outubro 2007 Archives

Saímos de Americana debaixo de uma chuva extremamente molhádica, na quarta-feira. Eram 13h30. Quatro da tarde estávamos em Santos.
Chuva e mais chuva durante todo trajeto – mas nenhum congestionamento.

Assim, quatro e meia estava no Carina Flat e, meia hora depois, na reunião do evento que faria no dia seguinte. A reunião foi até quase nove horas e quando cheguei, Karen tinha feito salada de atum com grão-de-bico. E tomei umas Bavária Premium.

Na quinta continuava a chover e fui lá pro lançamento do Prêmio IBS-Gruhbas onde aconteceu a palestra do Delfim Netto. Ê, Delfim! Foi a terceira vez que estive em sua obesa presença. Pode-se falar tudo sobre o Delfim, mas ele tem bom humor e sabe sair muito bem das saias justas. Fez uma palestra curta, aprovando a linha política do governo Lula, dizendo que no mundo globalizado não dá para esperar crescimentos acima de 3 ou 4 por cento ao ano. Quando questionado sobre sua mudança político-ideológica – ele que apoiou governos militares – disse que não foi ele, Delfim, quem mudou, mas sim o mundo. Nesta hora quase chorei – mas logo vi a empulhação demagógica e me recuperei.

Eu tenho esse problema: choro até em comercial de manteiga.
E nem é por me lembrar da Maria Schneider.

maria e marlon.jpg

Enfim. No evento encontrei JR Fidalgo, el Cuervo Berbo, e fiquei feliz por saber que ele vai lançar o fantástico “O Ano da Lagartixa” pelo OsViraLata. Fiquei feliz, sim, mas a informação me fez comprovar o que eu já sentia há tempos: meu editor, Branco Leone, não me ama mais. Ele não me manda mais um e-mail ou um postal, nenhum cartão virtual, nenhum comentário ou mesmo scrap. Não me chama no MSN. Não fala mais comigo. Me esqueceu.

Eu supero. Superei outros abandonos.

Fui pro Flat, peguei o pessoal e fomos comer uma pizza e encher um pouco as fuças. A pizzaria, um tanto fajuta, tinha cerveja Primus. Eu digo que essa é uma das melhores – senão a melhor! – cerveja do País hoje. Que delícia. Ficamos pela rua até tarde, o tempo estava quente e pareceu que teríamos sol na sexta. Tivemos.

Pegamos praia e foi muito legal ver Lia no mar pela primeira vez.
Ela teve aquele nojozinho de areia que as crianças muito pequenas têm no início, mas depois desbundou: comeu areia, bebeu água do mar e deu trabalho na hora de ir embora. Fomos comer um peixe no “Vista ao Mar”, uma das melhores paellas de Santos, um dos melhores restaurantes da cidade.

Demos uma volta e... voltamos para a praia. Não podíamos perder a chance de curtir a combinação perfeita.

Falando em perfeição, a coisa continuou à noite e mais tarde. Fomos conferir (como bons descendentes de italianos) uma outra pizzaria, essa recomendada efusivamente por amigos santistas: a Piccola. Sim, sim, ali comemos uma GRANDE pizza mezzo abobrinha mezzo funghi com shitake da qual nos lembraremos pelo resto de nossas vidas. E tomamos várias Brahminhas geladas.

Ao chegar no flat liguei o lap e... vi a resenha linda de Felipe Amorin – e abri mais uma Bavária Premium para comemorar. Que maravilha de dia!

O sábado nasceu e as ligações entre Karen e Anninha se intensificaram. Valter e Anna nos aguardavam em Mongaguá com a churrasqueira acesa. Era longe, eu estava desanimado de pegar a pista com aquele sol... mas nada demove Karen de uma idéia. E lá fomos.

