fevereiro 2008 Archives

A polícia parou dois homens num Audi A3. Checaram os documentos, o carro era de um comerciante, dono de um bar em Piracicaba. Entraram em contato com o cara e ele se desesperou: o carro estava com a esposa, Lilian Luna, de 30 anos. Onde ela estaria?

Inicialmente, pensaram todos em sequestro.
Mas ficamos sabendo depois que ela havia fugido com um garçon, funcionário do marido, de 17 anos. Deixou o Audi A3, os três filhos (de 4, 10 e 12 anos) e a estabilidade promissora do bar/marido para fugir em um ônibus muquifento para a cidade de Monte Azul, Minas Gerais - levando, a tiracolo, o garoto de 17 anos.

A maior ironia da história é que o marido estava desconfiando da esposa e colocou seu funcionário de confiança, o garoto de 17 anos, para, ér, tomar conta dela. Ele tomou.

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...

Na Ilustrada de hoje, um bom texto do Cony. Um camarada quer trocar o nome do prédio onde mora, "Babilônia", acha que é um mau agouro: pode fazer com que sua mulher lhe traia. Lá pelas tantas, o temente a chifrudo pergunta:

- Você acha que sua mulher seria capaz de um adultério?
- Sei lá.
- Bom, em princípio todas as mulheres são capazes disso. Elas têm a matéria-prima do adultério: o sexo e o marido. Falta apenas o beneficiamento, que é o terceiro elemento, o amante, que não é difícil encontrar. Mas fique sabendo, nenhuma mulher nasce adúltera, como os poetas nascem poetas. Ela se faz, como os oradores. Ou melhor, o marido é que a faz adúltera

Pela lógica, não fosse o marido ensinar-lhe as delícias do sexo e depois talvez negá-lo, não haveria adúlteras.

...

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No Caderno 2, matéria sobre "A Era da Inocência", filme que fecha a trilogia de Denys Arcand, iniciada com "O Declínio do Império Americano". Quero ver, mas tenho a impressão que é um filme chatíssimo. Um trecho da matéria, com entrevista que Luiz Carlos Merten fez com ele, um trecho brilhou, quando ele dizia porque o novo filme tem tintas medievais:

"...Depois do Declínio e das Invasões [Bárbaras], chegamos a uma nova Idade Média. Pensem. O que é a Idade Média? É a guerra contra os muçulmanos, os infiéis, as cruzadas. Tudo isso está acontecendo de novo. Até as mulheres. Elas se tornam de repente inacessíveis, querem que as cortejemos."

Hmmm.
O que querem as mulheres? Corte e dedicação exclusivas?
Nessa nova Idade Média, quando as mulheres já conquistaram tudo, elas passaram a querer algo que não somos capazes de dar?

Com a palavra, as mulheres.

[...] o Bia, como todo escritor de ficção que se preze, é um voyeur da vida alheia. E o faz ao estilo mais hitchcockiano possível, conversando tranquilamente. Ele usa a arma mais subjetiva existente para convencer os demais a voyeurizarem com ele: as palavras.[...]

Já disseram que "Virgínia Berlim - Uma Experiência" é um roman-noir.

Agora Lucia Malla compara o livro à "Janela Indiscreta", do mestre Hitch.
Quando eu acho que já escreveram tudo sobre um livro meu, vem a Malla e me surpreende.

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Sensacional, querida.

O baiano inventou um meme, dizendo que fui eu. A idéia é que cada um acrescente uma parte a uma mulher ideal que vamos formando aos poucos, aos pedaços. Ele começou botando voz na nêga, a voz da Peta Wilson. O Idelber botou cabelos nela; os sinistros cachos crespos de Maria Bethânia nos anos 70.

Tentando reservar algo de REALMENTE bom, acrescento a bunda da Paula Braun.

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Bom, preciso passar para alguém... Passo para o brou Alex, na confiança que ele não vai colocar notáveis pés na criatura. Vai que é tua, gordinho!

