novo projeto
eu queria viver 6 minutos de videoclipe de doom metal pra poder berrar os pulmões pra fora. dentro de um contexto pertinente, digo.
constatação
eu gosto de músicas que começam em fade, mas detesto que terminem assim.
a saga continua
quer mais pizza? então toma: Cleoliviatra, nossa blogueira no Antigo Egito, ensina a técnica milenar de mumificação de pizzas. prático, simples e informativo. Olivia mostra desenvoltura no emprego do papel alumínio e avança: num movimento planejado, instrui o incauto a usar filme plástico. já usei algumas vezes, mas prefiro não ter em casa. o cara vai pegar um pedaço pra enrolar um sanduíche e quando vê, o plástico grudou na mão. e aí é divertido e a gente começa a enrolar todo o braço e quando vê terminou o rolo e a gente tá ali, feito uma lagarta num casulo transparente, tentando soltar as mãos pra poder tirar o filme do nariz e não sufocar.
prástico
plástico é isso. plastifilme, plastibolha, plasticor, tudo delícias que mostram nossa falta de controle sobre o impulso.
plástico, prático
dia desses fui comprar um balde. demorei cinco minutos - e já tava fazendo um escarcéu no súper - pra encontrar um balde que custasse menos de 10 pilas. "Eu não acredito que eles tão tentando me fazer pagar 10 CONTOS pela porra de um BALDE", exprimi, e a senhôura dona-de-casa que tava do meu lado concordou. "Mas tem esse aqui que é mais baratinho", disse, apontando pra um balde verde-musgo de plástico molenga bem, bem na minha frente. resmunguei algum agradecimento e comprei a droga.
pra quê
pra fazer caipirinha jumbo. yay.
pra que mentir, fingir que
pra colocar na cabeça de certas pessoas e mandá-las pro cantinho, de castigo.
pra desfilar terceiras
'balde' é uma palavra engraçada. bau-di. bau, enche a boca da gente. que nem 'bosta'. palavras com "b" enchem a bochecha da gente e saem gordas e redondas. 'bumba'. 'bunda'.
a emoção aca-
tá, chega.
música popular lusitana alternativa
não deu pra sacar se o Tino tá tirando sarro ou falando sério; mais provavelmente, as duas coisas. o Portal Pimba é um blog dedicado aos mestres do cancioneiro popular português esquecidos pelos holofotes da mídia - nomes como Nel Monteiro, Padre Motard e Leonel Nunes (e seu garrafão), entre outros. links pra mp3 e o escambau. involuntariamente hilário.

chinelo-brega-metal
sim! Tarcisio Meira's Band tem um site! finalmente para download os clássicos Tio me dá um Pão e Vai Lavá suas Cueca. o longevo grupo (desde 1993) já embalou muita festinha não-linear deste escriba, nos idos do Garagem Hermética (fase com a banheira-vomitório nos fundos).
também é deles
a pior piadinha-trocadalho do prog rock.
"Eu uso calça Levi's, e o Geddy Lee!"
mais música
descobri Isis há duas semanas e já coloco no panteão particular, ao lado de Black Sabbath e Paradise Lost. mais sobre isso qualquer hora dessas. fenomenal.
não é a mamãe, é a Cuca
alô você, amigo, que chegou neste post do Satélite procurando no Google pelo MSN do Ronaldinho Gaúcho: por favor, leia o texto. o Satélite não é o blog do Ronaldinho Gaúcho no MSN Spaces, não foi ele quem escreveu o post - aquilo é uma citação, e não, ele não vai poder responder os muitos comentários que vocês têm deixado, nem adicioná-los no MSN, porque esse não é o blog do Ronaldinho, ok?
leiam o maldito post.
ainda
lembram do post sobre masturbação feminina? (a Luiza eu sei que lembra.) pues tenho que fechar os comentários daquilo. tá virado numa putaria.
ainda
cara, tem de tudo na internet. mesmo.
qualquer bobagem
Six Degrees of Kevin Bacon.
update:
concordo com o smart: chewbacca, melhor blog.
uh sabadão [ou] à meia-noite levarei o teu dente
sabadão dor de dente (claro) e eu Tylex sem cerva e a TV2 Guaíba. sem querer, acabei assistindo Targets ("Na Mira da Morte", ha). O filme é um suspense B de 1968 e conta a história de um astro de filmes de terror que deseja se aposentar por causa da violência do mundo moderno, e seu caminho acaba se cruzando com um franco-atirador maluco. O tal astro é Boris Karloff - no filme, Byron Orlok. Filme de baixíssimo orçamento, rodado em 25 dias, primeira direção de Peter Bogdanovich (que inclusive co-estrela, e bem, o filme); é a fita ruim que te pega em cinco minutos e no final nem era tão ruim assim; tem ritmo, suspense e boas seqüências - e o último plano, o carro do assassino sozinho no estacionamento do drive-in, é lindo. Engraçado que só fui me dar conta de que era Karloff no final, em que há insert de cenas do um filme seu anterior, The Terror.
Na verdade assisti a todo filme sem saber nada disso, o que só torna o todo mais interessante.
a saber
As figurinhas deste post são referentes a esta obra. (O filme é colorido, apesar dos screenshots.)
uh tiagão
nada nunca.