Calendário Verde do Faça a sua parte
Mas as datas servem para que lembremos nosso compromisso com aquilo que nos é mais caro. Que, para nós do Faça a sua parte, é a natureza. Assim, resolvemos criar o Calendário Verde do Faça a sua parte.
A proposta não é mostrar um "calendário ecológico", mas apenas as datas que escolhemos. Nos dias selecionados, iremos todos postar sobre o tema do dia.
E convidamos você, que também faz a sua parte, para que participe nesses dias fazendo um post no seu blog ou escevendo algo no seu site.
Clique nos links das datas para conhecer um pouco mais sobre elas. Ou, se desejar, vá navegando e conheça um pouco de todos os dias.
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A data da próxima blogagem será:
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Conheça a versão integral da Carta da Terra e leia, aqui, os posts da postagem coletiva realizada em 2006, idealizada pela Lucia Malla. |
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Veja o restante do calendário e programa-se:
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O Tema escolhido para 2008 é "Healthy Wetlands, Healthy People" (ainda sem tradução oficial no Brasil, mas algo como "Zonas úmidas saudáveis, gente saudável". Para ver os 7 áreas brasileiras consideradas "Sitios Ramsar", visite o site do Ministério do Meio Ambiente, nessa página. Veja uma bela animação, aqui e fotos aqui e aqui. Leia, aqui, para mais informações, os post escritos pelo pessoal que fez a sua parte nesse dia, em 2008. Lá, você vai encontrar essa excelente explicação sobre o que são as chamadas Zonas Úmidas, feita pela Miriam Salles: "Zona Úmida é toda superfície coberta por água, de forma permanente ou temporária, com água parada ou corrente, doce, salobra ou salgada. No caso das áreas marinhas, são consideradas como Zonas Úmidas aquelas que tenham profundidade menor que seis metros na maré baixa. Estão incluídos os charcos, mangues, pântanos, rios, estuários e águas costeiras de pouca profundidade espalhadas por todo o mundo, com exceção da Antártida. Essas áreas são consideradas como celeiros naturais de biodiversidade, armazéns naturais de diversidade biológica e exercem um papel importante para a estabilidade climática e algumas delas são as mais produtivas do mundo." |
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Em 1971 e na seqüência de uma proposta da Confederação Européia de Agricultores, que mereceu o melhor acolhimento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), foi estabelecido o Dia Florestal Mundial com o objetivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra. Em 21 de Março de 1972 - início da Primavera no Hemisfério Norte - foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA ( ou Dia Internacional da Floresta) em vários países da Europa e do mundo2. |
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Ouça um áudio sobre o dia, aqui. |
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Conheça a versão integral da Carta da Terra e leia, aqui, os posts da postagem coletiva realizada em 2006, idealizada pela Lucia Malla. |
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Visite o Portal Brasileiro sobre Biodiversidade e conheça o texto da Convenção sobre Biodiversidade. Leia mais, aqui. Ouça um áudio sobre o dia, aqui. |
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A Mata Atlântica estendia-se, originalmente, por cerca de 1.300.000 km2 do território brasileiro. Hoje, os remanescentes primários e em estágio médio/avançado de regeneração estão reduzidos a apenas 7,84% da cobertura florestal original, o que compreende aproximadamente 100.000 km. Isso faz com que o Bioma Mata Atlântica seja considerado o segundo mais ameaçado de extinção do mundo. Apesar da devastação, a Mata Atlântica é um dos biomas com uma das mais altas taxas de biodiversidade do mundo: cerca de 20.000 espécies de plantas angiospermas (6,7% de todas as espécies do mundo), sendo 8.000 endêmicas, e grande riqueza de vertebrados (264 espécies de mamíferos, 849 espécies de aves, 197 espécies de répteis e 340 espécies de anfíbios). Destes 100.000 km, apenas 21.000 Km (equivalente a aproximadamente 2% da área original) estão protegidos em Unidades de Conservação de Proteção Integral7. Conheça o texto da Lei da Mata Atlântica. Veja mais sobre a Mata Atlãntica aqui. Ouça um áudio sobre o dia, aqui. |
