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sala de sucata

Quem tem talento já nasce com ele. Isto é inegável. Estou maravilhada com o admirável trabalho do designer Usha Velasco , que transforma materiais, descartados no lixo, em surpreendentes móveis e objetos de decoração. Latas de tinta, jornais, garrafas pet, ferros, madeira de obra, baldes, e o que mais ele encontrar em centros de reciclagem.

Vale a pena conferir o trabalho sensacional deste garoto. Estou babando até agora. Vou ver se consigo fazer algo para o novo apartamento que estou montando, se a minha falta de jeito colaborar. Pena que as peças não estão à venda, mas o designer ministra cursos e workshops. Vejam os detalhes da sala acima:

poltrona e aparadormesinha de balde e pet
sofá de jornalmesinhas lata de tinta

As peças são projetadas para serem reproduzidas com facilidade. Segundo o artista, não é preciso ter nenhuma habilidade especial (ah, ah, ele não sabe que sou sem jeito completamente). É possível copiar os desenhos com moldes, guardá-los, reproduzi-los e modificá-los, pois todo blog está absolutamente desprotegido por direitos autorais para quem quiser se inspirar, copiar, passar adiante. E citar a fonte, né, que o artista merece e tem todo direito de ser reconhecido.

Esta dica preciosíssima me foi enviada pela querida @anaclaudiabessa. Obrigada, menina!

Imagens: Ateliê do lixo

gizdecera gizceraderretendo
gizcoracao gizcera

Sabe aqueles toquinhos de lápis de cera que sobram? Seguindo a linha da reciclagem, que tal transformá-los em divertidos brinquedos? Assim a diversão continua. Vejam como fazer aqui, na revista Crescer.

A revista recomenda derreter os toquinhos de lápis cera no forno, mas eu prefiro derretê-los em banho maria (o recipiente que os contém dentro de outro recipiente com água e sobre o fogo).

Depois é só colocar a mistura em forminhas com formatos de bichinhos ou outros objetos. Ficam uma graça! A criançada vai adorar rabiscar e desenhar com giz de cera ecologicamente diferentes e divertidos.

Imagem: Lápis e forminha: minhas e giz de coração: daqui

sacolas de plástico

foto: blog Saco é um Saco. É isso que eles querem fazer de verdade...

Não, minha gente, não dá pra acreditar. A gente fez um trabalho de formiguinha na rede, incentivando o uso de sacolas retornáveis, criando sacolas lindas, falando dos males da sacolinha de plástico. Na última semana da novela Caminho das Índias me chamou a atenção de um anúncio da Plastivida defendendo esta verdadeira fonte de poluição.

Não, Plastivida, sacolinhas plásticas não são simpáticas e muito menos úteis. Só para começar, elas são feitas a partir de recurso não-renovável (petróleo). Dá para reutilizar? Sim. Mas vocês estão defendendo o leite das suas crianças, enquanto nós, cidadãos do mundo, estamos em luta para preservar o nosso planeta para o futuro. Dizer, literalmente,

"o plástico é hoje indispensável na vida dos seres humanos, como uma rápida olhada à nossa volta pode constatar, porém, tem sido muitas vezes apontado como vilão por danos ao meio ambiente. O motivo está atrelado à falta de conhecimento - de educação, pode-se dizer - das comunidades em relação ao descarte correto de objetos feitos com esse material, como as sacolas plásticas, mas não só, afinal, apenas 7% dos 5.564 municípios brasileiros têm coleta seletiva de lixo atualmente." (sic)

é o fim da banguelinha.

Pense comigo

Primeiro: como assim o plástico é indispensável na vida dos seres humanos? Alguém aí nasceu envolto em filme plástico? Plástico é vilão, sim, em todas as pontas, caro senhor Francisco de Assis Esmeraldo. Segundo: segundo documento do Cempre, publicado no site do Senado (arght), o Brasil reciclava, em 2007, 11% do lixo. Aliás, a Plastivida (e suas associadas) não faz parte do Cempre (Compromisso Empresarial para a Reciclagem). Terceiro: em São Paulo, em 2008, foram 40,9 toneladas de lixo reciclado recolhido, 7% do que seria possível, diz a Limpurb. Pesquisem mais, meus caros.

A campanha ficará no ar por 10 meses, com verba de R$ 7 milhões, valor rateado pela cadeia produtiva de plástico, inclusas as petroquímicas (entre elas, a Petrobras). As mensagens salientam que com uso responsável, a embalagem de plástico oferece não apenas conveniência, mas também ajuda na preservação do meio ambiente.

Se os empresários da Plastivida estão tão preocupados com o meio ambiente e sua valiosa fonte de renda porque não investem os 7 milhões de reais (trocado para eles) em usinas de reciclagem para esta caca? Porque não estudam e incentivam a adoção da técnica do garoto canadense para que elas sejam degradadas em poucos anos, em vez dos 200 anos? Por que não lançam suas próprias ecobags? E, para completar, é o fim da picadinha colocar a culpa no usuário final pelo descarte incorreto.

Tem mais: não adianta a sacolinha seguir padrão ABNT e o escambau. Sacolinha plástica é ruim de carregar. As sacolas retornáveis são sensacionais. Algumas levam a compra inteira. Outras cabem no bolso - ou na bolsa. São incrivelmente mais resistentes e confortáveis que qualquer sacolinha de plástico. E duram quase o resto da vida. Sem contar que todo mundo tem uma boa sacola de feira em casa, né, seu Francisco? Se o primeiro R é REDUZIR para quê mesmo consumir mais? Meio ambiente uma pinóia, vocês querem é dinheiro!

Pior de tudo é ver uma agência "bacana", a W, do Washington Olivetto - e o próprio - na mesma matéria, defendendo a proposta. Estão achando que vão conquistar respeito? Nem a pau, Juvenal.

Em resposta à Plastivida, à W e a esta tentativa horrível a gente repete junto com o Ministério do Meio Ambiente: Saco é um Saco. Espalhem esta idéia onde puderem, de todas as formas possíveis. Agora.

A ficha técnica da produção, para todo mundo anotar bem direitinho o nome dos malfeitores:

Criação: Fábio Saboya e Guime Davidson
Direção de criação: Washington Olivetto
Atendimento: André Rossi, Roberta Julianelli e Larissa Menescal
Planejamento: Newton Nagumo
Mídia: Gleidys Salvanha, Fabíola Sidorenko e Roberta Coimbra
Produção gráfica: Julio Coralli
Art buyer: Sônia Sanches
Produtora: Bossa Nova Films
Diretor: Willy Biondani
Diretor de fotografia: Walter Carvalho
Diretores de arte: Sidnei Biondani e Vanessa Monteiro
Produção: Equipe Bossa Nova Films
Montador: Marcola
Finalização: Bossa Nova Films
Produtora de som: Panela Produtora
Aprovação pelo cliente: Francisco Assis Esmeraldo

Testei uma nova receita de sabão ecológico em casa, para reciclar o óleo de cozinha usado. Desta vez, usei os ingredientes frios, sem aquecer o óleo e a água, como na maioria das receitas de sabão caseiro. Diminuí a quantidade dos produtos para facilitar o trabalho.

Veja como fazer:

Utilizei 350 ml de óleo de soja usado, 1oo g de soda cáustica em escamas, 100 ml de água e 100 ml de amaciante.

os ingredientes

Passei o óleo por uma peneira para retirar os resíduos de fritura em um recipiente de plástico. Misturei-o ao amaciante e reservei.

peneire o

Dissolvi a soda cáustica na água fria.

agua e soda

Adicionei, então a soda cáustica diluída ao óleo.

amaciante e óleo

Mexi bem, durante 40 minutos (enquanto assistia a um filme).

soda oleo e amaciante

Despejei a mistura nesta forma de silicone...

forma de silicone

... um pouco nesta outra forma.

forma de silicone 2

Aproveitei para reciclar o pote também, é claro!

pote reciclado

Coloquei no freezer para endurecer mais rápido.Coloquei no freezer para endurecer mais rápido.

Depois de pronto, o sabão pode ser usado no próprio pote (eu prefiro assim, é mais econômico), ou cortado em pedaços. É preciso esperar alguns dias, uma semana aproximadamente, para utilizar o sabão na limpeza doméstica. Não é aconselhável utilizá-lo para banho.

sabao ecológico

O post sabão ecológico tem se revelado um sucesso na Rede Ecoblogs. E, para aqueles que têm demonstrado interesse em aprender como fazer o seu sabão a partir de óleo usado em casa, o Espaço do Produtor oferece um curso gratuito de produção de sabão ecológico.

O curso é desenvolvido por pesquisadores e especialistas da Universidade Federal de Viçosa. É possível aprender a fazer, também, sabonetes com plantas medicinais.

Assim, além de evitar a poluição do meio ambiente, você vai economizar um bocado e , se desejar, pode vender sua produção de sabão e sabonete e reforçar seu orçamento familiar.

Clique aqui e faça o curso.

imagem: sabão ecológico

Por Renata Frossard, do Mães Empoderadas

LuluzinhaCampSP 5

Ao utilizar sacolas retornáveis, você evita o uso das sacolas plásticas, responsáveis por grande parte do lixo nos aterros (podem chegar a 18% do total!) e reduz a poluição e o efeito estufa (já que o plástico é derivado do petróleo). Para se ter uma noção do prejuízo das sacolas plásticas, estima-se que nos EUA são utilizadas 100 bilhões delas por ano, sendo que apenas 1% é reciclada. Felizmente, está havendo uma grande onda de conscientização em relação ao problema. Alguns países pretendem banir definitivamente as sacolas de seus supermercados, e a Europa já cobra pelo uso delas há alguns anos. Então, que tal se conscientizar desses danos e adquirir sua sacola retornável? Isso sem falar da praticidade que é levar toda a sua compra em uma ou duas sacolas resistentes e bonitas, ao invés de carregar aquele monte de saquinhos plásticos que vão rasgando pelo caminho.

Mais alertas em: Sacolinha ou água viva?

Para armazenar compras maiores, é possível utilizar caixas de papelão ou engradados, como aqueles que vemos na feira.

Agora, se você está pensando que não poderá viver sem as ditas sacolinhas, ou tentando imaginar onde vai colocar o seu lixo, saiba que há muitas boas soluções pra isso.

Pra começar, pegamos mais sacolinhas do que utilizamos. Elas vão se amontoando, e de vez em quando temos que jogar um tanto fora. Além disso, muitas delas nem podem ser reutilizadas, pois rasgam durante o transporte, não servindo nem para o uso a que se destinam. Um desperdício só.

"Mas onde eu vou colocar o lixo da minha casa?" Você pode utilizar as próprias embalagens dos produtos consumidos para descartar o lixo. Sacos de arroz, feijão, açúcar, pacotes de pão, sacos grandes de bolacha, etc. É só prestar atenção e ver quais podem ser utilizadas. Certamente ainda não é o ideal, visto que é plástico que continua indo para o lixo. Mas pelo menos há uma redução significativa na quantidade de plástico produzida e descartada. Falaremos abaixo sobre o que pode ser melhor que isso. Já para o lixo reciclável (lixo seco), além destas embalagens plásticas, você pode utilizar embalagens de papel: aqueles sacos de padaria, envelopes grandes de correspondência, pacotes de presente, caixas de papelão. Em último caso, utilize sacos de plástico reciclado.

Se essa ainda não é a solução ideal, o que fazer? A única maneira de reduzir o nosso impacto no meio ambiente é reduzir cada vez mais o lixo que produzimos:

- Lixo orgânico: pode retornar à natureza em forma de adubo. Se você mora em casa com quintal ou conhece alguém que more, façam uma composteira. É fácil e simples, e há sites na internet que ensinam todo o processo de montagem e utilização. Mas mesmo quem mora em apartamento, pode conversar com o síndico sobre o destino dos resíduos, repassá-los a alguém que os reutilize, ou até pensar num projeto de composteira para o condomínio.

- Outros lixos: papel higiênico e guardanapo também podem ser compostados. Já as fraldas descartáveis, que são eliminadas aos milhões e constituem um problema nos lixões, podem ser substituídas por fraldas de pano. Mas não precisam ser aquelas do tempo da vovó. Hoje já existem modelos lindos, que seguem o mesmo padrão das fraldas descartáveis, e são AIO (all in one), porque já têm, em um modelo só, a camada absorvente, a camada impermeável e por fora lindos tecidos. Podem ir pra máquina de lavar. Vale conhecer: www.babyslings.com.br.

- Lixo reciclável: a regra é reduzir. Evite embalagens desnecessárias, preste atenção naquelas que parecem recicláveis, mas não são, como isopor e plástico metalizado. Evite consumir produtos industrializados. E o restante, recicle. Verifique se o lixo que você separa está mesmo sendo destinado para a reciclagem. Roupas, brinquedos e móveis também podem ser reciclados ou doados.

Não pense que o problema também não é seu. Reflita, e faça a sua parte!

p.s: hoje o Ministério do Meio Ambiente lançou a campanha "Saco é um saco!".

reusoagua
Dica da Carol Daemon para reutilizar a água da máquina de lavar

Reaproveitar a água do enxágue da máquina de lavar já se tornou um hábito para muitos de nós. Cada um adequa esta reutilização a seu modo e algumas dicas são bem interessantes, como esta da Carol Daemon, do blog Menina do dedo verde. Ela adaptou uma mangueira à máquina, que despeja a água em um balde - cisterna para ser reutilizada posteriormente. Genial!

Em uma discussão recente no grupo de mulheres de que participo, as Luluzinhas trocaram dicas e experiências, algumas herdadas das mães, outras criadas pela imaginação das meninas mesmo. Aprendi muitas dicas novas e reaprendi o truque super ecologicamente correto para reaproveitar os quase 60 litros de água que iam literalmente pelo ralo abaixo.

Para as muitas luluzinhas que moram em apartamento não é possível reaproveitar toda água que sai da máquina. "Alguns baldes são retirados para dar descarga no banheiro de empregada, outro para lavar a área, fazer faxina na cozinha, mas, ainda assim, joga-se muito água fora", diz a luluzinha Lanika. Concordo com ela e, por isto mesmo é que amei esta dica do balde-cisterna, da foto, porque permite que se guarde toda a água do enxágue para ser reutilizada como quiser.

"No Japão é o contrário, a água que vai pra máquina de lavar é que é o reaproveitamento", diz a luluzinha Dani Doduti. Segundo ela, lá, utiliza-se uma mangueira com uma bombinha que serve para puxar a água do ofurô para a máquina de lavar. "Como se toma banho antes de entrar no ofurô, a água continua limpa. E geralmente as máquinas de lavar ficam no banheiro, próximo do ofurô".

Quem mora em casa tem a vantagem de poder readaptar o sistema hidráulico para que parte da água de reuso seja reaproveitada para lavar quintal, irrigar plantas e descarga do vaso sanitário. Prédios novos já estão sendo construídos com sistemas de reuso, que, inclusive, captam água da chuva. Uma construtora, a Ecosfera, faz prédios com essas características, lembra a luluzinha Verônica Mambrini. Sobre este empreendimento, a Luluzinha-mor, Lucia Freitas, fez post aqui.

E vocês, o que fazem com a água da máquina de lavar? Alguém tem mais alguma idéia para reduzir o desperdício? Conte para nós!

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Minha filha Ana Paula fez um brigadeiro de ovomaltine maravilhoso, de enlouquecer uma chocólatra doente! Eu pretendia fazer a receita da Gabi, mas, na hora H, ela resolveu fazer a sua própria receita.

A ideia era enrolar e colocar nas forminhas, no entanto, não deu para esperar, hehe: preferimos, eu e Princesinha, comer de colher mesmo e, desta maneira, preservar o ambiente ao economizar o papel das forminhas e ao reaproveitar as embalagens de danoninho e iogurte. Aliás, usamos os potinhos para tudo: fazer gelatina, colocar tinta para os trabalhinhos de "arte" da Princesinha, guardar os papeizinhos picados dela na hora do recorte e colagem, e por aí vai.

A gente se delicia e a natureza agradece, E, como eu não sou egoísta, coloco aqui a receita para vocês: brigadeiro de ovomaltine à Ana Paula.

Imagens: potinhos reaproveitáveis na mãozinha da Princesinha.

Ainda hoje me lembro, com tristeza, do dia, há muitos anos, em que abri o armário para ver todos os desenhos que minha filha fizera na escolinha durante o ano inteiro, e encontrei-os comidos, literalmente, por bichinhos. Não sobrou nada. Uma pena.

