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fevereiro 2, 2006

Estalo

Nós dois nus na cama do motel. Depois dos obrigatórios beijos e carinhos iniciais, Marcos esperava que eu descesse para chupar o seu pau, como eu sempre fazia. Aí eu olhei para a minha echarpe jogada sobre a poltrona e, de estalo, tive uma idéia para mudar a nossa comportada rotina sexual. Levantei-me da cama e peguei a echarpe:

- Eu vou vendar os seus olhos e você vai ficar paradinho, e aceitar tudo o que eu fizer com você.

Marcos pareceu surpreso, mas nem protestou ou fez perguntas. Riu e, sentado nu, na beira da cama, deixou que eu o vendasse. Peguei-o pela mão e fiz com que ele ficasse de pé. Procurei acariciá-lo e lambê-lo em locais inesperados, em todas as partes do corpo, deixando-o extremamente excitado com a antecipação do que viria depois, e com sua posição de total vulnerabilidade. Fiz carinhos no seu saco, e depois, me enfiando por entre as pernas dele, lambi o seu períneo, fazendo-o gemer de tesão. Voltei passando a língua pelo saco e comecei a chupar seu pau bem do jeito que ele gostava. De repente, enquanto eu o chupava, me dei conta que eu tinha um enorme ressentimento, raiva, por ele não estar mais me valorizando; parecia não estar mais apaixonado e quem sabe até pensando em terminar comigo. Parei de chupá-lo e me ergui. Dei-lhe um tapa na cara com força.

Por alguns segundos, fiquei assustada com minha própria crueldade, e com medo da reação dele. Marcos, com o rosto vermelho, continuava parado, esperando minhas instruções. Não estava sorrindo, mas seu pau continuava duro. Cheguei mais perto e lhe tirei a venda dos olhos.

- Agora você é que vai fazer o que quiser comigo – eu disse, encostando de leve a minha boca na dele.

Não sei dizer se o que eu vi no olhar dele foi um imenso amor ou desejo animal. Por um momento ficamos parados, enquanto ele pensava o que iria fazer comigo. Então Marcos me fez deitar na cama, pegou a echarpe e amarrou os meus pulsos. Meu coração batia rápido com excitação e um pouco de medo. Ele nunca tinha feito nada para me machucar, mas a gente tinha ultrapassado um limite, a partir daquilo eu não sabia mais o que esperar. Então ele disse:

- Bia, eu não tenho coragem de te bater.
- Mas você está querendo.
- É, acho que eu quero.
- Então bate, não precisa ser com força.

Marcos me deu um tapa na cara e ainda me chamou de “putinha”. Depois, beijou-me na boca com força, e então foi descendo e chupando um seio de cada vez, desceu a língua por toda a minha barriga até chegar na minha buceta, que latejava de tesão. Ele agarrou minhas coxas com força enquanto começava a me chupar, enfiando a lingua, sugando os grandes lábios, e demorando-se no clitóris. Gozei deliciosamente. Ele então ele chegou mais perto e enfiou o pau em mim de uma vez só.

- Vagabunda – gritou, enquanto dava estocadas fundas, num ritmo cada vez mais rápido, e dando uns tapas no meu quadril. Eu não sabia bem se achava aquilo sexy ou cômico. Mas gostei de vê-lo se soltando daquela maneira, tomado de desejo, isso me dava tesão também. Continuou enfiando rápido e forte, e me deu mais uns tapas no rosto. Depois ele se concentrou apenas na penetração. Gozei gritando. Então ele pediu para comer o meu cu. A gente nunca tinha feito isso, eu tinha muito medo, mas naquele dia eu estava disposta a qualquer coisa. E deixei, mesmo amarrada, indefesa, sem poder afastá-lo com as mãos caso doesse muito. Comigo ainda deitada de frente pra ele, Marcos segurou minhas pernas por trás dos joelhos e ergueu um pouco mais o meu bumbum, e foi colocando o pau bem devagarzinho. Era uma sensação esquisita, doeu um pouco e deu aflição, mas não foi tão ruim quanto eu pensava. E ele gozou bem rápido.

Depois ele saiu de dentro de mim e me beijou com ternura.

- Desculpa se eu te xinguei. Desculpa eu ter te batido. Desculpa se o teu bumbum tá doendo. Eu não te acho nada vagabunda, você é a mulher da minha vida.

