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Laurie Cook quer lutar pelo direito de
utilizar um varal no seu jardim

A dona-de-casa Laurie Cook está (imaginem!) violando a lei ao pendurar sua roupa para secar em um varal no quintal de sua casa, em um subúrbio elegante na província de Ontário, que proíbe varais ao ar livre.

Leis que promovem a suspensão da proibição aos varais estão em debate em Connecticut, Vermont e Colorado. Motivados por preocupações ambientais e pela disparada nos custos da energia, consumidores estão reavaliando seus hábitos de secagem. O grupo de varejo britânico ASDA informou que, nos primeiros quatro meses de 2007, as vendas de varais subiram em 150% e as de pregadores de roupa em mais de 1.000%. A Hills Industries, da Austrália, cujo produto central são varais de secagem múltipla, reportou que a receita de sua divisão de produtos domésticos subiu em 15% em 2007.

As secadoras elétricas são aparelhos que mais consomem energia no domicílio: superam o consumo do refrigerador e respondem por 6% do consumo total da casa, ainda que sejam usadas apenas de forma intermitente. O varal é uma alternativa simples, barata e sem emissões de carbono. As emissões domésticas respondem por um quarto do total de emissões em países desenvolvidos, e, cerca de um terço da redução de emissões no setor doméstico vem de mudanças de hábitos, de acordo com o Instituto de Mudança Ambiental da Universidade de Oxford.

Ontário, onde Laurie Cook mora, é um dos lugares que estão considerando revogar as proibições a varais, que se tornaram comuns na América do Norte e em partes da Europa. O governo colocará o projeto de lei em debate e o submeterá a votação em breve. "Não estou preocupada com as queixas", ela disse. "Hoje em dia, as pessoas que precisam se esconder não são as que penduram roupas no quintal para secar, mas aquelas que se opõem a essa idéia".

Fonte: New York Time
O dia 22 de abril, Dia da Terra, deveria ser feriado mundial. Mas não é.

Sou contra esse tipo de data comemorativa. O Dia das Mães, o Dia dos Namorados, ou o Dia Mundial da Mulheres é todo dia. O Dia da Terra, também. Mas entendo que uma data fixa pode ajudar a desenvolver projetos, gerar debates e estimular as idéias. Só não precisamos esperar pelo dia 22 de abril para fazer algo. Comece agora a planejar o que fará naquele dia e lembre-se de convidar seus amigos, parentes, alunos, colegas de trabalho ou de escola e a sua comunidade a fazerem o mesmo. Apresente uma pesquisa, debata o assunto, prepare uma apresentação ou escreva algo que provoque à reflexão.

Aproveite o dia 22 de abril para economizar todo tipo de energia e evite qualquer tipo de desperdício ou poluição. Desligue os eletrodomésticos e as luzes; escove os dentes com apenas um copo d'água; não fume nem acenda fogo; alimente-se de frutas e verduras cruas; beba apenas água; não faça compras; deixe o carro na garagem e aproveite para caminhar, possivelmente descalço, sobre a Terra que nos hospeda. Aja lentamente e respire com calma, fale baixo. Use o dia para meditar e descubra as atitudes que podem ajudar a preservar a Terra. E lembre-se:Você faz parte dela.

E se desejar escrever um post sobre o Dia da Terra, faça-o no dia 21 de abril. No dia 22 deixe o seu computador desligado

U'a mobilização tomará conta do planeta hoje: a "Earth Hour". Cidades de 35 países, incluindo o Brasil, e cidadãos do mundo todo apagarão as luzes e eletrodomésticos das 20h às 21h.

Reproduzo notícia do Yahoo!:

"Sydney (Austrália), 28 mar (EFE).- Cidades de 35 países de todo o mundo, incluindo o Brasil, se inscreveram até o momento para participar da "Earth Hour", uma iniciativa contra a mudança climática lançada pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF) na Austrália.


Além do Brasil, a lista do WWF inclui Espanha, Argentina, Bolívia, México, Uruguai e Venezuela, entre vários outros países.

