Vamos imaginar que você fosse coordenar um debate sobre violência urbana e precisasse chamar quatro pessoas no Brasil para compor uma mesa. Quem você chamaria?
Não vale o Presidente ou Ministros.
Diga aí.
:>)
Vamos imaginar que você fosse coordenar um debate sobre violência urbana e precisasse chamar quatro pessoas no Brasil para compor uma mesa. Quem você chamaria?
Não vale o Presidente ou Ministros.
Diga aí.
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Depois de notícias recentes, parece que já não dá mais pra chamar a Marina Magessi...
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Eu faria uma sessão espírita e chamaria o finado Dr. Leonel de Moura Brizola, que há 25 anos já previa o atual estado de coisas - e só porque a idéia do CIEP era dele, ninguém jamais a levou adiante, nem apareceu com outra melhor.
Para debatedor, chamaria o espírito do Sr. Roberto Marinho, enquanto representante dos jornais e tvs, que vivem fazendo apologia da violência, da alienação e do consumo pra vender jornal,novela e reality show;
Finalmente, convidaria à mesa-branca-e-redonda o espírito da menina Araceli, vítima da juventude rica, entendiada e impune de tipos como Fernando Collor.
Se for a nível nacional, concordo com os nomes indicados pela Vivien. em caso de uma coisa regional, eu chamaria adolescentes do núcleo urbano e da periferia, ambos vítimas, uns autores, outros vítimas mesmo.
Tens recebido meus e-mails no shi2t, rapazinho?
Violência urbana? Convide uma dona de casa articulada, que viva numa vila com 5 filhos, um deles drogado e internado há 3 anos.
Conheço ela.
Pô, bia, eu chamava um traficante malvadão, tipo o Fernandinho Beira mar. Uma mãe de vítima, pra dar ibope, um policial e o João Kléber, pra gritar "PARA TUDO" e dar o suspense da coisa. Hahahahaahahaha.
ai, olha. Eu acho que debate sobre a violência urbana ou fica chato ou vira apelação e drama e tal. Coordena um debate sobre outra coisa. XD
Voltando aqui, depois de muito tempo. Beijão, saudades e blablablá. =*
Paulo Sérgio Pinheiro, Sérgio Adorno, Décio Saes e Hélio Bicudo.
Debater a violência urbana é coisa de viado. Daqui a pouco vai estar querendo discutir a relação...
Emir Saad, FLIF.
www.malvados.com.br/index734.html
Mas a vida é uma caixinha de surpresas, rs
Biajoni,
Não há no Brasil tradição em se fazer debates sérios sobre problemas. Na Europa é comum assistirmos e, por incrível que pareça, têm audiência. Seria bom se tivéssemos os shadows como na Inglaterra. Eu chamaria um representante comunitário de alguma favela, uma vítima de violência, um representante da polícia e um do município.
Abraço
Biajoni, acredito que debater não resolve lhufas, mas se ainda assim insiste, vai lá: o Boka, meu personagem(entende como ninguém do tema, é traficante); o Caco Barcelos, A Marina Magessi(envolvidinha agora, não sei se aceitaria)e chama aí a mãe de alguma vítima da violência(lá em Copacabana tem 1.700 delas esperando a vez). Só quatro? Podia por o pai da Liana Friedenbach. Se êle não puder, chama a mãe do "Champinha" também serve.
Muito Boa!!!!!!
Talvez abordasse os diversos lados da violência:
O bandido
A vítima
O reporter
O policial
Debate digno de se chamar debate
hehehe
pelo menos os pontos de vista são divergentes...
Debater vai adiantar alguma coisa?
Olha...a ideia da Yvonne e realmente muito boa (Y) a da Helena tambem gostei muito.
Acredito que deva chamar uma vitima, um fabricante de armas, um traficante e a tal da Cecília Coimbra!
heh
Reinaldo azevedo
Idelber
Hermenauta
Olavo de Carvalho
Sylvester Stallone, Dolph Lundgren, Schwarza e... Ralph Macchio!
não, não é isso. Batman, Cíclope, Motoqueiro Fantasma...
Marcola
Fernadinho beira mar
e outros dois bananas qualquer
excelentes nomes, todos anotados, quero mais.
:>)
Um árabe;
Um muçulmano;
Um Sul-Coreano;
Um carioca.
Bia, eu chamaria a mãe de uma vítima da violência, um fabricante de armas, um traficante e um marqueteiro que vende a imagem que só quem tem aquela bela blusa da loja tal é que é feliz. Beijocas
chama eu!
Um monge budista;
Um criminoso condenado;
Um morador da periferia;
Um milionário de carteirinha.
Teresa Caldeira
Marina Maggessi
Diogo Mainardi
Marcola
Ednéia Ezequiel
Bia, acharia interessante fazer uma mistureba. Eu faria assim:
Poltrona 1, um economista. Por exemplo, o Delfim Netto.
Poltrona 2, um jornalista, tipo um Caco Barcelos.
Poltrona 3, um ex-presidiário. Pode ser o cara que escreve na Trip, o nome me escapa.
Poltrona 4, um educador. Poderia ser o Cristóvão Buarque.
Curingas: alguém que faça um trabalho social (Viviane Senna) e alguém do MP bem radical (Saulo, ex-secretário de segurança).
Seria no mínimo um debate diferente...
Abs!
Nossa, as idéias do Felipe tão um pouco televisivas demais. Discordo de algumas, como MV bill e o pessoal que escreveu "elite da tropa". Sensacionalistas, ganham muuuita grana com essa falsa discussão sobre a violência que sinceramente não acredito acrescentarem muita coisa além do senso comum (por isso acho falsa).
Concordo muitíssimo com o nome do Hélio Luz, ele é maravilhoso, inteligente, ousado.
Sugeriria o nome da Cecília Coimbra, uma das fundadoras do grupo Tortura Nunca Mais, escritora do livro Operação Rio, que está esgotado, uma maravilhosa análise da relação pobreza-violência que os jornais AMAM dizer que é mesma coisa. Atuante, audaciosa, corajosa, sem papas na língua sem ser metida a rebelde. Uma mulher pra se admirar.
bjos
MV Bill: é articulado e não tem medo de polemizar. É um dos responsáveis pr "Falcões" e é líder comunitário em Cidade de Deus, então tem uma relação bem pessoal com o tema.
Sérgio Adorno: pesquisador e diretor do Núcleo de Estudos da Violência da USP. Estuda o assunto há anos. Provavelmente o mais habilitado a dar uma opinião intelectual que não seja completamente irrelevante.
Romeu Tuma: porque um bom debate precisa de um fascista para agitar as coisas. Defensor da pena de morte, prisão perpétua e por aí vai...
Hélio Luz: ex-delegado de polícia no Rio de Janeiro, depois foi deputado, mas não sei o que anda fazendo atualmente. Tem opiniões bastante equilibradas sobre o papel da polícia, e as razões de sua ineficiência (i.e. impunidade dos RICOS)
Curingas interessantes são Luiz Eduardo Soares, André Batista ou Rodrigo Pimentel, autores de "Elite da Tropa", livro sobre o BOPE. Também se pode chamar uma vítima famosa da violência, tipo o Ari Friedenbach (pai da Liana, assassinada anos atrás)... mas eu acho isso meio sensacionalista e melodramático... mais adequado para o Fantástico do que para algum evento sério.
O criminoso, a vítima, o delegado e, para completar o embate teoria/prática, um acadêmico estudioso do assunto. Já pensou?