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desde longe o barulho e o tremor de fora e no peito
boom bada boom no chão, de aviso
é o peso vergando sobre si
a acústica emudecendo sem ar
curvando quase esfera
condensistência
os troncos cinzentos e lentos, lentos
ribombando uma trilha de asteróides
e das ondas silenciosas de freqüência
a pressão que cresce labiríntica
vinda de todos os lados
condenxistência
os poros vertendo humores invisíveis
grudando na pele uma pele
de nanquim e petróleo secando
no ar gelado do movimento
acinzentado como tudo que vejo
com Colleen. http://www.paperthinwalls.com/singlefile/item?id=742
e o que eu mais quero
são essas patas de elefante.
primeiro elas vieram caminhando pelos cantos. uma, outra. tudo bem. a imparável força da natureba etc.
microformigas.
aí começaram a aparecer mais seguido. já em rotas menos secundárias; já esgueirando a beirada do teclado, correndo menos apressadas. trazendo as primas. passeandinho a procura de sabe-se-lá-o-quê as formigas procuram entre fios e plástico.
e agora não só caminham por tudo, inclusive por mim, como me mordem! mas que raio! não contente em atucanarem o suficiente, sobem no meu braço e mordem! e sempre no mesmo lugar, o que é mais estranho. elas curtem a parte interna do braço, bem no avesso do cotovelo. já levei umas quatro pinçadas ali.
vontade estranha de desenvolver antenas e sair por aí atacando estranhos.
pois que eu não tinha escutado ainda o Seu Jorge fazendo aquelas versões de Bowie pro Life Aquatic w/ Steve Zissou (que é um filme ótimo).
e "Rebel Rebel" virando 'zero a zero, agora eu vou/você deu mole então eu marco gol/zero a zero, você venceu/passe amanhã e pegue o que é seu' é tão bom que o sarcasmo está me impedindo de ouvir a faixa 2. muitas risadas. (erm, ^_lol_^.)
no próximo bloco, Zeca Baleiro faz versões de folk-embolada para The Clash. e então vai ficar tudo bem.
mas olha o que eu perdi em setembro do ano passado: uma pesquisa inglesa relacionando preferências musicais ao uso de drogas, hábitos sexuais e toda sorte de traquitanas.
• ouvintes de música clássica são os que mais usam maconha [e eu faria uma piada agora se alguém não estivesse com a mãe no hospital, força amigo!]
• cogumelos tem o maior uso entre adeptos de ópera [o que explica o meu ódio pelo troço - talvez nunca tenha tentado direito]
• nenhum fã de pop tem um phD [certo que não tem]
• entre as categorias pesquisadas, os fãs de rap mostraram-se aqueles que menos tendem a ser religiosos, a reciclar, a exigir fontes de energia alternativa, menos favoráveis à majoração de impostos por melhores serviços públicos e os que menos contribuem com o Serviço Nacional de Saúde. aí é que eu me revolto com a edição da notícia do daily record. enquanto outros dados estão espalhados na matéria, pinceladas breves em frases curtas, aquela lambida de release - vem um bloco assim, gordo, full of judgement and wrath, escroto. porque, engraçado; nem se deu o trabalho de mostrar as categorias musicais com a melhor taxa de participação nesses quesitos, só pra pegar um exemplo. e, ah, tem a viradinha na faca - novo parágrafo, constituído de apenas uma frase:
• além disso, são os com maior tendência a quebrar a lei. [tipo, bah.] pra quê fazer uma coisa dessas. [olha, fiquei tão brabo que esqueci de sair do blockquote.
