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01.06.07
back to new crixas
se caio do cavalo
é por tentar domá-lo sempre
ainda que volte para casa
como quem conserta uma tevê molhada
de mijo num primeiro de janeiro
as almofadas da sala me repreendendo
com os olhares pensos dos botões
nas barrigas de seus encostos
carneiro rosnando feito lobo
rebolando na praça depois de uns drinks
rosnando sua culpa pelo tombo molhado
do mijo de um peão sem montaria
ooOoOoo
poema publicado na coluna da semana passada na outracoisa. nesta semana, leme e madalenas, conto antigo que reescrevi dia desses.
Posted by cacoishak at 01.06.07 18:45