Karen tem ceratocone.
Eu, glaucoma.
Temos que rezar para que a ciência avance e não faça de nós dois dois velhotes ceguinhos.
Como vou escrever meus livros?
Como ela vai fazer sua lazanha de abobrinha?
Meu Deus, meu Deus, meu Dawkins!
:>)
Karen tem ceratocone.
Eu, glaucoma.
Temos que rezar para que a ciência avance e não faça de nós dois dois velhotes ceguinhos.
Como vou escrever meus livros?
Como ela vai fazer sua lazanha de abobrinha?
Meu Deus, meu Deus, meu Dawkins!
:>)
O branquinho era foda.
A branquela era gostosa.
Não comemorei o fim do diploma para jornalistas, conforme muitos pensam. Penso que outra solução que permitisse que não-jornalistas atuassem na imprensa seria mais viável. Isso faria com que as faculdades se empenhassem em oferecer cursos de melhor qualidade, já que havia a possibilidade de competição pela vaga com pessoas não-formadas. A inserção de jornalistas recém-formados no mercado de trabalho é um dos grandes problemas da profissão; permitir que uma vaga seja disputada por alguém que ficou quatro anos pensando o fazer jornalístico, escrevendo e estudando textos, desenvolvendo o olhar crítico, a história do jornalismo, ética, etc... com alguém que pode ter apenas mais desenvoltura ou mesmo apenas escrever bem ao invés de dar oportunidade para jornalistas não-formados pode excluir a possibilidade do jornalista com formação se inserir de fato.
Como permitir que jornalistas não-formados atuassem na imprensa? Uma idéia: a FENAJ podia se ligar a faculdades para aplicar anualmente uma prova para não-jornalistas. Os que tivessem êxito nessa prova conseguiriam uma autorização válida por dois anos talvez, para atuarem profissionalmente como jornalistas. Com isso se conseguiria um controle sobre o número de jornalistas atuando, a união da categoria, manutenção de dissídios, gatilhos, estabelecimento de faixas salariais.
Os que discutem essa questão observando a grande mídia podem chegar a certa e boa conclusão do amigo Rafael Galvão. Mas o fim do diploma vai acentuar um problema que vivemos em cidades de pequeno/médio porte: a de aventureiros dos mais diversos tipos que se metem a escrever e/ou publicar coisas díspares, ofensivas, desconexas, irresponsáveis mesmo, sem nenhum tipo de critério. Não há ainda, nessas cidades, portais de notícias na internet; a informação vem mesmo através de rádios, jornais, TVs locais. A baixa oferta de emprego formal para jornalistas, em impressos, rádios e TVs vai simplesmente eliminar o jornalista formado abrindo espaço para uma horda de semi-letrados que se acham, agora, detentores do direito & dever de serem "formadores de opinião". O dono do jornal, pequeno "dono da cidade", não vai mais se preocupar que o seu redator seja um sujeito com formação: pode simplesmente chamar aquele amigo topetudo para carinhar ou detonar o prefeito, por exemplo, se o mesmo está ou não a lhe molhar as mãos.
Permitir que alguém que não esteja respaldado pelo diploma possa escrever com a propriedade que o veículo lhe confere me parece irresponsável - ainda que o diploma não seja garantia de bom caratismo, nem de competência, nem de excelência de texto, informação, visão. Pelo simples fato de que não há nenhuma garantia melhor. Derrubar essa pequena, indelével garantia, é possibilitar a esbórnia.
Eu, que não sou formado, tendo conhecido e/ou trabalhando com tanto jornalista sem-noção, ruim, despreparado, acéfalo, acho ainda que a faculdade devia ser, nesse caso, garantia de alguma qualidade. Se não é, esse é outro problema - mais profundo, mais difícil de se resolver.
1 - Blog da Petrobras, tomara que várias outras empresas também criem os seus.
2 - O tal blog da Petrobras gerou posts memoráveis de Idelber e Alex Castro, o do Alex devia ser lido por cada vestibulando de jornalismo.
3 - Uma mocréia processa Milton Ribeiro pq ele não gostou do livro dela. Se a moda pega, periga o Paulo Coelho ficar ainda mais rico.
4 - O mesmo Milton Ribeiro escreve um conto lindo, coincidentemente com os nomes de minhas filhas como título.
5 - Susto.
6 - Tou entre os 15 perfis interessantes para se seguir no Twitter. Não tenho estado muito a fim de postar... É bem legal esse tal de Twitter. :>)
7 - Já contei que Serbon leu "Buceta"? E o livro tá acabando, corre comprar!
É difícil não gostar de Buceta. A trama corre fácil, os personagens são ótimos. A história é menos policial do que era Sexo Anal, mas isso abre mais tempo para que nós possamos prestar atenção nas personagens.
Diferente dos outros livros, "Buceta" está sucitando mais e-mails e tuitadas que posts.
Sinal dos tempos?
De qualquer maneira, Serbon leu e escreveu este belo post.
Inspire-se leitor. E adquira já o seu exemplar!
:>)