Fiquei com os olhos cheios d’água. Mas disfarcei.

- Tudo bem, Marcos. A culpa foi minha, eu que bati primeiro. Desculpa se você não gostou…
- Claro que eu gostei, eu nunca vou me esquecer dessa noite.
- Você ama a sua putinha?
- Amo, sou apaixonado por ela.

Posted by acetinada at fevereiro 2, 2006 2:39 PM

Comments

Puxa Pele, o Marcos sabe das coisas hein ? Nada como uns tapinhas (eu prefiro na bunda:-) e umas palavrinhas calientes assim !

Posted by: Comentadora assidua at fevereiro 2, 2006 3:38 PM

Comentadora, eu acho que o tapa só cai bem se for com alguém de EXTREMA confiança, dentro de uma relação de amor. E tem mais, não pode virar rotina nas trepadas seguintes, porque senão enche o saco e se torna ridículo. É para fazer só uma vez ou outra e olhe lá!

Posted by: Pele at fevereiro 2, 2006 3:53 PM

Tapa eu to fora... mas é sempro muito gostoso fazer coisas diferentes com a pessoa de sempre...

Parabéns pelo blog... tenho lido e gostado...

Posted by: Marcos at fevereiro 2, 2006 4:20 PM

Exato, senao é como tomar champagne, é bom de vez em quando e com a pessoa certa :-)

Posted by: Comentadora at fevereiro 2, 2006 4:38 PM

Champagne e vinho... só bem acompanhado... e a champagne nem precisa ser tomada no copo... bem geladinha ela pode ser apreciada em outros locais... rsss

Posted by: Marcos at fevereiro 2, 2006 6:20 PM

AAAAAAAAAAAAAA eu adoro uns patas, socos, porrada mesmo! hehehe!

Posted by: Tyler at fevereiro 2, 2006 6:22 PM

Marcos, gostei da sugestão da champagne gelada em "outros locais". Nunca tinha pensado nisso, acrescentarei ao meu repertório, ou provavelmente em um futuro post.

Posted by: Pele at fevereiro 2, 2006 6:25 PM

Pele, adorei o post e tudo mais. Sou muito timida, mas fiquei curiosa pra saber como era o jeito que ele gostava que a Bia chupasse o seu pau. Um beijo.

Posted by: Princesinha timida at fevereiro 2, 2006 10:25 PM

Princesinha, esse é o tipo de coisa que eu não sei explicar com palavras, só na prática.

Posted by: Pele at fevereiro 3, 2006 12:12 AM

Ah ha ah! Pele Acetinada você está maravilhosa. Vai acabar dando consultoria.

Posted by: anna at fevereiro 3, 2006 8:12 AM

Além da champagne gelada, vc pode usar morangos ou cerejas como acompanhamento... é bem divertido e não agride como o “tapa”... rssss

Posted by: Marcos at fevereiro 3, 2006 11:30 AM

Muito bom, Pele. Seus textos continuam me dando aquele calor!
Não curto tapas nem xingamentos. Não é por puritanismo, apenas não me excitam. Já os olhos vendados...ah, que poder!
Marcos, ótima idéia.

Posted by: Viva at fevereiro 3, 2006 12:56 PM

Mas lembrem-se de deixar próximo um baldinho com gelo... pois o champagne não pode esquentar... só o champagne não pode esquentar, ok...

Champagne quente é horrível... erghhh

Posted by: Marcos at fevereiro 3, 2006 4:25 PM

Eu, particularmente adoro esbofeteação hauahaha

Adoro bater e apanhar e ser vastamente xingada

Eu SOU a Bia..ahahha

Posted by: Gabi at fevereiro 7, 2006 5:48 PM

"comentadora assidua" Ahahah, olha que isso aqui ta virando vicio. Eu tenho lido sempre, apesar de nao ser todos os dias. Gostei muito daquele texto da menina com os dois irmaos. Ai, que calor!

Posted by: Laurinha at fevereiro 7, 2006 6:42 PM

Gabi, e eu FUI a Bia, ha ha ha!

Posted by: Pele at fevereiro 7, 2006 6:59 PM

bela valorizada

Posted by: gugala at fevereiro 10, 2006 11:03 AM