Agora, na era digital, há outras alternativas mais eficientes para guardar as gracinhas que nossas crianças trazem da escola, ou que fazem em casa mesmo. A Princesinha adora desenhar. Se formos guardar toda a papelada produzida, a coisa complica. Então, que tal compartilharmos novas ideias (sem acento) sobre a melhor forma de preservar as obras de arte de nossos geninhos e, de saldo, reutilizar o papel dos desenhos das crianças?

Encontrei algumas idéias bem criativas no site How can i recycle this? Algumas delas eu já faço, mas não com tanta criatividade. Por exemplo, fotografar os desenhos e fazer um livro ou um slide show. Eu apenas fotografei alguns desenhos da Princesinha e guardei-os em um álbum virtual privado. Adaptei algumas ideias que vi lá no site, e compartilho-as aqui com vocês:

Adorei a ideia do livro original: basta furar os desenhos e reforçá-los com um papel autocolante (tipo contact), fazer uma capa usando caixa de sapato e ilustrar com um desenho bem lindo, uma linda fita para amarrar e pronto! Fica uma lembrança fácil de guardar para toda vida. Se a mamãe for criativa, pode escrever textos de acordo com os desenhos e tem-se um livro de histórias bem original. Fica até uma sugestão linda para dar de presente aos avós: um álbum com uma seleção de desenhos feitos pelos netinhos, hehe. Eu ia adorar!

Outra ideia muito intessante que vi lá no site é esta: exibir os desenhos em um longo mural, na parede do quarto ou no corredor. Estou pensando em comprar um desses para a Princesinha. Ela mesma poderá escolher os seus desenhos preferidos para ficarem no mural, e, após algum tempo, eles iriam para a reutilização ou para a reciclagem. E, o mural seria fotografado toda vez que fosse renovado. Amei isto!

Uma ideia bem bacana para quem optar por fotografar e fazer um ábum virtual é reaproveitar os papéis desenhados utilizando-os como papel de embrulho; ou como decoração para caixinhas de guardar trecos (é só colá-los e depois "plastificá-los " com cola branca). Outra ideia seria fazer jogos americanos com os desenhos, cobrindo-os com contact.

Agora, vejam só que coisa mais linda: uma das mães disse que fez um bloquinho com os desenhos, para utilizá-lo para anotações. Segundo ela, faria uma lista dos seus objetivos para o ano e seria adorável escrever do outro lado do papel com um desenho da sua filha! Genial!

Esta ideia também é muito romântica: digitalizar os desenhos no computador, reduzi-los para serem utilizados como cartões para enviar a parentes nos aniversários ou Natal. Isto eu já fiz, mas com uma foto da Princesinha. Não tinha pensado nos desenhos. Coisa mais fofa.

E vocês, têm mais algumas outras ideias para guardar os desenhos das crianças ou de como reutilizar os papéis desenhados que iriam para o lixo?

plasticoverde

A Braskem realizou o lançamento da Pedra Fundamental do Projeto de Polietileno Verde, no Pólo Petroquímico de Triunfo, Rio Grande do Sul, dando início às obras da primeira unidade industrial do mundo a utilizar etanol de cana-de-açúcar para a produção em escala comercial de eteno e polietileno de origem 100% renovável.

O plástico verde é fabricado a partir do etanol da cana de açúcar, e 100% baseado em mateira prima renovável. Com esta tecnologia é possivel absorver o CO² da atmosfera e transformá-lo em plástico. Além dos aspectos ambientais, o plástico verde possui propriedades idênticas às do plástico tradicional e tem aplicação em mercados como o automobilístico, indústria de brinquedos, embalagens para alimentos e produtos de higiene , entre outras.

A quantidade imensa de plásticos descartada no meio ambiente, por não ser biodegradável, leva séculos para se decompor na natureza. Essa realidade tem preocupado os ambientalistas e as pessoas que se importam com a saúde do planeta. Tomara que o plástico verde seja realmente uma viabilidade.

Imagem: daqui

posto6

Aqui está uma iniciativa que vem corroborar a tese levantada pelo companheiro Flavio Prada, em seu post no Faça a sua parte, em que discute o fato de que "a água está se transformando em mercadoria" e a população, na sede desenfreada por consumo, nem percebe que alguém lucra com tudo isto.

Neste caso aqui, é o lixo que se transforma em mercadoria: a Ultrambiental disponibiliza para os cidadãos cearenses vários postos de coleta de material reciclável, espalhados pela cidade, nos quais as pessoas podem trocar o seu lixo por bônus na conta de energia elétrica.

Em uma parceria da Companhia Energética do Ceará com o projeto E-Coelce, as pessoas se dirigem aos postos de coleta da Ultrambiental levando os resíduos recicláveis gerados em sua residência, e o valor correspondente ao peso do material coletado é creditado na conta de energia, em um cartão que a Coelce disponibiliza aos cadastrados. Através desse projeto, diversas pessoas já estão praticamente quitando a sua conta de luz com o próprio lixo gerado em casa.

Talvez esta seja uma solução para que as pessoas participem da preservação ao meio ambiente: mexendo em seus bolsos ao incentivar a população a realizar a coleta seletiva de seus resíduos domiciliares em troca de desconto na conta de energia elétrica. É isso aí , proteger o ambiente e ainda lucrar com isto. Aparentemente, quem lucra é o ambiente. Tomara que as pessoas não aumentem o consumo de energia , já que têm uma alternativa para diminuir a conta. Cobrir a cabeça e descobrir os pés. Tomara que não.

Imagem:daqui

Estive em Curitiba e confesso que fiquei com inveja do sistema de coleta de lixo domiciliar utilizada no condomínio de meu sobrinho. Ainda não dei sorte de morar em um condomínio assim. Sem muito gasto, é possível, sim, separar o lixo reciclável do orgânico.

Todo mundo faz sua parte e separa o lixo corretamente, o que evita o desperdício, economiza matéria-prima e energia, aumenta a vida útil dos aterros sanitários, gera trabalho e renda, promove saúde, cidadania e inclusão social.

reciclagem
lixeiras apropriadas para o morador separar o lixo orgânico e reciclável

A coleta regular dos resíduos gerados nas residências e do Lixo que não é Lixo, constituído por materiais recicláveis, tais como papéis, plásticos, vidros, metais, sucatas de fogão, de televisão, de máquina de lavar, entre outros, são ações que precisam se tornar um hábito em todos os condomínios do Brasil. Bela ecoatitude!

Cada vez que descartamos um produto eletrônico, estamos criando um sério problema ambiental. Pra onde vai aquela TV, aparelho de som ou computador que já não nos serve, cheia de componentes químicos e tóxicos? O Greenpeace tem pesquisado a fundo esse tema e denunciado a exportação de lixo eletrônico europeu, americano e japonês para países pobres, principalmente na África e Ásia. A organização ambientalista fez um teste: levou uma TV detonada, praticamente inútil, para ser reciclada na Inglaterra. Resultado? O aparelho foi 'exportado' para a Nigéria. Picaretagem pura. Confira abaixo:

Mais detalhes aqui.

Ou no vídeo abaixo:



oleo

É muito bom observar que mais pessoas estão fazendo o sabão, a partir do óleo de cozinha usado. Os comentários no post sabão ecológico, que escrevi para a Rede Ecoblogs, mostram que esta é uma atitude cada vez mais comum entre as pessoas conscientes e preocupadas com a questão ambiental. Minha filha está coletando o óleo usado e , logo, logo, vamos fazer mais sabão.

Mais uma receitinha:

5 litros de óleo de cozinha usado. 2 litros de água. 200 ml. de amaciante. 1 Kg. de soda cáustica em escamas.

Preparo:

Coloque a soda em escamas no fundo de um balde cuidadosamente. Coloque com muito cuidado água fervendo. Mexa até diluir todas as escamas da soda cáustica. Adicione o óleo e mexa mais um pouco. Continue misturando até que a mistura fique cremosa . Acrescente o amaciante ou outros aditivos para perfumar o sabão. Coloque a mistura em uma forma e deixe secar. Corte o sabão em barras.

Dicas:

  • Se preferir, enquanto a consistência do sabão é ainda cremosa, coloque a mistura em um ou vários moldes, para endurecer.
  • O sabão deve permanecer pelo menos 2 a 3 semanas em uma prateleira , para amadurecer, antes de ser usado.
  • Use luvas e tome cuidado com os olhos, pois o hidróxido de sódio (soda cáustica) pode provocar queimaduras, alergias e irritações em contato com a pele.
  • Em caso de acidente lave com água corrente em abundância pelo menos 15 minutos.
  • Uma vez que o óleo é misturado com a solução de soda cáustica, a mistura não é mais perigosa.

Outro destino para o óleo usado é depositá-lo em coletores, ou levá-lo a uma loja Extra perto de sua casa, onde há coletores indicados para esta finalidade. De lá, o óleo de cozinha coletado será encaminhado por uma cooperativa às empresas recicladoras, que o utilizarão como matéria-prima para a produção de biocombustível.

E agora, com a lei que prevê a reutilização do óleo de cozinha usado na fritura de alimentos, recolher os resíduos do óleo deixa de ser apenas uma campanha de conscientização e passa a ser uma norma legal, sujeita a penalidades cabíveis. A lei, aprovada em primeiro turno, na Câmara Legislativa determina que estabelecimentos comerciais, como restaurantes, cantinas e lanchonetes, e cidadãos recolham em recipiente próprio o óleo de cozinha utilizado na fritura de alimentos.

É como minha mãe dizia: 'Não vai por amor, vai pela dor".

praia-de-lixo-nova-delhi-india.jpg

Foi publicado recentemente no The Guardian: você pode pegar até cinco anos de cadeia por usar sacolas plásticas em Nova Délhi, Índia. A nota oficial do governo diz que o uso, armazenamento ou venda das sacolas plásticas agora são proibidos. Quem quer que transgrida a nova lei pode levar uma multa de até 100 mil rúpias indianas (aproximadamente 4,5 mil reais) ou até ir preso.

O uso de sacolas plásticas cresceu muito recentemente na cidade, com o desenvolvimento da economia e o aparecimento de shoppings. Não há estatísticas precisas, mas os ambientalistas acreditam que mais de 10 milhões de sacolas são usadas diariamente na capital indiana.

O governo vai implementar a lei aos poucos, para dar tempo da população trocar as sacolas plásticas por sacolas de tecido ou de papel reciclado.

As autoridades locais foram convencidas pelos ambientalistas de que as sacolas plásticas entupiam os esgotos e assim criavam ambientes propícios para a proliferação de mosquitos da malária e da dengue. Há leis semelhantes em Ruanda, Butão e Bangladesh.

Foto: Fake Plastic Beach, por thebigdurian, no Flickr.

ratimbum

A educação ambiental de crianças é uma forma eficaz para levar a mensagem de amor e cuidado com o ambiente. Através dela, formam-se pequenos agentes da natureza e proliferadores da necessidade de preservação do meio ambiente, em casa e na escola.

Nestas férias, um programa legal é assistir à programação da TV Rá Tim Bum, canal a cabo controlado pela Fundação Padre Anchieta, que, nos intervalos, apresenta uma série de 13 programetes que traz informações sobre espécies ameaçadas de extinção, de forma descontraída para o público infantil.

Um dos programas da TV Rá Tim Bum , super legal e bem bolado , é Os Reciclados, super-heróis defensores do meio ambiente. Uma turminha composta por uma latinha, um pedaço de vidro, uma garraga pet, uma pequena bateria, um pedaço de papel e um legume orgânico, sempre atentos às artimanhas do vilão Lixão e seus comparsas, Chorume, Eca, Estufinha e o Homem sem Noção.

A princípio, eles parecem simples objetos jogados no lixo. Mas quando se transformam, viram Os Reciclados, dotados de força e super poderes. O Papel é o cérebro do grupo, e está sempre querendo salvar as árvores da ação predatória dos vilões. Confira e aproveite para assistir, junto com as crianças todas as aventuras possíveis e, quem sabe, aprender com elas, esta importante lição.

O programa vai ao ar aos sábados e domingos às 8h10, 17h35 e 20h15.

Mais informações no site http://www.tvratimbum.com.br/

Imagem: Os reciclados

reaproveitamento

Quando a Lucia Malla, criou em seu blog , e aqui no Faça a sua parte, um meme das 3 atitudes ecoconscientes e me repassou a tarefa pra que divulgasse, de forma bem descontraída, nossas ações adultas por um mundo mais ecoconsciente, a idéia era, segundo a Lúcia, gerar um mar de idéias, discussões e soluções ecológicas pela blogosfera.

No começo deste ano, nada mais apropriado que rever nossas atitudes e reafirmar outras para uma vida mais sustentável. Então, vamos lá de novo? Se você já respondeu lá no meu blog ou no seu, em fevereiro de 2007, quando este post foi criado, que tal fazê-lo novamente?

A idéia é a seguinte:

"Poste em seu blog ou escreva na caixa de comentários (como desejar) as 3 atitudes ecoconscientes que você praticou/pratica/pretende praticar na sua vida (ou na sua casa, no seu trabalho, no bar, na praia etc.) para melhorar a situação ambiental do planeta Terra."

Vamos recomeçar?

Minhas respostas, há dois anos:

1- Como professora, adquiri o hábito de reaproveitar material (sucata) em meu trabalho. Por exemplo: jornais, revistas e outros periódicos que iriam pro lixo, transformam-se em material pras minhas oficinas de leitura. E todo papel que sobra (memorandos, circulares, sobras de provas, etc, cujo verso está em branco vira bloquinho de anotações.

atualização:

Comprei um quadro branco para anotar meus recados e coloquei em frente à escrivaninha. Economiza muito papel e agiliza meu trabalho. Todos os trabalhos para a escola, como provas, notas, relatórios são enviados por email. O verso das sobras de provas são usadas pela Princesinha para fazer seus "trabalhinhos de arte", hehe.

2- Não uso ventilador nem ar condicionado em casa; aproveito a ventilação natural e, como sou frienta, eles não me fazem falta. Também uso gás natural no fogão e no chuveiro e só cozinho quando é absolutamente necessário. Prefiro frutas, vegetais e alimentos de rápido cozimento.

atualização:

Ganhei um novo fogão de minha filha e o outro foi reformado e reaproveitado pela faxineira. Converti o novo para gás natural também. Continuo sem ar condicionado.

3- Prefiro roupas de algodão ou que não precisem de ser passadas a ferro, como o jeans, e mantenho todas as lâmpadas apagadas, exceto a do ambiente em que esteja trabalhando. Desligo todos os aparelhos, exceto a geladeira, é claro, e não uso eletrodomésticos como batedeira, aspirador de pó, etc. (também nem preciso ir à academia, he he...)

atualização:

Tenho doado, periodicamente, as roupas usadas ou que não entrem mais em mim (engordei, tsc...) para a faxineira, que fica muito feliz. Tenho usado jaleco no colégio, de modo que as roupas novas duram muito mais. Junto a roupa para ser lavada à máquina uma vez por semana, economizando luz e água, deste modo.

Novas atitudes:

  • Comecei o projeto horta na varanda de meu apartamento.
  • Parei de comer carne vermelha, mas ainda não abandonei o peixe e o frango (é o próximo passo)
  • Troquei os produtos de limpeza tóxicos por vinagre e bicarbonato de sódio
  • Utilizo várias sacolas reutilizáveis para acondicionar compras
  • Reaproveito as embalagens plásticas e de vidro para guardar alimentos e objetos (foto acima)
  • Reformei completamente a mesa e as cadeiras da sala em vez de comprar outra (foto)

Poderia citar outras coisas, mas vamos deixar novamente a lista correr. Então, quem mais quiser responder aqui nos comentários ou em seus blogs (manda o link para mim, por gentileza), fique à vontade para mostrar a sua parte ecoconsciente.

Vamos lá? Conte para nós quais suas novas atitudes ecoconscientes!

papapilhas.jpg



Fiquei muito feliz em saber que a agência do Banco Real próxima à minha casa tem o Programa Real de Reciclagem de Pilhas e Baterias: o Papa-Pilhas.


Eu já estava preocupada com a quantidade de pilhas usadas que mantinha em casa, por não encontrar um lugar adequado para descartá-las, embora os estabelecimetos comerciais tenham, por Resolução Conama 257 de 30/06/1999, de disponibilizar pontos para o recolhimento deste material. Este material, se exposto ao calor excessivo ou à umidade, podem vazar ou explodir.