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Que boa surpresa, que maravilha de filme.
Um elenco afiadíssimo, um grande roteiro, uma fotografia deslumbrante e uma trilha supimpa.

Se você não viu, não faça como eu, que perdi tempo.
Dê uma olhada no belo site e corra para a locadora.

- Después de dois anos ausente, o GRANDE Cardoso volta a blogar.

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- O site da OsViraLata está de cara nova. Lá você encontra a novíssima e linda edição pocket do meu livro "Sexo Anal - Uma Novela Marrom". Você leu a versão digital? Pô, compre a física para ter, guardar, emprestar, dar de presente! Ou mesmo para ajudar um pobre escritor independente! Tá só quinze real!

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- Ainda não tinha dado a dica da Lucia Malla nos Interneys. O blog da Lucita é um dos mais belos & lindos da Internet. Mas ela não está só no Interneys, não: aqui na Verbeat, a nêga está no coletivo Faça a Sua Parte. Não perda!

- E você já navegou lá pelos lados d´O Pensador Selvagem?

Em um comentário no post sobre os melhores filmes do século até agora, do Rafael Galvão, André Pessoa disse que

Da sua lista, eu não vi e não gostei do Sin City. Eu posso estar sendo injusto, mas depois de "Era uma vez no México" (a gota d'água em uma sucessão de filmes ruins), eu tinha prometido que jamais veria outro filme do Robert Rodriguez.

Eu respondi que isso era uma grande besteira; prometer que não vai mais ver um filme de determinado diretor por não ter gostado dos últimos. Uma infantilidade. Ele respondeu, entre outras coisas, que

Não sei se você percebeu, mas o seu argumento é capaz de deixar qualquer um roendo as unhas à espera do próximo filme do Uwe Boll.

Eu me lembrei vagamente do nome... Uwe Boll... de quem o garoto estava falando?
Ah, sim, do grande diretor de filmes ruins, especialista em adaptar sofrivelmente vídeo-games para a telona.
Sim, claro, e a última vez que ouvi falar do profícuo diretor alemão ele estava produzindo um filme que tinha George Bush e Bin Laden como protagonistas, "Postal".

Pois "Postal" ficou pronto e a achei a seqüência inicial no YouTube. Acredite, é uma das poucas coisas imperdíveis lançadas neste século. Confira:

Se te interessou, confira o hilário trailer:

Bom, não vejo a hora de conferir esse e os próximos trabalhos de Boll.
Acho melhor o André pensar em outro exemplo para cooroborar sua contra-tese.

boa!

A coroa encosta no balcão do bar. Rê Bordosa, velha conhecida dos barmen.

- O que vai ser hoje, fulana de tal?
- Faz uma batida de limão.
- Com pinga ou vódega?
- Tanto faz. Eu sou total flex!

34 anos

Esse é um poema originalmente publicado no extinto site Tiro&Queda, há três anos e meio, quando fiz 34 anos. Republico para o Alex, que fez 34 no Sábado. Todos os homens são iguais quando fazem 34 anos.

34 anos

Vamos colocar a casa em ordem;
contratar uma empresa para lavar o tapete.
Deixa eu ver essas fotos aqui: vão para o lixo...
O vaso quebrado, o cálice trincado, a imagem de São Francisco...
Tudo o que me lembra você ou qualquer amor antigo.

Vou mudar os móveis de lugar,
para que não haja perigo
de me deparar com um ângulo, uma perspectiva, que traga de improviso
uma visão tua, uma ilusão da tua tessitura...
Algo que remeta a uma manhã de sol em outubro
ou a você preparando sucrilhos...

Deixo de lado o saudosismo.
Estou a completar trinta e quatro e quero um novo começo
e não um novo abismo.
Não quero um arremedo no tecido,
mas uma camisa nova para a missa de domingo.
: A oportunidade de amar de novo
sem a possibilidade de qualquer perigo.

