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24.04.05
para se fazer um bom mingau
a cidade está vazia, o que pode ser deveras deleitoso em certos pontos idealizados para esse fim. gostando da multidão, a melhor pedida continua sendo a feira. só por hoje. no próximo, a gente pensa. acontece o seguinte: o marasmo foi tanto que acabou nos levando ao inusitado. nada feito de galho em galho, dois troncos mataram a questão. de cara, o pandemônio frequente a céu aberto dos ilustres, onde nem sequer estrela de primeira grandeza tinha. nova e derradeira tentativa, estréia num corredor alargado e escuro como todos dos bons devem ser. cincão na manga e, no ato, um assobio. deixa entrar, sou eu quem manda aqui. balastrau? que mané balastrau qual o quê, rapaz! chega perto... arouck! permaneceria o velho e frito monkey de sempre, não fosse o casório marcado. dez contos/dia com pepe - sorrisos de ponta a ponta e incrementos diários substanciais -, para se ter idéia. mas a reflexão principal da noite foi outra. que da misantropia faço cama, mesa e banho, não espanta mais ninguém - well, it shouldn´t. agravante cruel de tempos pra cá é estar levando certas premissas ao extremo e deturpando. a passar por glutão, mil vezes mal-educado. se preferirem a verdade, podem até dizer: socialmente travado. de tanta confusão em casos regressos no que toca ao assunto, hoje em dia sigo à risca. mulher de amigo nem homem mais é, simplesmente inexiste à vista. passo adiante e pronto. o mal é quando não conheço o galalau, porque, daí, não vale e retorno ao néctar das antigas. se compromissos se estabelecem, afinal, para serem rompidos, gosto de auxiliar no que for possível, fornecendo ouvidos e dedos e ramificações remanescentes. que black, hein. sem esforço, experimentei e quase gozo. à disposição, minha querida. sempre. vocês me fascinam.
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Posted by cacoishak at 24.04.05 17:43