Depois da minha Síndrome da Biblioteca de Babel, o mestre Idelber Avelar nomeia a Síndrome de Robinson Crusoé, em excelente post. Vai lá ler!
As novas tecnologias mexem com as pessoas e comportamentos e algumas dessas ações/reações serão estudadas apenas no futuro. Algumas pessoas estão mais atentas para essas coisas que outras. O Alex e o Mauro Amaral, por exemplo, estão com uma novidade na rede - e ninguém sabe se vai dar certo, como as coisas vão rolar. Estamos, de alguma maneira, construindo e escrevendo uma parte da história nesses blogs...
Vai dizer?
tem gente saindo no jornal.. :P
Interessante esta contraposição entre as síndromes de Crusoé e de Babel. Se naquela a falta atiça o desejo, seria de se esperar que na de Babel o excesso não o deixaria florescer. Entretanto, a suberabundância faz surgir outras falta: a falta de tempo para se consumir tudo; a falta de discernimento para distinguir o joio do trigo; a falta de interlocutores, pois estes igualmente estão perdidos nos labirintos de Babel. Inda bem: sem falta não há desejo.
Concordo com voce. e no campo do conhecimento escrito ainda há o risco de se colher informação equivocada na internet. por isso, ensino minhas bruguelinhas a fazer pesquisa na biblioteca ( em casa e na escola)...beijos.
mais bia...
vc nao acha que a década de 80 foi uma decada pura autentica e sui genere e q nao c encaixa na sindrome de robinson crusoé?? fiquei pensando... c bem que as decdas de 60 e 70 tb c destacaram d formas distintas... q nó!!!!
Bia, essa emoção de reunir um dinheirinho pra adquirir um presentinho pra nós mesmos, ainda continua maravilhosa! (rs*) Mesmo que seja um simples CD que anda o olho da cara e baixar músicas pela net ainda podemos!! Comentei no Idelber, no LLL, no Mauro Amaral...fiz o dever de casa direitinho pra compensar o meu sumiço. Tava viajando, viu??
Bom fim de semana!
Ah, antes que me esqueça...falaram que você está na novela das 8, que é das nove e que poderia estar passando às 10. Ainda não conferi!!
Beijus
Comentário que escrevi lá no Idelber:
Não chego a ser neurótico, mas sou metódico além da conta. Divirto-me assim.
Bom, se eu puder aconselhar alguém...
Atenção: minha praia principal é a música erudita.
1. Só baixo álbuns completos e com todas as informações a respeito.
2. Faço back-ups dos principais em CDs.
3. Não encho os CDs de faixas. Uma vez. montei um CD de 17h com as todas as sinfonias e sonatas para piano de Mozart. É insuportável ouvir. É pior que submeter-se ao Ciclo de Óperas dos Nibelungos sem intervalos. Atualmente, meus CDs são latifúndios improdutivos. Gravo, no máximo, dois ou três álbuns em mp3. E eles sempre têm relação um com o outro.
4. O iPod também é um latifúndio improdutivo, pois só baixo nele aquilo que estou ouvindo. Sei lá, acho menos ansiogênico agir assim.
Sobre Babel x Crusoe:
Escolho a Babel. Sempre vivi nela. Nem é uma questão financeira. Tive um pai que tinha 3000 vinis em casa, além de muitos amigos músicos. Hoje, tenho 1200 vinis e uns 1000 CDs de áudio, fora os gigas em mp3.
A questão é que a capacidade para apreender música é muito inferior à capacidade do computador para baixá-las. Por isto, ainda não consegui ouvir CDs que comprei (ou baixei) em outubro de 2005! Simplesmente, não quero "passar" por eles, quero ouvi-los com atenção. Minha mulher me deu de aniversário 69 Cds com a integral das Cantatas de Bach. não lembro de ter recebido melhor presente, mas ouvi apenas 14 e o meu aniversário é em 19 de agosto... Quero ouvi-las com toda a atenção. Então, entro de bom grado no barco do Idelber: há que ter bom senso e saber que não dá para abarcar (ou ouvir) o mundo inteiro. Mas só a Babel conseguiu me mostrar compositores como Berwald, Spohr e tantos outros com quais o Crusoe nem sonha. Viva a Babel!
Abraço.
Você tem toda a razão, esses meninos estão escrevendo uma parte da história, provavelmente a história social do chulé e da falta de desconfiômetro, o que nao deixa de ser uma contribuiçao original, of course.
Ei! Quando eu e o Rafael (ah, meu namorado, esqueci de comentar sobre ele...) poderemos ir na casa dos Biajoni conhecer a nova integrante da família?
Puts... assim não dá!
m abraço pra todo mundo!