agosto, mais um pico da senoide do enfaro e da falta de paciência. mundo demais aqui, e aqui também, e eu de menos. humano de parco e raso equilíbrio, vou alimentando fantasias infantis de justiçamento, com repertório-dicionário de medicina legal. mas mesmo antes da pergunta da esfinge, respondo nenhuma das anteriores. percebendo o reflexo no espelho desformando em areia. picos e vales há, e tudo há, porque já não há mais inexistência nem silêncio. toda massa foi tomada e moldada. tudo há e não resta dúvida alguma sobre nada. procurando ruído em antena e alimentando desejo néscio diante de tantos letrados. nada há e não resta dúvida alguma sobre tudo. e eu pulso de 1 hertz, análogo, alternado, me observando no osciloscópio, tracinhos de grid, luminescências de ponteira em circuito. senóide, quadrado, triangular, dente de serra.









