
afinal, o que é arte?
no mínimo, dois dedos de colarinho e um pires de tremoço.
O sol se põe ao meio-dia.
Gerry - 15/05/2003

afinal, o que é arte?
no mínimo, dois dedos de colarinho e um pires de tremoço.
O sol se põe ao meio-dia.
Gerry - 15/05/2003
Pênalti. Era pênalti e todo mundo viu. Chegou avançando pela meia, tabelou com o lateral pela esquerda, passou um zagueiro na chaleira e ia passar pelo segundo quando o primeiro, esticando a perna na queda, calçou o atacante por trás. Pênalti claro, de concurso. Quem sofreu pede pra bater. A honra da estocada.
–– Tá maluco, seu juiz?
–– Mais respeito, moleque!
–– Passa pra cá a bola, doutor, que...
–– Deixa, deixa, negão. Deixa que eu bato.
O técnico faz que sim com o polegar. Vai ser seu primeiro gol no clássico estadual. Já imagina o orgulho do pai, a festa que vai ser São Vendelino, a cidadezinha de onde saiu há dois anos atrás. Guri, recém dezenove e já escrevendo o nome na história. A comemoração tá pronta: vai correr em frente à sua torcida, gritar o maior número de palavrões possíveis, e então colocar o dedo na frente dos beiços pra mandar o resto do estádio calar a boca.
–– Eu comi a tua mulher.
–– O quê que é?
Goleiro que é do ramo sempre incomoda o cobrador. Vai lá, tira a bola da posição, diz o canto em que vai pular. Irrita, desconcentra. Esse daí recém saiu do sub-20, mas já é manhoso feito castelhano. Se pega um artilheiro veterano, nem ouvidos; guarda a bola na gaveta e dá tapinha nas costas do inimigo durante a vibração do gol. Mas jogador verde entra na onda, responde, xinga.
–– Ontem de noite. Mas já foram muitas vezes. A gente namorou há um tempo atrás, não sabia?
–– Cala a boca, ô merda!
–– E é gostosa, hein? Aquela bundinha...
Juiz limpando a grande área, vai apitar. O goleiro se afasta, fazendo gestos obscenos com os dedos. Gritos da pequena torcida visitante em meio ao apupo ensurdecedor dos torcedores do time da casa. A grua da TV se move, procurando a posição perfeita para registrar o lance.
–– Chifrudo! Boi corneta!
–– Desgraçado!
Quase não tomou distância – coisa de quatro ou cinco passos. E então desferiu uma bomba, um foguete de perna direita, batido de bico, bem no centro da bola. Ela pegou pouca altura e velozmente chegou ao fundo da meta, viajando em trajetória retilínea. A bucha. Três centenas de torcedores atrás do gol fazendo mais barulho do que o resto do estádio lotado.
–– Mas que merda.
–– Gol, fiadasputa!
Aí resolveu mudar a comemoração já imaginada, e acertou um soco na boca do adversário. Antes que os outros jogadores entrassem na briga e criassem um tumulto generalizado, ainda conseguiu dar dois chutes ali onde dói mais. Foi expulso depois de sete minutos, quando a polícia controlou a situação, e saiu do estádio direto para a delegacia. Prestou depoimento, foi liberado. Não demorou a chegar em casa.
–– Quanto que terminou o jogo?
–– Seis a um. Aquele goleiro reserva do time deles tem os braços curtos.
–– Bem feito.
–– Dá pra explicar porque tu fez aquilo?
–– Não te mete. Coisa de homem.
–– Homem burro, isso sim. Vai dar suspensão, multa do clube!
–– Isabel, vou largar o futebol.
–– Como assim?
–– Largar. Vamos voltar pro interior. Vou aprender a fazer vinho com teu pai.
–– Mas e o futebol, animal?
–– Chega. Tenho uns trocados pra comprar uma terrinha, fiz meu gol no clássico. Acabou.
–– Tu tá completamente-
–– Faz as malas. De madrugada a gente pega a estrada e volta pra fazenda.
No outro dia só se falava, nas rodas da cidade, sobre a goleada massacrante e a fuga do jovem talento, que abandonou o clube e está incomunicável. O vice de futebol avisa que vai rescindir o contrato se o jogador não aparecer em vinte e quatro horas, e que negociações já estão sendo feitas para contratar uma peça de reposição.
