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fevereiro 2, 2004
Noite macabra na Transilvânia II
Noite macabra na Transilvânia II
Um relâmpago estrepitoso iluminou a face macilenta e magérrima de Dom Quixote, cujos olhos ferviam num estranho brilho.
- Permitai-me proferir um breve solilóquio a respeito da flor da maternidade, da mais elevada das que um dia vestiram o sacrosanto manto da diáfana e sublimante carreira de ser mãe: minha progenitora, aquela cujo calor e...
- Não, Raskolhnikov, espere sua vez - disse Mr. Magoo. E, apontando para Quasímodo, disse: Poirot, é sua vez.
Poirot confiou os bigodes, pigarregou e então disse com argúcia:
- Minha mãe foi uma velha doentia chamada Agatha Christie!
- Oh! fizeram todos.
- Uma velha? perguntou Raskolhnikov - Teria ela, porventura, uma... casa de penhores?
Antes que Poirot respondesse a porta se abriu violentamente e ouviu-se uma voz funesta, cujo timbre seria capaz de fazer erregelar os ossos de uma borboleta.
- Eu sou o fantasma dos natais futuros!
- Eu sei quem você é - esbravejou Mr. Magoo - (se bem que você está hoje mais parecido com o Freddy Kruegger! Esse negócio de ficar assombrando velhinhos está fazendo mal à sua pele!). Mas espere sua vez, não vê que estou numa sessão aqui?
O fantasma fechou a porta resmungando e um barulho de correntes se ouviu lá fora. Quasímodo falou:
- Meu negócio é badalar. Eu gosto dum agito, entendem?
Era uma piada, mas só Dorothy riu, lembrando-se de uma balada que rolou em Oz, quando o Homem de Lata tentou ficar com ela.
continua (?)
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Posted by marcol at fevereiro 2, 2004 6:22 PM