Todo o resíduo recebido pelo Papa-pilhas deverá receber destino ambientalmente adequado pelos fabricantes e importadores, que se encarregarão de sua reciclagem. O Banco é responsável pelos custos de coleta, transporte e reciclagem dos materiais.


Gostei muito de chegar à agência e encontrar este coletor de pilhas e baterias portáteis usadas. Assim, juntos, empresa e clientes,
contribuem para um adequado descarte desses materiais, cujos resíduos tóxicos representam um risco ao meio ambiente e à saúde publica.


O importante é que cada cidadão crie o hábito de levar a pilha ou bateria velha ao ponto de coleta mais próximo de sua casa ou trabalho. Ou, como eu já fiz, utilize pilhas recarregáveis que podem ser reaproveitadas o máximo possível.

Não estou fazendo apologia ao banco, nem este post é patrocinado, é óbvio, né. Mas, sim, à disponibilidade de se encontrar pontos de coleta mais acessíveis por qualquer cidadão.

Imagem: coletor de pilhas e baterias usadas do Banco Real

Garrafas de plástico produzem 1.5 milhão de toneladas de lixo plástico por ano, segundo o site Lighter Footsteps. Grande parte deste número de garrafas não é reciclada. Há campanhas no mundo inteiro contra o uso de água mineral engarrafada. Gasta-se muito mais água para fabricar as próprias garrafas do que o consumo delas. Além de ser mais caro do que água da pia.

No Brasil, a qualidade da água da pia ainda não é ideal para o consumo direto. Mas nada que um bom filtro não resolva.

O site Lighter Footsteps ainda dá outros quatro motivos pelos quais não é recomendado beber água engarrafada: é caro, não é mais saudável que água da pia (na América do Norte), tira atenção do problema do sanitarismo público e a água está virando um bem precioso que está começando a ser explorado por grandes empresas.

A Califórnia segue dando o exemplo. A Comissão de Proteção ao Oceano do estado americano está propondo três medidas para reduzir a quantidade de lixo que acaba poluindo o mar: banir as embalagens de isopor para alimentos, cobrança de taxas para o uso de sacolas de papel e/ou plástico, e (a principal delas, a meu ver) tornar os fabricantes responsáveis pela coleta e reciclagem das embalagens de seus produtos. É isso ou ver o mar se transformar numa imensa sopa de lixo!

Segundo a Comissão, essa última exigência já funciona em 33 países no mundo, encorajando a redução de material usado, reduzindo o peso final dos produtos, permitindo o uso de materiais recicláveis e obrigando os fabricantes a redesenharem seus produtos e embalagens. Na Alemanha, após quatro anos do início do programa, o lixo produzido por embalagens foi reduzido em 14%. É pouco ainda.

As empresas são contra, claro. Dizem que é melhor incentivar a reciclagem e ameaçam com desemprego. O velho discurso da indústria, mesquinha toda vida. Reciclar é bom, mas produzir menos lixo é ainda melhor. Reciclar gasta muita energia e recursos materiais e humanos. Ninguém em sã consciência acha confortável a quantidade de papel, plástico, isopor e quetais que acompanha um brinquedo, TV ou aparelho de som recém-comprado na loja. Repara só na pilha de lixo que se forma no Natal após a abertura dos presentes. É vergonhoso!

Lixo é um dos grandes problemas mundiais do século 21.

Pra mim, toda e qualquer empresa deveria ser responsável pela coleta e correta eliminação do produto que fabricou, seja uma embalagem, celular ou carro. Haveria exceções, claro - móveis por exemplo. Medidas como essa evitariam absurdos como a exportação de lixo eletrônico para países de Ásia, causando a intoxicação de milhares de pessoas.

O rápido avanço da tecnologia tem sido de mão-única, com o desenvolvimento de produtos cada vez mais modernos e eficientes, mas o uso de substâncias tóxicas na sua fabricação e a falta de preocupação com o seu destino final - o lixo - põe tudo a perder. Sem falar na tal obsolescência planejada...

Veja o caso dos Estados Unidos: em fevereiro do ano que vem, com a adoção da TV digital por lá, estima-se que cerca de 10 milhões de aparelhos antigos sejam dispensados no país, gerando um problema monstro. Apesar disso, poucas empresas têm programas amplos de reciclagem para atender a essa demanda e evitar que esse lixo contamine pessoas e o meio ambiente - provavelmente na Índia, China ou Paquistão. Para pressionar grandes fabricantes como Sony, Samsung, LG e Toshiba, entre outras, a evitarem essa catástrofe, ONGs americanas formaram a Electronics TakeBack Coalition e deram início à campanha Take Back My TV.

Os consumidores também têm seu papel nessa história toda. Na hora da compra, dê preferência a produtos que tenham pouca embalagem e que tenham sido fabricados de forma sustentável e responsável. Se informe na loja, ligue para o fabricante pelos serviços de atendimento ao consumidor, exija seu direito de saber o que está comprando. E questione sobre programas de reciclagem, principalmente de aparelhos eletrônicos. Quanto mais pessoas encherem os SACs (serviços de atendimento ao consumidor) das empresas, mais elas se sentirão pressionadas a tomar alguma medida. De tanto levar bica nas canelas, uma hora terão que se mexer.

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Minha escrivaninha parece um imã que atrai cacarecos, papéis e objetos úteis e inúteis. Há porta-retratos, folhas de rascunhos, livros e agendas, grampeador, óculos, telefone, cds, porta-lápis e outras coisas que geralmente acabam ficando por lá, como xícaras e pratinhos (tsc... tsc...).

Quantas vezes tenho trabalhado em um espaço mínimo e desconfortável porque a escrivaninha está atulhada com pilhas de papéis e livros. Esta situação limita não só o espaço físico do trabalho como a própria atividade que estejamos desempenhando. O caos na escrivaninha diminui a produtividade, atrapalha a criatividade e interfere no humor também.

O ideal é que deixemos a escrivaninha sempre organizada, pois é psicologicamente mais agradável começar um trabalho em uma mesa limpa, com objetos, papéis, agendas e documentos arrumados em seus devidos lugares. Tentei amenizar este problema abolindo os papeizinhos com recadinhos que se acumulavam sobre a mesa, colocando um quadro de avisos com lembretes de tarefas e compromissos (com anotações-rabiscos da Princesinha também, hehe). Também uso aquela mini-caderneta preta que está no porta-trecos da foto, para levar comigo os lembretes do dia-a-dia, e também para anotar as idéias que surjam de repente.

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Transformei uma caixa de sabão em pó vazia, em organizador de papéis e objetos. Forrei-a com papel de presente usado, é lógico (todo mundo guarda os papéis de presente, né), e colei uns quadradinhos de emborrachado que sobraram do aniversário de minha Princesinha. Assim, sempre que algo começa a bagunçar a mesa de trabalho, coloco-o no organizador e, depois, não preciso ficar procurando. Está tudo lá. É claro que, de vez em quando, tenho de arrumar esta caixa, ou ela se transforma em lixeirinha, hehe.

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Aliás, preciso fazer uma lixeirinha também. Assim que tiver um tempinho, customizarei uma caixa de papelão e a transformarei em uma lixeira para ficar no chão, embaixo da escrivaninha. Vi umas lindas, feitas de folhas de revista, mas não sei como fazê-las. Até tenho a receitinha, mas não tenho paciência para trabalhos manuais complicados. Sou mais encapar, colar, hehe. E você, tem outras sugestões para reaproveitar material e torná-lo útil e organizador de sua escrivaninha? Conte para nós!

Dicas legais de organização aqui

Technorati Tags: mesa de trabalho, produtividade, organização, caixa de sabão em pó reciclada, organizador de papéis, lixeira reciclada, escrivaninha, reaproveitamento, Rede Ecoblogs, Faça a sua parte

Imagens:

minha escrivaninha

lixeirinha:daqui

Vejam só. A gente vive na cidade junto com outros milhões de pessoas e nunca sabe tudo. Semana que vem, entre 12 e 14 de novembro acontecerá, no Pavilhão Azul do Expocenter Norte a X FIMAI - Feira de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade. Na área de exposição já estão reunidos centenas de empresas e prestadores de serviço que vão mostrar às indústrias a produção limpa.

Em paralelo, acontece o SIMAI - Simpósio de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade. Dezenas de palestrantes, painéis sobre os mais variados temas: experiências internacionais de sustentabilidade, finanças sustentáveis, créditos de carbono... a lista é gigantesca.

Achou que já estava demais? Os organizadores capricharam e também tem o Recicle Cempre, com outra série de palestras, mais curtinhas, sobre reciclagem e meio ambiente. Tem até sobre reciclagem de eletroeletrônicos, de que tanto temos falado.

No dia 13,às 18h40, o evento sediará o lançamento da Rede Nacional de Inventário de gases de efeito estufa dos setores de resíduos sólidos e efluentes. A gente espera que a iniciativa, da CETESB e do MCT ajude a reduzir a poluição no nosso ar - tão cinza e triste.

Achou que acabou? Na-na-ni-na-não... Escolas de ensino fundamental e médio podem agendar visitas por lá.

Imagem: São Paulo Skyline, de danorbit. no Flickr

Fim do ano chegando. Hora de avaliar o trabalho realizado e planejar o novo período. E, neste momento, um objeto é fundamental para rever o que já fizemos e o que tencionamos fazer. As agendas. Eu, particularmente, sou obcecada por agendas. Tenho três, uma pessoal, outras duas para o trabalho. E, virtualmente, mais uma, para me lembrar dos compromissos com meus projetos on line.


E, falando nisto, dois de meus projetos relacionam-se à responsabilidade com a preservação do ambiente: a Rede Ecoblogs e o Faça a sua parte. E, obviamente, minhas agendas unirão o útil ao sustentável. Agendas de papel reciclado e que visem a patrocinar projetos que protegem o meio ambiente. Um destes projetos que pretendo apoiar é o TAMAR, cuja missão é proteger as tartarugas marinhas  no Brasil, e também dão apoio ao desenvolvimento das comunidades costeiras, de forma a oferecer alternativas econômicas que amenizassem a questão social, reduzindo assim a pressão humana sobre as tartarugas marinhas.


Como podem ver nas fotos, as agendas do projeto Tamar são lindas e ecologicamente corretas. Visite o site e conheça o projeto Tamar. Os produtos vendidos auxiliam no sustento de cerca de 1300 famílias e são uma importante fonte de recursos para o projeto. Então, pessoal, vamos lá colaborar com este trabalho tão importante e, ao mesmo tempo, proteger o ambiente evitando que milhares de árvores sejam derrubadas para fazer o papel convencional. Entrar o ano com a consciência ambiental em prática, com agendas novas e recicladas já é um dos primeiros itens a cumprir no ano que se inicia.


Imagem: agendas Tamar



As festas estão chegando e, para quem ainda pode se dar ao luxo de comprar presentes, as lojas estão cheias de ofertas. Talvez a crise econômica possa frear a febre consumista. Tomara que as pessoas se lembrem de comprar objetos úteis e reaproveitáveis, e que, principalmente, não agridam o ambiente.

Uma idéia já bem antiga e que pode ser mais útil agora do que antes, é nós mesmos fazermos as lembrancinhas para presentear os queridos. Em época de estímulo à reciclagem e ao reaproveitamento, vale lembrar que, muita coisa que julgamos lixo, na verdade pode se tornar um luxo de embalagem que, além de envolver e acondicionar seu presentinho, será reaproveitado dada sua utilidade.

No site Arte Reciclada há o passo-a-passo para se fazer lindas embalagens de presente com caixas de papelão, como as da foto acima. Aquelas embalagens que a gente tem em casa, com criatividade , cola e tesoura, em pouco tempo se transformam em belíssimas e estilizadas caixas de presente reaproveitáveis. Ficam lindas, economizam nosso dinheirinho, protegem o ambiente e é uma ótima terapia. E, com certeza, quem recebe um presente dentro de uma linda caixinha destas, certamente dará um destino final para elas. E não será a lata de lixo, com certeza.


Outra idéia genial é colocar o seu presente dentro de sacolas retornáveis, que, com certeza, serão muito bem reaproveitadas por quem receber sua lembrancinha. Aliás eu penso que as sacolas de algodão, de pet reciclado (como a minha linda ecoblogs aí ao lado), de tricô, ou de qualquer material que se possa imaginar, deveriam substituir o papel de presente. O que acham? Eu adoraria ganhar meus livros, cds, camisetas, flores, bombons, ou o que mais fosse, dentro de uma linda sacola retornável. Que tal?


Imagens:
caixinhas
sacola ecoblogs


Vi no blog da Marcia H e adorei. Talvez eu faça um para mim também. A confusão de fios que há atrás de minha escrivaninha é de arrepiar. A idéia super legal de forrar os rolos de papel higiênico é do site Unclutterrer, que, por sua vez, encontrou-a no livro de Stephanie Winston's : Best Organizing Tips. Um jeito fácil e econômico para guardar os cabos e fios, e, ao mesmo tempo encontrar uma utilidade para o rolo que iria para a lixeira. Ótima idéia para manter a organização em casa e no escritório. Gostaram?


imagens: daqui e daqui

Saiu o novo ranking do Guia de Eletrônicos Verdes do Greenpeace. A lista traz a Nokia como líder, seguida de perto pela Samsung, Fujitsu Siemens, Sony e Sony Ericsson. A Nokia alcançou a liderança graças à sua política de reciclagem de lixo eletrônica. Na rabeira do ranking estão fabricantes de jogos eletrônicos como Microsoft e Nintendo.

Apesar de ter anunciado uma nova linha de iPods livre de substâncias tóxicas como PVC e mercúrio, a Apple ainda está na modesta 13a. posição, porque precisa melhorar em suas políticas de eficiência energética e reciclagem.

Mas no geral, a lista mostra que as empresas estão se mexendo para melhorar suas práticas, produzindo aparelhos menos poluidores e adotando políticas de reciclagem. O negócio é manter a pressão para que as melhorias não parem por aqui.

Veja aqui a lista completa.

Sou cliente Carrefour por vários motivos: a proximidade da loja (fica perto de meu apartamento), a praticidade de ter tudo em um só lugar, desde os ítens básicos para casa, os brinquedos da Princesinha, roupas básicas e práticas, eletro-eletrônicos, até a facilidade de fechar um negócio. Enfim, vejo muitas vantagens em continuar comprando lá. Este não é um post patrocinado, porém cito o nome da loja porque ela se tornou quase uma extensão de minha casa. Quando saio do trabalho, passo por lá para almoçar e levo os ítens de que esteja precisando no momento.

O Carrefour, há algum tempo, disponibliza caixas de papelão para substituir as sacolas plásticas, mas poucas pessoas pegam as caixas. Eu, sempre que esqueço minha sacola, uso a caixa de papelão do mercado, como vocês podem ver na foto ao lado (reparem que não uso sacolas para colocar os legumes). Há também sacolas reutilizáveis que a loja vende, mas também não vejo as pessoas com elas. Sinto-me como uma ET, com minhas sacolas Ecoblogs (foto acima) e outras que levo para trazer minhas compras. As meninas dos caixas, ficam espantadas quando recuso as sacolinhas plásticas.

Ontem aconteceu algo interessante: quando eu saía com meu carrinho, com minhas duas sacolas reutilizáveis cheias, e apenas dois saquinhos do mercado (não deu para deixar o peixe nem os produtos de limpeza fora da sacola plástica, pois o cheiro deles ficaria impregnado nos outros alimentos), percebi que uma mulher e dois homens, muito bem vestidos (pareciam executivos), ficaram me olhando e a meu carrinho com as sacolas. Virei-me para ver algo que esquecera, e vi que eles haviam parado e estavam olhando para mim e comentando algo entre si. Voltei para buscar o que esquecera e eles me abordaram dizendo estar comentando o fato de eu trazer minhas compras em sacolas reutilizáveis e não levar as sacolas plásticas do mercado. Aproveitei para falar do projeto da Mapfre, a Rede Ecoblogs, é claro, e eles anotaram o endereço da Rede e disseram que iam entrar lá para ver nosso trabalho. A senhora disse que estão fazendo um trabalho, mas não entendi direito que objetivo tinham. Eu devia ter perguntado.

Interessante como as pessoas em volta pararam para observar o que acontecia. Tive a impressão de que pensavam que eu estava sendo abordada por levar algo sem pagar, e não por estar contribuindo para diminuir o impacto ambiental provocado pelas sacolinhas plásticas. De qualquer forma, fiquei feliz por ver que minha atitude não passa despercebida.

