-perdido.html">Maria Augusta (Le Jardin Ephémère)</a></div><div><a href="http://marizamanda.blogspot.com/2008/04/earth-day.html">Mariza (O poço dos desejos)</a><br /><a href="http://meiroca.com/2008/04/22/earth-day-22-aprile-2008/">Meiroca (Pensieri e Parole)</a><br /></div><div><a href="http://www.interney.net/blogs/cintaliga/2008/04/22/dia_da_terra/">Menina Eva (Cintaliga)</a></div><div><a href="http://miriamsalles.info/wp/?p=539">Miriam Salles</a></div><div><a href="http://lealdadefeminina.blogspot.com/2008/04/dia-da-deusa-terra.html">Nana (Lealdade feminina)</a></div><div><a href="http://psicologandonanet.blogspot.com/2008/04/22-de-abril-dia-da-terra.html">Núccia (Psicologando)</a></div><div><a href="http://projetojogolimpo.blogspot.com/2008/04/garom-eu-quero-gua-da-torneira.html">Projeto Jogo Limpo (Blog do Jogo Limpo)</a></div><div><a href="http://starslookout.blogspot.com/2008/04/o-lobo-do-homem.html">Rafael Motta (Por aí)</a></div>
<div><a href="http://ramosforestenvironment.blogspot.com/2008/04/dia-da-terra-blogagem-coletiva.html">Ramos (Ramos Forest Environment)</a></div><a href="http://jornaldebordo.blogspot.com/2008/04/chiclete-embrulhe-antes-de-jogar-fora.html">Rede Jornal de Bordo</a> 
</div><div><a href="http://always-por-um-triz.blogspot.com/2008/04/o-verde-violentou-o-muro-hoje-dia-da.html">Regina (Always por um triz)</a></div><div><a href="http://neurotikapontocom.blogspot.com/2008/04/blogagem-coletiva-dia-da-terra.html">Regina Ramão (Neurótika.com)</a></div><div><a href="http://ambientetc.blogspot.com/2008/04/earth-day-blogagem-coletiva.html">Renata (Ambiente e etc.)</a><br /><div><a href="http://rodrigobarba.com/blog/2008/04/22/22-de-abril-hoje-e-dia-da-terra/">Rodrigo Barba</a><br /><a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/dia-da-terra-resgatando-a-idei.html">Silvia D. Schiros (Faça a sua parte)</a><br /></div><div><a href="http://gavetadecriadomudo.blogspot.com/2008/04/dia-da-terra-sacudir.html">Sy (Gaveta de criado-mudo)</a></div><div><a href="http://sarapalha.blogspot.com/2008/04/o-dia-da-terra.html">Tristão (Sarapalha)</a></div><div><a href="http://amandoaoproximo.blogspot.com/2008/04/terra-planeta-gua-guilherme-arantes.html">V. Carlos (Amando ao próximo)</a></div><div><a href="http://ciberespaconaescola.blogspot.com/2008/04/postagem-coletiva-para-o-dia-da-terra.html">Vanessa Nogueira (Ciberespaço na escola)</a></div><div><a href="http://avisionofeden.blogspot.com/2008/04/preserve-earths-radiant-nature.html">Ví (A Vísion of Eden)</a></div><div><a href="http://zeoffline.wordpress.com/2008/04/22/dia-da-terra-que-bom-para-voce/">Zé (Zé Offline: parodiando o mundo online)</a></div><div><a href="http://www.zel.com.br/archives/2008/04/dia_da_terra.html">Zel (Zel v3.4)</a></div></div>

<div><br /></div></div></div>]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/postagem-coletiva-para-o-dia-d.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/postagem-coletiva-para-o-dia-d.html</guid>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">datas</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">educação ambiental</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">mobilização</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">para pensar </category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">sustentabilidade </category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">terra</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">web</category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">blogagem coletiva</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Dia da Terra</category>
            
