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Reproduzo aqui a mensagem enviada pelo grupo Avaaz sobre a Medida Provisória 458, que prevê a privatização de partes da Amazônia.

"O Presidente Lula tem só até esta quinta-feira para vetar partes da MP que irá privatizar a Amazônia. A pressão popular é fundamental nestes momentos decisivos até a MP ser assinada. Vamos mostrar ao presidente Lula que os brasileiros se importam com a Amazônia!

Mande uma mensagem pro Lula agora!

Precisamos ajudar a salvar milhões de hectares da Amazônia do desmatamento e destruição: HOJE é o prazo final para o Presidente Lula decidir se vai vetar alguns pontos da Medida Provisória que irá privatizar partes da Amazônia pertencentes à União.

Há duas semanas a Avaaz enviou um alerta sobre a Medida Provisória (MP) 458 e mais de 14.000 pessoas congestionaram as linhas telefônicas do Gabinete Presidencial pedindo o veto das partes mais perigosas da MP. Em 48 horas, o Presidente declarou publicamente que iria vetar os pontos criticados pela campanha. Porém, desde então o Presidente vem sofrendo uma forte pressão da bancada ruralista do governo, fazendo declarações preocupantes sobre o desenvolvimento da região Amazônica.

Nosso prazo para persuadir o Presidente a manter a sua palavra está acabando. Neste momento crítico em que o Lula está decidindo o que vetar, a pressão popular poderá ter um papel decisivo para a proteção da Amazônia. Clique aqui para enviar uma mensagem para o Lula AGORA, leva só dois minutos para registrar a sua participação!

A Medida Provisória 458 não é toda ruim, ela foi concebida para proteger pequenos agricultores que precisam do título legal das terras que ocupam. Porém, a MP foi manipulada pelos interesses do agronegócio, muitos dos quais são responsáveis pela ocupação violenta e ilegal de terras amazônicas. Se a MP for assinada na sua forma atual, os que mais tem serão os maiores beneficiários do programa do governo.

Nosso apelo para o Lula é:

- Vetar a ocupação e exploração indireta, para que apenas as pessoas que moram nas terras tenham suas propriedades regulamentadas.
- Vetar regularização para empresas privadas, somente pessoas físicas devem ter direito à regularização.
- Proibir a comercialização das terras regularizadas por 10 anos, ao invés dos propostos 3 anos, evitando assim a especulação comercial das terras."

Vamos ajudar!