Se você leva suas sacolas reutilizáveis às compras e percebe a reação favorável ou de estranheza das pessoas, conte para nós. Ah, e aproveite para votar na pesquisa que estou fazendo, na barra lateral direita, sobre as razões pelas quais você leva ou não sua própria sacola quando vai comprar alguma coisa, ok!

O meio ambiente obteve duas belas vitórias nesta quarta-feira, que sinalizam importantes mudanças no paradigma de desenvolvimento em voga até o momento. Nos Estados Unidos, a Apple anunciou uma nova linha de iPods que traz como principal novidade o fim do uso de substâncias tóxicas como PVC, mercúrio e retardantes de chamas a base de brominato. Na Inglaterra, a Justiça absolveu seis ativistas do Greenpeace que bloquearam em 2007 uma usina termelétrica a carvão sob a alegação de que eles agiram em defesa do meio ambiente.

São vitórias significativas. A Apple há tempos vinha sendo criticada por ambientalistas por não dar atenção necessária à questão do uso de substâncias tóxicas em seus produtos e à necessidade de se criar um programa global de reciclagem. Steve Jobs chegou a dizer que a preocupação dos ambientalistas era bullshit, mas se mexeu e exatos dois anos depois do lançamento da campanha Green My Apple, do Greenpeace, mostra todo orgulho ao mundo seus iPods verdes. Clique aqui para ver as principais críticas ambientais feitas aos produtos Apple e aqui para ver os compromissos ambientais assumidos pela empresa.

Com o anúncio de hoje é bem provável que a Apple suba algumas posições no Guia de Eletrônicos Verdes do Greenpeace - na oitava edição, lançada em junho passado, ficou numa modesta 11a. posição, em 18 possíveis.

O caso da decisão da corte inglesa de absolver os ativistas do Greenpeace que bloquearam a usina termelétrica a carvão de Kingsnorth, em Kent, é ainda mais emblemático dos novos tempos guiados pelo respeito ao meio ambiente que deveríamos seguir daqui pra frente. Foi a primeira vez que a alegação de prevenção de danos provocados pelas mudanças climáticas foi usada em um tribunal. A defesa dos ambientalistas acusados de invasão e danos à propriedade privada contou com depoimentos de cientistas como James Hansen, diretor da Nasa que auxiliou o ex-vice-presidente americano Al Gore na produção do filme Uma Verdade Inconveniente.

Hansen explicou à corte que mais de um milhão de espécies serão extintas por causa das mudanças climáticas e que só a usina de Kingsnorth, que emite 20 mil toneladas de CO2 por dia, seria responsável pelo fim de aproximadamente 400 delas. O professor disse também que concorda com Al Gore quando o ex-presidente afirma que todos deveriam se acorrentar às usinas de carvão para impedir o seu funcionamento. "Alguém tem que começar a dizer basta às centrais elétricas de carvão", afirmou o professor durante seu depoimento.

Para Emily Hall, uma das ativistas que se acorrentou às chaminés da usina de Kingsnorth, o resultado do julgamento foi histórico. "Não éramos os únicos na cadeira dos réus, as usinas a carvão também estavam sendo julgadas e elas foram condenadas."

Ok, são duas vitórias em meio a um monte de derrotas - Angra 3, aprovação de algodão transgênico, EUA e Rússia querendo prospectar petróleo no Ártico, soja e gado invadindo a Amazônia - mas se é pra morrer, pelo menos que seja com as botas calçadas.

A dica veio lá do Missão Verde, em post da Paula Sperb.

O Greenpeace México lançou um guia para quem quer levar as atitudes ecologicamente corretas para a cama. São dez mandamentos para a prática do "sexo verde".

1. Apagarás as luzes.
Grande parte da energia consumida no planeta é produzida através da queima de combustíveis fósseis. Substitua a luz elétrica por velas de cera de abelha e parafina, fica muito mais romântico. Se você não consegue transar sem ver cada detalhe do seu parceiro, faça amor à luz do dia!

2. Consumirás alimentos afrodisíacos orgânicos e não-transgênicos.
Algumas frutas são conhecidas por seu poder afrodisíaco. Que tal optar por sua versão orgânica, livre de transgênicos e pesticidas? Dê preferência a produtores locais.

3. Pouparás os seres marinhos.
As ostras e outros mariscos também são conhecidos por seu poder afrodisíaco. Entretanto, a pesca predatória está pondo em risco a vida nos oceanos. Sugere-se que você substitua essas iguarias por óleos e sabonetes biodegradáveis com aromas estimulantes, produzidos artesanalmente por comunidades cujo sustento seja obtido através de projetos sustentáveis. As ostras, eles informam, são biomonitores da poluição marinha, pois absorvem toda a contaminação da região em que vivem. Se você não abre mão dela, verifique a procedência.

4. Reciclarás os objetos do amor.
Embalagens que seriam jogadas fora podem ser decoradas com temas "sexy" e usadas para guardar os objetos da paixão: camisinhas, lubrificantes, brinquedinhos e lingerie.

5. Usarás ecolubrificantes.
"Nada melhor do que a lubrificação natural. A língua é sempre um bom instrumento para isso, mas se precisar de alguma ajuda a mais, recomendamos que nunca use lubrificantes à base de petróleo, como óleos ou vaselina. Prefira aqueles à base de água."

6. Serás escravo do amor, não do petróleo.
Se você gosta de apimentar a relação com brinquedinhos, acessórios de PVC/vinil devem ficar de fora. O PVC gera componentes químicos altamente tóxicos: dioxinas e furanos. Alguns países proibiram o uso desse material em brinquedos infantis, por ser cancerígeno. Prefira acessórios feitos de substâncias naturais como borracha, látex ou pele.

7. Economizarás água.
Um banho compartilhado ajuda a economizar a água do planeta. Mais de 500 milhões de pessoas não têm acesso à água potável e corrente.

8. Deitarás em leito sustentável.
Se estiver na hora de comprar uma cama nova, verifique se ela tem o selo do FSC, que garante a produção com madeira sustentável. Comprar o objeto usado ou feito com madeira de demolição também é uma boa pedida.

9. Farás sexo verde.
Se você curte uma prática sadomasô, veja se o chicotinho é feito de madeira certificada. Use óleo para massagem orgânico. Use roupas de baixo e pijamas feitos de algodão orgânico. O processo de fabricação e branqueamento do algodão convencional é um dos mais contaminantes que existem.

10. Farás amor, não guerra.

Para ler o texto na íntegra (em espanhol), clique aqui.

Uma dica para quem quer negociar seus recicláveis: vender, trocar, doar  materiais ou até mesmo pedir doações, está neste site: setor reciclagem.com.br , um site de comunicação especializado em reciclagem para empresários, empreendedores e pesquisadores do ramo. Lá você pode deixar seu anúncio na Bolsa de Resíduos e consultar as ofertas que estão publicadas. Por exemplo, se você deseja doar materiais ou aceitar doação de recicláveis, basta clicar neste link e fazer o seu anúncio.


Com o crescimento da produção de aparelhos eletroeletrônicos e a rapidez com que estes aparelhos se tornam obsoletos, é absurdo o número de equipamentos que são substiuídos pelas pessoas, principalmente aquelas aficcionadas por tecnologia ou mesmo por força de suas profissões. Muitas pessoas doam ou vendem seus antigos equipamentos; mas, infelizmente, uma grande quantidade ainda vira lixo eletrônico.

Jogar fora ou trocar um bem de consumo não é, decididamente, o melhor negócio para o ambiente. O descarte desenfreado desses produtos tem provocado problemas ambientais sérios, principalmente por aqueles aparelhos que contêm material de difícil decomposição na natureza, como o plástico, o metal e o vidro. E a situação piora muito quando os aparelhos contêm em sua composição, materiais pesados, altamente prejudiciais à saúde do homem e do ambiente, como pilhas, baterias e produtos magnetizados, que, ao serem descartados inadequadamente, liberam substâncias tóxicas que penetram no solo, contaminam os lençóis freáticos e, conseqüentemente, aos seres humanos.

Se pararmos para refletir na quantidade absurda de cerca de mais de 50 milhões de toneladas de lixo deste tipo que é descartada incorretamente, repensaríamos nossos hábitos de consumo e , quem sabe, passaríamos a ter atitudes mais responsáveis em relação ao uso de nossos aparelhos. Consertar equipamentos eletrônicos ou eletrodomésticos pode ser mais vantajoso economicamente, além de ser ecologicamente mais adequado. Em muitos casos, o custo do conserto de um eletroeletrônico não ultrapassa 40% do valor de um bem novo.

Se você é um consumidor consciente (se não o é, já está na hora de começar, não acha?), ao levar seus equipamentos ao conserto, analise, com atenção, o custo do serviço de reparo ou manutenção; a qualidade da assistência técnica (conserto mal feito, não é bom, certo?); e a originalidade das peças a serem substituídas. Ou, se você não abre mão de um novo modelo do mercado, procure doar seu eletroeletrônico a instituições sociais ou educacionais, que poderão fazer um bom uso deles por mais um bom tempo. Ou, encaminhe-os para a reciclagem, pois seus componentes podem ser reaproveitados em novos aparelhos. Assim, seu bem terá aumentada sua vida útil, e o ambiente será carinhosamente agraciado por sua atitude ecoconsciente.

Tenho observado que, quando preciso utilizar os serviços técnicos de reparo ou mantutenção de meus eletrônicos ou eletrodomésticos, preciso esperar um tempo maior do que costumava esperar antes, devido ao acúmulo de trabalho dos profissionais que oferecem estes serviços. Isto mostra duas coisas: Felizmente, ainda há pessoas que estão mais conscientes em relação a seus hábitos de consumo (ou estão mais preocupadas com seu próprio bolso). Seja lá qual for a razão, repito o que costumo dizer: lucra o ambiente e a geração futura será beneficiada por nossas ações responsáveis .

Imagem: Amanhã Terra

O pessoal da comunidade Permacultura lá do Orkut acaba de dar um presentão pra gente: a versão brasileira do filme A História das Coisas, da ativista Annie Leonard, que já foi visto por mais de 3 milhões de pessoas em mais de 200 países!

Os autores da façanha mantêm um site bem legal, o Permear, que vale a visita. Valeu, galera!

Sem mais delongas, aqui está o filme dublado!


(O pessoal da Hesperian Foundation se voluntariou para produzir DVDs do filme e distribui-los. Se você está interessado, manda um email para stuff.for.allison@gmail.com e pede o seu!)

Demorou mas Rex Weyler enfim atualizou sua série sobre as origens do ativismo, ambientalismo e do Greenpeace, publicando dois novos textos no site do grupo. E que textos!!

Estamos no limiar de grandes mudanças de paradigmas de desenvolvimento e sociais, e o que Rex faz com propriedade é nos alertar para estarmos preparados. Ou nos mexemos agora, priorizando a sustentabilidade, o consumo responsável e o respeito ao meio ambiente, ou vai ser um baita barata-voa no meio do caos.

O primeiro texto, O Fim do Preço (aqui a íntegra, em inglês), começa assim, numa tradução livre minha:

Nos anos 80, pescadores capturaram a última beluga no Mar de Azov, fonte do valioso caviar, e o peixe selvagem do Mar Cáspio fracassou em se reproduzir. A captura desse tipo de peixe despencou em 95% e o custo do caviar disparou. Tal crescimento extraordinário no preço é conhecido como 'hiperinflação', ou como o economista Eric Sprott diz, "a síndrome do caviar".

Isso pode soar trivial, mas a hiperinflação se torna crítica quando se trata de commodities como óleo, gás, cobre, zinco, água ou madeira, todas elas cada vez mais raras em escala global. A civilização industrial já prospectou o melhor e mais acessível desses recursos. Belugas podem se recuperar se deixarmos elas em paz, mas cobre e óleo não se reproduzem.

Conforme a humanidade vasculha as regiões mais inóspitas do planeta por recursos, entramos em um novo período histório em que algumas commodities vitais não mais terão seu tradicional preço de mercado ligado à demanda, mas sim ao custo do acesso a elas.


Vale ressaltar um outro trecho do primeiro texto:
Os custos ambientais e sociais de se fazer negócios nunca aparecem nos orçamentos operacionais de empresas bilionárias. Dinheiro público e lagos tóxicos não aparecem nos balanços financeiros. Por que? Porque não seria rentável. Investimentos do setor público e da natureza não ganham opções de ações, apesar dos magos do mercado livre precisem desses investimentos para evitar o choque contra a parede. A estratégia do mercado livre para evitar o muro é: socializar os custos, privatizar os lucros.

E para garantir os recursos necessários para a vida perdulária que vivemos hoje, os países estão dispostos a partir pra porrada. Ou, segundo as palavras de Zhng Wenmu, pesquisador do Instituto de Relações Internacionais Contemporâneas da China, citado por Weyler, "uma grande potência é aquela que controla mais recursos e nunca houve um caso na história onde isso é obtido por meio da paz."

E conclui:

Vemos agora que nossas economias galopantes dependem de dívidas enormes, guerra, abuso, desperdício. Os rios morrem, espécies são extintas, florestas desaparecem, desertos crescem e pessoas sofrem. Esse estado das coisas sinaliza uma disfunção social em escala global. O mundo industria revela um comportamento sociopata e 'ecopata'. Cidadãos inocentes às vezes parecem traumatizados, mesmo quando fazem o seu melhor para permanecerem otimistas e aplicam soluções criativas.

Daly, Henderson, Ayers, Mark Anielski, Nicholas Stern e muitos outros economistas descreveram teorias econômicas mais acuradas que reconhece o valor natural e a autêntica qualidade de vida. O que a sociedade tem que aprender é:

A ecologia é a economia.

Tudo que usamos, toda inovação tecnológica, todo empreendimento humano ou simples prazer depende do planeta. Economistas ignoram a ecologia, para o nosso perigo. O fim do preço convencional coloca a ecologia e a natureza em perspectiva apropriada: não tem preço.


No texto mais recente, Pico do Petróleo Muda Tudo (aqui a íntegra, em inglês), Rex discorre sobre as mudanças que teremos na moderna sociedade de consumo devido aos custos cada vez mais altos dos recursos naturais e energéticos (petróleo, por exemplo) necessários para prover economias em desenvolvimento como Brasil, China e Índia.

Ou nas palavras dele:

Pico do óleo não é uma teoria, mas uma simples observação de uma ocorrência comum natural. Pico do óleo é apenas um sintoma de um crescimento populacional exponencial, com demandas exponencialmente crescentes, alcançando os limites mundiais de todos os recursos.

"O pico do óleo tem sido uma realidade há tempos para a indústria do petróleo", afirma Anita M. Burke, ex-consultora da Shell sobre Mudanças Climáticas e Sustentabilidade. Em 2007, Dr. James Schlesinger, ex-secretário americano de Defesa e Energia, afirmou: "Se você conversa com os líderes da indústria, eles admitem... estamos enfrentando um declínio dos combustíveis líquidos. A batalha terminou."

E o que vem por aí?

A era pós-pico do óleo vai requerer novos padrões de desenvolvimento humano e estratégias que se alinhem aos limites do crescimento. A humanidade não tem novos continentes para explorar ou planetas para ocupar. Nações industriais podem perfurar o Ártico e cavar em areias sujas de alcatrão, mas nada disso vai aumentar ou mesmo equiparar a abundância passada de combustível líquido barato que já consumimos. No entanto, o atual momento em que a produção de óleo chega a um teto é menos relevante do que nossa preparação para o impacto...

... Nossas economias foram construídas com óleo barato. Desenvolvimento mal planejado deixou para trás florestas arrasadas, lagos tóxicos, erosão do solo, espécies perdidas para sempre, ar poluído, rios mortos, aquíferos contaminados e desertos em expansão.

A solução? Algumas dicas:

Relocalizar: Pensar globalmente, consumir localmente. Se vai estudar finanças internacionais, talvez seja interessante fazer alguns cursos de permacultura também.

Preservar fazendas: Cidades dependem da produção de alimentos e por isso é uma boa idéia ter fazendas por perto. Canberra, capital australiana é assim: fazendas ficam entre os bairros! Alguns parques também.

Mudança no padrão da comunidade: Toda distribuição da atividade pública, espaço público e áreas residênciais devem ser adaptadas para o uso de menos combustível e consumo de recursos.

Espaços urbanos verdes e produtivos: Mais áreas verdes, mais transporte público, mais ciclovias.

