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23.03.05
affff, effffff, ufffff
não as compreendo. continuo firme e forte, não arredo um tiquinho. e nem as culpo pela contrapartida que acaba abarcando os mesmos princípios e impressões terceiras que dispenso em egotrips avulsas. quando o primeiro dará o passo que falta rumo à trégua, é que são os montes. enquanto a bagaça se espreme e pulula, fica assim. como já disse o escolhido, tripa nelas tudo. tarjas pretas fora, sobra apenas o caldo no fundo do copo. alguém tem de sorver. basicamente o que insistem em não entender. se vômitos e seus resquícios são - porque os SÃO - necessários, pra que escapar tentando outra via? vai dar prego, batata. porque VAI. e não sou eu quem me arriscarei na corda-bamba. achegou-se e solicitou meu fogo, vai levar charutos. e que sejam cinzas e nada além no seguinte. querendo um mais espontâneo, bate uma polaroid e pendura no colchão. sê simples, que nem a alá aprazia. saí matando, deixai a carcaça de molho na próxima parada e catai o chulo à tira-colo da esquina. segredos sublimes, essas baboseiras, não procedem. questionais a realidade, com bastante sal e uma manteiguinha derretida por cima, que fi-cuma-di-líícia. depois, é só limpar beleuza, que o torniquete agüenta. cansei de ser mico. venho solto. nem tão livre. um tanto leve. macacão e borracha. vitaminas em dia e mais dois albergues pra poder gritar de um e ecoar no outro, bem forte, adelaaaaaiiide! ou canções do clapton, abrasileirando o ritmo. ah, se soubessem o quanto...
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Posted by cacoishak at 23.03.05 16:48