Dragan Effect é uma técnica de manipulação fotográfica digital criada pelo polonês Andrzej Dragan. Dotadas de características singulares, que mesclam elementos de pintura, fotografia e ampla manipulação digital, as imagens produzidas por Dragan são elaboradas com paciência e meticulosidade.
Ao contrário dos paradigmas mercadológicos da indústria cultural, nos quais a quantidade de material produzido é sinônimo de valor, o polonês foca seus esforços exclusivamente na qualidade das fotografias, que são trabalhadas até a obtenção de todos os elementos estéticos desejados. Em entrevista concedida a Paola Bonini, em 2007, o artista polonês resume o processo artístico da técnica Dragan Effect:
Eu tiro muitas poucas fotos e muito rapidamente, não fico procurando por pessoas ou fotografias o tempo todo. [...] Esse é apenas o começo do processo. Eu gasto muito tempo trabalhando no material, posso demorar até um mês para editar uma única foto - como aconteceu recentemente com a foto de um famoso ator, Mads Mikkelsen. Eu fiquei a maior parte do tempo olhando e pensando e, comumente, após muitas horas eu me sinto preparado para escolher quais daqueles retratos que tirei eu irei utilizar. É aí que o processo de pós-produção digital começa. Em algumas características esse método lembra uma pintura, porque é como se fosse um pincel - só que digital. Eu procuro não adicionar novos elementos, eu aproveito e ressalto alguns aspectos da imagem.
Devido à ampla utilização da manipulação digital, as fotos de Andrzej são, comumente, interpretadas de forma errônea. Elementos manipulados no processo de pós-produção são tidos como "verdadeiros" e, características que não sofreram grandes alterações, são consideradas como "artificiais" pelo público. Para analisar a recepção e interpretação do público perante as fotografias produzidas pelo polonês, é necessária a análise da percepção do "não manipulado" por parte do público perante as fotografias de Andrzej. É também de grande importância estudar as imagens do polonês sob a fundamentação dos elementos básicos da fotografia e entender como o suporte digital - no qual o trabalho de Andrzej possui mais alcance - influencia na percepção imagética. Ao falar dos elementos básicos da fotografia a serem analisados, é contemplada a definição analógica de Godolphim (1995), que os coloca da seguinte forma:
Já a máquina fotográfica, em sua mecânica, dá a possibilidade ao fotógrafo de controlar o volume e a velocidade da luz e com isto precisar e selecionar o campo de foco e a plasticidade da imagem. Esses tópicos são responsáveis por uma particular captação e manipulação do tempo e do espaço no fotograma. A química por sua vez vai fornecer mais um conjunto de elementos dessa gramática da luz. O conjunto desses elementos, e mais alguns, constitui o sintagma fotográfico. (GODOLPHIM, 1995, p. 176)
A falta de propósitos faz com que o fotógrafo invente, manipule e desconstrua imagens. Sua técnica, conhecida por intermediar elementos de pintura com fotografia e uma realidade aumentada - na qual é possível ver cada ruga, fio de cabelo e até mesmo poro do modelo - leva o público a uma "brincadeira" entre o real e o imaginário. Ao definir, conceitualmente suas imagens, Andrzej é claro. "Algumas pessoas dizem que um bom retrato irá revelar alguma verdade sobre o modelo. Fico, indubitavelmente, triste ao dizer que essas pessoas não encontrarão nada de interessante em minha fotografia, que não possui propósitos."