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O dia também homenageia a publicação, em 1866, do livro "Generelle Morphologie des Organismen" do naturalista alemão Ernest Heinrich Philipp August Haeckel (mais conhecido como Ernest Haeckel) onde ele cunhou o termo Ecologia "para designar a parte da biologia que estuda as relações entre os seres vivos e o ambiente em que vivem, além da distribuição e abundância dos seres vivos no planeta. fonte" Ouça um áudio sobre o dia, aqui. |
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Quase três quartos (71%) da superfície da Terra é coberta pelo oceano (Cerca de 61% do Hemisfério Norte e de 81% do Hemisfério Sul). Este corpo d'água global interconectado de água salgada é dividido pelos continentes e grandes arquipélagos em cinco oceanos, como segue:
As fronteiras entre os oceanos são estabelecidas pela Organização Hidrográfica Internacional. Regiões menores dos oceanos são conhecidas como mares, golfos, estreitos, etc9. |
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A Desertificação é definida como processo de destruição do potencial produtivo da terra nas regiões de clima árido, semi-árido e sub-úmido seco. O problema vem sendo detectado desde os anos 30, nos Estados Unidos, quando intensos processos de destruição da vegetação e solos ocorreu no Meio Oeste americano. As causas mais freqüentes da desertificação estão associadas ao uso inadequado do solo e da água no desenvolvimento de atividades agropecuárias, na mineração, na irrigação mal planejada e no desmatamento indiscriminado. A desertificação ocorre em mais de 100 países do mundo. Por isso é considerada um problema global. No Brasil existem quatro áreas, que são chamadas núcleos de desertificação, onde é intensa a degradação. Elas somam 18,7 mil km² e se localizam nos municípios de Gilbués, no Piauí; Seridó, no Rio Grande do Norte; Irauçuba, no Ceará e Cabrobó, em Pernambuco. As regiões áridas, semi-áridas e subúmidas secas, também chamadas de terras secas, ocupam mais de 37% de toda a superfície do planeta, abrigando mais de 1 bilhão de pessoas, ou seja, 1/6 da população mundial, cujos indicadores são de baixo nível de renda, baixo padrão tecnológico, baixo nível de escolaridade e ingestão de proteínas abaixo dos níveis aceitáveis pela Organização Mundial de Saúde - OMS. Mas a sua evolução ocorre em cada lugar de modo específico e apresenta dinâmicas influenciadas por esses lugares10. Siga lendo aqui. Ouça um áudio sobre o dia, aqui. |
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Gestão das Florestas Públicas Programa Nacional de FLorestas Serviço Florestal Brasileiro Página de links florestais do MMA -->aqui. |
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Contagem sofreu muito com a descarga de poluentes por parte da fábrica de Cimento Itaú Portland, uma das principais indústrias que operou na região. A indústria funcionou de 1945 a 1973, quando foi fechada devido aos altos índices de poluição que causava, com conseqüentes danos à saúde da população12. Ouça um áudio sobre o dia, aqui. |
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Saiba mais sobre a Amazônia aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Sobre o Estado do Amazonas, aqui e aqui. Ouça um áudio sobre a data, aqui. Leia, aqui, o texto da lei que instituiu, no Brasil, o dia 5 de setembro como Dia da Amazônia. |
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O Protocolo de Montreal sobre substâncias que empobrecem a camada de ozônio é um tratado internacional em que os países signatários se comprometem a substituir as substâncias que se demonstrou estarem reagindo com o ozônio (O3) na parte superior da estratosfera (conhecida como ozonosfera). O tratado esteve aberto para adesões a partir de 16 de setembro de 1987 e entrou em vigor em 1 de janeiro de 1989. Foi revisado em 1990, 1992, 1995, 1997 e 1999. Devido à grande adesão mundial, Kofi Annan disse sobre ele: "Talvez seja o mais bem sucedido acordo internacional de todos os tempos..." A redução da Camada de Ozônio foi detectada pelos cientistas