empilhados na categoria (?) la la la la - language

leprechauns. watch them.

leprechaun03.gif

leprechauns são grandes saltadores, hah! Aulay pode correr por milhas até cansar. lembro de quando eu e Wilboard tomamos aulas de pulo com um autêntico feijão saltador mexicano! era uma grande figura. meio caladão, talvez, mas gente boníssima.

ah, as lembranças da infância...

se eu pudesse refazer meu caminho, faria muitas escolhas diferentes. lembro do episódio em que Shannon comprou o fole dourado, por minha influência. lembro daquele pote de ouro enterrado aberto e de cabeça para baixo em Fullton. lembro do susto de minha família ao ver-me layoutando uma placa de esquina para o primeiro cliente (ninguém menos que Sire A. Guinesz). e, claro, não seria estúpido novamente como quando perdi essa conta, jogando um barril de cerveja no seu bigode! velho cretino! quem mandou me chamar de dumbo?

ah, as estupidezas da inexperiência.
estúpido exceto quando excitado...
oh, minha excelente ascensão sexual!
sementes de sassafrás e surubas em saquarema...
ah, sextetos descerebrados em explosões de suor!
serenidade e sossego postergados até o nascer do sol...

Gerry - 26/03/2003

no programa de hoje:

home

o filme! (escusando pelas legendas embutidas)

get high

sim, esse é outro caso de superuso do humor de 5 quadros. só nos cartazes dos cenários, dava pra fazer um livrão de mesa. e eles geralmente usam essas frases de efeito, como "é hora de acordar!" ou "seja você mesmo!"

wake up

be yourself

have you seen me?

os filmes são ótimos: Rat Kicker, The Milk Song e Mecha Streisand Takes New York (um clássico).

rat kicker

cinema

mas o melhor é esse, na casa do Kenny. quem não precisa de um quadro que simplesmente diga CERVEJA?

beer

movie

bem à moda do cartoon, os criadores usam tipos totalmente clichê pra fazerem todos os layouts. e tem seus preferidos recorrentes. nem hollywood escapa.

hollywood

apesar disso, um teleprompter tem as fontes grande e legíveis; ou seja, não se trata de chute puro e simples.

teleprompter

e a programação visual da tevê, e dos letreiros do teatro, também são bem apropriados.

midget

a maldita c**** s*** esta lá, claro.

canada

e pra dar uma variada, eles também curtem uns estilos retrô-brechó!

un

with stupid

camisetas clássicas. (foto das quatro mães em homenagem ao dia internacional etc)

mas o que me garantiu um pacote extra de risos inéditos foi descobrir o botão SPHINC no browser dos moleques.

scheisse

(pra fechar com a mãe do Cartman num "german scheisse video")


~.~

nonsense final de semana pra todo mundo.

há dias que surgem comentários excitados antecipando um tal keynotes do Steve Jobs. nos blogs, no twitter e até na imprensona.

Steve Jobs, o tio da Apple, todo mundo sabe, é a nêmesis do Bill Gates e do Richard Stallman. no keynote (me disse o Gejfin que é a palavra correta quando se quer dizer "apresentação", por ser o powerpoint dos Mac), seu Maçã vai apresentar os lançamentos da empresa para 2008. os acólitos fãs se acotovelam esperando por livebloggings. está chegando A Palavra.

sarcasmo à parte, é interessante notar que uma pequena parcela - mas altamente relevante (em tese) - da sociedade aguarde não o livro de um filósofo ou sociólogo, ou o pronunciamento de um papa, ou um presidente ou político, nem o lançamento de um grande músico ou banda, nem o trabalho de um escritor nem ator ou pintor - e sim, o powerpoint de uma empresa. evidentemente, não só isso: em certa medida, significa com o que será poderá sonhar sobre, dentro do binômio tecnologia + design para este ano. além disso, também dirá como algumas pessoas pensarão ser mais legais do que as outras possuindo traquitanas diferenciadas. [nada de muito diferente desde que o pila se tornou parte da seleção natural, de qualquer modo.]

interessante porque hoje a tecnologia é o único e último carrinho de bebê da Informação, essa sim, igreja pós-moderna, bem de consumo e moeda de valor, substituto da geografia na nova ordem do século XXI. se de um lado é uma geekice (nerd = microsoft = ruim, também aprendi) besta, de outro é apenas uma configuração possível, e mais, lógica e adequada, de se alimentar expectativas sobre como viver melhor. cada vez mais, informação, e água, são vida.


ficou curioso? acompanhe aqui, pelo engadget, agora. (dica via twitter//@fseixas)

rev765.gif

V for Vendetta: Vision (Aries). (player invisível via feed)


de um pedaço de rocha. da carne de um dedo partido. de um átomo de cinza. avenida aberta, esparramada. eco. água. casa. varíola. beija meus pés. vem sonhar. vamos cobrir o sofá com uma manta térmica. que gozo fora. bruma. hiato de sensação. repetem-se notas. eco. nada ouço. nem teus olhos. vem me ver. eu vou te esperar do lado de fora. no jardim que plantaram quando eu ainda sementes. mimesis. eu sei o quanto dói. eu já estive cinza. me conta tudo sobre teus pais. eco. guaraná, guarujá. e lá vai o jornaleiro vendendo pão fresquinho. berrando a quem quiser ouvir que a seleção é campeã de pólo aquático na tailândia. erro. nego e não pago, peço outro trago, me entrego ao lado daquela que por bem escolheu ao meu lado estar. meço. beija minha nuca. vem descobrir. eco. vem repartir. há dádiva no pedir, mesura no lisonjear. joio. há dogma em ti. jogo cartas. tiro excessos. domo cosmos. eco. priscas eras. humores indistintos de velhos perdidos em praças. galileus. tomografia. despudor e nudez. age, amor. abre teus medos. decido pelo vermelho. aposto tudo numa só rodada. contra o crupiê vestido de negro. o dom e a histeria. vem pedir a tua bênção. destempero. vem, desfaz os meus cílios. tricota em blusão. as telas de renoir. ego. o interior de passados insistentes de rancor e perdão fugaz. abro a janela do altar. são pombas planando. entre esferas eméticas. vem e cobre meu corpo com cápsulas de ironia. vem me dizer que estou errado. eco. me retém. me refém da vontade de haver. equilíbrio de erros. gozo dentro. vem torcer teus cabelos e pendurar no varal de meus dedos. vem logo me abandonar. vem acordar. beija meus tarsos rompidos. varicela e rubéola. caos e cama e cães. lama. eco. avenida fechada, enclausurada. da vida que se esvai num rastro de fumaça e fuligem. de todos os santos, amém, eu peço: a hora em que partir, que haja trovão ao raiar. elo.



que hoje 2007 eu descobri que esse engasgo de 2004 tinha um trilha sonora. desde 2002, só que a gente não sabia. agora, ouvindo, trouxe de volta a tempestade original. haja estômago. poesia que me é tão madrasta.



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