No hospital, o goleiro encontra dificuldades para urinar. A dor é muito forte, e ainda tem toda a vergonha pela surra que tomou. Mas se consola, pensando que tem toda uma carreira pela sua frente.
o primeiro resultado numa pesquisa google por "sorvete" -
é uma página com o nome de SOVETE.
trabalho lomba acima. porto chove-me alegre. e eu de pés molhados. tênis furado. gotas.
15°C. chuva fraca. sensação de 15°C. vento: norte, a 3 km/h. ponto de orvalho: 13°C. umidade: 88%.
"é como naquela história da cigarra e do povo, a cigarra passava o verão todo trabalhando, enquanto o povo se divertia. Quando chegou o inverno, a cigarra morreu, o povo comeu toda a comida dela e ainda venceram uma corrida de carro." - Fry, de Futurama
~ p r o é m i o ~
Daniel: Isso é ridículo. Tudo isso.
Roberto: Func! Porra! Func!
Mariana (aproximando-se): Olha, moço, não vejo necessidade alguma para violência. Eu tenho as respostas, mas não consigo responder amarrada assim. (miando) Se você me soltar, podemos conversar com mais calma. Posso vestir algo mais confortável e...
Tiagón: Fica na tua, ô espertinha. Vocês precisam cooperar comigo ou não sairão daqui! Agora todo mundo fica quieto! Quem pergunta aqui sou eu!
Daniel (ajoelhando): Má, eu te amo! Eu ti amu!
Roberto: Eu só queria um danoninho.
Tiagón: Olha aqui. Eu cheguei no meio da história e não estou entendendo direito o que acontece.
Roberto: Dá uns tiro num danonito. Eh, eheheheh. Func.
Daniel: Esse aí tá travadaço.
Mariana (gemendo): Ai... dói todo meu corpitcho... tiuô, me soltaaaa...
Tiagón: Droga. Preciso ter as respostas, e rápido! Eles já estão se transformando em meus personagens, e então nada fará sentido! Tu, ô bocaberta! Me diz: o que é que tá acontecendo nessa história?
Daniel: Eu sou um palermão. Ela é a malvada que partiu meu coração. Ele é o machão violentão.
Mariana: Eu sou a gostosa. Os outros são os outros. E isso é tudo. Tu-do! Olha, que tudo? Sou ou não sou tudo?
Roberto: Eu tive um sonho, vou te contar: eu me atirava no oitavo func.
Tiagón: Concentrem-se!
Daniel: Ahem. Eu ia casar com a Má, mas ela me largou pelo cretino aí do lado, me fez traficar droga e tentou me matar.
Mariana: Eu apenas me deixei levar pela promessa de uma vida excitante e cheia de dinheiro.
Roberto (voltando da onda): E eu vô passá fogo nocêis tudo! Zuzo! (espumando) Gargh-
Tiagón: Hm. Tá. Acho que dá pra seguir assim.
Roberto (azul): Engraçado... que vontade louca de cair no chão e estertorar.
Tiagón: E aí, professor? Que te parece?
Ideber Avelar (saindo de um monolito): É. Esse Roberto aí, com tanta farinha, não come mais ninguém.
Tiagón: Obrigado. Pterodáctilo, leva Daniel e Mariana de volta para o carro. E Roberto... tira bem o pó dele e pode fazer um lanchinho.
Pterodáctilo: Graaaaaaak! Feito!
Tiagón: Eu disse pra limpar o pó, hein?! Hmpf!
~ c a p . X I X : C O N T R A - A T A Q U E ~
-- Mariana, o que aconteceu?
Daniel olha para a estrada deserta. A inundação parece ter baixado num piscar de olhos. Mariana também está confusa; não lembra quando pararam o carro, quando desceram dele ou o motivo de estar completamente nua - os gloriosos mamilos arrepiados com a brisa fresca. Ela ouve em sua cabeça uma voz dizendo-lhe para tocar-se, sentir o corpo delicioso, entregar-se ao prazer - mas a voz é interrompida quando, em outro plano, a esposa de Milton Ribeiro aparece no quarto e ele é obrigado a desligar o computador.
