Virando o balde no ventilador do mundinho

| comentários (3)

Sabe aquele papo de fim das gravadoras, as delícias do mundo independente pós-P2P? É, a coisa não é bem assim. Nem um pouco.

E quem diz são eles.

Aqui. Aqui. E aqui.

Tem um graficozinho bem marromeno pra quem possa interessar, mas o lance é o caldo de letrinhas, mesmo...

3 Comments

Entendo que toda banda precisa de uma boa estrutura prá caminhar no mundo independente. Mas o mais interessante é o cuidado que se tem quando se está em um selo pequeno, como um dos entrevistados falou.

Lembro de conversar com o guitarrista dos Lampirônicos, lá de Salvador, e o cara tava super infeliz com a Sony que nem sabia que eles existiam. Eles assinaram um contrato e os responsáveis por eles, nem sabiam que som eles faziam.

Até onde será que rola este contrato do Cachorro Grande com uma grande gravadora, por exemplo? Eles tem lá mais dois ou três discos e depois!? Eu não ouço mais falar neles por aqui.

Acho que as grandes gravadoras vão continuar existindo para os grandes figuras do mainstream. Isso é que vai segurar sempre. E a grana que render, vai render contrato para alguns independentes escolhidos.

Mas isso aqui é tudo opinião de um leigo, né?
Saudades, brother.

Bruno said:

Isso MUITO me interessa. Valeu, Briga. E qualé desse gráfico? Quero vê-lo! =)

Brigatti said:

Shira, o lance é a banda saber o seu tamanho e procurar alguém que lhe dê o suporte adequado. Foi o que a o Lampirônicos fez. Major é para artista de massa, Ivete Sangalo e toda essa corja, que precisa atingir o máximo possível de consumidores. E a gravadora do Cachorro não é grande. É a Deck, que é de médio porte e, segundo eles, dá a eles o que precisam...

Brunão, o link para o gráfico tá no pé da matéria. Clica lá! =D

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