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31.08.06

no lançamento, ontem


by zena gorayeb

e é só o começo...

Posted by cacoishak at 20:47

30.08.06

matéria n´o liberal

rafael guedes escreveu sobre o má reputação no jornal o liberal desta quarta. o celular do meu pai não parou de tocar. todos parabenizando o velho pelo lançamento do livro dele. acontece. belém, belém. pequena demais pra dois ishak´s. abaixo, o texto na íntegra:

Lançamento - O volume traz peças ora angustiantes, ora com humor, e sempre desconcertantes

Escritos ao longo de sete anos 'dos mais penosos e enfadonhos' e entulhados em blogs, sites e arquivos pessoais, os 51 poemas de 'Dos versos fandangos ou a má reputação de um estulto em polvorosa', de Ricardo Ishak, vêm a público hoje, a partir das 20 horas, no Café Imaginário, em Belém. Editada pela carioca 7Letras, a publicação marca a estréia de Ishak no mercado editorial, com uma tiragem inicial modesta, 500 exemplares, e projeto gráfico ilustrado por Leonardo Menescal. Alguns dos textos já haviam sido publicados em seu blog, ¡c¡ao!¡cret¡n¡! (www.verbeat.org/blogs/cacoishak), e em vários outros meios virtuais e não-virtuais, como o portal Overmundo, as revistas Outracoisa - editada por Lobão - e Bala e no site Rock Press, mas, segundo o autor, foram em parte modificados para o livro.

O angustiante, o chulo e o humor algo refinado - e por vezes obscuro - são patentes sob uma rápida olhadela. Embora sem escrúpulos de consciência, o autor emerge limpo da escatologia e nos faz pensar, afinal, sobre a subjetividade dos critérios da qualidade literária (veja box). Tom Zé, afinal, mártir da transgressão oral, foi mais além. Segundo Ishak, os poemas, por terem sido escritos em um intervalo de tempo longo, divergem em estilo. 'A maioria é recente, foi escrita de dois anos para cá. O primeiro eu escrevi aos 18. Acaba que ficou uma coisa meio solta. Tentei distribuí-los no livro de forma que desse uma concisão, mas são vários estilos.' Os textos foram propostos apenas para a Editora 7Letras, que acabou por convidá-lo a publicar os textos sem necessidade de que fosse enviado material impresso.

A inquietude do trabalho é reforçada pelas ilustrações de Menescal, garatujos de cartuns a refletir a viagem do autor. 'Sempre gostei da angústia do Leonardo. Ele é um menino angustiado. Apesar de sua aura de bom moço, é um cara bem deslocado. Passou dois dias acordado, cheio de trabalho pra fazer. E eu acho que o Léo nunca fez nada melhor do que o que acabou indo para o livro. Na verdade, é a única coisa de qualidade nesse livro.'

O sarcasmo, embora constante, não é o único traço na poética perturbadora e pouco acessível de Ishak, que confessa, ele mesmo, não entender vez por outra o que escreve. Nas palavras de Paulo Scott, escritor gaúcho que assina a orelha de 'Dos versos fandangos...', este é um um livro 'que alicerça uma única história, sugerindo a desistência para, traiçoeiramente, afirmar a paixão pela vida, apesar de reconhecer como verdadeiro par da existência a fatalidade'. E emenda: 'Não se engane com a simplicidade ou o falso-juvenil de algumas passagens. Há uma concisão propositalmente dispensada, um mergulho sem ar, quase sem luz, em busca da beleza e de um sentido que diminua o desconforto da rotina, a resignação pessoal diante do cômodo e dos mitos'.

Ricardo Ishak tem 25 anos, nasceu em Goiânia e vive há 20 anos em Belém (Texto: Rafel Guedes)

SERVIÇO

Lançamento do livro 'Dos versos fandangos ou a má reputação de um estulto em polvorosa', de Ricardo Ishak (Editora 7Letras). Hoje, às 20 horas, no Café Imaginário (QUINTINO, 1086). Os exemplares serão vendidos a R$ 20.

aproveito pra agradecer ao amigo elielton amador, good ol´ nicolau, pela nota no diário sobre o lançamento do livro do caco.