Mais do que uma análise isolada, as imagens de Dragan proporcionam o estudo da recepção, interpretação e estética da fotografia manipulada na arte contemporânea. A noção de realidade e fantasia dentro desse campo é uma perspectiva que carece de estudos:
As adulterações e modificações permitidas na edição podem conter uma maior força ou carga expressiva que o próprio original. [...] A técnica permite sempre a dúvida ao espectador se aquela imagem é real ou manipulada. [...] Falta-nos, agora, estarmos abertos para saber quais serão as mudanças na recepção da imagem manipulada advinda das novas tecnologias digitais, e como essa nova forma de arte irá se portar diante desse novo espectador. (SOUZA, 2009, p. 9 -11)
A não obrigatoriedade com a representação do real, as novas perspectivas e cortes, o processo de pós-edição e as "brincadeiras" entre a "não manipulação" e o "simulacro" mostram que o trabalho de Dragan apresenta uma linha tênue e, ao mesmo tempo marcante, na relação entre o objeto fotografado e aquilo que foi "criado". Tal fator fomenta a hipótese de que o público não consegue, por si só, identificar, dentro das imagens produzidas pelo polonês, o limite entre a fotografia "crua" (não manipulada) e a fantasia. Isso se deve em parte à grande quantidade de manipulação fotográfica e maquiagem que envolve os modelos, fator que "encobre" o "cru", mesmo quando este é exibido de forma clara e nítida. Tal hipótese afirma-se na medida em que o fotógrafo possui grande interesse, provindo de sua carreira como físico, em promover um "jogo" que envolve o real, a manipulação e a interpretação do público:
Grandes cientistas como Einstein, Planck, De Broglie e Schrödingerelaboraram suas teorias e as abandonaram, porque eles também não conseguiam acreditar nelas. Elas eram tão estranhas, tão absurdas que não havia margens de tolerância para isso. O engraçado é que depois de muitos anos de testes, as teorias mostraram não estarem erradas. Os cientistas tiveram simplesmente que aceitar o inconfortável fato de que o universo é estranho. Eu penso que isso prova meu ponto de vista: aquilo que as pessoas pensam ser verdade ou não, mesmo se você for Einstein, tem pouca relação com a realidade. Nossa opinião sobre a verdade não é o mais importante - o método empírico é. A verdade apenas pode ser discutida quando pode ser testada, de outra forma não possui significados. Então, considero uma expectativa boba a de que a fotografia é um pedaço da realidade que serve como forma de entretenimento. (Andrzej Dragan, em entrevista à Lúcio Carvalho. A íntegra da entrevista se encontra no final deste post)

Um pouco sobre a vida acadêmica e artística de Andrzej Dragan
Nascido em 1978, o polonês Andrzej Dragan estudou em Varsóvia e, por meio de bolsas de ensino, em Amsterdã, Oxford e Lisboa, onde obteve seu PhD em física quântica no ano de 2005. Premiado pela melhor tese polonesa de física pela Sociedade Polonesa de Física, em 2001, obteve um salário da Fundação Européia de Ciência em 2001 e 2002, subsídios do Comitê de Estado Para Pesquisa Científica em 2002 e 2003, prêmio Young Scholars da Fundação Polonesa de Ciência (2003, 2004), e uma bolsa de estudos da maior revista semanal polonesa (Polytika), em 2004. Contribuiu em conferências e seminários nas cidades de Amsterdã, Cracóvia, Glasgow, Londres, Minsk, Munique, Oxford, San Andreas, Varsóvia, St. Andrews, Varsóvia e Tóquio. Membro e secretário-fundador do Comitê-chefe das Olimpíadas de Física, trabalhou no Colégio Imperial de Londres. Atualmente é professor assistente de física na Universidade de Varsóvia.
Andrzej começou a se envolver com fotografia no ano de 2003. Publicou seus trabalhos em livros especializados de 12 países, incluindo a seleção de 200 melhores fotógrados mundiais da Luzer, em 2006. Premiado com medalha de ouro e prata no festival de propaganda KYR em 2006, obteve duas pratas e um bronze em 2007, duas medalhas de ouro, duas de prata e duas de bronze em 2008. Foi indicado ao Leão no Festival de Cannes de 2006. Obteve medalha de prata no Prêmio Corbis de Fotografia (2007), medalha de ouro no Golden Drum Festival (2007), bronze no Épica Awards (2007) e terceiro lugar no Desafio Pilsner Uruquel (2007). Escolhido como fotógrafo do ano em 2007 pela revista inglesa Digital Camera, trabalhou com as agências Brain, DDB, Euro RSCG, Grey, JWT, McCann-Erickson, Ogilvy Dubai, Ogilvy Frankfurt, Outfit Londres, Publicis Brasil, Scholz & Friends e TBWA de Londres. Entre as marcas de seu portifólio estão Amnesty Internatioal, Aniela, Arkadia, Axura, Converse, Energizer, Jaga Hupalo, Play, Playstation, Polpharma, Radio Eska e Xbox.