] mas não era disso que eu queria falar. o pesquisador da universidade de Leicester, dr. North, agora trabalha num novo projeto - um mapa mundi dos gostos musicais ao redor do mundo. com página na internet pra participar, pode ir, e tal. 10 mil, a amostra. eu fui correndo fazer - é abrangente, detalhada, relacionando com aspectos psicológicos. e, claro que isso aconteceria, já tô procurando o e-mail do dotô pra criticá: depois de trocentos estilos ultra-regionalizados, o melhor que eu posso escolher como "estilo favorito" é rock/heavy metal? ou seja, se um pesquisado é fã de metal gótico - só pra pegar um exemplo bem aparente, assim - ou de punk, ou de alguém apaixonado por hard rock, dá na mesma, conquanto (isso tá certo?) não seja um fã de ZULU JIVE? ou SKIFFLE? ou kïrtanams, ou zouk, ou pancat, ou qawwaali, sei lá se eu escrevi certo mas não vou olhar de novo. caramba. se quiser me dizer que não tem diferença estatística entre fãs de death, doom, black e metal melódico, pesquisa, porque eu mal engulo com estatística, que dirá no chute!
tirando isso, deve ser do caralho trabalhar como pesquisador de psicologia musical.
é, mas é do que jeito que dá. porque as coisas que se diz ficam vagando no ar como pólen, vagando, vagando, levitando eternamente como pêlo de gato, inerme à Gravidade, e enchem os poros da gente. grave mesmo é tanto grito solto no ar, vogando eleição e essas trutas todas, e dê-lhe pergunta vazia, de onde veio o dinheiro, yedinha privatiza o banra ou não, será que chove, etc. e do feito haja menção a plenar a mente de tanto grito de futebol, o leão chorando, o muricy que não cala a boca e o berzoini fritando. é tudo efeito do pleito que tá por vir e das bolas que batem na trave como ricochete de bala, como a do policial que matou o pitbull que andava solto sem coleira no condomínio. e a dona do cão dizendo que era mansinho, mansinho, que ficava brincando com o pólen no ar, e o paulo schmitt sem patroa pra relaxar em casa. tem tanta gente que merece um soco na boca, frase pra alavancar concordância de comentários. e desse jeito é tanto grito tanta coisa que nem dá pra ouvir os espirros direito, e enquanto eu fico aqui levitando eternamente em projetos de ano-que-vem, eu chego à conclusão de que o mal do mundo é o jornalismo, pára de me dizer o que pensar e tanta informação dá um nó na Gravidade e juro que tem uma hora que eu acho que o os blogs são o caminho do caos. caos como salvação, digo. porque não se conserta com Ordem ou ordem uma Ordem que já não faz mais sentido. e o pólen é líquido.
de horror, trash cult movies, spaghetti's & stuff, cheio de Morricones, Claudio Gizzis e... Goblin:
aqui no buchinsky. dicão de sexta-feira. imperdábel.
~.~
primavera = pólen = ATCHOO = argh, func, gasp.
• após uma semana em repôuso, as sinapses começam, lentamente, a retomar sua rotina de fazer o mínimo esforço para garantir o funcionamento da bida.
• antes de curtir alguns dias numa praia deserta, assisti em dvd Crash, o vencedor do Oscar desse ano. inacreditável, mesmo praqueles que gostam de ver a premiação com ceticismo. um miasma de clichês mal desenvolvidos, montados como um lego nível iniciante. a Anne queria parar no meio do troço pra jogar Master e recuperar a inteligência já perdida. eu insisti para esperar até o final, porque eu me odeio.
• não consigo ver filmes pela metade.
• também não conseguia, no cinema, ver filmes que já começaram. mas no último filme que catei, o (bacana) Estrela Solitária de Wim Wenders, entrei com o início já em curso. respirei lentamente para a sudorese e o nervosismo passarem, segurei firme na mão da Anne, e peguei o celular para conferir que, de fato, a última sessão de The Sorrow and the Pity já havia, também, começado. paciênça.
• ainda filmes: revi Elizabethtown, querendo uma comédia romântica para fazer climinha. é um bom filme na primeira vez, mas não segura as pontas numa revisão. os muitos clímaxes e tantos minivideoclipes cansam. demais. e Orlando Bloom é bucha.