Posted by cacoishak at 13:58

o liberal


considerações: ricardo ishak é meu pai. porra.

Posted by cacoishak at 11:50

diário do pará

Posted by cacoishak at 2:52

29.08.06

e eu que pensei que fosse me encontrar nas piores do ramo...

acabou chorare.

quer seu exemplar do má reputação?

é só passar na livraria cultura e comprar.

Posted by cacoishak at 10:17

se rasgum no rock

Esse é o primeiro festival e é claro que a idéia é que se torne um evento anual, sempre com bandas de rock 'n' roll. Acho que nós somos as pessoas que podem colocar um festival nesse perfil no calendário anual. A música boa vai imperar, mas não necessariamente bandas independentes. Queremos bandas boas que se encaixem no anseio do público de rock de Belém e que, possivelmente, não viriam para festivais maiores com bandas pop estouradas em FMs.

marcelo damaso, em entrevista pra rockpress sobre o se rasgum no rock, primeiro festival de rock independente do pará.

Posted by cacoishak at 1:00

25.08.06

daí me perguntam, por que no imaginário?

em belém. do pará. da fafá. e do chimbinha.

faça o favor de espalhar a mensagem, ok? é só salvar o convite acima e repassar pra geral.

não espero ninguém mesmo. portanto, não vá.

esse fim-de-semana será só correria. mas logo volto com as histórias sobre a flip desse ano e sobre os prés em paraty e no rio. valem.

sim. como não poderia deixar de ser, o convite tem design de zena gorayeb. encantado, baby.

Posted by cacoishak at 15:26

24.08.06

das coisas que as mães falam pelas costas

conversa com malu. nofx no play.

- aê, filha, isso é rock!
- oqueingggroouuuu!!!!
- ...

Posted by cacoishak at 16:58

23.08.06

a gosto da vinil laranja

- E então, como vai ser?

Não ficaria surpreso fosse diferente. Tinha mudado. Reuniões já não eram suficientes pra animar o pagode e botar o carro ladeira acima. Tinha de mudar. Nessa hora, entra o som de um disco arranhando. Estoura uma voz no microfone. Pára essa porra. Que porra é essa?

- Acho que os Delinqüentes já tão tocando.

Mormaço remains. Dessa vez, como em todo sábado do agosto corrente, nas mãos de Bernie Walbenny, da Roquenroubeibe. A Gosto Do Rock, o garoto tem se aperfeiçoado na arte de fazer um bom trocadilho.

Três bandas e um DJ convidado por festa. Já haviam subido, nos fins-de-semana anteriores, Aeroplano e Álibi de Orfeu e Evil, mais Sidney Filho, AmpToy e Telesonic e Johny Rockstar, mais Nico Bates (no sábado de encerramento, 26, tocam Turbo, Stigma e Jolly Joker).

Era a vez de Jayme Catarro e sua trupe fecharem a noite, após a amapaense Stereovitrola tocar pela primeira vez em Belém. Mas antes… ah, antes. Boas-vindas dadas aos presentes e os meninos da Vinil Laranja sobem ao palco. Até aí, tudo bem. Até aí, nem eu tinha visto nada.

- Primo pela pontualidade, confessa Walbenny, todo nenenzinho-da-mãe-orgulhosa-pra-caralho-do-nenenzinho-da-mamãe.

É, mas eu não, penso todo escrotinho-cá-com-meus-botões. Mas isso também foi antes. Não. Foi depois. Depois do choque. Depois da catarse. Depois de nunca mais ter visto coisa semelhante pelas plagas das mangueiras desde a molecada doida da peça Paixão Barata & Madalenas e sua correria formiga-na-bunda ao deus-dará e como de Deus veio.