            <pubDate>Mon, 21 Apr 2008 10:14:50 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Dia da Terra: resgatando a idéia 38</title>
            <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><font size="3"><font color="#000000"><font face="Times New Roman">Em 2007, o Faça a sua Parte lançou, como tema da blogagem coletiva do Dia da Terra, uma proposta: cada um deveria definir&nbsp;<a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/ideia-38.html">metas</a> para fazer algo de concreto pela Terra ao longo do ano. Mudar hábitos. Eu atrasei um bocado o meu texto, mas publiquei, lá no <a href="http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/05/metas-do-dia-da-terra-antes-tarde-do.html">Futuro do Presente</a>. E, gente, eu consegui. Há um ano, eu achava as metas difíceis. Mas, conforme você vai se esforçando para implementá-las, elas viram rotina. Hoje, olho para o lado e não entendo por que as pessoas acham tão difícil mudar hábitos. É muito fácil desligar o chuveiro na hora do banho, até no inverno! E o jantar vegetariano já acontece quase todos os dias. E, pronto, resolvi que, embora não seja esta a proposta para 2008, vou continuar com o esquema de metas.<o:p></o:p></font></font></font></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><o:p><font color="#000000" face="Times New Roman" size="3">&nbsp;</font></o:p></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><font size="3"><font color="#000000"><font face="Times New Roman">Portanto, ao longo do próximo ano, minhas metas são:<o:p></o:p></font></font></font></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><o:p><font color="#000000" face="Times New Roman" size="3">&nbsp;</font></o:p></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><font size="3"><font color="#000000"><font face="Times New Roman"><strong>Andar menos de carro<o:p></o:p></strong></font></font></font></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="" lang="EN-US"><o:p><font color="#000000" face="Times New Roman" size="3">&nbsp;</font></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><font size="3"><font color="#000000"><font face="Times New Roman"><span style="" lang="EN-US">Carros poluem. Pra caramba. </span>O ar que eu respiro. O ar que as minhas filhas respiram. Moro numa cidade que não foi feita para pedestres ou ciclistas. Espero que isso mude, que o futuro seja mais limpo. Enquanto não muda, abrir mão de vez do carro não é uma opção. Mas pensar em esquemas de carona para levar as crianças para escola, por exemplo, pode ajudar. É pouco? Pode ser. Mas devagar se vai ao longe.<o:p></o:p></font></font></font></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><o:p><font color="#000000" face="Times New Roman" size="3">&nbsp;</font></o:p></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><font size="3"><font color="#000000"><font face="Times New Roman">Muitos acreditavam - alguns ainda acreditam - que a solução estivesse nos biocombustíveis. Bem, hoje já sabemos que não é bem assim. Se, saindo lá pelo escapamento, a fumacinha é menos poluente, o processo de produção é controverso. Gera desmatamento, compete com o cultivo de alimentos.&nbsp;<a href="http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/#521762">Leia</a>&nbsp;<a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2007/06/etanol.html">mais</a> sobre o <a href="http://www.ladybugbrazil.com/2008/03/29/biocombustiveis-sustentaveis-e-ecologicos/">assunto</a>.</font></font></font></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><o:p><font color="#000000" face="Times New Roman" size="3">&nbsp;</font></o:p></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="" lang="EN-US"><font size="3"><font color="#000000"><font face="Times New Roman"><strong>Limpeza ecológica<o:p></o:p></strong></font></font></font></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="" lang="EN-US"><o:p><font color="#000000" face="Times New Roman" size="3">&nbsp;</font></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><font size="3"><font color="#000000"><font face="Times New Roman">Já tenho procurado usar produtos ecológicos para lavar roupa. Mas a limpeza da casa ainda deixa a desejar - e, muitas vezes, até a da roupa, por falta de conhecimento e experiência com produtos naturais que dêem conta do recado de lavar roupinhas encardidíssimas das filhotas. A nossa Denise Rangel é&nbsp;<a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/ta-limpeza.html">craque</a> no assunto. É claro que vou pedir a ajuda dela. :-)</font></font></font></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><o:p><font color="#000000" face="Times New Roman" size="3">&nbsp;</font></o:p></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><font face="Times New Roman"><font size="3"><font color="#000000">E, além de não poluir o meio ambiente, os produtos naturais, quem diria, são melhores para a saúde. Sim, a química dos produtos industrializados tradicionais é uma coisa de louco. Este&nbsp;<a href="http://www.mothering.com/articles/body_soul/mindful-home/clean-green.html">artigo</a> da revista Mothering (em inglês, fala dos produtos químicos a que ficamos expostos quando usamos os produtos convencionais. O Dr. Mercola&nbsp;<a href="http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2008/2/26/how-to-keep-your-home-clean-naturally.aspx">também fala</a> sobre o assunto, mais uma vez em inglês.</font></font></font></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><font face="Times New Roman"><font size="3"><font color="#000000"></font></font></font>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><font face="Times New Roman"><font size="3"><font color="#000000">Hora dessas eu desenvolvo esse assunto, em português.</font></font></font></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><font color="#000000" face="Times New Roman" size="3"></font>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><font color="#000000" face="Times New Roman" size="3">Feliz Dia da Terra!</font></p>]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/dia-da-terra-resgatando-a-idei.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/dia-da-terra-resgatando-a-idei.html</guid>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">ações práticas</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">carros</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">datas</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">água</category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Dia da Terra</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">limpeza</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">produtos de limpeza</category>
            