Não sou o crucificado.
Não, eu passei dos trinta e três invicto:
com mais defeitos e várias Madalenas no currículo
espero um paraíso além daquele oferecido a Cristo.

Já me deitei. O enfermeiro dorme na minha alcova, numa cama próxima à porta. Deu-me já a última injecção do dia - e só amanhã de manhã, às nove horas - primeiro decreto do ditador que me quer salvar - volto a picar-me. Raras vezes, no meio da noite, eu sentia o termocautério da falta de morfina; e quando tal sucedia - era sempre na noite de domingo para segunda-feira - ou seja, quando, esgotada a reserva de sábado, eu sabia que só na manhã seguinte a poderia obter, legalmente... Nessas madrugadas de pesadelo, erguia-me, com bravezas de esfomeado que se revolta, e deambulava pela cidade, alvoroçando os outros morfinómanos conhecidos, esmolando-lhes umas pepitas de tóxico.

Precisamente por eu saber que estou agora sujeito a um regime severo, inviolável - é que a falta da droga começa a aguilhoar-me...

Só amanhã! Só amanhã! Remexo-me no leito - e sofro, como um enterrado-vivo, a estreiteza do ataúde, ou como um alienado furioso o apertão da camisa-de-forças. Se não tivesse sido hoje; se eu gozasse ainda a autonomia do meu morfinismo - bastava estender a mão, tactear o tampo da mesa-de-cabeceira - e logo encontraria a agulha, a seringa, o frasco da droga...

A chuva continua a fustigar as vidraças - e eu enervo-me, na insónia, prelúdio de outras mais - oh! , quanto mais! - asfixiantes do que esta! Vasculho, na memória, reminiscências amáveis - como um convalescente, saturado de tédio, busca na biblioteca livros amenos, romances de Edgar Wallace ou de Rafael Sabatini.

Recordo então uma página de J. Cocteau - o admirável reformador do teatro francês, dramaturgo e publicista, que trouxe para a mise-en-scene e para a literatura o lápis e paleta de Picasso. Cocteau, opionómano, resolvera curar-se e internara-se nessa Lourdes de todos os que aspiram, fumam, bebem ou se picam com estupefacientes, que é Saint-Cloud.

Na vizinhança do seu quarto existia uma morfinómana mundana. O seu isolamento não era absoluto - porque os médicos tinham transigido com um fox-terrier - que vivia na sua alcova, e que ela estremecia mais do que ao amante que lhe custeava o luxo das toilettes e da cura (a cura era também um luxo, para ambos, porque é chique e caro ser-se tratado ou tratar alguém em Saint-Cloud).

Uma tarde, às quatro horas, Cocteau foi sacudido por uma grita histérica. Era a sua vizinha de quarto que ululava como uma fêmea plebeia - ante as contorções agónicas de um filho. Nela, o instinto maternal despertara na adopção do cachorro - que embalava, desde miúdo, com as fantasias de criança mimando uma boneca. E o fox-terrier, envenenado com guloseimas e carícias para racionais - estrebuchava num ataque - como se se debatesse já com a morte.

- Este mártir está sofrendo há mais de uma hora! - informou a dama, borrifando o bicho, que acalentava ao colo, com o duche lento das lágrimas. - É preciso que lhe anestesiemos a agonia!

E numa brusca resolução - desarvorou, corredor fora - seguida por Cocteau que não sabia ao certo o que ela pretendia. Ao chegar ao gabinete do médico de serviço, entrou, suplicando-lhe, numa veemência ruidosa, que estancasse o tormento do moribundo.

- Não sou, positivamente, a pessoa melhor indicada para a atender - visto que não me formei em Veterinária... - retorquiu o médico. - Mas, em suma, dentro dos recursos da minha ciência, farei o que puder .

- Queria que o doutor lhe désse uma injecção de morfina... - explicou a dama, esganiçando-se num choro convulso.