Pisamos na palafita, eu e a produtora Zena Gorayeb – skatista nas horas vagas – e demos de cara com o capeta. Eu dei. Zena ficou encabulada e de costas viradas pro pão. E dava até pra rir dele. Pena que só por três músicas – e olha que o repertório dos moleques é bom. São dez faixas túneis-do-tempo na demo de estréia, homônima, distribuída pelo selo Na Records. Ganhei, porra, no fim de tudo. Tem lá suas vantagens essa coisa de escrever.

Findo o show, nada mais a se fazer até que o próximo começasse. A bottle, will ya.

- Vamos sentar com o Sandro-K. Bom que ele não bebe.

Então, vamos. Boa gente pra caralho, o Sandro-K. Sim, ele mesmo, da Baby Loyds. Sim, essa mesma, produzida pela Zena. E nos sentamos com o punk. Straight-edge já há algum tempo, que fique claro. E, agora, empresário que é no ramo varejista, também pai dos emos da cidade. Não demorou pra que eles começassem a aparecer em nossa volta. Aos montes. Pela segunda vez na noite, o capeta dava as caras. Como diria Walbenny, "isso é roquenroubeibe!". E eu me vi em apuros. Cadê a Zena nessas horas?, vocês se perguntam. Nem eu sabia.

Ligo pro Cunhado Godinho, em busca de ajuda. Tentativa frustrada.

- Cara, e como são as meninas que estão com eles?

- Como são? São emas, porra!

Quando Bruno Folha, baixista da Vinil, provavelmente atraído pelo cheiro de enxofre, junta-se ao camarim do fashion week – têm bons corações, coitados. Sandro-K que o diga. Sigamos o exemplo do velho X.

- Cadê o peladão? Quero falar com ele. Com vocês.

E me aparece Andro Felipe. Tudo bem que tinha pau pequeno. Mas era pintoso, o sujeito. Deu até pra esquecer dos emos.

- Não ficaria surpreso em descobrir que vocês se conheceram numa fila de banheiro e resolveram começar a banda. Mas também acho isso pouco provável. Então, conta aí como foi.

- Bem, eu conheci o Folha (baixista-cueca) na oitava série e ficamos amigos depois dele abdicar do rap e começar a escutar Beatles. O Saul (Smith, guitarra-condicionador-de-cabelo) conheci quando fazíamos teatro juntos. Aí, ele dizia: "pô cara, bora formar uma banda?". Bem... deu no que deu, certo? Ficamos quase um ano sem batera, só tocando nas violas, quando a ex-namorada do Saul falou: "ah, eu tenho um irmão que toca bateria". Quase a gente bate nela por ter ocultado isso por tanto tempo. Então, o Douglas (Brasil, bateria-frita) veio de New York (Baião) pra tocar na "Putrefação da Carnificina de Jesus", antigo nome da banda. E hoje somos a Vinil Laranja.

- O som de vocês lembra em muito os das primeiras bandas independentes americanas que rolavam nas rádios universitárias. Vocês cresceram ouvindo o quê em CD? E depois, quando redescobriram o vinil?

- Cara, ouvimos varias coisas... vou citar uma pequena lista: Queens of the Stone Age (Intromissão do Jornalista: nas mãos de criança, dá nisso), Foo Fighters, Nirvana, Beatles, The Cure, Blink 182, Frank Sinatra, Strokes, Johny Rock Star, U2 e muitas outras coisas... (I. do J.: tá explicado?) hum, hum... Arcade Fire é muito legal também.

- E por que as letras são em inglês? Vocês pensam em compor na língua pátria ou foda-se a língua pátria? Aliás, por que diabos o nome é em português? E qual foi a liga com esse vinil laranja?

- Bem... as letras são em inglês simplesmente por fluir melhor pra gente dessa forma. Não digo foda-se a nossa língua, mas por enquanto estamos em uma linha e não queremos quebrar (vamos compor em francês e alemão em breve). O nome surgiu por causa de tapiocas com manteiga e suco de laranja, pô, é óbvio. Sem esquecer do filme De Volta Para o Futuro e Laranja Mecânica.

- Difícil fazer isso em Belém, né? Rock alternativo. E em inglês... o exterior é o caminho, a começar pelas Guianas?

