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13.03.05

meu poema de amor a ti, pessoa

desde que me entendo por gente, lá se vão belos anos, ela estava lá. não foi quem teve a perspicácia de reconhecer tamanha virtude na maciez e alvura de meus dotes traseiros, mas foi quase. e me orgulho por tanto. é uma pessoinha do caralho no lugar e tempo substanciados. ela que melhor entenda. ao lado de quem meus óculos quebraram, ao lado de quem as primeiras canetadas foram subscritas, ao lado de quem falei mamãe, sou punk. ainda que com o neston nunca tomado nas cavidades adiposas de meus quebras. germinei. atualmente, afora as honrarias que me são dadas por ter estranhos à mesa, uma firula é crédula. e isso já vale beijo na boca. de quinhão em quinhão, não acredito em nada. tom menor, crescente. me and my monley, final do refrão, pra valer. careca desde os treze. biquinho assunção no varejo. barriga, zóio de bart e cueca na base da lenda. gertrudes salva. não tem jeito. só acredito na minha piroca. e malmente.

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Posted by cacoishak at 13.03.05 6:11