-- Daniel! O Roberto...!
Ambos olham para dentro do carro: lá está o corpo de Roberto, atirado sobre o volante. Mariana entra e puxa a cabeça do morto para trás, revelando um grande rastro de espuma branca, logo abaixo de dois olhos injetados de horror.
-- Uma hora isso ia acontecer.
-- Roberto... não... não...
-- Não chora, amorzinho.
-- No fundo, ele era apenas...
Não chegou ao fim da frase: tombou ao chão, golpeada com a porta do Karmann-Ghia na cabeça ao sair do veículo. Daniel sorri. A metade superior de Azhad, levado pela Ex-Virgem Feiosa num 'canguru' como aqueles de bebê, ainda segura a porta, satisfeito.
-- Me ajuda aqui, Feiosa. Vamos jogar ela no carro.
-- Zeca... Pegar Zeca! Feiosa! Pegar Zeca!
-- Calma, pequeno príncipe. Já vamos cuidar disso, fofinho.
-- Demorar muito tempo! Ficar sem ar escondido atrás de banco de carro minúsculo!
-- Ainda bem que sua metade de baixo preferiu a Broadway do que continuar contigo, senão não ia caber. Venham, fiquem na frente. Vamos embora. Feiosa?
-- Ele não quer ir.
-- Mas o quê?
-- ...Porco!
-- Porra, Azhad! Dá um tempo!
-- ...Poooooorcooooo!
-- Tá, larga a granada. Toma aqui um lombinho. Isso. Feiosa, vai dando de comer pra ele. Mas entrem no carro, pelo amor.
Na viagem até Montreal, Daniel dirige apressadamente, mas sem medo. Não que tenha ficado corajoso; está simplesmente cansado. Nos últimos dias foi agredido, baleado, chifrado, conversou com fantasma, e agora é aliado de um paquistanês pela metade. Não bastasse isso, leva no carro a esposa feiosa do árabe, um defunto e a ex-futura-mãe-de-seus-filhos, amarrada e amordaçada. A pressa que faz seu pé acelerar não é a do medo, mas a da impaciência. Sobretudo consigo mesmo; sabia que, não fosse burro, jamais teria se metido numa enrascada dessas. Burro, mas não culpado: Daniel só quer ir para casa. É um inocente perdido numa confusão, como costuma acontecer com os heróis - e com os idiotas que se metem com gente sem caráter. Ele não sabia se era um ou outro. Talvez fosse os dois. Sentiu saudades do pai. Quis ligar para o velho Julhão, mas não era uma boa idéia. A bateria do celular estava fraca e ele precisaria do telefone quando chegasse a seu destino. Desligou-o para poupar energia.
* * * * *
-- Oi, Maíra! Func! É o Roberto! Func!
-- Quem tá falando? Roberto? Que voz é essa?
-- Func! Eu preciso do func do Zeca! Do telefone!
-- Como assim? Tu tem o telef-
-- Eu perdiiiii! Guh! Func! Eu berdi o telefone! Me dá! Tem que ser agora! Fanc!
-- Roberto, você está tão estran... É, tá tudo bem mesmo. Anota aí: 2498...
* * * * *
-- Oi, Zeca! Func! É o Roberto! Func!
-- Mentiiiira, seu filho da puta.
-- Quê? Deixa de ser imbecil, eu juro que...
-- Aaaaah, te peguei! Rá rá rá! Bobalhão! Pô, tava te esperando ligar. E aí, acabaram com o paquistanês?
-- Oh, sim, func, claro. Acabemo com ele.
-- Ótimo.
-- Olha só... func. Tô precisando de mais func. Posso pegar aí?
-- Porra, vacilão. Tu é muito mancada. Trouxe o nariz do árabe pra mim?
-- Bã.
-- Tá. Então pode vir. Tô na fundição toda a tarde. Chega aí.
-- Pode deixar, idiota.
-- Que foi que você disse?
-- Tô a func! A caminho!