- Caraca, nós pensamos e sonhamos muito em sair pra mostrar nosso trabalho fora do nosso território. Acreditamos, às vezes, que poderia ser até mais fácil fora. Belém tem ótimas bandas, só que com muitas dificuldades (essas que só são superadas quando se sobe num palco, pois vale a pena). Esperamos ajuda de fora e oportunidades para crescermos cada vez mais. Nós apenas queremos fazer rock'n'roll pra sempre.

- Ter pau pequeno influenciou na decisão de começar uma banda? By the way... que porra foi aquela no Mormaço? Calor (frio?!) ou rock? E não vem me dizer que tamanho não faz diferença...

- O Mormaço foi um show muito legal, realizei um sonho antigo. Essas coisas acontecem na Vinil (realizar sonhos). Gostamos de nos acariciar e eu sou a favor do nudismo. Estamos apenas vivendo essa vida, sabe? Queremos jogar o dado de marfim pra quebrar e não pra ganhar. Coisas acontecem no palco. MUITAS COISAS. Como se diz: "quando nada faz sentido, vire minha noiva e faça amor comigo". O Saul (The Lion) sempre me pega com essa frase. E, hey... meu pau não é pequeno (7cm). É normal.

- Sim, sim. Não foi a primeira vez que vocês deram um puta show no palco. A performance conta muito nas apresentações de vocês. Fosse na cama, seria auto-explanatório. Mas, porra, a música de vocês é massa mesmo, tem grandeza. Por que disso, então?

- Não escolhemos quando vamos fazer coisas belas (loucuras para leigos), ensaiamos e tentamos compor dando o máximo do nosso potencial, SEMPRE. somos super amigos e isso ajuda muito em tudo, queremos tocar e tocar. Acho que fazemos por diversão e auto-satisfação e homo-auto-satisfação.

- Qual vai ser daqui pra frente? Vocês já têm uma demo... e agora, pensam no quê?

- Lançamos uma demo no início desse ano e, ano que vem, vamos juntar as coisas pra começarmos a gravar o CD novo, talvez no inicio de 2008 ou final de
2007. E vamos botar pra quebrar, oh yeah.

Time to go to bed. Não sem antes beber um pouco mais, curtir com quem tinha de ser curtido numa magistral auto-curtição e dormir ao volante pra acordar com a buzina na testa do dia seguinte.


ooOoOoo


Links da Vinil Laranja:

http://br.geocities.com/vinil_laranja
http://www.fotolog.com/vinil_laranja


ooOoOoo


originalmente publicado em rockpress.

Posted by cacoishak at 2:45

22.08.06

orelha do scott

Aqui, leitor, um livro que alicerça uma única história, sugerindo a desistência para, traiçoeiramente, afirmar a paixão pela vida, apesar de reconhecer como verdadeiro par da existência a fatalidade. Aqui, há palavras febris programando um niilismo-barroco e, portanto, o paradoxo: trajetos na madrugada, minados de incerteza.

Não se engane com a simplicidade ou o falso-juvenil de algumas passagens. Há uma concisão propositalmente dispensada, um mergulho sem ar, quase sem luz, em busca da beleza e de um sentido que diminua o desconforto da rotina, a resignação pessoal diante do cômodo e dos mitos.

É isso, um livro que se propõe à extinção do mito da resignação. Quem conhece o Caco Ishak sabe muito bem do que estou falando. Nesse autor, uma singularidade: o abandono como ponta de sonho, como o necessário em meio ao caos para que possamos lembrar que no fundo, no fundo, ainda somos humanos.

Paulo Scott

Posted by cacoishak at 13:58

21.08.06

- amigo, tem lugar pra estacionar aí dentro?

