agosto 9, 2006
Parabéns para nós
Graças ao MovableType, a ferramenta de postagem utilizada aqui no condomínio Verbeat, descobri que este é o post número 500 de É por aqui que vai pra lá?. É uma conquista fantástica. Um pequeno passo para um homem, mas um grande passo para a humanidade.
Isso quer dizer que. Bom, não quer dizer nada, mas isso não diminui importância colossal do fato.
E já andam dizendo por aí que o blog tem 500 posts, mas só aparenta ter 450. Muita gentileza sua, queridos.
Isso me lembra que eu preciso comemorar marcas expressivas com fotos de biscoitudas.
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Para o jogo desta noite vale a observação feita na semana retrasada em relação ao Chivas: o Inter me mete medo. Mas não existe melhor sensação que a de medo tornada em júbilo.
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Assisti esses dias a Liga Extraordinária. A única chance de alguém haver-se divertido com isso é conhecer as dúzias de referências ao universo fim de século XIX. O inventivo Allan Moore, autor de Batman - A piada mortal, e Watchmen (que já foi objeto de comentário por aqui) assina esse roteiro que não deixa de ser criativo. Junta num mesmo grupo Allan Quatermain, Dr. Hyde, Capitão Nemo, Dorian Grey e figuras que eu nunca vi, como um homem invisível chamado Skipper, uma vampira (aparentemente uma ex-ajudante de Van Helsing) e um atirador norte-americano chamado Sawyer (Tom Sawyer?).
Dorian Grey, do fabuloso "O retrato de Dorian Grey", de Oscar Wilde, aqui é feito vilão e tem poderes que vão além de simplesmente não envelhecer. Ele se junta a um certo Sr. M., que ao final é desmascarado como o vilão número 1 das histórias de Sherlock Holmes, James Moriarty.
Dr. Jekkyl, por sua vez, é capturado em Paris. Quattermain (Sean Connery) explica que "ele tem barbarizado a Rua Morgue", uma referência aos Crimes da Rua Morgue, de Edgar Allan Poe, conto tido como um dos embriões da literatura policial, só que no original o verdadeiro personagem por trás dos tais crimes era um gorila.
Essa eu peguei, mas outras oitocentas referências devem ter passado batido. Bem, apesar de não ser um bom filme, só pelo inusitado da premissa inicial e por essas poucas sacadas capturadas, a coisa não foi de todo descartável.
Posted by marcol at agosto 9, 2006 4:03 PM
Comments
Não sei se é por aqui que vai pra lá...não posso responder portanto. Mas posso lhe garantir que foi por ali que cheguei até aqui...ufa!!
foi uma volta e tanto...mas cheguei!!
=))
che bello!!
Posted by: Bia at agosto 13, 2006 12:20 AM
Marcão, achei teu blog através do Ratapulgo. E adorei. Muito bom. Aproveito e te convido a dar uma passadinha lá no meu. Abração!
Posted by: marconi leal at agosto 9, 2006 8:16 PM
Marco, sabe o motorista do carrão branco do capitão Nemo? Ele se apresenta assim: "Chame-me de Ismael", que vem a ser a primeira fala de Moby Dick.
Carrão branco e baleia branca? Hum...
Posted by: Hemeterio at agosto 9, 2006 4:41 PM