Viva o transporte público: Automóvel só para o essencial. Mesmo. Para muitas coisas, é melhor andar, ir de bicicleta, pegar um ônibus ou trem. Cidades inteligentes têm que ser planejadas para evitar ao máximo o deslocamento motorizado.

100% de reciclagem: A natureza recicla tudo. Nós também podemos. É possível viver num mundo sem lixo. Experiências nesse sentido já podem ser vistas no Japão e na Escócia, por exemplo.

A dica de leitura desse fim de semana está lá no blog do João. Ele passou a semana discutindo sobre o velho embate sacolas plásticas x sacolas de papel - na realidade sobre jornalismo científico, mas terminou esclarecendo diversas coisas desse embate ambiental...

No primeiro post, ele cita um dado completamente estranho que apareceu no NYTimes. Na caixa de comentários, vários pediram para entender melhor o que a Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos EUA realmente dizia, e aí no segundo post ele esclarece as diretrizes do EPA sobre sacolas, prós e contras de cada uma. E ainda dá a dica final de como escolher o que usar.

Sugiro a leitura fortemente.

O site da eco Nomad 3M está promovendo uma campanha muito interessante para a empresa, para crianças, para o consumidor e principalmente para o meio ambiente. 

O instituto 3M de Inovação Social e a APAE, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais se uniram para promover a responsabilidade socioambiental, por meio da reciclagem dos tapetes usados. É isso mesmo: quem for comprar um tapete novo da marca 3M Nomad, ao levar o seu tapete usado recebe descontos a partir de R$ 24,00 o m². O valor adquirido com a reciclagem dos tapetes é revertido em jogos educativos para as crianças com necessidades especiais, da APPAE.

Os tapetes Nomad são feitos de PVC e 100% recicláveis. Vale a pena participar e ajudar , não apenas as crianças com necessidades especiais, mas também ao meio ambiente. A campanha começou no dia 1º de julho e vai até o dia 31 de dezembro deste ano.

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O Projeto Tear - Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, ensina pessoas com deficiência mental a produzir papel ecologicamente correto, que após ser utilizado é cultivado na terra e se transforma em grama. O produto tem, entre seus ingredientes sementes de grama, que permanecem vivas durante a fabricação e o uso do material, que apresenta um tempo curto de decomposição. Ele se desfaz na terra em 10 a 12 dias pois sua confecção não passa por nenhum processo químico.

O "papel que vira grama" custa cerca de R$ 0,90 por folha. O papel ecologicamente correto, e outros produtos confeccionados pelos portadores de deficiência mental, pode ser adquirido de segunda à sexta-feira, das 7h às 17h, na sede do Projeto Tear (Rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, Vila Moreira, Guarulhos/SP).

O Projeto Tear, criado em 2003, é uma parceria entre o Laboratório Pfizer, a Associação Cornélia Vlieg e a prefeitura de Guarulhos, e atende a cerca de 100 deficientes mentais por meio de terapia ocupacional e oferece apoio familiar. O objetivo é promover a inclusão social dos pacientes por meio de oficinas profissionalizantes.

Fonte: Fator Brasil
imagem: daqui

Destaques da nova edição do Guia de Eletrônicos Verdes, do Greenpeace:

* Palmas para a Sony, que lidera o ranking por ter eliminado praticamente 100% das substâncias tóxicas de seus produtos e por ser altamente eficiente energeticamente.

* A Apple vem melhorando significativamente nos diversos critérios que compõem o ranking - substâncias tóxicas, eficiência energética, impacto da produção da empresa no clima. Steve Jobs esperneou adoidado quando o Greenpeace colocou o dedo na ferida, com a campanha Green My Apple, mas como não é bobo nem nada, foi à luta e começou a prestar mais atenção à produção sustentável.

* O uso de energia renovável pelas empresas tem aumentado significativamente. A Nokia é líder no quesito: 25% da eletricidade usada pela empresa vem de fontes renováveis.

* Microsoft e Nintendo continuam na rabeira do guia, já que pouco ou nada fazem para tornar seus produtos - Xbox e Wii - mais verdes. Ainda usam muitas substâncias tóxicas, não têm programas de reciclagem e a produção dos consoles tem alto impacto no clima.

Das 18 empresas presentes no ranking, apenas duas marcaram acima dos 5 pontos - Sony e Sony Ericsson. E nenhuma delas teve um desempenho equilibrado nos três quesitos avaliados: lixo eletrônico (reciclagem), uso de substâncias tóxicas e impacto no clima (eficiência energética na fabricação dos produtos). E quem sofre mais com isso são os países em desenvolvimento, principalmente os asiáticos, que recebem boa parte do lixo eletrônico (celulares, computadores e eletrodomésticos) dos países ricos. Estima-se que hoje sejam produzidas 50 milhões de toneladas desse lixo - ou 5% de todo o lixo produzido pela humanidade.

Sinceramente? Essa questão do lixo eletrônico - aliás, de qualquer tipo, PET, sacolas plásticas, automóveis, etc - só será resolvida quando algum governo ou legislador tiver peito o suficiente para peitar a indústria e obrigá-la a se responsabilizar por todo e qualquer lixo que seus produtos gerarem. Quem sabe aí os caras se empenhem em investir numa produção sustentável pra valer? O consumo é um grande vilão ambiental, mas a mudança nos hábitos das pessoas tem que vir acompanhada de uma produção industrial mais responsável. Esse é o caminho para a desejada mudança de paradigma, de uma sociedade acumuladora de bens para usuária de serviços - como vem ocorrendo na internet.

Embora haja uma discussão a respeito de se evitar consumir produtos de origem animal, confesso minha culpa: adoro omeletes e bolos. E o que fazer com tantas embalagens, de papel e de plástico? Reciclagem, é claro. Mas, para quem gosta de trabalhos artesanais, vai a dica:

Muito interessante esta idéia, do site Chega de Bagunça, de reciclar a embalagem de ovos, pintando-a com tinta acrílica (acrilex) para usá-la como Caixinha de Costura ou Porta Bijuterias. As divisórias são usadas como separação para botões, carretéis de linha, alfinetes e agulhas ou anéis, e brincos. Esta, da foto acima, reaproveita a caixa de papelão.

Há, também, no mercado, embalagens de plástico, como estas acima, que, infelizmente, acabam no lixo, se não forem separadas para a reciclagem. Elas também podem ser reaproveitadas como misturadoras de tinta nos trabalhos manuais, nas escolas, ou em casa. Até como forma de gelo elas podem ser utilizadas, ou como forma para bombons. Enfim, para o que mais a imaginação, quiser.


imagem daqui

O site Rota da Reciclagem é mais uma ação da Tetra Pak a favor da reciclagem e em defesa do meio ambiente. Este espaço mostra de forma didática como qualquer pessoa interessada pode participar do processo de separação e entrega das embalagens longa vida para a reciclagem. Informa ainda onde estão localizadas as cooperativas de catadores, as empresas comerciais que trabalham com compra de materiais recicláveis e os pontos de entrega voluntária (PEV) que recebem embalagens da Tetra Pak.
No site da Rota da Reciclagem você vai encontrar sempre três ícones nos mapas de entrega de material reciclável. São os PEVs (Pontos de Entrega Voluntária), conhecidos também como LEVs, as Cooperativas e os estabelecimentos comerciais. Todos estes locais recebem embalagens da Tetra Pak e são a porta de entrada da cadeia de reciclagem. Vamos conhecer melhor cada um deles:

PEV - (Ponto de Entrega Voluntária)

São os locais que recebem embalagens longa vida (entre outros materiais) para serem enviados à reciclagem. É o primeiro passo do processo, onde o material doméstico (pouco volume) geralmente é entregue. Boa parte das cidades já conta com estes postos, onde as pessoas podem depositar diretamente o material que separaram em casa.

Cooperativas

Iniciativas sociais que trabalham com a coleta e triagem do material reciclável (inclusive embalagem longa vida) para beneficiamento e envio aos recicladores. A maior parte do material coletado vem do trabalho dos catadores cooperados ou dos programas de coleta seletiva municipais.

Comércios

Locais que compram material longa vida (e outros materiais recicláveis) para beneficiamento e envio aos recicladores. Eles adquirem o material, geralmente em grande quantidade, principalmente das cooperativas. Após a fase da coleta, as embalagens longa vida, já enfardadas, são enviadas às empresas recicladoras, que vão se encarregar de separar os elementos que compõem as embalagens e transformá-los em matéria-prima para uma série de aplicações.

Você

Mostra a localização do endereço digitado para busca.
Vá até lá e faça a sua busca. Faça a sua parte!
Lembra quando o Kassab colocou São Paulo no cenário mundial com a polêmica medida de proibir os outdoors da cidade? Pegando o gancho da Denise no post das sacolas, achei uma nota digna de menção sobre esse tema.

Hoje, 18 de maio, inicia-se a Touch, em Chelsea, Nova York, um evento de 3 dias sobre design sustentável que mostra tendências gerais dessa área. A empresa Straat, junto com artesãos paulistanos, produziu para a Touch as "banner bags", que são sacolas/bolsas feitas com material retirado dos banners e outdoors da cidade de São Paulo naquela época da "limpeza kassabiana". Um grupo de designers trabalhou com esse material, produziu belezas recicladas e agora essa obra está em exposição em Nova York, para deleite dos que passeiam por lá.

O que era poluição visual virou... arte & design. Reciclagem de conceito, pois não? :)


Um comichão nos dedos indicadores teve início logo após efetuar a postagem anterior.
Não podia deixar passar a oportunidade de continuar escrevendo sobre o assunto, antes que alguém fizesse um comentário.
Parece que joguei a culpa da degradação ambiental, de todas as formas, simplesmente nos moradores e visitantes dos ambientes naturais. E não é nada disso que acontece por aqui.
Vejam bem: a gente mora em locais inóspitos, de precário desenvolvimento escolar e de menor interesse público, então não devemos simplesmente nos culpar sobre o que acontece por aqui.
Se fazemos as coletas de latas descartáveis, de sacos plásticos, de embalagens, de papéis ou de qualquer item reciclável não podemos encaminhar aos centros de reaproveitamento.
As ONG's vem de fora e por aqui fazem movimentos de pirotecnia, mas não desenvolvem nenhum trabalho de logística para que os materiais possam ser reutilizados pelos habitantes locais.
Os órgãos de treinamento passam pelas aldeias indígenas e deixam um montão de cursos e nada de continuidade empresarial. São cursos de apicultura (mas as aldeias não tem abelhas produtoras ou é tão longe da cidade que o mel não pode ser vendido), piscicultura (em uma aldeia levaram os alevinos híbridos e os índios comeram e ...acabou), manejo de resíduos alimentares (como fazer reaproveitamento de sobras que não existem?) etc.
Enfim, tudo o que se pode fazer é estimular para que sejam desenvolvidos produtos locais (artesanato, criação de peixes, criação de caprinos e de bovinos, agricultura de subsistencia) que tratem do corpo, do moral dos que ouvem palavras bonitas e pouquíssimas atitudes.
De tanto ver porcarias sendo lançadas no leito do rio Tapajós (outrora cantado como o mais belo do mundo) lancei uma campanha "Salvem o Tapajós!". Mas ninguém se habilitou a contribuir.
No entanto, nada fará com que eu pare de chamar a atenção de meus pares, gritar neste deserto de emoções ambientais e me esgoelar para ter um futuro mais agradável para meus descendentes (por enquanto são só  mulheres...)
Uma dica que estava na primeira página do iG e que me chamou a atenção: no blog do Dr. Chicletinho, um post sobre uma casa toda feita em papel reciclado, construída numa praça em Londres e que será itinerante, para incentivar as pessoas a reciclar. As fotos do interior da casa de jornal são uma graça. Adorei!


Minha Princesinha adora batatas fritas, nugets, pastéis e todas aquelas porcarias que as mães teimam em servir a seus filhos. E todo aquele óleo, que iria contaminar o meio ambiente, vira sabão, deixando, assim, de poluir as águas e a atmosfera e contribuir para diminuir o aquecimento global.

Segundo o professor do Centro de Estudos Integrados sobre Meio Ambiente e Mudanças Climáticas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Alexandre D'Avignon, "a decomposição do óleo de cozinha emite metano na atmosfera, um dos principais gases causadores do efeito estufa, que contribui para o aquecimento da terra. O óleo de cozinha que vai para o ralo da pia chega ao oceano pelas redes de esgoto. Em contato com água do mar, esse resíduo líquido passa por reações químicas que resultam em emissão de metano."

Minha filha fez a experiência, filtrando o óleo de cozinha usado e misturando-o, aquecido, à soda cáustica, aromatizante e água. A soda é tóxica, e foi preciso usar luvas para evitar queimaduras na pele e tomar cuidado com as vias respiratórias. Depois de pronto, o sabão ficou assim, em potes. Mas, se preferir, pode ser feito em um tabuleiro para ser cortado em barras.

Ele é um sabão biodegradável, que se decompõe por bactérias depois de usado. É ecológico porque evita que o óleo chegue aos rios e cause degradação da água e impermeabilização do solo.

A receitinha:

  1. Peneire o óleo para retirar os resíduos e impurezas;
  2. Aqueça o óleo sem deixar ferver;
  3. Use luvas e adicione soda cáustica (350ml para cada litro de óleo);
  4. Para dar perfume ao sabão, adicione 1ml de aromatizante ou amaciante.
  5. Coloque 400ml  de água morna (para cada litro de óleo).
  6. Mexa lentamente durante 20minutos;
  7. Deixe descansar por um dia se for cortar em barras;
  8. Após uma semana o sabão está pronto para ser usado.

Fonte: Ambiente em foco
imagens: sabão feito em casa por minha filha

Depois que a designer inglesa Anya Hindmarch lançou a sacola "i'm not a plastic bag" (eu não sou uma sacola de plástico), muita gente aderiu ao hábito , simplesmente para estar em dia com a moda. Muitas empresas perceberam que estas bolsas estão virando moda e passaram a produzir, também, suas sacolas. É óbvio que há uma expectativa comercial ao explorar o tema ecológico. É inegável que vender produtos que não agridam o ambiente é uma atitude muito importante para a natureza, além de funcionar como propaganda para a empresa.

Esta é a crítica de muitas pessoas à atitude dos lançadores das sacolas: que visam apenas ao lucro e nós, ingenuamente, acreditamos que o objetivo de tais empresas é mostrar sua responsabilidade ecológica. Acredito que, independentemente de quais forem os objetivos das empresas, o importante é que, já que querem ganhar dinheiro, pelo menos ofereçam alternativas de produtos que não agridam o meio ambiente.

Mesmo com o crescimento da consciência ecológica, muitos ainda não assimilaram que pequenas mudanças no seu dia-a-dia são imprescindíveis para beneficiar o meio-ambiente. Alguns supermercados já usam estratégias para convencer a população a levar sua própria sacola e reduzir o uso do produto. Há lojas que vendem as sacolas alternativas para os clientes colocarem as compras, mas continuam oferecendo as sacolinhas de plástico. Obviamente, poucos compram uma sacola alternativa, se podem levar as que são grátis, e sem limite de quantidade.

Em Olinda, no Recife, já há supermercados que oferecem caixas de papelão aos clientes, em vez de sacolas plásticas. De acordo com a gerência de um dos estabelecimentos, para disponibilizar as sacolas aos clientes, o supermercado teria de gastar R$ 30 mil por mês, mas, reaproveitando as caixas de papelão, não gasta nada.

Em uma locadora do Centro do Recife, os clientes só levam os filmes para casa em saquinhos de TNT. A novidade por lá, também já está chegando às lojas dos shoppings. Há lojas em que o modelo antigo, de plástico, está sendo substituído aos poucos por bolsas feitas de juta. "A principio é uma promoção da loja, mas a longo prazo, a idéia é substituir todas as sacolas de plástico por bolsas de juta", informa Thiago Cavalcanti, gerente de uma das lojas.

Todos sabemos que o problema de desperdício de sacos plásticos é muito grave. Embora algumas pessoas aleguem que usam as sacolas para colocar o lixo, muitas têm o péssimo hábito de jogá-las nas ruas e nas praias. Talvez, se a cobrança das sacolas nos supermercados fosse obrigatória, as pessoas passariam a vê-las como um artigo valioso e não as desperdiçariam. Seria interessante se as lojas e os mercados oferecessem sacolas de outros materiais como brinde, de modo a estimular os clientes a trazê-las nas próximas compras.