Entrevista com Andrzej Dragan, realizada pelo jornalista Lúcio Carvalho:
Dragan: Antes de tudo, deixe-me esclarecer que eu realmente não gosto de tirar fotografias. Para ser bem franco, eu não gosto disso. Soa estranho, eu sei... Quando meus amigos pedem para tirar uma foto deles e eu nego, eles se desapontam. Mas eu simplesmente não gosto de fotografar. Não possuo, nem mesmo, uma postura neutra em relação a isso: eu não gosto. E ainda, por alguma razão desconhecida que eu ainda não compreendi, algumas vezes eu subitamente corro em direção a alguém que quero fotografar, porque a face daquela pessoa parece interessante para mim. No começo eu apenas perguntava para a pessoa se eu poderia tirar uma foto dela após uma breve conversação. A coisa toda geralmente não dura mais que alguns minutos. Eu gradualmente fui me tornando mais seletivo na escolha das pessoas que eu gostaria de fotografar e, atualmente, tiro cerca de uma foto por mês.
Lúcio Carvalho: Você sempre carrega a câmera com você?
Dragan: Não, eu não gosto disso. Eu apenas carrego o equipamento quando procuro por algumas caras para meus retratos. Eu sei que muitos fotógrafos carregam sempre suas câmeras com eles - Ouvi dizer que Cartier Bresson já tinha gasto alguns rolos de filmes antes mesmo do café da manhã - mas esse não é o meu caso. Eu tiro muitas poucas fotos e muito rapidamente, não fico procurando por pessoas ou fotografias o tempo todo. Esse é apenas o começo do processo. Eu gasto muito tempo trabalhando no material, posso demorar até um mês para editar uma única foto - como aconteceu recentemente com a foto de um famoso ator, Mads Mikkelsen. Eu fiquei a maior parte do tempo olhando e pensando e, comumente, após muitas horas eu me sinto preparado para escolher quais daqueles retratos que tirei eu irei utilizar. É aí que o processo de pós-produção digital começa. Em algumas características esse método lembra uma pintura, porque é como se fosse um pincel - só que digital. Eu procuro não adicionar novos elementos, eu aproveito e ressalto alguns aspectos da imagem.
Lúcio Carvalho: Uma vez que você tenha escolhido e estudado sua fotografia, você já sabe qual resultado específico pretende obter?
Dragan: Nem sempre, o propósito de observer é precisamente para encontrar aquilo que eu quero ressaltar na imagem, na ordem que eu irei trabalhar. Algumas vezes eu sei disso enquanto estou tirando a foto. Nesse caso eu volto para casa e mergulho em vinte e quatro horas de trabalho até terminar. Um dia eu estava no ônibus e comecei a conversar com um homem. Reparei que quando ele conversava seus olhos brilhavam - ele tinha olhos profundo e expressivos - mas quando ficava em silêncio eles ficavam menos visíveis, vívidos, interessantes. Na ocasião, eu imediatamente entendi que seu eu quisesse mostrar a vivacidade daqueles olhos eu teria de os fotografar enquanto homem conversava e fazer uma montagem com sua boca fechada. Eu apenas combinei duas imagens - olhos abertos e boca fechada. O resultado é o retrato de um homem que fala por meio dos olhos - interessante e trivial ao mesmo tempo. Eu já sabia disso quando estava tirando as fotos, então a fase do processamento foi muito mais rápida. Mas algumas outras vezes eu não sei exatamente oque eu quero obter, então simplesmente tento manter minha mente aberta para achar algo interessante.
Lúcio Carvalho: Você mencionou retratos. O que você acha que eles são?