Me perdi mas logo me achei e em 40 minutos estávamos no mundo perdido de Agenor de Campos, balneário de Mongaguá. Achamos a casa dos Ferraz e interrompemos o processo churrasquístico para irmos à praia. Não podíamos perder o sol. E lá fomos, deixando o churrasco para o depois. Foi ótimo, lindo, os dois são dois puta figuras, o casal que cuida do neto lindo no meio do mato, autênticos bichos-grilos. Farei algo parecido quando envelhecer, daqui uns três ou quatro anos.

nos na praia.jpg

lia na praia.jpg

Na volta da praia para a casa dos Ferraz, meu Uno Velho 96 Batido Vinho quebrou. Ó, grande novidade, vai dizer? A sorte é que Valter conhece os nativos e o carro estava perto de uma oficina e nós chegamos lá e dois mecânicos estavam jogando truco e eu tive que mostrar alguns truques truquísticos do truco que eu detenho ancestralmente em troca de uma pecinha de plástico deste tamaninho. Ficou vinte reals o conserto e eu fiquei muito no lucro.

Vai dizer?

O kafta da Anninha tava tão bom que até a fresca comeu.

A Lia e o Dudu se esbaldaram.

E nós voltamos, já tarde da noite, pro Carina.

Eu, com aquela felicidade algo besta que temos quando evolados pelo éter cevadístico.

Nossa trilha-sonora durante a voyage foi "Hand Built by Robots", de Newton Faulkner. Fazia tempo, desde o "Crash" da Banda do Davi Mateus, que eu não me empolgava e cantava junto com um popezinho besta. Dimais.

some kind of gueizice.jpg

Dormimos e domingo foi dia de voltar – e a volta também foi tranqüila.

Que saudade de casa. Que saudade de sentar no sofá com uma Brahma Extra e zapear por aí com a Lia rodando por ali, brigando com o Dudu.

E também ver as coisas da internet. Por exemplo: ver que três amigos interneys foram indicados para o Bobs. Não, eles não foram transformados em sanduíche de rede de lanches. Ina, Nelsão e Doni são alguns dos Best Of Blogs do World em Português. Vota lá pra um deles, mermão!

Falando em Doni, que satisfação ver a resenha dele de ‘Virgínia Berlim’.
Lindo, Doni, obrigado.

“A história intensa desse livro me fez balançar, me deixou triste e pensativo durante dias, mas no fundo só me fez perceber o quanto tento ser corajoso em relação ao amor, e tenho orgulho disso. Mais do que os “amores líquidos” de curta duração, me incomodam os amores não vividos, preservados na covardia das fantasias ilusórias do que não se realiza.”

Lembrando o Lucas-sem-blog num comentário recente: compre o seu ‘Virgínia Berlim’ antes que acabe – corra, só restam uns cinco ou seis.

Falando em "livros meus", Luiz Aquino fez um post sobre e-books e citou "Sexo Anal - Uma Novela Marrom", iniciando um papo interessante na caixa de comentários com a supimpa Paula Lee. Aproveito a ocasião para informar a todos que "Sexo Anal" estará disponível para download gratuito até o próximo dia 15. Uma editora avalia lançar - mas não tou botando fé, especialmente se ela quiser fazer aquele peculiar contrato leonino. De qualquer maneira, para 2008 quero fazer alguns no papel para comemorar a impressionante marca dos 10.000 downloads. Aproveitem! E baixem também o "Dois Discos" (já está batendo nos 2.000 downloads!).

Falando em sem-blog, a Juju Alcântara, grande & mítica freqüentadora de blogs, é agora uma dos Tuins.
Logo eu linco. Aliás, falta fazer uns ajustes nos links, nas coisas todas aqui.
Mas esse MT4 tá complicado.
Mas o que é esse problema perto de tudo o que acontece de bom?

Inferno Astral, assim como a uva, também passa.
:>)

O que preciso agora é correr atrás e ganhar umas granas.
Já pensei várias vezes em monetizar este blog - mas desanimo cada vez mais.
Leio um post como este, do Dudu Tomaseli, e percebo que não tenho parte nisto tudo neste mundo - como diria Pessoa. Vamos começar um movimento anti-monetização? Ou ficamos com a boa e velha monetização biajônica?