Se não queremos dar lucro ou fazer propaganda para as empresas que vendem as sacolas alternativas, então, façamos nossa própria sacola. Eu tenho duas: uma de lona e outra de plástico. Há os modelos de linha ou de pano, dobráveis, que cabem em qualquer bolsa. Já se tornou um hábito, para mim, colocar meus produtos diretamente dentro da bolsa (uso as grandes), recusando as embalagens plásticas, quando vou à farmácia ou ao armarinho.

Não podemos, não devemos, absolutamente, nos negarmos a adquirir o hábito de carregar a própria sacola de lona, tricô ou pano às compras . Esta é uma atitude altamente ecológica de amor à natureza. Afinal, quem lucra com as sacolas alternativas? Quem leva o lucro maior, com certeza, é o Planeta.

imagens reproduzidas do Google

Thumbnail image for Thumbnail image for CampusParty Brasil Hoje entrou no ar a programação final do Campus Verde. Esta área da Campus Party é transversal - seu conteúdo passeia pelas diversas áreas de conhecimento presentes na grande festa, que foi aberta hoje à noite no Pavilhão da Bienal, em pleno Parque do Ibirapuera.
Cercados de verde por todos os lados, os três mil campuseros serão convidados a repensar os hábitos de consumo incentivados pelas novas tecnologias.
Como sempre nos conta nosso amigo Jorge Cordeiro, muitos computadores não são nada verdes - muito pelo contrário. Seu descarte é, inclusive, um problemão. Além das palestras e debates, o Campus Verde vai promover o plantio de árvores (através do Click Árvore) e o plantio de mudas em locais escolhidos pelos participantes.
Muito além da programação, o Campus Verde quer incentivar hábitos verdes. Além de colaborar com a coleta seletiva, que será implantada nos 25 mil metros quadrados, a idéia é conscientizar a todos do impacto ecológico de nossas atividades diárias. As dicas do site são básicas, mas importantes para mostrar que é com pequenas ações que se faz a sua parte:
* Seja rápido ao tomar banho e poupe água e energia elétrica
* Comunique os organizadores do evento se encontrar algum vazamento de água em torneiras ou válvulas de descarga
* Escove os dentes e faça a barba com a torneira fechada
* Mantenha as baterias de telefones celulares e outros aparelhos nas tomadas apenas o tempo necessário para completar a carga
* Desligue os monitores e computadores quando não estiver usando ou configure-o para o modo econômico de energia
* Utilize transporte público (ônibus, metrô), bicicleta, ou caminhe para chegar à Campus Party.

O Campus Verde terá muitas competições batizadas pelo patrocinador da área, o portal Planeta Sustentável:
1. Na área de Criatividade, o desafio é criar uma peça (cartaz) que proponha a relação entre a tecnologia e um futuro sustentável. As inscrições são realizadas por internet, por meio do hotsite que deve ir ao ar no dia 11 e receberá inscrições até o dia 15, às 12h.
2. Na área de Desenvolvimento:
Equipes de até 3 pessoas deverão criar um game em plataforma web que levante algum questionamento sobre a sustentabilidade do planeta ou seja de alguma forma educativo. As inscrições também pelo hotsite, até as 12 horas do dia 15.
3. Na área de Robótica: Desenvolver em equipes de 4 pessoas um artefato robótico que seja capaz de executar as tarefas da arena de reciclagem, a partir de lixo eletrônico. Para participar, as equipes deverão comparecer às oficinas de robótica para retirar o material.

As palestras:
Terça, dia 12/2

10h - Mudanças Climáticas e Consumo Responsável (na área de Modding)
Laura Valente / ICLEI - Prefeitura de São Paulo. Qual o papel das cidades, o que podemos fazer para minimizar os impactos, consumo responsável, e as experiências que já ocorrem no Mundo.


15h - Refletindo sobre Uma Verdade Inconveniente: Do Global ao Local
Anita Fiori, idealizadora da AllWatt, uma das consultorias ambientais mais importantes do

mundo.Comenta sobre os impactos globais da emissão de carbono, aquecimento global, e o que cada cidadão e país pode fazer para reverter o processo.

20h - Blogueiros pelos direitos dos animais: Como utilizar os blogs os direitos dos animais (Campus Blog)
Maurício Kanno (blog Animao), Simone Nardi (blog Consciência Humana), Fábio Paiva (blog Pelo Fim do Holocausto Animal), Laura Kim Barbosa (blog Veganismo Brasil)

Dia 13/2
Campus Blog:
13h: De olho no Planeta: Como as novas tecnologias e a internet podem se tornar ferramentas importantes para a preservação de áreas verdes e a manutenção de espaços urbanos - Instituto Sócio-Ambiental
Maria Ines Zanchetta
Marussia Whately
Alex Piaz
Maria Martha Mota Coelho
Cícero Cardoso Augusto
Bruno Dias Weis
Enrique Svirsky
Paulo Junqueira

17h às 19h30 - No Desenvolvimento - Tecnologia Limpa: Visita Monitorada - Estação de Tratamento da Água do Lago do Parque do Ibirapuera

Na Quinta-feira, 14/02

Área Simulação
13hs às 14:30hs S.O.S Aquecimento Global
O desafio para os participantes da área será criar uma simulação de como o planeta se tornará se a temperatura aumentar + 1, + 6 e + 10 graus.

Área de Modding
16hs às 17hs Sustentabilidade e Minimização de Resíduos: passaporte responsável para os novos tempos!  Não há mais espaço para uma sociedade incapaz de assumir suas responsabilidades quanto à minimização dos desperdícios e que não realize a gestão adequada dos resíduos que gera. Maluh Barciotte - Coordenadora Geral do Programa Viva Bem no Mundo que Você Tem! Blog Maluh Barciotte e Viva Bem no Mundo que Você Tem!

Área Games
17:3

0hs às 19hs - Sustentabilidade em rede: idéias e atitudes por um mundo melhor ganham espaço e expressividade nas redes sociais - Eduardo Coutinho - Catalisa

Na luta para diminuir o consumo de plástico, valem atitudes que aliam criatividade e economia. Pensando em reduzir o impacto ambiental das sacolas de plástico no meio ambiente, a jornalista e educadora paulista, Luz Fernandez, nossa nova colaboradora no blog Faça a sua parte, tem se dedicado integralmente à questão ambiental.

Com o seu projeto de sacolas retornáveis exclusivas, que ela mesma confecciona, Luz acredita que, ao optar pela sacola reutilizáveis, a gente economiza os recursos do planeta e contribui de forma positiva na questão do aquecimento global.

O plástico filme, utilizado na fabricação de sacolas de plástico, é derivado de petróleo, uma fonte não-renovável. Utilizando-se uma sacola retornável de pano, vários sacos plásticos deixam de ser usados, o que é muito bom para o ambiente.

Vale a pena conferir o trabalho que Luz vem desenvolvendo, confeccionando as sacolas de pano (lindas). E, se ainda não mudou o hábito de evitar as sacolas plásticas, que tal começar já? Faça a sua parte!

Imagens: http://www.cozero.com.br/

Dead Tree SocietyO povo do 50 graus, que conheci no Flickr (e graciosamente, permitiu o uso da imagem acima) está com campanha nova: Dead Tree Society. Em luta para conscientizar sobre a devastação causada pelo uso de papel. Em tempo de Kindle, um leitor de livros eletrônicos, web e telefones que permitem até publicar em blog, para quê papel?
Ainda usando meu molesquine lindo (com lápis - quando enche, apago tudo e começo de novo...) acompanho a discussão.
O aumento de jornais gratuitos, na Inglaterra, provocou uma enxurrada de jornais nas ruas (e bueiros) e o projeto freesheet, do qual todos podem participar enviando fotos. Mas o alerta Dead Tree Society é mais ríspido: não usar papel. Hoje, na edição da SuperInteressante (de capa verde), havia uma sugestão bacana: só usar bancos online, para evitar a impressão de boletos. Mesmo assim a gente ainda tem que guardar os comprovantes... Haja papel!
Esta é apenas uma das complexas questões que surgem de nosso modo de vida. Como vamos provar à receita (ou qualquer outro órgão público) que recolhemos nossas contribuições sem os recibos? Recentemente, vivi um pesadelo: o INSS perdeu (sim, perdeu) todos os registros de um determinado mês de 2004. E, graças a um furto em minha casa (os meliantes badernaram meus arquivos) eu não consigo encontrar o comprovante. E agora, José? Pague-se novamente, porque se eu não tenho como provar, isso significa que está em aberto.
E, vejam, tenho bem uns 5 quilos de papel altamente reciclável nestes arquivos - que tenho que guardar...
biju.JPGProcessadores, placas, teclados, monitores, computadores. O que era equipamento de ponta há alguns anos, já virou lixo para muita gente. O que fazer com tanto lixo digital?

No momento em que estamos preocupados com o descarte do lixo digital, nada mais apropriado do que as idéias super criativas da artista plástica Nana Hayne, que há mais de 5 anos tem a reciclagem digital, como parte do seu trabalho.

São colares, anéis, brincos, pulseiras, tiaras, broches, chaveiros, cintos, bolsas…e tudo o mais que for possível criar, feitos com peças do lixo digital.

Mais uma prova de que, com boa vontade e criatividade, o que se usa hoje, pode ser “transformado” amanhã e não jogado fora.

Mais peças aqui: http://nanahayne.wordpress.com/
Uma área lúdica voltada à conscientização da importância da reciclagem para o futuro do planeta e dedicada a crianças com idade entre 4 e 12 anos, está aberta no Internacional Shopping Guarulhos desde quinta-feira, dia 17, e continuará até 31 de janeiro - das 12h às 20h.


O espaço "Trilha da Reciclagem" tem como principal objetivo conscientizar as crianças sobre a importância da preservação do meio ambiente, através de ações como a coleta seletiva e a reciclagem. Durante o passeio, cujo acesso é gratuito, serão apresentados os processos de reciclagem e a composição das embalagens longa vida, além de produtos fabricados a partir de cada uma delas.

"As crianças são grandes multiplicadoras da cultura de preservação do Meio Ambiente, afirma Fernando von Zuben, diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak. "Em nosso programa de educação ambiental, que já beneficiou mais de 6 milhões de crianças em todo o Brasil, constatamos que são as crianças que ‘educam os pais para iniciar a coleta seletiva dentro de casa".

A marca Toddynho, sempre atenta às ações educacionais de sustentabilidade e buscando estreitar relacionamento com a comunidade que mora na cidade de Guarulhos, onde se encontra a fábrica de Toddynho, optou por patrocinar a ação na região.

As embalagens longa vida da Tetra Pak, utilizadas nos produtos Toddynho, são 100% recicláveis, compostas por camadas de papel, plástico e alumínio, que proporcionam maior proteção ao alimento envasado, garantindo a sua qualidade, e sabor.

A reciclagem contribui para a limpeza urbana, além de reduzir a exploração de recursos naturais e consumo de energia, melhorar a qualidade de vida da população, contribuir para diminuir a poluição e gerar empregos e receita através da comercialização dos recicláveis.

Serviço:

Espaço "Trilha da Reciclagem"

Internacional Shopping Guarulhos

Rodovia Presidente Dutra, km 230

De 17 a 31 de janeiro - das 12h às 20h

Entrada gratuita

fonte: Guarulhos  web

..

Natal, Ano Novo. Muitos brindes. Vinho delicioso. Mas é a outro vinho que me refiro: o vinho acre, ou ácido. O vinagre. Já que estamos falando em mudar o mundo, pelo menos em nossas atitudes ecoconscientes, lanço algumas sugestões para começar mudando o comportamente dentro de casa. E os homens que já estão se preparando pra correr, voltem! He he. Sim, pois a responsabilidade é de todos nós. É importante que façamos alterações em nosso estilo de vida e na organização doméstica a fim de colaborar para garantir a sobrevivência da Terra. São atitudes tão simples, que qualquer um pode desenvolver o hábito de realizá-las.


Vinagre, o mil e uma utilidades

No post de hoje, gostaria de relembrar algumas dicas para deixar o planeta mais limpo, começando pela nossa casa. E apenas com um único produto: o vinagre. Com ele, podemos diminuir o uso dos detergentes e substituir os produtos de limpeza à base de cloro . Uma solução de vinagre ou limão diluídos em água serve para limpar vidros e tirar gordura. O desodorizador de ambiente pode ser substituído por uma solução de ervas com vinagre ou suco de limão. Além de gastar menos dinheiro, estaremos evitando produtos responsáveis pelo aumento de doenças respiratórias e alergias.

Veja que dicas práticas e econômicas:

Na limpeza do banheiro, a maioria dos produtos de limpeza contêm cloro, substância extremamente irritante aos olhos, nariz e pele. Experimente vinagre puro 5% em um frasco limpo de pulverizador em seu banheiro, e use-o para a limpeza. O cheiro do vinagre desaparece em pouco tempo.

O vinagre puro é excelente para limpar a borda da pia do banheiro: basta pulverizar e remover com um pano. Se preferir, despeje vinagre e deixe descansar durante a noite, enxaguando pela manhã. Para acabar com aquele mofo que fica no banheiro, pulverize vinagre destilado branco na área mofada e deixe, sem enxaguar. O vinagre puro mata 99% das bactérias, 82% do mofo e 80% dos germes.

Para limpar janelas e espelhos, use três colheres de vinagre diluídas em 11 litros de água quente. Se o vidro estiver muito sujo, primeiro limpe-o com água e sabão. Para secar superfícies, utilize tecido de algodão reutilizado ou jornais velhos. O vinagre também é muito bom na copa e na cozinha. Pulverize-o na tábua de cortar carne, após o último uso, e deixe durante a noite. Para amaciar suas roupas, adicione ½ copo de vinagre durante o enxágüe.

Há muitas outras utilidades para o vinagre. Vejam aqui os usos surpreendentes deste coringa: na máquina de lavar roupas, na limpeza dos banheiros e da casa, nas lixeiras, em urina de animais, nos cabelos, no piso e balcão da cozinha , ufa, e muito mais.

Prefere o tradicional detergente?

Quer comprar os produtos industrializados para não passar por pão duro, he he? Então, procure utilizar produtos de limpeza sem fosfato, sem soda, sem cloro e sem CFC. Os detergentes para louça costumam conter fosfato, nutriente que provoca crescimento acelerado de algas em rios e lagos, causando a morte das espécies aquáticas. Por isto, utilize-os o menos possível ou os substitua pelos biodegradáveis, que podem ser absorvidos facilmente pelo meio ambiente. Existem no mercado produtos que não possuem tais ingredientes e não agridem sua saúde nem poluem o ambiente.

Então, tim tim! E um ano novo e limpinho para todos nós! Pelo menos a consciência…


O artista plástico inglês Chris Gilmour, que reside atualmente na Itália, faz maravilhas com caixas e embalagens de papelão usadas. O que normalmente viraria lixo, nas mãos dele se transforma em belas obras de arte.

A proposta do artista é retratar o dia-a-dia, e suas obras são todas em tamanho natural. Agora pasmem: ele trabalha apenas com papelão e cola. Nada de arames, placas ou que-tais.

Arte contemporânea e ecológica.
Atualização em 4 de novembro de 2007:
E a nossa Denise, mais uma vez, traz uma excelente contribuição para meu pequeno artigo. O papelão que jogaríamos fora pode virar arte e também brinquedos para nossos pequenos. Vejam também o que diz a nossa amiga Ana Cláudia, sobre brinquedos alternativos.
A Carol Costa postou em seu blog "Guindaste" uma excelente reportagem da revista Página 22 (que eu não conhecia e parece não ter versão online) sobre o uso de sacolas plásticas atualmente. Aos interessados em fazer a sua parte, números impressionantes são lá revelados. Muito lúcida, a reportagem termina com uma conclusão infelizmente perfeita do Marcelo Coelho:

“Não dá para querer um pensamento ecológico sem pensar no bolso. Enquanto o plastiquinho não me custar nada, enquanto uma folha de papel custar centavos, ninguém vai conseguir que as pessoas levem menos sacolas para casa ou usem os dois versos do papel.”

