Confesso que nunca tive saco pra Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) - desde a primeira edição. Nunca fui e não tenho a menor vontade de ir - tenho dois outros eventos mais importantes para estar presente em julho. Tenho que dizer que afetação demais enche minha paciência. Mas sou jornalista e escritor - dizem que tem cura, sei lá -; para não me isentar totalmente, acompanho cousa ou outra. E agora me vejo concordando com o que Júlio Daio Borges escreveu, a respeito da necessidade de se "encontrar" um outro formato para o festival.
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Para não dizer que estou implicando com a Flip: eis aqui uma entrevista com Pedro Markun, diretor do Jornal de Debates, a respeito da cobertura móvel realizada no festival.
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Costumo assinar embaixo de tudo que Ana Maria Brambilla escreve. Continuo fazendo isso. Leiam isso aqui e entendam os motivos.
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Eu cuspo em vocês.