A "Earth Hour" consiste em apagar neste sábado, das 20h às 21h, luzes e eletrodomésticos por uma hora.

"A mobilização se transformou em um acontecimento mundial muito maior do que poderíamos imaginar", disse hoje o porta-voz da organização, Andy Ridley.

"Já são quase 400 cidades, 18.876 empresas e 257.165 cidadãos que se registraram na página do evento, mas sabemos, pela experiência do ano passado, que muitas pessoas apagam as luzes sem se inscrever", disse Ridley.

Em 2007, a "Earth Hour" aconteceu somente em Sydney e reuniu mais de 2 milhões de pessoas, segundo uma pesquisa, além de 2.100 empresas, cinemas, teatros, restaurantes, bares, discotecas, clubes esportivos, escolas e igrejas.

Os organizadores acreditam que a edição deste ano vai superar os 30 milhões de pessoas na Austrália, Canadá, Dinamarca, Estados Unidos, Filipinas, Israel, Irlanda e Tailândia, entre outros.

É "surpreendente como alguns países, nos quais não há nem representação do WWF, também estão preparando atos espetaculares", expressou Ridley. EFE mg/mh"


E você? Apagará as luzes nessa hora? Parece fácil? Pois não é! Devo admitir que mesmo na minha casa não será fácil descobrir o que fazer, no escuro, com uma criança pequena, justo no horário em que ela está acostumada a tomar banho.

Mas é justamente esse o desafio proposto: mais do que um simples apagar luzes, significa o desafio de repensar nossas opções de vida. Quem sabe aproveitamos essa hora (mesmo que de luz acesa) para pensar em como viveríamos, hoje em dia, sem energia elétrica? Quem sabe aproveitamos para dar a devida dimensão para algo que basta "apertar o interruptor" e ela vem?

Um dos primeiros (e grande) problemas que perceberemos com as mudanças climáticas que estão ocorrendo, é uma mudança no regime das chuvas. Ora, a energia elétrica vem da chuva, não é mesmo? Usar racionalmente a energia elétrica significa aprender a conviver com a sua possível falta. Mas a coisa toda não deve parar por aí: a "Earth Hour" deve servir para que todos os dias façamos a nossa "Earth Hour", o quem sabe alguns "Earth Minute", desligando o "stand by" da televisão, do som, a tela do computador quando não estivermos por perto, etc.

Se a natureza agradecerá, imagina o seu bolso no final do mês. FAÇA A SUA PARTE!

A querida Aleksandra enviou-me a dica deste post sobre a invenção de um aparelhinho, parecido com um canudo, que filtra a água suja tornando-a potável. "O purificador portátil tem capacidade para filtrar até 700 litros de água suja ou 350 litros de água salgada."

"Seu uso elimina, de acordo com o fabricante, microorganismos causadores de diarréia, disenteria, tifóide e cólera, além de salmonela e outras bactérias causadoras de doenças." O mais interessante é que o custo é de cerca de U$3,00 e qualquer pessoa pode doar um aparelhinho, através desse site, para alguém que precise urgentemente de água potável, como as populações africanas.

Para nós, que ainda dispomos deste recurso natural, a escassez de água pode parecer um problema tão distante. No entanto, se continuarmos neste ritmo de desperdício e poluição, logo estaremos também tendo de pagar um preço elevado para ter acesso a este bem tão precioso.

"Atualmente, a população africana sofre as conseqüências combinadas de pouca água superficial limpa, calor, pobreza, subdesenvolvimento e guerras, e já está convivendo com escassez de água. Agravando a situação dos africanos, há a falta de vegetação e de umidade na natureza."

É preciso que cada um de nós faça a sua parte e ajude a preservar a água que ainda nos resta.