- tá vendo aquele careca parado bem ali? - olha pra mim - opa... desculpe, sim?
- tu não me chamou de viado, chamou?

ooOoOoo

fuma aí, desgraça. aproveita e joga esse chiclé fora. cola na bundinha e manda ver. é cinzeiro aquilo? nem era. tem papel. e brasa. putasquerachamlamadreciática. tu jogou o cigarro no cesto de lixo? e pegou fogo? nem pegou. o chiclé fez peso e acabou grudando num copo de plástico. nem pro resbolar eu sirvo. então, sobe. desgraça.

ooOoOoo

- vai uma ponta?
- não, não. mas precisa mesmo da maquiagem?
- nem aparece, bobo.

ooOoOoo

- tá no ar, porra!

Posted by cacoishak at 14:19

18.08.06

encontro marcado

logo mais, às duas da tarde, na cultura. pra valer.

devo me atrasar, como de costume.

Posted by cacoishak at 2:27

17.08.06

coelhadas

só pra constar. programaço de sexta-feira pra quem é do pará, valendo pipoca e aspirinas. tá confirmado o vexame do cretino. ao vivo mesmo. falta averiguar o horário certo, mas deve ser lá pelas três da tarde. no sem censura, da tv cultura. haja balalaika.

ooOoOoo

lançamento em belém. dia trinta e um de agosto? primeiro de setembro? café imaginário ou com arte? pendências. certeza: putaria na certa.

ooOoOoo

amanhã, devo começar a criar coragem pra escrever meu relatório personalíssimo sobre a flip dois mil e seis. especialmente pra bala. também devo voltar a atualizar, ainda essa semana, a rock com jambu, na rockpress. mui provável que seja entrevista/matéria com marcelo damaso, da dançum se rasgum, sobre o festival da rapeize – o primeiro de rock independente do norte.

ooOoOoo

bom... o que mais? tem mais? será?

Posted by cacoishak at 10:30

12.08.06

delfin mandou avisar

daqui a pouco, às dezoito horas, na praça da matriz, quem perder o que há de mais off na off-flip desta véspera de fim de festa, é mulherzinha de shortinho no leblon. tem de ser macho com agá maiúsculo pra peitar assim so softly a coletiva da lilian ross, que começa apenas meia hora depois da algazarra formada pela trupe da paradoxo editorial – serpentinas, pick-ups, lua e gabriela esturricada no lançamento capítulo parati dos livros de breno kümmel, estrada de espelhos, e de mariel reis, linha de recuo. como toda festa que se preze, imprescindível seria a presença de um penetra bom de copo. melhor ainda se convidado pelo próprio host do happening pra pré-pré-lançar o má reputação junto com os autores da casa. que o disfarce dure ao menos até a abóbora estar recheada.

e, pra não dizerem que não falei das flores, pelo que tudo indica, na sexta-feira que vem, dia dezoito, estarei passando vexame no programa sem censura pará, da tevê cultura das plagas de lá. avisem as mamães e as titias que vai ter pipoca e leite condensado na sala de visitas. confirmo o horário depois que o confirmar com vanja f., quem me fez mui caridosamente o convite.

Posted by cacoishak at 16:15

9.08.06

by zena gorayeb

ah, sim. pré-lançamento - seja lá o que whadafuck isso queira dizer - na flip. amanhã ou sexta. sábado também pode ter. ou em nenhum dos três dias. a flip é em paraty, tá? e viva a flap.

Posted by cacoishak at 23:35

4.08.06

atenção, rebuceteiros!

é, ia acabar. não ia. ia. mas não foi. talvez vá. quem sabe? de todo modo, fiquem ligados no grande dia da vida de um cretino:

a editora 7letras, um tanto embaraçada, discretamente convida a todos os sem-noções da praça para o lançamento do livro DOS VERSOS FANDANGOS OU A MÁ REPUTAÇÃO DE UM ESTULTO EM POLVORA, daquele que se autonomeia escritor, CACO ISHAK. dia 14, no bar belmonte. hora a definir. não sei o endereço ainda. em breve, coloco o convite por aqui.

mas antes, embarco pra paraty, onde farei, à moda antiga da casa, o pré-lançamento. apareçam por lá também. módicos vinte reais.

Posted by cacoishak at 16:26