Cultcoolfreak


São Paulo - Brasil

Assine o feed

Ou digite aqui seu e-mail para receber as atualizações do Blog:

Fale conosco


Este Blog faz parte do projeto

Últimos posts

Roberto Conde Guerra
Senhas pra todo mundo da lojinha
São Paulo pra quem?
Final de um domingo em 1981
Lula diz: é preciso ser macho para ser gay
Governo amuado com a greve da policia civil
Ensaio sobre a cegueira
Transporte alternativo para São Paulo
Coming Soon
Los Hermanos garantistas

Arquivo

outubro 2008
setembro 2008
agosto 2008
julho 2008
junho 2008

Arquivos mais antigos.

Recomendações

Desumano
Olivia Maia

Operação P2
Olivia Maia

Meias vermelhas & histórias inteiras
Marcos Donizetti

Os melhores (e alguns dos piores) textos de Branco Leone
Branco Leone

« Declaração de bens do servidor público | Principal | O Judiciário sensato »

08jan2008

O policial das Camélias

Roger Caillois, citado por Fereydoun Hoveyda, em Historia de La novela policiaca:

“Aqui también la novela policiaca refleja con exactitude y fidelidad las actitudes del individuo frente a la sociedade... La novela policiaca deja de ser un juego cerebral, sin lazo alguno con la realidad concreta y vuelve a ser una novela, o sea, un espejo en el que se reflejan las reacciones del hombre en el seno de la colectividad en la que se inserta su existencia...Y el motivo de que el relato sea policiaco solo estriba em que, em el mundo, existe uma policía”.

Comentários

Olha, adoro seus artigos, mas confesso que eu não entendi muita coisa desse ai não, dá para traduzir? rsrs


Beijos


Carol

Eu tambem nao.. rs

O que dirão deste então:

"So if the detective is the writer, his fictional creation is the murder victim. And in fact, there is a sense in the book that as Martin Beck becomes more preoccupied with the character he and his team create - that of Roseanna, the murdered woman - the distance grows between him and the real, living woman who is his wife. She pulls him back to the world of his family - the real rather than the imagined world - and he resents her for it. It's a phenomenon that has been noted in the lives of many artists, including writers. The detective rejects the living and chooses the dead, while the writer chooses the fictional, those who have never lived. The obsessiveness of the detective is akin to the obsessiveness of the writer."

em: http://blogs.guardian.co.uk/books/2008/01/the_writer_as_detective_my_inv.html

Sorry, I forget, it´s "translate" our "complicate"?

My comment:
Olha, adoro seus artigos, mas confesso que eu não entendi muita coisa desse ai não, dá para "traduzir"?

Ok, I remember now!
I say: "Dá para traduzir?"
It´s translate...


Thank´s Frank

Escreva seu comentário

As opinões manifestadas nos comentários são de responsabilidade de seus autores. Sua mensagem pode demorar alguns minutos para ir ao ar



*Obrigatórios

Digite o código:


Type the characters you see in the picture above.