Cerejas japas
Foto: Lucia Freitas

Do Blog da Amazônia por Altino Machado
O projeto apresentado pelo ministro da Agricultura, Reynhold Stephanes, que prevê, entre outras medidas, anistia aos desmatadores e redução da reserva legal na Amazônia para 30%, forçou as principais organizações ambientalistas que atuam na Amazônia a anunciarem em nota que vão se retirar das negociações sobre o Código Florestal.
As organizações consideram a proposta apresentada pelo Ministério da Agricultura e Frente Parlamentar da Agropecuária "uma verdadeira bomba-relógio para fomentar novas situações como aquelas de Santa Catarina, legalizando e incentivando a ocupação de áreas ambientalmente vulneráveis".
Não é possível discutir e negociar com um ministério que, em detrimento do interesse público, se preocupa apenas em buscar anistias para particulares inadimplentes. Para ter credibilidade, o processo de negociação sobre código florestal deve ser vinculado à obtenção do desmatamento zero, conforme assumido pelo presidente da república, e ao cumprimento da legalidade em todo o território nacional - afirmam as entidades.
A nota é assinada por Amigos da Terra - Amazônia Brasileira, Conservação Internacional, Greenpeace, Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Instituto Centro de Vida (ICV), Instituto Socioambiental (ISA), Instituto de Pesquisas da Amazônia (IPAM), TNC Brasil e WWF - Brasil.
Além de se retirar das negociações sobre o Código Florestal, as entidades ambientalistas pedem ao presidente Lula seriedade por parte do governo. Leia a nota na íntegra:
"Enquanto o Presidente Lula assume metas para redução do desmatamento e das emissões de gases de efeito estufa no Brasil - e Santa Catarina contabiliza centenas de mortos, milhares de desabrigados e bilhões em prejuízos, decorrentes da ocupação irregular e consentida de áreas que deveriam ser de preservação permanente - o Ministro Reynhold Stephanes da Agricultura, em proposta já acordada com parte da bancada parlamentar ruralista no Congresso Nacional, se empenha em aprovar, ainda em dezembro, um pacote que ofende o interesse público, a legalidade e os agricultores que cumprem com a mesma. Vejamos:
1) Anistia geral e irrestrita para as ocupações irregulares em Área de Preservação Permanente existentes até 31 de julho de 2007 - incluindo topos de morros, margens de rios, restingas, manguezais, nascentes, montanhas, terrenos com declividade superior a 45º. Isso comprometeria não apenas os recursos hídricos, mas até mesmo os próprios ocupantes de áreas de risco, em função de enchentes e desmoronamentos como aqueles vistos em Santa Catarina.
2) Redução dos percentuais de reserva legal na Amazônia sem a realização do zoneamento ecológico-econômico, instrumento previsto por lei para garantir a adequação das ocupações do solo rural, um dos poucos elementos de consenso entre ruralistas e ambientalistas até o momento. Enquanto o Plano Nacional sobre Mudanças Climáticas propõe a necessidade de recuperação de mais de 100 milhões de hectares de pastos abandonados ou degradados, o Ministério da Agricultura cogita a consolidação de ocupações independentemente da confirmação da aptidão do solo.
3) Escambo de áreas desmatadas na Mata Atlântica ou no Cerrado por floresta na Amazônia, quebrando por completo a lógica prevista na Lei da equivalência ecológica na compensação de áreas e permitindo a consolidação de grandes extensões de terra sem vegetação nativa, o que se agrava com a consolidação de todas as ocupações ilegais em área de preservação permanente até 2007 e citada acima.
4) Possibilidade, para os estados, de reduzir todos os parâmetros referentes às áreas de preservação permanente, acabando com o piso mínimo de proteção estabelecido pelo código florestal, o que pode ensejar mais desmatamento em todos os biomas no Brasil e a competição pela máxima ocupação possível.
A proposta apresentada pelo Ministério da Agricultura e Frente Parlamentar da Agropecuária é uma verdadeira bomba-relógio para fomentar novas situações como aquelas de Santa Catarina, legalizando e incentivando a ocupação de áreas ambientalmente vulneráveis.
Não é possível discutir e negociar com um ministério que, em detrimento do interesse público, se preocupa apenas em buscar anistias para particulares inadimplentes. Para ter credibilidade, o processo de negociação sobre código florestal deve ser vinculado à obtenção do desmatamento zero, conforme assumido pelo presidente da república, e ao cumprimento da legalidade em todo o território nacional.
As organizações ambientalistas abaixo assinadas acompanharam as duas primeiras reuniões do grupo de trabalho formado pelos Ministérios da Agricultura, do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Agrário acreditaram na seriedade e no compromisso do grupo para com a produção agrícola sustentável no país e propuseram soluções viáveis de interesse geral. Agora, em respeito à sociedade nacional, às vitimas atuais e futuras do desflorestamento e aos produtores rurais que vêm cumprindo a lei, se retiram do referido grupo e denunciam mais uma iniciativa unilateral e desprovida de base técnica e jurídica. O fato que esta iniciativa seja oriunda do próprio poder executivo federal, contrariando o anúncio do chefe do executivo, requer que o Presidente crie condições para discutir, com legitimidade e equilíbrio, como aprimorar e implementar melhor o código florestal, para que possa mais efetivamente contribuir para o desmatamento zero.

