vocês até podem me fantasiar, mas não significa que eu vá me divertir.
(carnaval também acontecia. consegui evitar registros fotográficos.)
índole.
não gostava da roupa típica, me sentia ridículo. e pior ainda quando vinham me fazer bigode com rolha. ficava parado a contragosto, me sentindo besta. porque diabos tenho que seguir o código -- ou mesmo estar lá? ainda não quebrava tudo, mas me negava a participar. como aquela vez em que a professora da segunda série embestou que o cartão de dia das mães tinha que ter um beijo a batom na capa, não importando que houvesse meninos na turma e que eles teriam que fazer o mesmo que as meninas. não teve protesto que as impedisse e minha única forma de resistir foi não fechar os lábios jamais, deixando uma mancha de saliva borrada em cor no papel e indo até o banheiro de boca escancarada até limpar aquela goma nojenta.
colégio de FREIRA, claro. tudo muito pedagógico.
~.~
o que me leva a Jayme Caetano Braun, e se hoje me cai bem a bombacha, é porque, já crescido, escolhi louvar avô e avó Severo, Alegrete e Bagé:
Porque na rinha da vida
Já me bastava um empate!
Pois cheguei no arremate
Batido, sem bico e torto ..
E só me resta o conforto
Como a ti, galo de rinha
Que se alguém
dobrar-me a espinha
Há de ser depois de morto!
Galo de Rinha
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e relacionado/não relacionado, bereteio, pertinente:
A mimosa curvatura
Desse teu corpo moreno
É o pago em ponto pequeno
Feito com arte divina,
E o teu colo que se empina
Quando suspiras com ânsia
São dois cerros na distância
Cobertos pela neblina.
China
~.~
das identidades.