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Vamos pra Santos e lá ficaremos até domingo.
Eu, Karen, Lia e Dudu.

Vou a trabalho: amanhã, às 14h30, faço o evento de lançamento do Prêmio IBS-Gruhbas de Políticas Públicas para a Baixada Santista. Vai ter palestra com Delfim Neto. Mais informações aqui ou pelo fone (13) 3271-9669.

Espero reencontrar por lá o Corvo Bêbado e conhecer Valter Ferraz.
Não vai ter muita coisa para se fazer, com essa intermitente (porém esperada e feliz) chuva...
Vai dizer?

(Quem for de Santos levanta a mão)

Apdeite: Sim, já vi o Laerte no caderno de Informática de hoje da Folha.
:>)

Freddy Bilyk, Lucia Freitas e Hermê me chamam para a meme da página 161. O lance é pegar o livro que estiver mais perto, abrir na página 161 e copiar no blog a quinta frase completa da página.

Pois aqui do lado do laptop está "O Poder Secreto! Os fatos históricos e as análises de inteligência estratégica que revelam a Conspiração do Governo Mundial Invisível da Nova Ordem Socialista-Esotérica e da Ditadura Globalizada". Bem, você deve pensar: lá vem o Biajoni com mais um livro apócrifo, agora ele vai inventar uma frase maluca. Tsc, vocês deviam ler!

O livro é de autoria do amigo Armindo Abreu e a quinta frase da página 161 é:

- Segundo a mesma nota, a CIA também recebeu licença para realiar operações visando "...matar terroristas com nacionalidade americana que estejam refugiados ou operando fora do território americano" (admitindo abertamente, pela primeira vez na História, a existência de `terroristas americanos´)!

Quer mais?
Aqui, Hermê.
:^)

blé!

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"Bia, 3 mais 7 dá 10. Você é 10!"

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Então tá!

é hoje!

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Venho mui respeitosamente mandar um grande VTNC a todos os patrões do mundo, todos os políticos corruptos do mundo - desculpe o pleonasmo -, todos os jornalistas que se acham redutos da ética e da imparcialidade do mundo, a todos que botam olho gordo neste pobre escritor (só porque tenho mulher gostosa, filhos lindos e uma inteligência estúpida - desculpe a contradição em termos). Grandissíssimo VTNC a todos os decodificadores dos arcanos mentais, a todos os fundamentalistas religiosos, a todos os amantes de músicas que rimam amor com dor. Grande VTNC também ao idealzador dessa maravilhosa campanha no Brasil, Flávio Prada. E a quem mais quiser, gostar e/ou se interessar.

E também um VTNC a quem definiu o calendário gregoriano e inventou o aniversário que nos envelhece uma vez por ano, aproximando-nos da morte diária e anualmente. Sim, amanhã faço 37 e não estou nada feliz com isso.

celulite

A pergunta que surgiu aqui: é só mulher que se incomoda com celulite?

Estava indo para Sampa ontem e meu carro quebrou na Bandeirantes.
É ou não é Inferno?
O Milton tava certo: nesses dias eu não devia sair de casa.
A Charô diz que quando é com ela, levanta a cabeça pro céu e pede mais!
Eu nem preciso pedir: o MAIS vem!

Como se não bastasse o carro quebrar, caio na mão de um mecânico estupidamente escroto.
Ele não acha as ferramentas e se maldiz, como se fosse outra pessoa: "Onde eu coloquei isso? Ô bicho burro!". O cara tirou duas velas e falou que ia trocar - foi pra dentro de um quartinho, limpou as velas e as recolocou, dizendo que eram novas. Com medo, não falei nada: paguei 15 reais e fui embora com o carro chiando.