Amigos da Terra - Amazônia Brasileira
Conservação Internacional
Greenpeace
IMAZON
Instituto Centro de Vida (ICV)
Instituto Socioambiental (ISA)
IPAM
TNC Brasil
WWF - Brasil"

Detalhe: a história já está no senado e a lutadora Marina Silva foi vista, na última semana, no Entre Aspas, programa da Mônica Waldwogel na GNT, debatendo com um deputado ruralista (o nome não importa...) que defendeu o trem com unhas e dentes. Ou bem a gente mexe os dedinhos - lembrem que senadores têm e-mails e são NOSSOS representantes, não dos lobistas - ou bem vamos continuar a fazer feio no quesito desmatamento. Hora de agir.

cacau283

Nós, chocólatras assumidos, também nos preocupamos com o impacto que as plantações causam ao meio ambiente. É importante lembrar que existem fazendas de cacau que têm tal preocupação: o reflorestamento, a criação de florestas produtivas e sustentáveis, a recuperação da mata através do plantio do próprio cacau e de outras árvores nativas, como o jacarandá.

As florestas de cacau são centenárias e como a qualidade das árvores é importante para a qualidade do produto final, pode-se dizer que um bom chocolate é resultado de uma floresta preservada. Esta é uma boa notícia para os fãs deste manjar dos deuses, não é não? O cacau é naturalmente sustentável.

O projeto Fazenda de Chocolate, desenvolvido pela Universidade Livre da Mata Atlântica -UMA, em parceria com o Worldwatch Institute, na Bahia, foi adotado pelo PNUD como integrante das Metas do Milênio e mostra como a força da economia do chocolate pode ajudar a resgatar a floresta.

Bom seria se todas as fazendas de chocolate cumprissem sua parte e observassem os padrões de agricultura sustentável, de proteção do solo, dos cursos de água e dos animais que habitam na floresta. Essa deliciosa iguaria, o chocolate , pode sim ser sustentável. Comer chocolate proveniente de cacau certificado tem um gosto de consciência tranquila.

imagem: daqui


"Quando você compreende o valor de todas as formas de vida, você dá menos ênfase ao que é passado e se concentra mais em preservar o futuro."

Dian Fossey (1932-1985),
especialista no comportamento
dos gorilas e ativista

Update: me embananei tanto para colocar a imagem aí em cima que sumiu a fonte. Esta citação foi retirada da newsletter da Arca Brasil. Mil desculpas e obrigada pelo comentário.

Desmatamento gera mais perdas para economia do que mercados, diz estudo

RICHARD BLACK
da BBC News

A economia global está perdendo mais dinheiro com o desaparecimento das florestas do que com a atual crise financeira global, segundo conclusões de um estudo encomendado pela União Européia.

A pesquisa, "A Economia dos Ecossistemas e Biodiversidade" (Teeb, na sigla em inglês), foi realizada por um economista do Deutsche Bank. Ele calcula que os desperdícios anuais com o desmatamento vão de US$ 2 trilhões a US$ 5 trilhões. O número inclui o valor de vários serviços oferecidos pelas florestas, como água limpa e a absorção do dióxido de carbono.

O estudo tem sido discutido durante várias sessões do Congresso Mundial de Conservação, que está sendo realizado em Barcelona.

Em entrevista à BBC News, o coordenador do relatório, Pava Sukhdev, enfatizou que o custo com a degradação da natureza está ultrapassando o dos mercados financeiros globais. "O custo não é apenas maior, ele é contínuo", disse Sukhdev. "Enquanto Wall Street, segundo vários cálculos, tenha perdido entre US$ 1 trilhão a US$ 1,5 trilhão, estamos perdendo capital natural no valor de pelo menos US$ 2 a US$ 5 trilhões todos os anos".

Pobres

O relatório foi iniciado na Alemanha quando o país ocupava a presidência rotativa da União Européia, com fundos da Comissão Européia.

A primeira, concluída em maio, apontou que as perdas com a destruição das florestas equivalem a 7% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. Segundo o economista, para entender as conclusões do estudo é preciso saber que à medida que as florestas são destruídas, a natureza pára de fornecer serviços que normalmente oferecem de graça.

