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4.03.05

urubus e cubacas

pela trotada do velho, ainda que potro, passados dois meses dos mais untuosos, a respiração pode voltar ao ritmo natural de antes do aguaceiro que vinha arrastando tudo em sua frente desde o fatí­dico 98. este ano de dois mil e cinco deixou de prometer faz muito e já inebria consciências de um goela, há pouco, quase à beira da guariba coagulada eterna. cacau na algibeira, incrementos curriculares e ascendendo. passados os ví­cios mercadológicos, cumpriu-se a jura da virada com pés descalços. desnecessários, vez que, fogos, rente aos olhos e transpassados, deram o mote para grãos de areia e inchaços involuntários à beira-mar. numa só cajadada, três coelhos e calçolas de avelã. muito embora o desquite, da contenda fez-se a aproximação saudosa e, de barganha, alvedrios na madrugada. agora, editor sabe deus do quê, de mim e mais ninguém, em breve estréio na cidade. versinhos publicados e, em breve, da cidade pintarei a cena dita independente em outracoisa que seja edição centro-avante, craque de seleção rock´n´gol. no que se refere à compilação, os dois ou três que faltavam - morrem uns, nascem outros -, continuam rastejando. no entanto, nada que uma bela bomba de amoní­aco carbonizada não faça metamorfosear. o trabalho é constante e, de pequenas explosões em sucessivas, já vislumbram-se patinhas de fora. não demora, sai andando por aí­. padrinho, tem. só na expectativa dos primeiros passos para, então, canetar as lições (considerações é pouco) iniciais a um bardo, até então, sempre em fuga. prosa, nem tanto. ainda na espera de um confete. que, sem maiores precipitações - de bufão me basta o que fazem -, ao que parece, também está a caminho. ao menos, constava no e-mail lido semanas atrás. próxima parada, cipós amazônicos, medo e delí­rio na brenha. faltam dez. nunca me pareceu tão longo. vai saber... talvez sejam os olhos de uma criança.
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Posted by cacoishak at 4.03.05 22:42