Parei no Frango Assado, uns kilômetros depois. O carro morreu.
Já atrasado para meu compromisso, comecei a interpelar as pessoas, pedindo carona.
Até que vejo um senhor muito branco, olhos muito azuis:
- O Senhor vai pra São Paulo?
- Vou.
- Meu carro quebrou, preciso de uma carona. O senhor pode me deixar em qualquer ponto de táxi...
- Pra onde você vai?
- Vou pro Itaim Bibi - respondi.
- Eu moro lá, tou indo pra lá.

Em menos de 20 minutos, chegava ao meu compromisso.

Pelo que entendi, seu nome é Iso Weinberg - e eu desci na Faria Lima, numa correria de sinal vermelho abrindo, não entendi direito.

Minha eterna gratidão, velho polaco.
Um anjo dentro do meu Inferno Astral.
...

Amanhã, Quinta, apresento o evento do Prêmio Instituto Pedala Brasil, dentro do Salão Duas Rodas, às 17h. Quem puder, pinta. Depois dá até pra tomar um chopp lá na exposição.
Onde estarás, Jorge Rocha?

Este blog estava fora do ar, mas agora que voltou não podia apontar para esse post do Idelber.
Incrível!

l´enfer

Aniversário dia 21 próximo, 37 anos.
Odeio fazer aniversário.

Como todos sabem, 20 dias antes do dia do níver, vivemos o Inferno Astral. Creia: é verdade. É um período para ficar na miúda e TER A CERTEZA que o universo conspira CONTRA você. Tá, esse trecho tá mais pra Paulo Coelho que pra Richard Dawkins - mas durante o INFERNO eu me dou o direito até de ser incongruente. (Como se eu não me desse esse direito durante todos os outros 345 dias do ano)

Lia ficou doentinha, coisas dando erradas no trampo, esse blog sumiu, energias foram pro espaço...
Tentando relaxar, vendo um pouco de TV, fico sabendo que morreu o Paulo Autran.

Como se não bastasse, um jornalista daqui me chamou de "pseudo-intelectual" num jornal. Logo eu, que sou tão anti-intelectual?!

Agora só falta uma semana - espero que passe logo.
:>/

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Eu e Renmero Rodriguez tivemos um blog conceitual, que parou sozinho há alguns meses. Para que os textos não fiquem no limbo internético, o amigo fez um e-book bonitaço, que você pode baixar de grátis aqui.

Às vezes é estranho ler coisas que escrevi há tempos. Vale pela leveza e pelo registro.
Experimente!



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Saiu o novo disco do Vic Chesnutt, um cara que eu amo.
Tem uma história minha com ele aqui.
Ele também está na trilha-sonora do meu livro, "Virgínia Berlim - Uma Experiência".

O Ina fez um post sobre capas e eu não resisti a botar a capa do disco do Vic aqui.
Achei linda.
Embora considere a melhor capa ever, a da nossa banda, Os Orelhas.
:>)

Ainda não vi Tropa de Elite. Tava com uns amigos num boteco, chegou um cara vendendo DVDs piratas, acabei comprando o Tropa. Depois me arrependi. Não sinto tesão de botar no DVD pra ver.

Ainda não ouvi o último disco do Springsteen que o Briga descarregou no meu laptop. Cada vez que penso em queimar um CD me vem uma vontade de ter o original, com letrinhas, etc...

bruce.jpg

Hoje fui tomar café numa padaria, muito cedo, sete da manhã. Tava com um sono do caralho. Pedi café, pão com queijo... Encostou um cara todo animado do meu lado, rindo, puxando conversa. Eu:
- Mermão, tou com um sono do caralho, não quero conversar não, tá?

