setembro 2008 Archives

Bom gente, eu escrevi um post bem legal sobre como eu ia voltar a escrever por aqui mais seguido, mas deu erro no servidor aqui da verbeat, e infelizmente perdi a motivação que instantaneamente me levou a postar.

Bastante coisa tem acontecido comigo, muitos aprendizados em relação às matérias escolares e a vida adolescente, como o único escritor adolescente por aqui, acho que seria legal eu dar essa visão de mundo do meu ponto de vista, e sair um pouco das minhas filosofias que são digamos... estranhas. Enfim, entrar em assuntos mais triviais.

Primeiramente gostaria de dizer que estou gostando de estudar, o que é bom, o segundo ano do ensino médio me trouxe muitas matérias com aplicações práticas, e mesmo correndo o risco de ser severamente criticado pelos meus colegas, devo admitir que matemática e física foram os assuntos que mais me interessaram, mesmo ainda tendo uma inclinação para a psicologia. Estou estudando probabilidade, que é bem interessante, o ciclo de carnot, dos motores, acho que todos se lembram um pouco, e nas outras matérias eu nao tive tanto interesse pessoal.

Deixando esse assunto um pouco de lado, gostaria de reportar que estou cada vez mais perdido no mundo dos relacionamentos juvenis, sim senhores, não faço a mínima idéia de como proceder, Deus me deu a dádiva de não estar apaixonado por ninguém, mas isso também me trouxe a um tédio bastante... tedioso,(prazer, pleonasmo).

Mas eu cheguei na conclusão, observando meninas e meninos perdidamente apaixonados, sofrendo mais do que aproveitando a vida, de que o que motiva esse sentimento chamado amor é muitas vezes a carência. Sim, a carência, notei que a porcentagem nao ativa amorosamente nos jovens é a mais tendenciosa a se apaixonar, (eu não estou criticando ninguém pois também ja fui vítima por passar muito tempo sem carinho, contato físico).

E não estou abolindo o conceito de amor adolescente, mas poderia afirmar eu de que os relacionamentos que mais vão longe não são aqueles em que o amor, ou a paixão é muito intensa, e sim, os que começam com uma ficada, uma noite, e se estende, quando o sentimento é crescente, a relação dura, quando uma parte já começa a relação muito intensamente, poderia apostar, tratando da fria probabilidade que estudo, e agora se aplica no amor, que essa relação vai acabar em lágrimas.

Fora isso, eu também não desprezo a sensação de ter o amor correspondido, pela amada em questão, se sentir amado, para nós, e para todos, mas principalmente para nós, é algo extraordinário, poruqe são as nossas primeiras vezes, experimentando o sentimento de partilhar um só coração, se sentir amado, querido, desejado, e desejar que o tempo nao passe, até porque na maioria dos casos, um jovem não ama o outro com a mesma intensidade, e como eu disse antes, acaba em lágrimas.

Esse acabar em lágrimas é outro ponto importante, novamente, o sentimento é inversamente proporcional(sim, mais uma aplicação da matemática no amor) ao sentimento de amor correspondido, a intensidade é a mesma, só que com um sinalzinho de negativo na frente, é uma sensação de dor, como se a culpa de não ter dado certo fosse sua, um desejo de fazer tudo para fazer as coisas voltarem a ser como eram antes, e a sensação que toda a felicidade foi arrancada de você(quem é meio nerd e conhece os dementadores do mundo de harry potter sabe do que estou falando)

substituindo na equação:

x = -y = amor = -Dor -Amor=dor Amor = 1
__
Dor


Finalizando, gostaria de me desculpar por erros de português devidos a um longo tempo sem escrever sem ser no MSN, que acaba com a escrita de qualquer um, com suas abreviações diabólicas. E me desculpar pelo negativismo que eu trouxe à paixão que move a todos nós, jovens, semi-jovens e idosos como meu dindo.

P.S: nao me expulse da verbeat por este comentário maldoso

PSS: desculpe também aos apaixonados adolescentes lendo isso, se fiz vocês pensarem que quis dizer que as relações de vocês estão condenadas, foi a minha intensão, mas sempre existem as exceções, e essas, bem, duram pra sempre.


Gabriel, O Pensador
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gabriel de oliveira levandowski

  • alguém que tem muita curiosidade em saber mais sobre o maior mistério existente: o ser humano

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