Clique para doar um aparelhinho

Fontes:
Doações do purificador de água
Energia eficiente
USP - água

A Haier, 6ª maior produtora mundial de eletrodomésticos, acaba de lançar uma máquina de lavar roupa ecológica a WashH2O não precisa de sabão em pó, pois utiliza a própria coposição da água para limpar os tecidos - nem todos os tecidos, porém - com os íons negativos do oxigênio que atraem a sujeira, enquanto os íons positivos do hidrogênio esterelizam a roupa. As duas gigantes coreanas já preparam o contra-ataque com produtos que utilizam bolhas de oxigêgio e ultrasom da Daewoo e a máquina de lavar roupa com jatos de vapor da LG, já em comercialização. A Whirlpool oferece um modelo com turbo vapor, que utiliza um ciclo breve de 20 minutos, ou, no processo normal, lava e desinfeta a roupa a 40 ºC (a maioria dos italianos nemm pensa em usar uma temperatura abaixo dos 60 ºC). Já a Electrolux apresentou a Sunny, que pode utilizar a água quente já exsitente no sistema hidráulico da casa ou energia solar. [Se você não entendeu, vou explicar: as máquinas de lavar roupa na Europa utilizam uma resistência para aquecer a água. Já imaginou o consumo de energia?] A Electrolux já registrou a patente de uma máquina de lavar roupa weireless, com raios ultra-violetas, que não usa água nem sabão em pó.

Só falta, agora, convencer os europeus que lavar a roupa com água fria não provoca doenças.
Dead Tree SocietyO povo do 50 graus, que conheci no Flickr (e graciosamente, permitiu o uso da imagem acima) está com campanha nova: Dead Tree Society. Em luta para conscientizar sobre a devastação causada pelo uso de papel. Em tempo de Kindle, um leitor de livros eletrônicos, web e telefones que permitem até publicar em blog, para quê papel?
Ainda usando meu molesquine lindo (com lápis - quando enche, apago tudo e começo de novo...) acompanho a discussão.
O aumento de jornais gratuitos, na Inglaterra, provocou uma enxurrada de jornais nas ruas (e bueiros) e o projeto freesheet, do qual todos podem participar enviando fotos. Mas o alerta Dead Tree Society é mais ríspido: não usar papel. Hoje, na edição da SuperInteressante (de capa verde), havia uma sugestão bacana: só usar bancos online, para evitar a impressão de boletos. Mesmo assim a gente ainda tem que guardar os comprovantes... Haja papel!
Esta é apenas uma das complexas questões que surgem de nosso modo de vida. Como vamos provar à receita (ou qualquer outro órgão público) que recolhemos nossas contribuições sem os recibos? Recentemente, vivi um pesadelo: o INSS perdeu (sim, perdeu) todos os registros de um determinado mês de 2004. E, graças a um furto em minha casa (os meliantes badernaram meus arquivos) eu não consigo encontrar o comprovante. E agora, José? Pague-se novamente, porque se eu não tenho como provar, isso significa que está em aberto.
E, vejam, tenho bem uns 5 quilos de papel altamente reciclável nestes arquivos - que tenho que guardar...

Natal, Ano Novo. Muitos brindes. Vinho delicioso. Mas é a outro vinho que me refiro: o vinho acre, ou ácido. O vinagre. Já que estamos falando em mudar o mundo, pelo menos em nossas atitudes ecoconscientes, lanço algumas sugestões para começar mudando o comportamente dentro de casa. E os homens que já estão se preparando pra correr, voltem! He he. Sim, pois a responsabilidade é de todos nós. É importante que façamos alterações em nosso estilo de vida e na organização doméstica a fim de colaborar para garantir a sobrevivência da Terra. São atitudes tão simples, que qualquer um pode desenvolver o hábito de realizá-las.


Vinagre, o mil e uma utilidades

No post de hoje, gostaria de relembrar algumas dicas para deixar o planeta mais limpo, começando pela nossa casa. E apenas com um único produto: o vinagre. Com ele, podemos diminuir o uso dos detergentes e substituir os produtos de limpeza à base de cloro . Uma solução de vinagre ou limão diluídos em água serve para limpar vidros e tirar gordura. O desodorizador de ambiente pode ser substituído por uma solução de ervas com vinagre ou suco de limão. Além de gastar menos dinheiro, estaremos evitando produtos responsáveis pelo aumento de doenças respiratórias e alergias.