Dragan: Um retrato é a ilusão de olhar para uma pessoa real. O público espera que retratos revelem algo sobre pessoas e suas histórias. Eu não sei onde isso é verdade, poderia ser, mas, se fosse, seria impossível fotografar alguém que você não conhece: como você pode dizer algo sobre um estranho? Nesse caso, o retrato releva apenas a impressão do fotógrafo sobre a pessoa, mas essa impressão pode ter muito pouco, quase nada, de comum com o indivíduo. Eu não me preocupo com definições. Eu faço o que faço. Se as pessoas não os chamam de retratos, por mim está tudo bem. Eu não me preocupo com nomes.
Lúcio Carvalho: Existe algo em comum entre suas carreiras de físico e artista?
Dragan: Bem, primeiro eu gostaria de salientar que eu não me considero um artista. Eu não gosto do significado sofisticado dessa palavra. Mas, voltando à pergunta, eu não sei onde existe a conexão, mas certamente fui educado com vários anos de estudo científico. Por exemplo, eu sei que algumas vezes eu posso ser incômodo porque, se alguém diz algo que não soa verdadeiro para mim, começo a investigar no mesmo instante, e isso pode deixar as pessoas nervosas. Mas a coisa é que quando as pessoas - incluindo a mim mesmo - dizem algo, na maioria das vezes estão erradas. Você pode dizer que a Terra gira em torno do Sol em círculos. Mas se você cuidadosamente estudar essa hipótese, verá que não é correta. É bastante difícil dizer algo verdadeiro. Eu não possuo absolutamente nenhuma idéia sobre a veracidade de algumas realidades, mas as tenho de aceitar, não possuo escolha. Isso é o que aborrece na ciência. Mas não tenho muita certeza de como isso se aplica na fotografia. Quando eu tiro fotos não presto atenção nisso, eu não penso sobre a verdade. Algumas pessoas relutam em dizer que meu trabalho não é fotográfico, porque, de acordo com elas, ele não obedece a certas regras. Mas eu não ligo para essas regras. Regras são, basicamente, prescrições para aqueles que não podem pensar por si mesmos. Ironicamente, quebrar algumas regras se tornou um novo princípio na fotografia - o que não tem sentido. A obrigação de seguir regras ou verdades na fotografia não chega nem mesmo a ser um pensamento. É algum tipo de embrião de idéia ridícula. Pense na fotografia em preto e branco - eu quero dizer, você já viu alguém em preto e branco andando pelas ruas?
Lúcio Carvalho: Mas a ciência também assume que diferentes verdades podem co-existir paralelas, como alternativas...
Dragan: Mas elas não são auto-contraditórias. Você sabe, a mecânica quântica parece idiotice para um principiante. Grandes cientistas como Einstein, Planck, De Broglie e Schrödingerelaboraram suas teorias e as abandonaram, porque eles também não conseguiam acreditar nelas. Elas eram tão estranhas, tão absurdas que não havia margens de toerância para isso. O engraçado é que depois de muitos anos de testes, as teorias mostraram não estarem erradas. Os cientistas tiveram simplesmente que aceitar o inconfortável fato de que o universo é estranho. Eu penso que isso prova meu ponto de vista: aquilo que as pessoas pensam ser verdade ou não, mesmo se você for Einstein, tem pouca relação com a realidade. Nossa opinião sobre a verdade não é o mais importante - o método empírico é. A verdade apenas pode ser discutida quando pode ser testada, de outra forma não possui significados. Então considero uma expectativa boba a de que a fotografia é um pedaço da realidade que serve como forma de entretenimento. A arte não é natural, não é verdadeira. Assim como o próprio nome diz - arte é uma maneira de celebrar a alegria, até mesmo em poloês - "sztuka jest sztuczna". Comer, defecar e respirar é natural - a arte é artificial.
Lúcio Carvalho: Esse assunto parece interessar você...