* * * * *
O plano era tão simples que não parecia plano. Deixar Azhad fazer seu serviço. Com Zeca fora da jogada, Mariana estaria livre para recomeçar sua vida. Se ao lado dele, já não sabia. Daniel ainda a amava, mas não poderia confiar no coração dela outra vez. Talvez pudesse confiar em seus magníficos peitos. Talvez. Talvez pudesse confiar agora, agorinha mesmo, ela toda nua, amarrada no banco de trás da Cherokee, amordaçada, olhar ora assustado, ora raivoso, ora sedutor. Hoje, não sabia o que esperar de Mariana. Qual delas era a verdadeira? Talvez todas fossem. Talvez ela devesse morrer com Roberto e Zeca. Talvez. Talvez. Mas qualquer coisa era melhor do que ficar ao lado daquele paquistanês bizarro, fazendo malabarismos com granadas enquanto espera o sinal para entrar na antiga fundição usada como matadouro e quartel-general de Zeca, o escroque-mor.
~.~
Porto do Desespero é uma novela bloguística coletiva, criação da Ana Lucia. Os capítulos anteriores:
• I : A Carne
• II: Historia de violência
• III: O noivado
• IV: A Encruzilhada
• V: A Malvada
• VI: Os Paquistaneses
• VII: A Virgem celestial
• VIII: As contas
• IX: A Notícia
• X: O Flashback
• XI: O Fantasma
• XII: O Cheiro
• XIII: O Fantasma explicativo
• XIV: Até parece ministro
• XV: O Detetive
• XVI: A Banheira
• XVI : Os vôos
• XVIII: Mais Vôos
Parece que a regra previa a duração de vinte capítulos - o que deixa nosso próximo autor com a responsabilidade do fecho. Ou não? Será que a novela segue? Bueno, já não é mais comigo. Agora é tudo com o Marcão!
anotaçãos compiladas desde 1985 para aquele projeto de substituir a folhinha do Coração de Jesus
• porque a verdade é que a busca incessante pela Verdade não passa de uma desculpa para todas aquelas mentiras espalhadas pelo caminho.
• é só olhar em volta: a benevolência do ser humano é uma virtude em extinção, a não ser que você seja um cachorro de madame. nesse caso, a melhor coisa a fazer é ganir sôfrego para a dona e mijar no pé da cozinheira pobre.
• aliás, a única coisa que diferencia um schnauzer da alta sociedade e um líder de governo sul-americano é que este tem inveja do bigode do primeiro.
• a astronomia, inclusive, se parece bastante com a situação política atual. aquela gente só pode ser de outro planeta. e você já viu os ternos que eles usam? marrom, cara! com gravata vermelha!
• sobreviver é a arte de viver com pouco, aprendi observando os movimentos sociais. quando fui demitido decidi aderir a essa proposta minimalista, e desde que passei a cortar os supérfluos da lista de supermercado, tenho comprado pilhas e pilhas de papel A4.
• aquilo que não me mata... me deixa extremamente cansado.
• pelo rádio, ouvi na voz do Papa: o mundo tem fome. e seguindo o que Helmenheinz definiu nos anos 50 como “mundo”, olha, pode me incluir nessa galera aí.
• talvez seja fato que o sexo prescinde do amor e essa relação possa seguir assim indefinidamente, mas um simples raciocínio cartesiano desmonta seu caráter cínico, ora, pres’tenção: o amor nasce onde há a paixão. a paixão surge de onde há o desejo. o desejo cresce com a atração. e a atração tá rolando agora! então, será que dá pra tirar logo a calcinha?
• não sei se Freud, de fato, era um cocainômano. mas concordo inteiramente com a suspeita de que ele afagava pães no supermercado em impulsos lascivos. e algo me diz que Jung era daqueles tipos que tem prazer em roubar canetas.
• será que há uma vida após a morte? e se houver, será que ela é bonita, é bonita e é bonita?
• todos os dias, ao sair de casa, sinto uma necessidade premente de retornar às minhas raízes no interior do Estado. com alguma sorte, conseguirei vender aquela plantação de mandioca em Marau por um bom dinheiro, e assim poderei comprar sapatos maiores.
• o segredo para bater pênalis é olhar bem fundo nos olhos do goleiro. se ele se apaixonar por você, talvez deixe a bola passar. no entanto, não é considerado de bom tom usar cílios postiços num jogo de futebol.