Como conseqüência, o homem tem de passar a produzir tais serviços, seja pela construção de reservatórios ou de estruturas para seqüestrar dióxido de carbono ou áreas para o plantio que antes estavam disponíveis naturalmente. Ainda segundo os dados do Teeb, os gastos com a degradação do ambiente recaem mais sobre os mais pobres, que tiram boa parte de seu sustento diretamente da floresta, principalmente nas áreas tropicais.

Para as nações do Ocidente, as maiores gastos se refletiriam com as perdas dos elementos absorvedores naturais dos gases poluentes.

O relatório tomou como base o Stern Review, um estudo divulgado em 2006 na Grã-Bretanha, que analisa o impacto econômico do aquecimento global e afirma as mudanças climáticas podem causar o mais profundo e extenso dano à economia mundial já visto.

"Os dados divulgados no Stern Review fizeram com que os políticos acordassem para a realidade", afirmou Andrew Mitchell, diretor do Programa Global Canopy, uma organização que canaliza recursos financeiros para a preservação florestal. "O Teeb terá o mesmo valor, e mostrará os riscos que nós corremos se não os avaliarmos corretamente".

Alguns participantes do evento esperam que o novo estudo será uma nova forma de convencer legisladores a criar políticas que financiem a proteção da natureza em vez de permitir que o declínio de ecossistemas e espécies continue.

Amazônia - vista aérea 

Dia 05 de setembro, próxima 6a feira, é comemorado o dia da Amazônia, e nós aqui do Faça a sua parte, estaremos reunindo os posts dos blogs que quiserem entrar na discussão sobre o tema. A nossa florestona querida vem enfrentando vários tipos de problemas e o foco das discussões nos diferentes blogs provavelmente será variado. Prato cheio para uma boa troca de idéias e conhecimentos.

O convite está aí: os que quiserem, sintam-se à vontade para participar conosco do dia da Amazônia! :)


Para se inscrever e ver a lista de participantes clique abaixo no "Mister Linky" :

Li com atraso no World Changing que a revista Canadian Geographic aceitou um desafio supimpa: fez sua edição de junho com 60% de papel feito a partir de trigo. Aparentemente, os leitores não notaram a diferença, e a sensação do papel era a mesma do papel feito com a celulose do eucalipto.

A idéia de fazer papel a partir de trigo é extremamente interessante, a meu ver. Por 2 motivos: 1) utiliza-se o "galhinho" do trigo que é normalmente jogado fora pelos produtores - que aproveitam apenas o grão para suas vendas - dando portanto função a um "lixo" agrícola; 2) tira um pouco da pressão enorme que a monocultura tenebrosa plantação de eucalipto gera no ambiente [link via GReader do Tiagón].

Eu cresci no Espírito Santo, um dos maiores produtores de celulose do país (devido à presença da Aracruz Cellulose, talvez a empresa mais greenwashed que já vi). Nos quase 20 anos que vivi por lá, entre incontáveis descargas poluentes que a indústria liberava na calada da noite (o cheiro podre chegava na minha casa com frequência), muitas modificações no ambiente (e em outras "cositas") decorreram da produção em demasia de celulose do eucalipto. Eu ainda era criança, mas lembro do biólogo Augusto Ruschi dizendo nos jornais que o estado sofreria um grave problema hídrico se as plantações de eucalipto continuassem no ritmo que estavam - Ruschi já morreu, mas suas "previsões" foram acertadas: o Espírito Santo hoje tem uma área de 220 mil hectares considerada "deserto verde" (e crescendo...), onde só há eucalipto, lençóis freáticos secam a uma velocidade estarrecedora e o abastecimento de água é problemático.