Dragan: Eu sou interessado. Por exemplo, uma de minhas fotos pode ser considerada "praticamente verdadeira": é o retrato de uma garota anoréxica, uma modelo de 18 anos, muito alta e bela, mas muito magra. Eu quase não realizei processos de pós-produção nessa foto. Deixei a imagem "crua", assim como ela é. E essa é uma das fotos nas quais as pessoas menos confiam. Elas não confiam na verdade que eu as ofereci e acham que eu apresentei um simples truque de computação. É interessante brincar com esse conceito de verdade, porque isso sempre acaba virando um grande desentendimento. Outro exemplo: o retrato de meu modelo favorito representando Cristo. Eu tive uma conversa com alguém sobre essa foto. Ela se sentiu repelida pelo trabalho por motivos religiosos, mas eu a perguntei: tudo bem, você não gosta, mas o que você vê na imagem? E ela disse: Eu vejo Cristo. Eu perguntei: Bem ele é Cristo, você tem certeza, eu vejo alguém posando como Cristo. Mas obviamente não é Cristo, apenas um modelo, alguém qualquer. Ele não parece bem. Ele tem olhos ferozes. Ele não pode ser uma boa personificação de Cristo. Não há verdade no trabalho. Se eu quisesse características verdadeiras, ele olharia com dor, mas não o faz. Ele é silencioso, pacífico, ele usa uma coroa de espinhos na cabeça, que também são falsos - feitos de plástico. E mais - seu gesto se refere a São Thomás, perguntando a Cristo se seus espinhos são verdadeiros - ele não acreditava antes de os tocar. Nosso Cristo aponta seu dedo para suas chagas para parecerem reais, enquanto todos nós sabemos que são falsos. Ela concluiu que apenas o fundo da imagem era verdadeiro. Mas na verdade, também era falso. Há uma única coisa nessa imagem que é verdadeira - uma cicatriz proveniente de uma operação cirúrgica que o modelo fez alguns anos atrás. A única coisa real que é um problema: o reflexo de uma história passada, escondida entre mentiras. Essa interação entre verdade e ficção é uma bagunça. E mostra meu ponto de vista. A imagem se chama "Allegory on the Truth".
Lúcio Carvalho: Você detecta inlfluências de outros artistas em seus trabalhos?
Dragan: No começo não. Agora, eu não posso dizer. Eu faria qualquer coisa para não ver quaisquer outras fotos em minha vida. Não considero que seja bom submergir nelas. Você pode dizer que um pouco de inspiração é bom, mas existem limites. No começo, quando eu estava totalmente alienado em relação àquilo que os outros faziam, era maravilhoso. Eu apenas fazia aquilo que desejava, desenhando no objeto ou pessoa no qual estava interessado. Agora eu sei algo sobre o trabalho de outras pessoas e estou começando a ser influenciado por isso. Por exemplo, eu parei de fazer determinadas coisas porque as pessoas começaram a tentar fazer o mesmo que eu realizava. Meu campo de trabalho é limitado nesse aspecto. Eu não estou interessado em repetições, minhas ou de quaisquer outros. O melhor conselho que eu dou é o de não aceitar conselhos. Eu não sou necessariamente atraído pela fotografia, gosto apenas de umas poucas pinturas. Quando eu era criança visitei a Tate Gallery em Londres e fiquei bastante entediado, cercado por fotografias que todos consideravam maravilhosas. Mas em determinado momento eu fui conquistado por uma única pintura, "Metamorphosis of Narcissus" de Salvador Dali. Eu fiquei a observando por horas e no final fui expulso, porque o museu estava fechando. Mas as outras imagens pareciam vazias para mim, é duro, mas é a verdade. Desde então procurei não procurar por coisas interessantes. Prefiro achá-las de forma inusitava, onde eu não esperava que elas tivessem.
Informações adicionais:
Site Oficial do artista Andrzej Dragan
Para conversar com o jornalista Lúcio Carvalho: (e-mail) (twitter)
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
* Projeto de Pesquisa de autoria do jornalista e publicitário Lúcio Flávio Teixeira de Carvalho, realizado em 2010, apresentado ao curso de pós-graduação em Gestão Estratégica de Imagem do IEC PUC-Minas, em Arcos.