            <pubDate>Mon, 21 Apr 2008 00:01:00 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Y Ikatu Xingu: salve a água boa do Xingu</title>
            <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3"></font>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">
<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="DISPLAY: inline"><a onclick="window.open('http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/indios_no_rio.html','popup','width=350,height=234,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false" href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/indios_no_rio.html"><img class="mt-image-center" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 20px; TEXT-ALIGN: center" height="167" alt="indios_no_rio.jpg" src="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/indios_no_rio-thumb-250x167.jpg" width="250" /></a></span>A região do Parque Indígena do Xingu é habitada por 14 povos indígenas: Aweti, Kalapalo, Kamaiurá, Kuikuro, Matipu, Mehinako, Nahukuá, Trumai, Wauja, Yawalapiti, Ikpeng, Kaiabi, Suyá e Yudja. Na região do Xingu, contando com a área fora do Parque, há um total de 18 povos indígenas, totalizando uma população de cerca de 10.000 índios. O Parque Indígena do Xingu foi criado em 1961, e a situação dos índios mudou um bocado de lá para cá. Hoje, sem uma gestão mais paternalista, os índios estão enfrentando a necessidade de organizar-se politicamente, em uma ação conjunta com a sociedade civil, produtos e trabalhadores rurais, assentados, movimentos sociais e governos, para poderem lidar com processos externos que afetam a vida na região.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">&nbsp;</font></o:p></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">Lá não habitam apenas índios, mas também cerca de 270.000 não-indígenas. E a área corre perigo. Desmatamentos e queimadas já fizeram com que várias nascentes secassem. As matas ciliares estão sendo destruídas e ameaçando um corpo d'água tão rico e importante. Se maltratamos o Xingu, morrem os peixes e as plantas, aumenta a erosão, cai a fertilidade, vem o assoreamento e cresce a poluição. É uma ameaça à biodiversidade da Amazônia.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">&nbsp;</font></o:p></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">Amanhã é Dia do Índio. O Dia da Terra está chegando. Não seria bom se, por um instante que fosse, tentássemos nos aproximar mais do modo de vida indígena, respeitando a terra, protegendo-a para que ela nos dê aquilo de que precisamos para sobreviver, se tentássemos buscar exemplos nas nossas raízes indígenas, aprender algo com esses povos, que já habitavam nossas terras muito antes dos portugueses chegarem?</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">&nbsp;</font></o:p></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">Vamos tentar descobrir novas formas de contato com a natureza. Vamos lembrar que ela é a nossa mãe. E podemos até buscar grandes causas para apoiar.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">&nbsp;</font></o:p></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">"Quem me dera, ao menos uma vez, fazer com que o mundo saiba que seu nome está em tudo e, mesmo assim, ninguém lhe diz ao menos obrigado." (Índios, Legião Urbana)</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3"></font></o:p>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">Assista <a href="http://www.youtube.com/watch?v=nXuU9NzoGhc">Índios</a>, do Legião Urbana.</font>&nbsp;</o:p></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">Para saber mais:</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">http://www.socioambiental.org/pib/epi/xingu/xingu.shtm</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">http://www.yikatuxingu.org.br</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">http://www.suapesquisa.com/indios/</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">http://www.museudoindio.org.br/</font></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" color="#000000" size="3">http://www.arara.fr/BBTRIBOS.html</font></p>]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/y-ikatu-xingu-salve-a-agua-boa.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/y-ikatu-xingu-salve-a-agua-boa.html</guid>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">datas</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">para pensar </category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">água</category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Dia do Índio</category>
            
            <pubDate>Fri, 18 Apr 2008 00:01:00 -0300</pubDate>
        </item>
        
    </channel>
</rss>