Dado o gigantesco impacto que o eucalipto produz no ambiente, a notícia de reutilização de um subproduto do trigo para produzir papel é, a meu ver, muito esperançosa. Claro, melhor seria se economizássemos papel, ponto. Mas como na vida real a burrocracia humanidade em geral ainda insiste em existir no papel, tudo que posso dizer é: tomara que as dificuldades técnicas ainda existentes a produção via trigo sejam superadas, que se torne logo economicamente mais viável usar o trigo para fazer papel, e que em breve toda vez que a gente precisar usar papel, este seja de preferência com uma tecnologia mais ecoconsciente como esse de trigo parece ser, para aliviar um pouco o avanço desastroso do eucalipto pelo planeta.


O Greenpeace está no meio da floresta amazônica para transmitir ao vivo a destruição da região. Vai ser hoje, pelo site do grupo ambiental, a partir das 12h30. E às 17 horas haverá um bate-papo no portal Terra com Márcio Astrini, da campanha de Amazônia do Greenpeace.

Na página Queimadas na Amazônia, há fotos, vídeos e mapas da destruição da floresta. Em janeiro deste ano, havia 511 focos de incêndio na mata. Em julho, esse número pulou para 2.414! Não à toa quase 20% da Amazônia já virou lenda...

E o julgamento pelo STF da demarcação das terras indígenas de Raposa Serra do Sol também está sendo transmitido ao vivo lá no portal Terra - em vídeo e por texto. Começou às 9 horas e deve rolar o dia inteiro.



O STF pode fazer história, para o bem ou para o mal, no próximo dia 27 de agosto, quando julgará a demarcação das terras indígenas em Raposa Serra do Sol, em Roraima. Os ministros da mais alta corte brasileira estão sob pressão de madeireiros e fazendeiros para desfazer a demarcação, o que seria um retrocesso e tanto. Quis o destino que tal decisão fosse tomada este ano, quando a Constituição brasileira completa 20 anos. Foi ela que sacramentou os direitos dos índios a suas terras - algo tão óbvio que essa discussão toda é meio surreal. Mas com tantos interesses econômicos envolvidos - plantações de arroz, madeira, minérios, fronteiras, etc -, não espanta ver a parte fraca da corda sofrer tal pressão.

Uma série de ONGs iniciou um movimento em defesa dos direitos indígenas na página Makunaíma Grita - Cidadania com Respeito à Cidadania e colocou no ar uma petição online de apoio à demarcação das terras em Roraima - clique aqui para assinar. Quem puder e quiser, espalhe! No momento há pouco mais de 3 mil assinaturas.

E nesta quarta-feira (20/8) vai rolar manifestação em frente ao Sesc Paulista (avenida Paulista, 119 - Paraíso), às 10 horas, para exigir que o STF não mexa na demarcação da Raposa Serra do Sol.

O mais grave é que, dependendo da decisão do STF, o resultado poderá afetar também as unidades de conservação na Amazônia e demais regiões florestais do país. Se interesses econômicos e políticos interferirem nesse processo, muito em breve poderemos ver extensas áreas de preservação sendo liberadas para a exploração econômica sem critérios, mais ou menos como já acontece hoje. Dá para imaginar o desastre que estar por vir, não?

Um barato o vídeo ForestLove, produzido pelo Greenpeace em defesa das florestas do mundo. A idéia é pressionar a Comissão Européia a votar logo uma lei para proibir a importação e comercialização de madeira ilegal na Europa. E vc também pode ajudar: envie fotos e/ou vídeos mostrando o seu amor pela floresta e envie as fotos para a página do Greenpeace no Flickr e os vídeos no Youtube como resposta ao do Greenpeace. A idéia é fazer um vídeo colaborativo para mostrar aos representantes da Comissão Européia em setembro, durante a votação da lei.

Vc pode também assinar uma petição online que será enviada ao presidente da Comissão Européia.

O que essa nova legislação européia tem a ver com a gente? Tudo! Se a Europa barrar a madeira ilegal, isso ajuda a combater o desmatamento na Amazônia.

Mas enfim, vamos ao vídeo. Mas atenção: conteúdo erótico à vista!

http://www.youtube.com/watch?v=3AEZbWtELQI