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25.01.07
the last poem
são paulo não se esquece de seus pesadelos em meta-linguagem. nunca. e a sangria segue empacando a mula. como se nada acontecesse em preto e branco e legendas amareladas.
tudo ainda muito novo. de novo. porque eu também vario com um mas na frente.
(trabalha isso, porra).
Posted by cacoishak at 25.01.07 11:59