Já ouvi o disco duas vezes. Curti muito e ainda vou buscar mais informações sobre e a gente vai conversando. Agora, o filme travou no terceiro minuto, cara! Só deu prá ver o Oscar Wilde dizendo que queria ser Pop Star. O DVD ainda tá contigo?
O vinho é ótimo meismo. Até já anotei o nome aqui prá não esquecer e comprar depois.
xi, lucio, sei onde anda esse bia não.
:^)
acho que tou mais preferindo fazer coisas bacanas que falar.
;^)
tem livro novo pintando para download em breve.
te prepara.
:^*
o blog de bia e rafa tá devagar quase parando e falta de inspiração textos fracotes então vale apelar. pô bia cadê o velho bia q mandava ver com coisas bacanas?
Eu não tenho nada a ver com a disputa entre o Bia e a Alex, mas sempre senti nos textos dos dois um certo odor de fio terra.
A veemente negação do Alex me surpreende. Me pareceu suspeita, um tanto moralista até.
Que o Biajoni tenha gosto por um alivio de voltagem é fato notório, mas o Alex negar é um absurdo.
Nestas horas eu me pergunto por onde anda o Rafael Galvão?
Entrevistei o Roberto aqui, em Santos, no início dos 80, pouco depois dele ter lançado seu romance "O Coyote". Ele estava por aqui realizando um workshop sobre Somaterapia num centro de convivência mantido, em São Vicente,pelo psiquiatra e agitador cultural Domingos Stamato, já falecido, e sua esposa, Bel (bem viva e ainda agitando muito). A 'entrevista' (entre aspas porque foi, na verdade, um longo bate papo entre duas pessoas que, embora de gerações diferentes, pensavam igual sobre quase tudo)aconteceu num sábado à noite, num restaurante. Saímos de lá quase ao amanhecer. E na manhã seguinte, um domingo, acabei participando da segunda parte do workshop que ele ministrava. Ambos, eu e ele, obviamente, de ressaca. Consegui quase uma página pra publicar a entrevista com ele no jornal A Tribuna, resultando em escândalo para uns, êxtase para outros. Quando soube de sua morte, reagi da mesma maneira que ele, ao ser informado da morte do antipsiquiagra David Cooper: "Puta que pariu, que merda"!
PS. O pessoal por aí já leu "Cleo e Daniel", o primeiro romance dele? Não? Então vai batalhar aí...
Leave a comment
Este post
Esta página contém um post de Biajoni publicado em junho 9, 2008 11:36 AM.
Opa, este eu vi antes do post! ;-)
Já ouvi o disco duas vezes. Curti muito e ainda vou buscar mais informações sobre e a gente vai conversando. Agora, o filme travou no terceiro minuto, cara! Só deu prá ver o Oscar Wilde dizendo que queria ser Pop Star. O DVD ainda tá contigo?
O vinho é ótimo meismo. Até já anotei o nome aqui prá não esquecer e comprar depois.
Abraço.
xi, lucio, sei onde anda esse bia não.
:^)
acho que tou mais preferindo fazer coisas bacanas que falar.
;^)
tem livro novo pintando para download em breve.
te prepara.
:^*
ihu
virou público
rs
o blog de bia e rafa tá devagar quase parando e falta de inspiração textos fracotes então vale apelar. pô bia cadê o velho bia q mandava ver com coisas bacanas?
gosto por alívio de voltagem?
que viadagem!
tou fora!
:^/
Eu não tenho nada a ver com a disputa entre o Bia e a Alex, mas sempre senti nos textos dos dois um certo odor de fio terra.
A veemente negação do Alex me surpreende. Me pareceu suspeita, um tanto moralista até.
Que o Biajoni tenha gosto por um alivio de voltagem é fato notório, mas o Alex negar é um absurdo.
Nestas horas eu me pergunto por onde anda o Rafael Galvão?
ficou galã, hein! :)
essa historia do fio terra eu nao lembro nao, estará vc confundindo sua vida com a minha? ;) o resto é tudo verdade....
Entrevistei o Roberto aqui, em Santos, no início dos 80, pouco depois dele ter lançado seu romance "O Coyote". Ele estava por aqui realizando um workshop sobre Somaterapia num centro de convivência mantido, em São Vicente,pelo psiquiatra e agitador cultural Domingos Stamato, já falecido, e sua esposa, Bel (bem viva e ainda agitando muito). A 'entrevista' (entre aspas porque foi, na verdade, um longo bate papo entre duas pessoas que, embora de gerações diferentes, pensavam igual sobre quase tudo)aconteceu num sábado à noite, num restaurante. Saímos de lá quase ao amanhecer. E na manhã seguinte, um domingo, acabei participando da segunda parte do workshop que ele ministrava. Ambos, eu e ele, obviamente, de ressaca. Consegui quase uma página pra publicar a entrevista com ele no jornal A Tribuna, resultando em escândalo para uns, êxtase para outros. Quando soube de sua morte, reagi da mesma maneira que ele, ao ser informado da morte do antipsiquiagra David Cooper: "Puta que pariu, que merda"!
PS. O pessoal por aí já leu "Cleo e Daniel", o primeiro romance dele? Não? Então vai batalhar aí...