O clínico cedeu - talvez comovido ante a teatralidade daquele pranto. Encheu a seringa e despejou-a na carne do fox-terrier. O cão, ainda não recebera metade do líquido, já se aquietara, num alívio, como se o tivessem arrancado à bocarra de um lobo. Adormecendo a seguir, recolheu ao quarto, ao macio colo da dona - talvez invejado por Cocteau que não perdia um detalhe do episódio.

...No dia seguinte, pouco antes de soarem as quatro horas - a hora em que o cão fora injectado na véspera - Cocteau surpreende-o a arranhar a porta do médico de serviço, a suplicar, em ganidos ansiosos, que a abrissem. Estava esplêndido, mas queria que lhe dessem outra picadela de morfina...

Dizem que a morfina bestializa os homens! Neste caso humanizou o cão. E nesse instinto de fraternidade maçónica que estreita todos os toxicómanos - senti um arrepio - pensando no pobre bicho - sofrendo já a falta da droga - tal como eu...

* O jornalista português Reinaldo Ferreira era viciado em morfina. Sobre ele e o livro de onde esse conto foi retirado, falei lá no meu outro blog.

pao de forma.JPEG"Incompletos" é o livro de contos de Albano Martins Ribeiro, o Branco Leone. É um livro de contos incompletos, já que os contos começam e acabam de maneira abrupta. Parecem fatias de um pão de forma - e temos a impressão, lá pelo meio do livro, que as fatias vão se juntar e formar um único pão, como se as fatias fossem episódios de uma história. Nesse sentido, o livro é incompleto: não forma um único pão; ficamos com as fatias ali apenas... e uma ampla sensação de incompletude, a rechear um ou outro sanduíche.

Um conto ou outro tem pontos de contato, formando alguns desses sanduíches. O recheio é um patê onírico, nos sabores "fluxo de consciência" e "problemas da urbanidade". Outros contos, além de desconexos em si, são também desconexos entre si e podem ser servidos como aperitivos de sonho, com patê de fumaça de cidade grande.

Deve haver algum motivo para a maioria deles começar com "Ele" ou "Ela"...
"Ele disse...", "Ela veio...", "Ela tirou...", "Ele tombou...", "Ela disse..." ...

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Talvez seja o fato de Albano falar de pessoas e precisar ficar apontando para elas, numa necessidade de torná-las real para si e para nós, leitores. Talvez por serem todos, esses personagens de "Incompletos", fantasmas. Personagens que podem (e eu acredito nisso!) de fato existir realmente mas são tão, hmmm, incompletos & malucos & neuróticos que parecem seres que andam encostados nos muros chapiscados da cidade a ralar os cotovelos como se aquilo não doesse. Não dói em fantasmas, me disseram.

Aliás, não são apenas os inícios dos contos que começam com "Elas" e "Eles"; mas boa parte dos parágrafos do livro. Pode ser também uma maneira de Albano se descolar dos personagens, dizer que eles e elas são assim, mas não ele. "Olha lá que povo doido", diz Albano. E nós ficamos mesmo assombrados como o povo do livro é doido, tão parecido com todos nós. E com Albano.

No fragmentado espelho da realidade que é o livro, resta-nos a prosa fluída e única de Albano, como se fosse pequenos travellings subjetivos... Um detalhe é apontado aqui, outro ali. O clima de sonho passa por David Lynch e Tarkovski com doses cavalares de urbanidade. Faltou aqui algum despudor... Senti falta de um personagem dar um tapa na bunda do outro, algo de uma violência mais real e sexual. No mundo incompleto de Albano, até o sexo parece não se completar. O papel verde que encapa a edição, esconde a brunette que ergue a blusa e expõe o púbis peludo, desenho de Eduardo Schaal.

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Parece que os contos também são encapados, mas o tom do celofane que embrulha o pão de forma fatiado é igualmente verde; a cor da esperança.

