Apocalipse motorizado e algumas (divertidas) soluções
O livro Apocalipse Motorizado - A Tirania do Automóvel em um Mundo Poluído pode ser baixado gratuitamente no site da editora Conrad até o dia 30 de abril.
O livro traz uma coletânea de textos que discutem a dependência que nossa sociedade tem com os carros e os efeitos colaterais disso - poluição, dependência do petróleo, expropriação do espaço público comum e a exclusão social. Num dos capítulos, são propostas ações práticas para diminuir essa dependência - andar mais a pé e de bicicleta, usar transporte público, fazer passeios mais próximos de casa, e por aí vai.
O livro é ilustrado pelo cartunista americano Andy Singer, autor do livro CARtoons.
Uma proposta que não lembro se está no livro mas que é levada a cabo todos os anos pelo grupo Rebar, formado em 2004 por um grupo de ativistas, designers e artistas, é o de ocupar vagas de estacionamento nas ruas. O Rebar tenta mostrar às pessoas que não devemos simplesmente aceitar passivamente nossa vida cotidiana e suas relações sociais aparentemente auto-evidentes.
Como funciona essa ocupação? Veja o vídeo.
A iniciativa, batizada de Park(ing) Day, acontece todos os anos em São Francisco (EUA) e em outras cidades do mundo. Este ano será no dia 19 de setembro. No ano passado, Rio, São Paulo e Belo Horizonte participaram, além de outras 47 cidades de todo o mundo. A missão dessa divertida ação é repensar a forma como as ruas são usadas, chamar a atenção para a necessidade de parques urbanos e melhorar a qualidade do habitat urbano humano.
Quer saber como fazer um desses mini-parques urbanos? Clique aqui então!
O livro traz uma coletânea de textos que discutem a dependência que nossa sociedade tem com os carros e os efeitos colaterais disso - poluição, dependência do petróleo, expropriação do espaço público comum e a exclusão social. Num dos capítulos, são propostas ações práticas para diminuir essa dependência - andar mais a pé e de bicicleta, usar transporte público, fazer passeios mais próximos de casa, e por aí vai.
O livro é ilustrado pelo cartunista americano Andy Singer, autor do livro CARtoons.
Uma proposta que não lembro se está no livro mas que é levada a cabo todos os anos pelo grupo Rebar, formado em 2004 por um grupo de ativistas, designers e artistas, é o de ocupar vagas de estacionamento nas ruas. O Rebar tenta mostrar às pessoas que não devemos simplesmente aceitar passivamente nossa vida cotidiana e suas relações sociais aparentemente auto-evidentes.
Como funciona essa ocupação? Veja o vídeo.
A iniciativa, batizada de Park(ing) Day, acontece todos os anos em São Francisco (EUA) e em outras cidades do mundo. Este ano será no dia 19 de setembro. No ano passado, Rio, São Paulo e Belo Horizonte participaram, além de outras 47 cidades de todo o mundo. A missão dessa divertida ação é repensar a forma como as ruas são usadas, chamar a atenção para a necessidade de parques urbanos e melhorar a qualidade do habitat urbano humano.
Quer saber como fazer um desses mini-parques urbanos? Clique aqui então!

João Carlos, os automoveis tiram espaço público, aumentam a poluição sonora e do ar, causam doenças em nossas crianças e matam centenas de milhares de pessoas por ano. É pouco ou quer mais?
Eu fui pedestre por TODA minha vida, com pequeno intervalo no período em que estive casado (minha mulher tinha carro). Voltei a ser pedestre há 3 meses.
Vc subia ladeira com compras como milhares de pessoas fazem em todo o mundo. E? Pegar onibus, trem, metro, não é vergonha pra ninguem. E eu acredito piamente que só quando a classe média e média-alta começar a ter que enfrentar o transporte publico é que este vai melhorar. Até lá, pedágio urbano, amplos rodízios e quetais nos motoristas de carros particulares.
Se vc morava em Laranjeiras, o erro não era o meio de transporte, mas o local onde arrumou o emprego....
Em ARaruama, definitivamente, vc não precisa de carro. Já tentou uma bicicleta?
As alternativas para o trânsito caótico das grandes cidades são:
- deixar o carro em casa e andar a pé, de bike ou de transporte público;
- arrumar um emprego perto da sua casa;
- usar o carro com mais inteligencia, dando carona para pessoas que trabalham perto ou no mesmo local;
- desencanar de reclamar e aproveitar o tempo dentro do carro pra curtir um som.
abração!
Com toda a honestidade, eu não consigo aceitar, pelo valor de face, essas iniciativas no sentido de "demonizar" os automóveis.
Tendo sido pedestre nos primeiros 25 anos de minha vida, morando encarapitado nas ladeiras do Rio de Janeiro (vá subir a Rua Faro, no Jardim Botânico, com sacolas de compras e me conte depois...), depois tendo a "alegria" de ter que pegar três ônibus para chegar à Ilha do Fundão, meu primeiro carro foi uma "carta de alforria".
Já tive, por motivos diversos, outros períodos de pedestre, inclusive com direito a morar em Laranjeiras e trabalhar na Ilha das Flores, em São Gonçalo, e não achava nada vantajoso em trocar os 20 minutos de carro por 3 horas de transportes coletivos...
E meus recentes 5 anos em Araruama, onde "transporte coletivo" simplesmente não existe, me deixam "com o pé atrás" sobre todo este discurso sobre "dispense seu carro"...
No meu fraco entender, ninguém em sã consciência vai enfrentar o trânsito caótico das cidades se tiver uma alternativa razoável.
Olá Ana! Obrigado pela visita e pelos elogios!
Nao conheço a conferência, vou lá dar uma olhada.
Volte sempre!
abs
jorge
Caro Jorge, tudo bem?
Venho acompanhando o site e tenho gostado muito. Vocês estão de parabéns!
Eu trabalho no Instituto Ethos e tenho aprendido muito sobre alguns destes assuntos.
Vocês conhecem a Conferência Internacional do Ethos? www.ethos.org.br/ci2008 Ela irá tratar de vários assuntos comentados aqui!
Mais uma vez parabéns a todos que fazem este blog.
Um abraço,
Ana