• no passado, repousam nossos feitos heróicos e atos de bravura. hoje, nos resta admitir as chances de dar três sem tirar são comparadas àquilo que Sartre eternizou como o ‘nada’.
• há uma grande diferença entre o que se vê e o que se nota, embora ultimamente eu prefira colocar os óculos pra qualquer coisa que não seja dormir.
• se é correto o aforismo beat dizendo que uma rosa é uma rosa é uma rosa, eu quero um desconto nessa dúzia aí, rapaz.
• o futuro, a Deus pertence? e eu, fico sem nenhum?
• a sabedoria popular ensina que jacaré, em rio que tem piranha, nada de costas. isso, no entanto, não impede que mergulhões zombeteiros se aproximem e lhe façam cócegas na barriga.
• nesta longa estrada da vida, é melhor eu parar pra tomar um cafezinho.
Uma resenha haute-cuisine de supleménte gastronomique, eu acho
No programa de hoje: Donutz Perdigão.
Donutz é integrante da nova safra tecnorgânica de subprodutos de frango, que promete muitas novidades em termos de forma e consistência. No formato de uma prosaica rosquinha, o fabricante não pretende apenas mostrar uma nova apresentação do já tradicional acepipe, mas ousa querer lançar um estilo.
Apesar da proposta, começa fracassando no design. A rosquinha de frango da Perdigão é menos rosquinha e mais bolinho; o furo central é pequeno, e depois de assado acaba fechando-se em torno de si mesmo, evocando o mítico San Andrea num retorno à unidade da carne de onde veio. (Autofagia Cósmica e a Teoria das Espirais, de Darwin a Sanders: Para Compreender o Bife Rulê. J. San Andrea, Vermeat Press, 2001.) Um bolinho de dois dedos de altura; alto, pesado, imponente. Basta notar que cada embalagem traz 300 gr em seis unidades. E por isso, exige mais tempo na frigideira ou no forno (como testado): em nossa cozinha experimental, o produto levou 25 minutos para assar e dourar, em temperatura média-alta, ou o que o valha.
Durante a cocção, Donutz apresentou aroma identificado à média dos produtos similares e não provocou reação nos testes com insetos ou animais de pequeno porte.
Uma vez pronto, o empanado revelou-se com crocância e umidade bastante equilibrados, textura superior e bastante peso na língua. Foram identificados retrogostos de milho, couro e cânfora. Por ser uma peça compacta e firme, pede molhos mais densos, como o barbecue ou o tártaro. Donutz interage a contento com shoyo, mas não se sai tão bem quando servido em mostarda holandesa.
Dica do sommelier: Por ser um petisco habitualmente servido salgado e picante, lhe caem bem os tintos mais vigorosos mas não demasiadamente tânicos, como alguns cabernets chilenos ou mesmo o já popular tannat argentino. Tente beber tudo antes de comer.
Avaliação final: Donutz é bastante saboroso dentro de seu escopo, mas é mais caro (custa quase duas caixas da marca de nugget regular em promoção) e acaba não valendo a pena. NOTA: 3,8/5
no Programa Bereteando de Redução de Estereótipos. hoje, inspirado por ~O. :
banda de música, óculos de aro grosso e cabelos - para homens sem cabelo comprido
careca + banda = punk
careca + óculos de aro grosso = nerd
cabelo espetado + óculos de aro grosso = pop punk
franjinha + óculos de aro grosso = indie
óculos de aro grosso + punk = math rock
careca + math rock = post rock
franjinha + punk = boy band revoltada
careca + punk + óculos de aro grosso + boy band = briga feia
~.~
versão em miguxês para Ramones: Uma Risada Levou Minha Garota (kkk took my baby away).
~.~
drum roll.
sempre que eu vejo uma descrição pessoal, seja blogueiro ou no orkut, e tem a foto de alguém com mais de 40 anos, eu fico com a sensação de que é piada.
(mas eu acredito no dr. Claudio Costa. (que aliás é um grande blogueiro, é pai de uma das MineirasUai.))
ou dentro de instantes vou protagonizar o comercial de Sprite Zero ("zero açúcar. zero limites") e dar uma ponta numa quadra de basquete. que, no meu caso, não vai se transformar numa piscina fresquinha.
"novo tiagón sprite zero. zero pontos."