tanta angústia...e tudo é medo de morrer. ou de não morrer. mas essa maravilha de finitude fritando o desespero do controle. quanto mais perto do fim do ano, mais vontade de determinar o que vem. e em 2009 não sei nada, nem certeza do que quero. santa terezinha ainda não ouviu minhas preces. e o abismo me carrega no colo, acariciando as sombracelhas, em surto. tão difícil ficar calada. mas ainda diante de insegurança e pré-conceito. segurar a língua e guardar as emoções. não dá pra transbordar o tempo todo. to tendo aprendizado de represa... e tenho que guardar essa água pra fazer chuva em outra estação. vontade de que a vida me dê um presente e me mova desse lugar, já que adaptarme aqui é treinamento budista para jedi experiente. ando pisando em ovos. não tô triste. só tenho um pouco de angústia e um medo da não finitude.
Juntas.