Veja que dicas práticas e econômicas:

Na limpeza do banheiro, a maioria dos produtos de limpeza contêm cloro, substância extremamente irritante aos olhos, nariz e pele. Experimente vinagre puro 5% em um frasco limpo de pulverizador em seu banheiro, e use-o para a limpeza. O cheiro do vinagre desaparece em pouco tempo.

O vinagre puro é excelente para limpar a borda da pia do banheiro: basta pulverizar e remover com um pano. Se preferir, despeje vinagre e deixe descansar durante a noite, enxaguando pela manhã. Para acabar com aquele mofo que fica no banheiro, pulverize vinagre destilado branco na área mofada e deixe, sem enxaguar. O vinagre puro mata 99% das bactérias, 82% do mofo e 80% dos germes.

Para limpar janelas e espelhos, use três colheres de vinagre diluídas em 11 litros de água quente. Se o vidro estiver muito sujo, primeiro limpe-o com água e sabão. Para secar superfícies, utilize tecido de algodão reutilizado ou jornais velhos. O vinagre também é muito bom na copa e na cozinha. Pulverize-o na tábua de cortar carne, após o último uso, e deixe durante a noite. Para amaciar suas roupas, adicione ½ copo de vinagre durante o enxágüe.

Há muitas outras utilidades para o vinagre. Vejam aqui os usos surpreendentes deste coringa: na máquina de lavar roupas, na limpeza dos banheiros e da casa, nas lixeiras, em urina de animais, nos cabelos, no piso e balcão da cozinha , ufa, e muito mais.

Prefere o tradicional detergente?

Quer comprar os produtos industrializados para não passar por pão duro, he he? Então, procure utilizar produtos de limpeza sem fosfato, sem soda, sem cloro e sem CFC. Os detergentes para louça costumam conter fosfato, nutriente que provoca crescimento acelerado de algas em rios e lagos, causando a morte das espécies aquáticas. Por isto, utilize-os o menos possível ou os substitua pelos biodegradáveis, que podem ser absorvidos facilmente pelo meio ambiente. Existem no mercado produtos que não possuem tais ingredientes e não agridem sua saúde nem poluem o ambiente.

Então, tim tim! E um ano novo e limpinho para todos nós! Pelo menos a consciência…

Atualmente fala-se muito em casa ecológica. Mas o que é? Dizem que uma casa ecológica é construída com materiais locais, naturais, que sofreram o mínimo de transformações. Por exemplo, um igloo, as casas dos índios, uma casa de palha...

A casa sustentável seria uma casa que apresenta o conforto da vida moderna, mas já incluindo os critérios de respeito ao meio ambiente, como a utilização de materiais ecologicamente corretos, uma minimização do consumo de energia e baixo teor de emissão de CO2.

Recentemente ouvi uma terceira definição para este tipo de residência: a casa econômica!A economia consistiria na minimização da água e da energia fornecida pela rede pública e das emissões de CO2. No entanto, o argumento de venda junto ao público é a economia em ...dinheiro. "Economize 800 libras na tua conta de luz por ano comprando esta casa."

Esta casa (foto acima) faz parte de um conjunto de casas populares que serão construídas pelo governo britânico, das quais 10% são casas "econômicas", com baixo teor de emissão de CO2. O projeto que venceu a concorrência pública integra os ítens já tradicionais das casas sustentáveis tais como painéis solares fotovoltaicos, mini-turbinas eólicas, vidros triplos que absorvem a radiação solar em função da estação do ano, reutilização da água dos banhos e das pias para a descarga do banheiro e recuperação da água da chuva (veja o diaporama).


Veja também o VÍDEO do jornal televisivo francês apresentando esta casa.