no início da década de 70. Em 1987, reunida em Montreal, a ONU estabeleceu um programa de ação internacional denominado Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio. Por esse Protocolo, as nações signatárias comprometeram-se a instituir medidas para eliminar a produção e o consumo das substâncias que destroem a Camada de Ozônio (SDO). O protocolo de Montreal teve sua implementação garantida após a criação do Fundo Multilateral, ou seja, um fundo de depósitos de países desenvolvidos. Por meio dele, podem ser custeados, a fundo perdido, projetos que visem a eliminação da produção e consumo de substâncias controladas. O Brasil se beneficiou desse Fundo, internalizando recursos da ordem de US$ 55,5 milhões que foram investidos no parque industrial brasileiro, essencialmente para conversão de plantas industriais individuais em vários setores: refrigeração comercial e doméstica, solventes e espumas, entre outros. CAMADA DE OZÔNIO - A Camada de Ozônio presente na atmosfera protege os seres humanos de algumas radiações solares nocivas à saúde. A utilização dos CFCs destruiu uma parte dessa camada em alguns pontos. Desde 1987, os CFCs estão sendo substituídos por outras substâncias, o que deverá resultar na reversão desse processo no futuro, com o `fechamento` do buraco na camada. A constituição da Camada de Ozônio, há cerca de 400 milhões de anos, permitiu o desenvolvimento de vida na Terra, já que o ozônio, um gás rarefeito cujas moléculas se compõem de três átomos de oxigênio, impede a passagem de grande parte da radiação ultravioleta emitida pelo Sol. Como a composição da atmosfera nessa altitude é bastante estável, a Camada de Ozônio manteve-se inalterada por milhões de anos. Nas últimas décadas, entretanto, vem ocorrendo uma diminuição na concentração de ozônio, causada pela emissão de poluentes na atmosfera. O mundo chegou a produzir 750 mil toneladas de clorofluorcarbonos (CFCs) ao ano. Em todos os aspectos, o Protocolo tem sido um sucesso estrondoso. Os 191 países signatários eliminaram, conjuntamente, mais de 95% das substâncias que destroem a camada de ozônio, e a expectativa é que, até 2075, a camada de ozônio que protege a Terra retome seus níveis anteriores à década de 80.15 O que é a camada de ozônio? Ouça um áudio sobre a data, aqui. |
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Foi realizado pela primeira vez em 1986. Os voluntários fazem mais do que apenas catar o lixo das praias, rios e lagoas. Coletam, pesam, classificam e catalogam o que encontram em fichas padronizadas, cujos dados são enviados ao Centro para a Conservação da Vida Marinha e ajudam vários países a buscar uma saída para o problema. Quase dois terços de todo o lixo que é encontrado pelos voluntários é algum tipo de detrito não degradável a curto prazo. São canudinhos, pontas de cigarro, tampinhas, sacos plásticos, chinelos. Tudo largado na areia, representando para a fauna marinha o maior percentual de materiais ambientalmente perigosos. Restos de redes, linhas de pesca, cordas e sacos plásticos abandonados no mar permanecem nesse ambiente por muitos anos, por sua baixa biodegradabilidade, e acabam vitimando inúmeros animais que se enroscam e acabam morrendo por asfixia ou por inanição. Peixes, aves, focas, tartarugas e golfinhos podem confundir os detritos que ficam boiando no mar com lulas, águas-vivas e outros alimentos que formam parte de sua dieta. Golfinhos já foram encontrados com o estômago cheio de lixo que veio das cidades. A ponta de cigarro, o item mais coletado no mundo todo por oito anos consecutivos, tem ocasionado a morte de inúmeros animais que a confundem com ovas de peixe e a engolem. O mesmo ocorre com os sacos plásticos. Um saco plástico à deriva no mar é facilmente confundido com uma água-viva, componente alimentar de várias espécies de tartarugas-marinhas. Engolindo um saco plástico, a tartaruga pode morrer por asfixia. Identificar as fontes de poluição, dar conhecimento à população dos riscos dos resíduos nos ambientes aquáticos e tentar pressionar os governos a adotar medidas de controle são importantes metas deste evento, que é de todos nós16. Visite o site da Clean up The World |
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