A saúde num clima em transformação
A diretora geral da OMS, Dra. Margaret Chan, fez uma declaração especial para o Dia Mundial do Meio Ambiente
Da Redação Atmosfera Feminina com informações da OMS
O foco do Dia Mundial do Meio Ambiente, este ano, é o impacto das mudanças climáticas nas calotas polares, seus ecossistemas e comunidades, bem como as conseqüências disso para o mundo inteiro.
Existe uma relação complexa e muito próxima entre saúde, segurança da saúde e as mudanças climáticas. Limitar o impacto destas mudanças significa salvar vidas e nosso sustento, tanto quanto proteger o meio ambiente. Mais de 35 mil pessoas morreram na onda de calor de 2003 na Europa, enquanto em 2005, o Furacão Katrina causou morte e destruição nos Estados Unidos. Estima-se mais de 60 mil mortes relacionadas com desastres naturais relacionados ao clima todos os anos, a maioria nos países em desenvolvimento.
Mesmo estes números dramáticos não mostram com apuro o impacto indireto das mudanças climáticas sobre a saúde. A maioria dos males que mais matam no mundo são altamente sensíveis às condições climáticas. Malária, diarréia e desnutrição matam milhões de pessoas todos os anos, a maioria crianças. Sem uma ação eficiente para reduzir e evitar o aquecimento global, o sofrimento destas doenças será maior – e elas serão mais difíceis e caras de controlar.
Conforme o mundo esquenda, as calotas polare e glaciares derretem e o nível do mar sobe. Isso ameaça a saúde de todos os que vivem em áreas costeiras e também os que moram em cidades onde a única fonte de água potável vem do derretimento previsível das geleiras. Ao mesmo tempo, a chuva se torna menos previsível e a evaporação aumenta, reduzindo a quantidade e a qualidade da água potável e com certeza resultando em seca. Juntas, estas mudanças afetam a saúde de milhões de pessoas.
Existem duas atitudes que podemos e devemos tomar para enfrentar este desafio. Primeiro, devemos fortalecer os sistemas de saúde públicos, que são a primeira linha de defesa contra os riscos de saúde relacionados ao clima. Em segundo lugar, precisamos lembrar que a prevenção é tão importante quanto a cura. Os benefícios para a saúde virão tanto de reduzir o aquecimento global quanto de nossa adaptação ao meio. Muitas das ações que são necessárias para reduzir o nosso impacto sobre a natureza podem também reduzir a poluição e salvar vidas agora.
Reduzir nosso impacto sobre o ambiente exige que pessoas, comunidades e governo mudem seus comportamentos e políticas – como usar fontes de energia e sistemas de transporte limpos – que trarão benefícios imediatos à saúde da população.
Juntos, podemos agir para reduzir o aquecimento global e melhorar a saúde da população e do planeta.

Oportuno lembrar que os efeitos são para AGORA e não para um futuro distante.beijo, menina
Boa noite anjo que ai tava com vontade de vir aqui e deixar meu beijinho e te pedir um voto no blogstar, se achares que mereço. Bom feriado
Estou lçevando o selinho e assim, enfatizar cada dia mais sobre a proteçãod e nosso planeta. Estou na blogagem e foi por lá que te encontrei...Dias felizes.
Acho positivo que começam a perceber que maltratando o planeta a saúde do homem vai sofrer as conseqüências, e que o problema climático tem várias facetas e deve ser tratado de forma global.