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maio 5, 2005

Enquanto isso, naquele almoço de

Enquanto isso, naquele almoço de negócios

A conversa transcorria bem tranqüila. Adaílton dizia, ajeitando o guardanapo sobre o colo:

- Pois é, Florêncio, o projeto não andou um pouco por culpa minha. Eu deixei a coisa em banho maria e...

Poft. Florêncio tascou-lhe um murro no meio do queixo. O corpo de Adaílton projetado para trás derrubou a cadeira do cara que estava na outra mesa, um garçom e dois copos com Coca-cola light.

- Se o que é importante pra mim não é importante pra você - disse Florêncio com insuspeitada ira - coisas que para você são importantes, como seu rosto, não são para mim.

Todos fizeram "oh".

Posted by marcol at maio 5, 2005 1:58 PM

Comments

Nora tem razão, tá faltando ler a história toda, pôr os posts em dia. Mas eu chego lá, cê vai ver. Beijo.

Posted by: adelaide at maio 7, 2005 2:50 PM

Só lamento que as Coca-colas light não tenham merecido um fim mais digno.

Posted by: Sergio at maio 7, 2005 1:43 PM

Marco, sempre que venho me arrependo de não vir sempre. Cada post uma delícia de ler e ainda tenho que ler a história de macondo toda, que ainda não fiz! Oh dor!

Posted by: nora borges at maio 6, 2005 7:04 PM

Tão emocionante cena faz-me lembrar, embevecida, de Persela.

Oh, que triste fim o dela, de não ter fim (lágrimas rolam em minhas rubras faces).

Posted by: Carol at maio 6, 2005 4:37 PM

O cara é um blasézinho básico, não? Gostei.

Posted by: Milton Ribeiro at maio 5, 2005 8:50 PM

E eu também:

- Ohhh!!

Um grande abraço!!

Posted by: Denilson at maio 5, 2005 6:16 PM

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