É isso: um livro instigante e original, que nos deixa com a sensação de seus personagens em vários momentos (ou seja: consegue fazer com que nos identifiquemos com eles). Não sofre das modernidades mais modernas nem dos umbiguismos da geração internet e, ainda assim, tem um gosto de novidade. É de leitura fácil, sem termos que pretendem demonstrar a erudição do autor - e isso é uma grande qualidade.

O Albano está a um passo do ápice.

Eu gosto de filmes de arte, de filmes de autor e até de alguns iranianos... O que eu não suporto é filme pretencioso*. Filme-cabeça é um saco. Ao invés de um filme-cabeça, prefiro um filme bem feito, nem que seja um filme de um crocodilo assassino.

Ainda mais se o filme tiver uma brunette assim:

brooke langton.JPEG

Veja lá no meu outro blog.
:^)

* Tá escrito errado, o certo é pretensioso. O Bródi que alertou. Sorry.

A primeira frase completa da Lia, há uns meses, foi a pergunta "O pernilongo picou você?".

Mais ou menos assim: "U penilogo picô vochê?".

Mas era uma pergunta que a gente tinha feito a ela, uma manhã que ela acordou com umas picadinhas na cara... Ela só imitou.

Recentemente, assistindo a um episódio de Cocoricó, quando o cavalo Alípio come umas pimentas achando que são cenouras, ela formou, do alto dos seu um ano e seis meses, a seguinte frase: "O cavalo comeu pimenta!". Assim, certinho, bunitinho, com uma expressão de espanto.

Maravilhada com o feito, ela passa agora horas repentindo a tal frase.

Ontem fomos visitar um amigo. O nome dele? Pimenta Freire. Desconforto. A todo momento, entrava a Lia: "O cavalo comeu Pimenta".

Essas coisinhas que fazem a vida valer a pena.
:>)

lia dando terror.jpg

O Padre Hippie Diego Franco dirige o Programa Laboratório de Leitura, uma das experiências mais bacanas do rádio, com intuito de promover o debate sobre leitura e literatura. Fui entrevistado pelo Diego e apareço no programa junto com Edson Cruz, do Cronópios. Ficou muito bacana, mesmo eu tendo bebido quase meio litro de Macieira no dia.
:>)

Acompanhe o blog do Laboratório de Leitura e confira todos os podcasts.

Aqui tem o post com o programa comigo, dá pra escutar em streaming e baixar.

Depois diga se gostaram.
:>*

Quando Sartre cunhou a frase "O inferno são os outros" sem querer terceirizava a culpa.

O inferno é o outro pois é o outro que me incomoda ou sou eu que me deixo incomodar pelo outro?

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Começou o carnaval e chegou meu tocador de vinil, então fiquei enfiado nos meus discos empoeirados. Não vi nada de carnaval. Nada. Ouvir algumas coisas depois de 10 anos é refrescante. O que mais rodou no prato foi "Reading, Writing, Arithmetic", do The Sundays. Putz, não sei como não escrevi sobre esse disco no DoisDiscos! The Smiths meets Cocteau Twis. Só eu acho esse disco perfeito?

Você não conhece? Ouve e me fala, aqui você pode baixar. Depois me diz.

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No mp3, o novíssimo (nem foi oficialmente lançado) do Stephen Malkmus. Muito bom. Corre o risco de alguém dizer que o Malkmus ficou maduro, mas está ali sua irreverência, seu experimentalismo pop, sua verve adolescente. Baixe aqui e me diga.

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E não sei cumé que não botei atenção nesse The Shins! O último disco dos caras é lindaço de ponta a ponta! A melhor canção, que ficou dias no repeat é "Sea Legs". Ufs!

THE SHINS.JPEG

Esse eu não lembro onde consegui...

Aqui, uma boa lista dos 50 melhores filmes de terror. Tá difícil achar bons filmes de terror, não? Qual o último filme que vc viu e que te ARRUPIOU os PÊLO?

caligari.jpg

...no outro blog.

film_clown.JPEG

O cara aí da foto é o Jerry Lewis. Sabe qual filme é?

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  • luiz biajoni
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