A reportagem completa está lá no blog da Carol: parte 1 e parte 2. Visite e estimule a discussão.
Como já comentei aqui, de vez em quando, visito o blog do No Impact Man (em português, uma tradução livre seria “O homem do impacto zero”). O projeto dele é legal e o blog é um prato cheio para quem quer fazer alguma coisa pelo meio ambiente mas não sabe o quê. Porque simplesmente tudo o que ele faz é pra evitar impacto sobre o meio ambiente. Ele não compra nada novo (compra roupas em brechós, reutiliza embalagens - de terceiros, que fique bem claro - para criar novos utensílios domésticos, como o copo reutilizável que carrega pra lá e pra cá), não usa eletricidade (sim, ele mandou desligar a eletricidade do apartamento dele - eles lavam a roupa na banheira e, pra imitar o movimento da máquina de lavar, eles pisoteiam a roupa mais ou menos como os antigos produtores de vinho pisavam nas uvas), não usa transporte que emita gás carbônico (só anda a pé ou de bicicleta)... Enfim, ele pesquisou e adotou um estilo de vida o mais livre possível de impactos sobre o meio ambiente.

Revendo alguns artigos e comentários mais antigos aqui do blog e lá do Futuro do Presente, reparei num pequeno debate sobre sacolas reutilizáveis para evitar trazer para casa aquelas malfadadas sacolas de plástico. E recentemente teve um post lá do No Impact Man sobre isso: ele estava quebrando a cabeça para descobrir como faria para arrumar uma sacola de compras reutilizável sem ter que comprar uma sacola de pano nova. Daí apareceu um amigo com um presente criativo e inusitado: uma sacola feita a partir de uma regata. Isso mesmo, uma camiseta regata! Fantástico. O cara costurou a parte de baixo da camiseta velha (provavelmente uma que não era mais usada) e voilà! Transformou-a em uma sacola de compras. As alças da camiseta são as alças da sacola. Superecológico.
Recebi o aviso por e-mail agora. A Porto Seguro, em parceria com o Instituto Triângulo promove uma ecoatividade: o seu óleo de cozinha por sabão ecológico. De 20 a 31 de agosto, os postos Porto Seguro de S. Paulo recebem o óleo de cozinha em garrafas PET e dão em troca duas pedras de sabão ecológico - produzido com materiais poluentes, se transforma em produto ecológico (e economicamente rentável), o que desperta os consumidores para o consumo consciente.
Os postos da Porto Seguro atenderão de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 18h30.
Veja a relação:
Tatuapé - R. Azevedo Soares, 1043
Pacaembu - Av. Pacaembu, 35
Paulista - Av. Paulista, 91
S. Bernardo do Campo - R. Atlântica, 585
Osasco - Av. Corifeu de Azevedo Marques, 5090
Santana - Av. Nova Cantareira, 764
Indianópolis - Av. Indianópolis, 1267
Santo André - Av. Portugal, 1285
Guarulhos - Av. Dr. Renato de Andrade Maia, 1325

Lembre-se: um litro de óleo de cozinha contamina um milhão de litros de água - o consumo de uma pessoa por 14 anos. Recicle!

Atualmente fala-se muito em casa ecológica. Mas o que é? Dizem que uma casa ecológica é construída com materiais locais, naturais, que sofreram o mínimo de transformações. Por exemplo, um igloo, as casas dos índios, uma casa de palha...

A casa sustentável seria uma casa que apresenta o conforto da vida moderna, mas já incluindo os critérios de respeito ao meio ambiente, como a utilização de materiais ecologicamente corretos, uma minimização do consumo de energia e baixo teor de emissão de CO2.

Recentemente ouvi uma terceira definição para este tipo de residência: a casa econômica!A economia consistiria na minimização da água e da energia fornecida pela rede pública e das emissões de CO2. No entanto, o argumento de venda junto ao público é a economia em ...dinheiro. "Economize 800 libras na tua conta de luz por ano comprando esta casa."

Esta casa (foto acima) faz parte de um conjunto de casas populares que serão construídas pelo governo britânico, das quais 10% são casas "econômicas", com baixo teor de emissão de CO2. O projeto que venceu a concorrência pública integra os ítens já tradicionais das casas sustentáveis tais como painéis solares fotovoltaicos, mini-turbinas eólicas, vidros triplos que absorvem a radiação solar em função da estação do ano, reutilização da água dos banhos e das pias para a descarga do banheiro e recuperação da água da chuva (veja o diaporama).


Veja também o VÍDEO do jornal televisivo francês apresentando esta casa.

Trata-se de apenas 10% das novas casas a serem construídas, mas acho que isto demonstra que os governos dos países industrializados começam a levar a sério o problema do aquecimento da Terra e adotar medidas concretas para combatê-lo.


No Brasil, também existem projetos para a construção de casas sustentáveis, como a "Casa Verde" (à esquerda) e a "Casa Sustentável", cujos protótipos integrando os princípios da arquitetura bioclimática e materiais certificados foram apresentados recentemente em São Paulo e no Rio Grande do Sul, respectivamente.

E também idéias originais e inusitadas como as casas com estrutura de bambu e com argamassa de raspas desta planta e de pneus, construídas em Três Rios (RJ) e Maceió (AL). Aliás, a utilização de materiais de construção provenientes da reciclagem, é um dos pontos inovadores da arquitetura ecológica, como pode ser visto na casa do arquiteto Sérgio Pamplona, em Brasília (DF), na qual pneus usados são preenchidos com terra e usados como degraus das escadas.

Existem também iniciativas interessantes para casas populares como o projeto para comunidades carentes, com métodos construtivos e características ecológicas do Instituto Habitat, e também o projeto de habitação sustentável voltado às comunidades de baixa renda em São Leopoldo (RS).

O importante é constatar que a procura de soluções para a construção de habitações auto-sustentáveis em energia, com aproveitamento máximo da água e com limitações nas emissões de CO2 já está sendo incorporada na mentalidade coletiva. Parece que as pessoas são menos reticentes em relação à mudança ao seu modo de morar que ao de se locomover, pois o uso do automóvel até agora não encontrou substituto "aceitável".

Leia mais :

Noções sobre a Arquitetura Sustentável
Tecnologias diminuem gastos de energia e água
6 Idéias para uma casa ecológica
Conselhos do Greenpeace para cada cômodo da casa
O bom e o barato da casa ecológica


A empresa Disque Óleo Vegetal Usado recolhe o seu óleo de cozinha usado para fazer sabão. Basta armazenar o óleo em garrafas pet de 2 litros (ou latas) e, quando tiver 3 garrafas cheias, ligar para o Disque Óleo, solicitando a retirada.

Se despejado no ralo, o óleo de cozinha usado torna-se um grande poluidor, facilita o entupimento dos canos, mesmo os mais largos, e exige gastos maiores na rede de tratamento de esgotos para decantá-lo.

A saída é a reciclagem e, agora, está ao alcance de todos. Você, dona de casa, também pode doar o seu óleo. Divulgue para as pessoas na sua rua, para a sua comunidade e para seus amigos a importância da reciclagem. Junte-se a nós e contribua para o meio ambiente! Faça sua parte.
A natureza agradece!

DISQUE ÓLEO VEGETAL – (21)2260-3326; 7827-9446; 7827-9449

Leia mais: http://www.disqueoleo.com.br/aempresa/
O dia do Meio Ambiente é nesta terça-feira, 05 de junho, uma data escolhida em 1972 pela Organização das Nações Unidas para celebrar o ambiente e trazer à sociedade uma reflexão sobre os problemas que afetam ecologicamente o planeta.

Atendendo ao pedido de Lino Resende, a blogosfera se manifesta hoje, com posts sobre a questão ambiental. Não deixe de participar!

Excelente e interessantíssima a dica que nos enviou a Maria Augusta, do blog Le Jardin Éphémère: uma casa feita de palha! Aliás, casa não, mansão! Em tempos de preocupação com a preservação do ambiente, vale a pena conferir esta matéria no site La maison en paille.

É assustadora a quantidade de produtos plásticos que vai para o lixo diariamente provocando a degradação do ambiente. Eu mesma fico assustada com a quantidade de embalagens plásticas que entram em minha casa. Toda semana junto um saco enorme de embalagens de feijão, arroz, café, macarrão e outros produtos de consumo. Isto sem falar das benditas sacolinhas plásticas, porque estas são usadas como saco de lixo, e, embora reaproveitadas desta maneira, acabam por virar lixo ambiental.

É do conhecimento de todos os danos provocados pela quantidade imensa de plásticos descartada no meio ambiente. Por não serem biodegradáveis, levam séculos para se decompor na natureza. Essa realidade tem preocupado os ambientalistas no Brasil, e as pessoas que se preocupam com a saúde do planeta. Penso que, se toda a população se conscientizasse de que é preciso levar sua própria sacola para as compras, já teríamos uma diminuição considerável no número de sacolas plásticas descartadas no meio ambiente.

Já comentamos aqui, várias vezes, que é necessário uma legislação que regulamente a cobrança de uma taxa extra pelo uso de sacos plásticos no supermercado. É uma atitude dura, eu sei, mas, tenho ouvido muita gente dizer que não adianta fazer nada, que o mundo vai acabar mesmo, e que não vai abrir mão de seu conforto por algo em que não acredita. Em alguns países, como Alemanha e Irlanda, a cobrança de taxa pela sacola extra tem mudado o hábito da população, que, agora, vão às compras com suas próprias sacolas de pano, de palha, e mochilas.

Uma outra saída seria a devolução de embalagens a seus produtores e distribuidores para que sejam recicladas e reaproveitadas e voltem ao mercado. Quanta embalagem intacta vai para o lixo, e não me refiro apenas às sacolas de supermercado, mas às caixas e embalagens de diversos produtos. Já existe um tipo de saco plástico 100% biodegradável que se decompõe dezoito meses depois de descartado.

É preciso que o país acorde para um problema tão importante. Enquanto isso, façamos a nossa parte!

imagem da sacola de plástico daqui.
A situação do lixo urbano na região Campania está virando uma calamidade. O governo vem, há tempos, tentando encontrar a solução de um problema que deve ser dividido em dois pontos. O primeiro e imediato é resolver o que fazer com as toneladas de lixo produzidas cotidianamente. A situação atual é de catástrofe ambiental, com toneladas de lixo amontoados pelas cidades. Em Nápoles, a população está ateando fogo no lixo não recolhido, sabe-se lá com que consequências. O risco de epidemias deve piorar com a chegada das chuvas, previstas para esta semana.

O material recolhido deveria ser separado, empacotado e compostado para reciclagem, mas a empresa de coleta embalou tudo sem a devida seleção, formando imensos cubos que não podem ser utilizados. A capacidade de estocagem do material esgotou-se e a coleta na região parou. A Defesa Civil e o governo estão buscando saídas para a emergência, que piora a cada dia.

Mas o segundo ponto não está sendo afrontado. Ensinar a população a produzir menos lixo pode evitar que o problema se repita no futuro. Conscientizar a população a separar corretamente o que pode ser reciclado deveria ser programa de governo, mas não é. Pior: não se pode nem esperar que a coleta volte ao normal para iniciar um programa de educação ambiental. Os dois problemas devem ser afrontados juntos.

Uma saída poderia ser uma taxa do lixo mais alta para quem não separa o material a ser reciclado. E as prefeituras deveriam utilizar empresas diferentes para a coleta, com cada empresa se ocupando de um material diferente. Mas aí, eu concordo, precisa normalizar a situação. Antes das chuvas.
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A cidade de San Francisco aprovou nessa última terça-feira uma lei que proibirá o uso de sacolas plásticas em supermercados grandes, tornando-se a primeira cidade nos Estados Unidos a abolir o uso dessas sacolas. Os supermercados têm seis meses para cumprir a lei e as farmácias - que aqui vendem de tudo um pouco, não só remédios - tem o prazo de um ano. De agora em diante, os supermercados terão como opção o uso de sacolas biodegradáveis feitas de maizena ou sacolas de papel reciclado.

As sacolas plásticas começaram a ser usadas nos Estados Unidos há 50 anos, inicialmente como um saquinho para sanduíches e como uma alternativa para os sacos de papel. No momento, 180 milhões de sacolas plásticas são distruibuídas anualmente na cidade de San Francisco. As sacolas são difícies de reciclar e muitas vezes acabam nas águas dos rios e do mar, matando animais marinhos.

O Departamento do Meio-Ambiente de San Francisco e o Worldwatch Institute (O Observador do Mundo), estima que de 4 a 5 trilhões de sacolas plásticas são usadas pelo mundo anualmente. São necessários 430 mil galões de petróleo para a produção de 100 milhões de sacolas plásticas.

Então, da próxima vez que você for ao supermercado, lembre-se de trazer uma sacola de casa. Minha mãe sempre saía de sacola em punho quando ia ao supermercado ou à feira. Estou tentando viver o exemplo dela.


Fonte: San Francisco Chronicle

(Esse post foi publicado originalmente no blog da Regina em 29/03/07 e gentilmente cedido pela autora para publicação aqui. Regina, muito obrigada!)
Se você passou sua vida inteira poluindo e gastando, sua chance de "redenção" finalmente chegou - antes tarde do que nunca. Uma empresa britânica começou a produzir caixões em papel reciclável. Isso mesmo: até na morte, já tem gente pensando em ser mais ecoconsciente. Repouse eternamente em algo que não prejudicará mais ainda o solo local do cemitério de escolha nem o ar ao redor, caso seja cremado - já posso ver as propagandas pra lá de macabras se a moda pegar. Sinistro.

(Via Boing Boing)
Recebi o aviso por e-mail, vindo do orkut: dias 28, 29 e 30 de março, a artista plástica (e recicladora de papel) Diva Buss oferece curso de papel artesanal aqui em Sampa... Adoro papel reciclado. Sempre tenho a sensação de economizar árvores, água, energia. E o papel artesanal tem um quê de obra de arte, né? Resultado: fui dar uma olhada no site da moça. Tem história do papel, obras de arte feitas com papel e trecho prático da sua tese de mestrado, também sobre isso. Os depoimentos, de gente conhecidíssima no mundo das artes plásticas, são inspiradores.
A Diva tem um trabalho consistente, todinho documentado lá no site. Dá cursos de papel artesanal em todo o Brasil. E ainda faz poesia: "Meus olhos vêem este mundo vegetal maravilhoso que nos cerca e minhas mãos transformam esta emoção viva que se expressa através do processo de criação e da arte. A Natureza é a fonte de inspiração e a grande provedora de matéria-prima: resíduos que reciclo e que adquirem nova existência. O tempo não consome a idéia. Redescobre e transforma. Multiplica-se em sementes que geram e crescem na TERRA SEM FIM. A essência permanece, se alonga em estágios que criam e recriam sem nunca parar."
Quem quiser participar da oficina deve telefonar para o sr. Gustavo no 11-3083-0091. O curso custa $ 200 (o material está incluído).
A matéria de hoje do Blog do Planeta é bem no estilo do Faça a sua parte. A proposta deles é apresentar aos leitores, em parceria com o Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado (IPEC), dicas práticas para que os leitores possam mudar seus hábitos e adotar práticas que ajudem a minimizar o impacto do homem sobre o meio ambiente.

A dica de hoje fala sobre lixo orgânico. Eu estou lendo (ou seria mais adequado dizer que estou tentando ler, já que a minha rotina louca não tem me permitido um ritmo de leitura adequado?) o Guia ecológico doméstico, de Maurício Waldman e Dan Schneider, da editora Contexto. A idéia lançada no Blog do Planeta é aprender a separar o lixo orgânico do lixo não reciclável - porque todo mundo já separa direitinho o seu lixo reciclável, né?

Então seguem algumas dicas que tirei do livro de Waldman e Schneider para que possamos fazer essa separação corretamente.

Em casa, nosso lixo vem de várias partes: cozinha, banheiro, escritório, quintal. Ainda com muita freqüência, simplesmente juntamos tudo no mesmo saco que deixamos para ser recolhido pela companhia de lixo municipal. Essa mistura de resíduos faz com que seja difícil efetuar uma separação adequada nos lixões, mesmo em cidades que adotam essa prática. Muitos materiais que poderiam ser reaproveitados acabam sendo inutilizados, inclusive o composto orgânico. O ideal seria que houvesse uma separação e coleta em três categorias: lixo não-reutilizável, lixo reciclável e lixo orgânico.

