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7.01.05
nota do falecimento de will eisner
então. o pessoal está tão acostumado, que pensou que fosse mais uma produção hollywoodiana e foi todo mundo assistir ao espetáculo. não deu a mínima atenção ao alerta - que, também, não foi nem tão tentador quanto as chamadas dos dublados no canal sete, do falecido. nacionalmente, tirando a bronca. melhor continuar numa outra hora. e, falando nisso, nem é querer puxar sardinha pro meu lado e não sei se o problema foi o concorrente não os ter confeccionado, mas hoje fui à locadora e, no estacionamento, havia um carro com o adesivo da campanha do homem pra reitor. com o meu, eram dois. isso é coisa pra caralho, concordando que só filhos e cunhados se submetem a tanto. já no supermercado, encontrei a mãe de um deles. com o irmão menor, um pervertido mirim, boca-suja de primeira e apenas três anos na bagagem. após um soco no vento de marcha a ré e um assobio sem som esforçado, vangloriou-se por ter pegado, até o momento, duas mulheres, enquanto eu não conseguia encontrar nem o caminho da prateleira das salsichas. pode até ser que fosse dela, mas ficou visualmente bonito. como me gusta, lenta e dolorosamente.
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Posted by cacoishak at 7.01.05 22:11