Qualquer verdade

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e de repente me pego ali amando aquele homem com uma presença tão gigante que me irrita. me emociona. não que eu seja sua como pensei que fosse de outros. mas o saber minha tão atravessado de você.

os dias passam cinza. me pergunto se algum de nós for embora por aquela porta. eu resisto. sei que se preciso faço tudo de novo, mas não quero. é da nossa rotina que gosto mais, cada vez que nos afasto um pouco dela.

nessa valsa de pernas trocadas acredito que você me deseja tanto quanto cabe nesse planeta. se mentira, que eu não me arrependa de ter vivido intensamente enquanto revestida de qualquer coisa, chamada verdade. 

 

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Sobre este post

Esta página apresenta um post escrito por Alitê publicado em agosto 25, 2009 3:42 PM.

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Aquilo que em mim não para o o próximo post.

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