
empilhados na categoria (?) eu te amo

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Flanelinha de churrascaria
E a participação do flanelinha não foi só dentro de campo. Logo após a conquista do Gauchão, a direção gremista ligou para a churrascaria Barranco, tradicional local das comemorações em Porto Alegre, para reservar um ambiente para os jogadores e dirigentes. O responsável pelo local disse que não haveria problema pois o Internacional já havia reservado uma área por antecipação.
Bastava apenas trocar o nome da reserva.
O Grêmio agradece a cordialidade do adversário.
via gremio.net
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fotos Terra
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mais sobre isso em breve, eu acho.
bereteando, historicamente, tem problemas com datas comemorativas como este ocho de março. mas bereteando, estranhamente, não tá nem um pouco afim de polêmica. por isso bereteando, histéricamente, estará repassando um .pps cheio de poesia, som e fúria para todo seu mailing vip, semeando rancor e alguma invejinha.
nesse ínterim, um instantâneo sarcástico, já que elegias às mulheres são feijão com arroz em bereteando, francamente, atenciosamente, deliciosamente, geladinho, saboroso, com seu jeito tão gostoso, que me faz delirar.
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–– E então, môr, o que a gente vai comer?
–– Hm, que tal camarão?
–– Ai, Afrânio, camarão de novo?
–– Quer comer outra coisa?
–– Ah, num sei...
–– Lagosta? Siri?
–– Ah, sei não...
–– Tem peixe, também... deixa ver... lula, polvo...
–– Aaai...
–– Enguia, ouriço, tubarão, peixe-espada...
-- Nada parece bom.
-- ...pato, marreco... flamingo...
–– É tão difícil, amoreco...
–– Quem sabe um filé? Posso pedir pra cozinha preparar um filezinho no capricho pra nós.
–– Filé? Filé de quê?
–– Filé, oras, filé de filé... Filé mignon...
–– Tu sabe muito bem que eu não como carne de gado!
–– Tá, tá, coraçãozinho, esqueci, desculpa.
–– Tu nunca lembra, Afrânio!
–– Desculpa, pronto, esqueci, passou. Não fica emburrada, pô. Olha, tem filé de frango, ó!
–– De frango? Que frango?
–– Como, que frango? Como assim?
–– A gente tá no meio do Caribe e eu não vi nenhum frango por aqui, oras!
–– É o filé do frango, não é o frango inteiro.
–– Não quero. Eles devem fazer o filé com outro bicho.
–– É. Deve ser. Filé de mula. Puxa, tem massa no cardápio! Macarrão e talharim! Hm, massinha com queijinho...
–– Ah! Claro! Era só o que faltava! Quer que eu engorde, é? É isso? Que me ver um balão?
–– Não, claro que não, paixãozinha. Aqui, ó, no guia telefônico: telepizza. Hein? Podemos pedir uma pizza! Bah, que loucura! Pizza caribenha! Metád cuatro brôcolos, metád calabrêssa...
–– Ai, pizza, Afrânio? A gente veio pro Caribe e vai almoçar pizza?
–– Porra, Glorinha! Tá difícil, hein? Que tu quer, saco? Já sei: vou pedir um pãozinho pra ti. Isso. Um pãozinho com bastante manteiga, tá? Hmm, delícia! Ah! Lembrei que ficou um potinho de marmelada, daquelas que distribuíram no avião, guardada no bolso do paletó! Aí depois um café pingadinho...
–– Pára! Pára! Não grita comigo! Não grita! Tu sabe que eu tenho trauma do meu pai! Te odeio! Te odeio! Que merda! Inferno! Me trouxe...
–– Tá, Glorinha, desculpa. Não chora. Aqui. Vem cá. Senta aqui pertinho. Isso. Assim, ó: vou pedir uma musse de chocolate pra ti. Dupla.
–– ...de má vontade, podia ter me deixado lá em casa! Não queria que eu viesse, nem precisava ter convidado! Tu me assusta quando fica brabo!
–– Tá, sem beiço, passou. Pronto, pronto.
Morrer, não morreu ninguém. Mas foi quase. Glorinha, de inanição – fez greve de fome até que Afrânio conseguisse arranjar um réchaud e preparasse um fondue de queijo, dois dias depois. E Afrânio, de arrependimento. Mas voltou para Porto Alegre decidido: a próxima amante teria mais de 20 anos.