Como separar o lixo orgânico e fazer a compostagem

Waldman e Schneider apresentam a relação de componentes adequados para a compostagem: cascas de ovos, de frutas e de vegetais, pó de café, restos de comida e resíduos provenientes de jardinagem. Entretanto, chamam a atenção para o fato de que devemos excluir os óleos, bem como a carne e resíduos de queijos (ou seja, gordura animal), que podem atrair ratos, baratas, vermes e outros bichinhos que não queremos por perto. Outros resíduos recomendados:

- cinzas de madeira são uma importante fonte de potássio;
- aparas de grama podem ir para a pilha de compostagem ou ser deixadas no gramado;
- resíduos de podas devem ser picados ou retalhados;
- folhas, embora apresentem uma decomposição lenta, podem ser picadas, decompondo-se assim, quatro vezes mais rápido;
- ervas daninhas (e suas sementes), quando expostas às altas temperaturas comuns em pilhas de compostos, dificilmente conseguem sobreviver, portanto pode-se aproveitar essa matéria.

O método preferencial indicado é o do caixão neozelandês. Há uma explicação sobre os métodos de compostagem caseira aqui. Entretanto, pode-se utilizar baldes plásticos com capacidade de até 50 litros, perfurados no fundo e nas laterais, para juntar esse material, cujo revolvimento deve ser feito a cada sete dias, transferindo-se o material de um balde para outro.

Há um tempo, meu marido costumava fazer buracos fundos no jardim onde jogávamos o lixo orgânico. Entretanto, não estávamos a par da recomendação de não jogar gordura animal, e começamos a ter problemas com ratos, e o reaproveitamento do lixo orgânico acabou ficando de lado. Quem sabe agora a gente resolve retomar a prática?

Outro destino do lixo orgânico pode ser a doação a alguma horta de produtos orgânicos localizada perto da sua casa. Procure se informar.

(clique na imagem para ver em tamanho normal)

Precisa dizer mais sobre o abuso do apelo à infância como forma de vender o meio ambiente? A tirinha é parte do boletim "Notícias da Lata", n° 3, nov/dez 2006, da ABRALATAS- Associação Brasileira dos Fabricantes de Alta Reciclabilidade.

O nome da organização já é um engodo! Chamar fabricante de latinha de alumínio de "Fabricante de Alta Reciclabilidade" é pensar que somos, no mínimo, ignorantes. Daí a usar um apelo infantil para que o consumo brasileiro de produtos de "alta reciclabilidade" passe das atuais 57 unidades/ano, SEM LEVAR EM CONSIDERAÇÃO que dentro da "reciclabilidade" existe um refrigerante, que SABIDAMENTE faz mal para a saúde, é demais. E tudo por um apelo de preservação do meio ambiente?

Me poupem, como se diz por aí!

Original em: Abralatas
Aqui no Brasil a mania é levar dúzias de sacolas plásticas para casa... O povo me olha torto quando entro no supermercado e outras lojas com as minhas sacolas de feira. Tsc, tsc. Feio gastar um montão de recursos para fazer aquele monte de plástico!
Na Ikea (a matriz da idéia Tok&Stok/Etna), agora as sacolas plásticas custam dinheiro. Quem as usar paga. A partir de 15 de março, o esquema vai valer também nas lojas dos Estados Unidos (cada sacolinha vai custar US$ 0,05). Quem deu a notícia foi o Luiz Marinho, lá no Blue Bus.
O melhor deste tipo de iniciativa é que reduz o lixo e induz a educação ambiental na prática. A gente fala, fala, fala - e o povo continua comprando alface na bandejinha de isopor enrolada no plástico, levando dúzias de sacolinhas desnecessárias pra casa (é pro lixo - que tal reduzir, coração?) e de pequeno deslize em pequeno deslize o lixão fica cheio. Ponto pra Ikea. Será que um dia alguma rede brasileira embarca nesta?

Cada família sabe melhor do que ninguém como prefere orientar o espaço e a arrumação em sua casa. Mas, pode-se construir um “ecoponto” em casa, com caixas de papelão e alguma imaginação.

Para tornar o processo de reciclagem mais eficiente deve-se:

- Escorrer e despejar todo o conteúdo das embalagens;
- Quando possível, espalme-as para ocuparem menos espaço em casa, facilitar o seu transporte e diminuir o número de deslocações ao ecoponto;
- Retirar as rolhas e as tampas feitas de materiais diferentes aos das respectivas embalagens;
- Para evitar mau cheiro passar por água algumas embalagens;
- Depositar no ecoponto o saco que usou para transportar as embalagens usadas.

Onde e o que reciclar?

Papel e Cartão

Recicláveis

Não recicláveis

Embalagens de cartão liso/compacto

Guardanapos de papel, toalhetes, fraldas e pacotes de aperitivos

Embalagens de cartão canelado

Embalagens e papéis metalizados e plastificados

Embalagens de papel e papel de embalagens

Embalagens que tenham contido cimento, alcatrão e produtos tóxicos

Jornais e revistas

Embalagens de cartão para líquidos alimentares

Eco Sugestões

- Retirar todos os plásticos.
- Desmembrar e espalmar as embalagens de papel/cartão. Deste modo, a capacidade de armazenamento em casa e no ecoponto é aumentada e o seu transporte é facilitado;
- As embalagens que contenham resíduos orgânicos ou gorduras não devem ser depositados nos ecopontos porque a degradação destes contaminantes, em contacto com o papel/cartão, afecta a conformidade do material para reciclagem e pode dar origem a produtos de baixa qualidade ;
- As embalagens de papel/cartão que tenham contido produtos tóxicos e perigosos não devem ser depositados nos ecopontos porque podem constituir um perigo para a saúde pública, quer para os operadores da indústria de triagem e de reciclagem, quer para os consumidores de produtos reciclados.

Vidro

Recicláveis

Não recicláveis

Garrafas de vidro

Louças e Cerâmicas (Pratos, copos, chávenas, jarras mosaicos e azulejos)

Frascos e botijões de vidro

Vidros especiais (Cristal, pirex, espelhos, janelas, lâmpadas, frascos de perfumes e vidros de automóveis)

Garrafões de vidro

Vidro farmacêutico e de hospital

Tampas e rolhas das embalagens de vidro

Eco Sugestões

- Escorrer e enxaguar as embalagens de vidro evita as contaminações e mau cheiro quando armazenadas em casa ou no ecoponto;
- Os vidros farmacêuticos e de hospital não devem ser depositados nos contentores dos ecopontos porque podem constituir perigo para a saúde pública. Para estes materiais, que estão sujeitos a um tratamento próprio, existem circuitos de recolha específicos;
- As louças cerâmicas e os vidros especiais não devem ser depositados nos ecopontos porque são constituídos por materiais que não fundem à mesma temperatura que o vidro. Se introduzidos nos fornos, dão origem a objetos com defeito de fabrico;
- As tampas e rolhas por serem de composição diferente do vidro podem inviabilizar a sua reciclagem.

Plásticos

Recicláveis

Não recicláveis

Garrafas, garrafões e frascos de: água, sumos e refrigerantes, vinagre, detergentes e produtos de higiene, óleos alimentares

Embalagens que tenham contido produtos tóxicos

Esferovite

Embalagens que tenham contido produtos combustíveis e óleos

Sacos de plástico

Embalagens de manteiga, margarina e banha

Embalagens de cartão para líquidos alimentares (tetra-pak)

Copos de iogurte

Eco Sugestões

- As embalagens de plástico devem ser escorridas e enxaguadas para evitar mau cheiro na sua armazenagem;
- Espalmar as embalagens de plástico facilita o seu transporte e armazenamento em casa e no ecoponto;
- As embalagens de plástico que tenham contido gorduras não devem ser depositadas nos ecopontos porque estes resíduos interferem na qualidade do processo de reciclagem e na qualidade dos produtos reciclados;
- As embalagens de plástico que tenham contido produtos tóxicos e perigosos não devem ser depositadas nos ecopontos porque podem constituir perigo para a saúde pública, quer para os operadores da indústria de triagem e de reciclagem, quer para os consumidores de produtos reciclados.

Metais

Recicláveis

Não recicláveis

Enlatados e conservas

Embalagens de metal com restos de produtos tóxicos

Latas de bebidas

Objetos que não sejam embalagens: tachos, panelas, talheres, etc

Aerossóis vazios

Ferramentas

Tabuleiros de alumínio

Eletrodomésticos

Outras embalagens de metal

Pilhas e baterias

Eco Sugestões

- Espalmar as embalagens de metal facilita o seu transporte e armazenamento em casa e no ecoponto;
- Os eletrodomésticos não devem ser depositados nos ecopontos porque são constituídos por diferentes materiais e mecanismos elétricos e eletrônicos para os quais existem circuitos específicos;

Pilhas

Recicláveis

Não recicláveis

Pilhas comuns

Baterias de automóveis

Pilhas de relógios de pulso, etc…

Eco Sugestões

- As pilhas não devem ser depositadas nestes ecopontos porque são compostas por metais pesados que podem contaminar os restantes materiais destinados à reciclagem e constituir um perigo para a saúde pública;
- As pilhas devem ser depositadas nos lugares próprios para esse fim


Informação nunca é demais para não pôr a perder todo um trabalho, misturando-se material indevidamente. Tudo o que não é reciclável, deve ser encaminhado para pontos de compra ou coleta, como ferro velho, farmácias, lojas, shoppings, etc.




O uso do material reciclado já é uma realidade na vida de muitos bancos e grandes empresas, tanto em suas operações internas, quanto externas. Mas, além do papel reciclado, há tantos outros materiais que são jogados fora e que podem ser transformados em coisas maravilhosas como estas que selecionei abaixo:

Piso de borracha reaproveitada

piso chupeta

Foto: divulgação

A indústria farmacêutica tem endereço certo para mandar o refugo de borracha da produção de chupetas. Não são os aterros, mas sim a empresa Brasibor, que, com as sobras, desenvolve pisos atóxicos, autotravantes e antiderrapantes, ideais para playgrounds. São placas de 33 x 25 cm e 20 cm de espessura.

Carpete de milho

carpete milho

Foto: Leonardo Costa/MCA Estúdio

No lugar do náilon (derivado do petróleo), amido de milho. Assim é o carpete das novas coleções da americana Interface. Disponível em placas de 50 x 50 cm, é instalado com adesivo à base de água. O fabricante adota energia solar e biogás na produção, e ainda consome pouca água e matéria-prima. Isso porque o produto leva até 58% de material reciclado - carpetes velhos que a própria empresa coleta de seus consumidores.

E olha o coco...

coco

Foto: divulgação

Ideal para revestir paredes e pisos internos, bancadas e até móveis, os pastilhados Ekobe, feitos da casca do coco, ganharam nova opção de cor. A pastilha clareada corresponde à parte interna da casca e é resultado de um processo químico que, segundo o fabricante, não gera resíduos no meio ambiente. Em Maceió, a Ecom compra a matéria-prima de indústrias alimentícias da região. Processada, a casca da fruta vira pastilhas, que são montadas em placas flexíveis de 42 x 42 cm e 42 x 84 cm. A aplicação é simples, com cola branca e ferramentas de marcenaria, e a limpeza pede apenas pano úmido.

Fibras de banana na parede

banana

Foto: Leonardo Costa/MCA Estúdio

Refugo da agroindústria da banana, água e cinzas vegetais prensados com resina de mamona resultam no revestimento BananaPlac. As placas de 75 x 50 x 0,8 cm aceitam tingimento. Já o compensado de pupunha (placas escuras), premiado no Fórum Industrial de Hannover, na Alemanha, é obtido do tronco da respectiva árvore. Ambos os materiais resultam de pesquisas da Escola Superior de Desenho Industrial, do Rio de Janeiro, e são produzidos pela Fibra Design Sustentável.


Não são lindos?

Então, vale ou não vale a pena reaproveitar os materias descartáveis? Se continuarmos acreditando e fazendo nossa parte, um dia estaremos separando vidro verde, vidro preto, vidro azul, sapatos, roupas, lâmpadas, chupetas, e o que mais se possa imaginar, cada um em seu local específico, com destino certo, não para um lixão ou aterro, mas para indústrias ou projetos sociais que irão reutilizar, reciclar, reformar, reviver! Vamos separar nossos "lixos"!

Fonte: aqui
... é o nome de um projeto para reutilização do alumínio presente em embalagens de leite e outros "longa vida" que está sendo elaborado na Unicamp. O uso do alumínio é como refletor térmico. Dicas passo a passo, bem no estilo "faça você mesmo", com orçamento descrito e idéias de uso. Lúdico e ecológico. Vale a pena conferir o site.

(Dica gentilmente cedida pela Alline.)
A Lucia Freitas já havia comentado no post abaixo sobre a preocupação ecológica da São Paulo Fashion Week, mas garimpando pela internet, achei um artigo elogiando o evento e suas intenções ecológicas, com várias fotos dos tecidos "ecológicos" lá apresentados. O artigo é do World Changing, um site de sustentabilidade nota 10, cuja missão é:

"Worldchanging was founded on the idea that real solutions already exist for building the future we want. It's just a matter of grabbing hold and getting moving."

Afinal, um mundo diferente é possível.
No Brasil, na Bahia e em outros estados, já existem escolas, empresas e instituições que aderiram à idéia da coleta seletiva do lixo. Nos corredores de espaços coletivos observamos que há vasilhames de plásticos, com as suas devidas especificações de produtos como plásticos, papel, metal, vidro, orgânico, etc.

A intenção dos idealizadores da coleta seletiva é fortalecer o novo paradigma da sustentabilidade. Mas, estamos concluindo que não adianta apenas colocar os vasilhames específicos, é necessário, paralelamente, difundir, também, o porquê da coleta seletiva. A cultura do mau hábito, ou seja, de jogar o lixo em qualquer lugar, ainda prevalece. O aluno da escola, o funcionário da empresa, não tem o cuidado de ler ou fazer a relação da cor com o produto especifico para a coleta, nos vasilhames. Nessa pressa o vidro vai para o vasilhame do plástico, o orgânico vai para o de metal, o papelão vai para o orgânico, numa mistura danada de ruim e, continuamos sem concretizar a proposta de educação ambiental, que tem na falta de cuidado com os resíduos, sólidos ou líquidos, um dos seus grandes problemas ambientais.

Numa das palestras das "Quintas Ambientais" promovida pelo CRA da Bahia, o jornalista André Trigueiro revelou dados como o de que para o Brasil promover o seu saneamento básico, hoje, seriam necessários cerca de 40 bilhões de reais. Sabendo que para o saneamento é necessário, primordialmente, o controle da destinação do "lixo" a partir de cada casa, da escola, do hospital, da empresa, a sociedade está sendo convidada a promover o "Pacto Doméstico para a Coleta Seletiva do Lixo" promovido pelo Movimento AMA ­Amigos do Meio Ambiente.

Nesse pacto cada residência ou estabelecimento de ensino ou comércio, não só educaria a sua comunidade para fazer a coleta seletiva do seu lixo, como justificaria os ganhos sociais e econômicos que cada um teria na simples mudança de comportamento, ou seja, deixando de jogar qualquer coisa em qualquer lugar, para apenas colocar no vasilhame certo, aquilo que esta indicado.

No bairro do Saboeiro, em Salvador, num condomínio Fernando Presídio, por exemplo, alguns moradores como Andrea Almeida, informa que aprendeu a diferença entre separar e misturar e está realizando este procedimento, que tem o apoio da AMA - Amigos do Meio Ambiente e dos moradores. Os ganhos econômicos obtidos com a separação de latinhas, vidro, papelão e outros produtos estão agregando valor ao ambiente e para os cadadores, que fazem da atividade uma fonte de renda. Outros condominios contactados pela AMA vendem os produtos e os recursos são revertidos para benefícios e reivindicações feitas pelos próprios moradores, como jardinagem, manutenção de espaço esportivo, segurança, etc.

Em lugares como Los Angeles, nos Estados Unidos, 65% do lixo doméstico ou das empresas, já não estão mais indo para as portas e sim para a reciclagem direta nos lugares que promovem essa política.

No Brasil, onde o desemprego sempre foi um grande problema social, os catadores deveriam já estar com a sua atividade regulamentada e reconhecida como um grande aliado para a sustentabilidade, agregando valor econômico e de saneamento para o bem da saúde publica.

A AMA esta fazendo parcerias com empresas de serviços fotográficos, como a Objetiva filmes, para a doação de potinhos de filme, que estão sendo utilizados como porta-bituca de cigarros. Porque, uma bituca, mais uma bituca, no chão, são duas bitucas, e, uma bituca, menos uma bituca, é zero bituca. E essa é a meta. "LIXO ZERO"

Texto enviado por Liliana Peixinho, jornalista, ambientalista, coordenadora da AMA-Amigos do Meio Ambiente e moderadora da lista de discussão REBIA-Nordeste.