Eu sou assim, chatinha!

free burma

freeburma.gif

Depois de “Ficções”, Borges seguiu escrevendo contos fantásticos que reuniu posteriormente em “O Aleph”. “O Aleph” é o título de um dos contos. Algumas vezes eu me pergunto por que Borges não deu a essa reunião o título de “Ficções II” ou “Mais Ficções”. A escolha pelo nome do conto para o volume talvez apontasse que ele era o seu preferido... Mas, nas entrevistas, o autor sempre apontava “O Imortal” (conto que abre o volume – lembremos de “Tlön, Uqbar, Orbis Tertuis”, que abre “Ficções”) e “Emma Zunz” como os seus preferidos. O livro não deveria ter um desses dois nomes?

Talvez “O Imortal” soasse grandioso demais, prepotente, e Borges tinha esse rasgo de humildade. E “Emma Zunz”... bem... “Emma Zunz” não era bem uma “história de Borges”; e isso também podia incomodá-lo. A história de “Emma Zunz” foi contada a Borges por Cecília Ingenieros. Mas não só por isso: elementos destoavam do habitual borgeano; sexo, mulher, assassinato! E ele trabalhou muito nela antes de achar que estava bem finalizada.

emmazunz.jpgEra um tema violento e agressivo para Borges. Era o “Psicose” de Borges – e ele não podia escrever “colorido”, tinha que optar por um "preto-e-branco" que não chocasse demais a audiência. É um conto noir, de estilo, que sempre me chama a atenção os sobrenomes dos personagens.

Como achar um nome e um sobrenome para um personagem?
Em “Emma Zunz” como não pensar em uma guerra entre judeus com seus Tarbuch & Loewenthal?

Como não pensar nos sobrenomes das amigas de Emma: Urstein e Kronfuss?
Estaria vendo, debaixo da superfície, um tiquinho de crítica à “capacidade judaica de prosperar”?
Lembremos por um momento que “O Aleph” guarda também o conto “Deutsches Réquiem”. No Epílogo do livro, o autor diz, de maneira enfática demais, que “Na última guerra (o livro é de 1949), ninguém pôde sentir mais que eu a tragédia do destino alemão; ‘Deutsches Réquiem’ quer entender esse destino, que não souberam chorar, nem sequer suspeitar, nossos ‘germanófilos’, que nada sabem da Alemanha”.

(Uma coisa legal seria comparar os dois contos, a personagem de Emma com o narrador de “Deutsches Réquiem”, Otto Dietrich zur Linde)

Mas tudo isso é besteira, no final, perto do que o conto é: um ótimo relato de vingança, daquelas que se come fria.

Em “Emma Zunz” Borges é novamente o narrador onisciente, talvez um pouco divino. Um pouco, pois têm coisas que ele diz não saber ou não ter certeza, tal como o nome Fein (ou seria Fain?). Outras, intui: “Tenho para mim que pensou uma única vez e que neste momento correu perigo [...]”. Faz diferença esse bocadinho de dúvida, já que toda história é motivada por um segredo que apenas Emma conhece. Emma e nós, leitores, já que o narrador nos conta. Bem, talvez ele também não esteja muito certo sobre tudo.

A questão principal do conto, para mim, está na motivação do crime. Emma é cerebral e fria ao arquitetar o plano mas, no final, acaba cometendo o assassinato por outro motivo: para fazer valer todo o sacrifício que sofreu para executá-lo. O fim tinha que justificar os meios. A morte de Loewenthal expiou o pecado que ela própria cometeu enquanto colocava em prática seu plano macabro. Como disse Rousseau: “Se a razão faz o homem, o sentimento é que o conduz”.

(Esse post é a propósito do Clube de Leituras do Idelber, e vc também pode participar, já que ler e discutir Borges é sempre ótimo)

lobo do homem

Aqui.

Trecho:

a experiência de Virginia é cortante nos espaços que deixa. ela sorri e provavelmente eu a veja mais bonita do que realmente é, porque eu teria notado antes do que o protagonista do livro.

Será que "Sexo Anal" é um livro "feminino" e "Virgínia Berlim" é um livro "masculino"?
Hmmm.

Lindo, Tiagón.

virginia e chet.JPG

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  • luiz biajoni
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