Trata-se de apenas 10% das novas casas a serem construídas, mas acho que isto demonstra que os governos dos países industrializados começam a levar a sério o problema do aquecimento da Terra e adotar medidas concretas para combatê-lo.


No Brasil, também existem projetos para a construção de casas sustentáveis, como a "Casa Verde" (à esquerda) e a "Casa Sustentável", cujos protótipos integrando os princípios da arquitetura bioclimática e materiais certificados foram apresentados recentemente em São Paulo e no Rio Grande do Sul, respectivamente.

E também idéias originais e inusitadas como as casas com estrutura de bambu e com argamassa de raspas desta planta e de pneus, construídas em Três Rios (RJ) e Maceió (AL). Aliás, a utilização de materiais de construção provenientes da reciclagem, é um dos pontos inovadores da arquitetura ecológica, como pode ser visto na casa do arquiteto Sérgio Pamplona, em Brasília (DF), na qual pneus usados são preenchidos com terra e usados como degraus das escadas.

Existem também iniciativas interessantes para casas populares como o projeto para comunidades carentes, com métodos construtivos e características ecológicas do Instituto Habitat, e também o projeto de habitação sustentável voltado às comunidades de baixa renda em São Leopoldo (RS).

O importante é constatar que a procura de soluções para a construção de habitações auto-sustentáveis em energia, com aproveitamento máximo da água e com limitações nas emissões de CO2 já está sendo incorporada na mentalidade coletiva. Parece que as pessoas são menos reticentes em relação à mudança ao seu modo de morar que ao de se locomover, pois o uso do automóvel até agora não encontrou substituto "aceitável".

Leia mais :

Noções sobre a Arquitetura Sustentável
Tecnologias diminuem gastos de energia e água
6 Idéias para uma casa ecológica
Conselhos do Greenpeace para cada cômodo da casa
O bom e o barato da casa ecológica


Sexta passada falei da questão dos valores que temos atualmente e dos limites que queremos nos impor em prol da sustentabilidade.

Pois bem, aí vai um teste para as mulheres:

"O aBIOsorvente é um absorvente íntimo reutilizável, 100% algodão (anti-alérgico) e surge como uma alternativa ecológica aos absorventes descartáveis que, além de possuírem substâncias tóxicas, são bastante poluentes.

Você já tinha parado para pensar que podem existir alternativas aos absorventes descartáveis?

Que os descartáveis contém resíduos, do próprio processo industrial, que podem não fazer nada bem ao seu corpo (contribuindo para váaaarias doenças ginecológicas: desde a simples candidíase até um câncer de colo de útero)? Fora o impacto ambiental que eles causam: cada uma de nós irá consumir, ao longo da vida fértil, algo em torno de 10 mil absorventes descartáveis, que ficarão aí pelo mundo por volta de uns 100 anos...

Mas imagine que não é só você que está no planeta, que são milhões de mulheres descartando todo dia absorventes, e contribuindo significativamente para piorar a qualidade de vida do mundo em que habitamos. Apenas nos Estados Unidos são jogados fora 12 bilhões de absorventes e 7 bilhões de tampões por ano. Isso é muita coisa!

Há quem pense que não pode fazer nada a esse respeito;..."

Continuem lendo aqui.

Fonte: Coisas de Mulher, recebido via mensagens do Grupo de Educação Ambiental da Internet - GEAI.

Em época de festas juninas, recebi um convite que me fez sorrir. A escola Waldorf Jardim Michaelis, no Rio de Janeiro, abrirá as suas portas no próximo domingo, dia 1º de julho, para a sua tradicional festa junina. Mas sacaram o convite? (Cliquem na imagem para ampliar.)

Repararam em algo diferente? Pois é. Eles pedem que cada um leve a sua caneca, em uma campanha pelo fim dos descartáveis. Foi idéia da minha amiga, mãe da Maiara, Renatinha Dias Gomes.

É uma iniciativa para ser divulgada, copiada e aplaudida.

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