• no kit para praia deserta, revistas. há horas não comprava revistas. descobri que todas custam 10 reais, embora poucas valham isso. a Trip tá valendo. a Superinteressante vale 6. a Época vale 0,50.
• também no kit, um minisystem, alguns poucos cds da Anne (eu esqueci de propósito) e, depois de muuuito tempo, um passeio por rádios FM. valeu cada instante. pra lembrar porque eu não escuto mais rádio FM desde 1999.
• e ainda: uma câmera fotográfica. e um filme de 36 poses, asa 400. analogicismos que não devem ser esquecidos. nada substitui o papel.
• churrasco. praia deserta com churrasco. bereteio do churrasco: que formas temos de nos aproximar da raiz, do instinto, do neandertal? sexo, caça com lança e churrasco. pode parecer tolice, mas pra quem passa os dias digitando e clicando no computador, há uma espécie de prazer primal em alimentar os seus atravessando um pedaço de carne crua num espeto de 1,5m e assar numa fogueira de carvão. sim, mesmo que a carne tenha sido comprada no súper, mas isso porque não havia muitos bisontes correndo soltos pela praia deserta.
• pouco antes de voltar, dor de dente. lá vou eu de nôvo.
• e o primeiro e-mail que leio na volta ao labor é do Gejfin. lembrando a morte do Bira Valdez e repassando uma matéria sobre... gordura trans! pô!
• ... o que nos leva (?) ao personagem da semana: Mr. Shickadance.
• e mais: xis coração. sem ovo e com lasers.
eu ganhei a Copa com o Felipão, sábado de manhã. o resto é historinha de vergonha pra contar pros netos.
É ser capaz de mudar.
É partilhar a vida na esperança, e a esperança em vida.
É lutar para vencer toda sorte de sofrimento, geralmente com cinco no meio e apenas um atacante.
É ajudar mais gente a ser zente, como a zente, pela zente, entendze?
É viver em constante libertação, mas esperto pra ver se ninguém tá espiando.
É crer na vida que vence a morte, mesmo nos pênaltis ou na prorrogação.
É dizer sim ao amor e à vida, principalmente se tiver peitão.
É investir na fraternidade se estiver rendendo bons juros, mas trocar a apólice por esfirra se o dólar subir.
É lutar por um mundo melhor, mas se ele não quiser tudo bem, cadum cadum.
É vivenciar a solidariedade. É, né?
É renascimento, é recomeço, é um tropeço, é caimento, é bainha, é fita, é nóis!
É uma nova chance para melhorarmos as coisas que não gostamos em nós, quando na maior parte das vezes a gente toca massa em tudo e pinta de branco por cima esperando que o proprietário não descubra.
Para sermos mais felizes, por conhecermos a nós mesmos mais um pouquinho e vermos que hoje somos melhores do que fomos ontem, mas não chegamos ainda a ser o que poderemos um dia, e mais ou menos a mesma coisa que seremos depois de um banho gelado e uma dose de vodca, e é por aí, assim, que estamos todos cada vez mais confusos e quem sou eu merrmo?
Páscoa é isso. Páscoa é vida. Páscoa é lindo. E agora dá licença que vou comer meu ovo n° 30 de coristina.
~.~
eliz áscoa a odo undo.
a literatura ao meu redor, como em época de feira do livro
• aniversário literário. estou repleto de volumes na mesinha ao lado da cama: As Confissões de Lúcio, de Fernando Monteiro, presente do autor da orelha do livro, em claro merchandising barato; fiz render um vale-livrariaCultura em 49 Contos de Tennessee Williams e um Jack London pocket de lambuja; e ainda Beneath the Underdog, a clássica autobiografia de Charles Mingus, um dos gênios do jazz.
Lumides, the Pants Salesman
• a Fer achou o Getting Even, do Woody Allen, inteirinho e no original! aqui, ó. ah! fui fuçar e vi que tem o Side Effects, também. tudo via Autocracia. tem mais e-books lá.
duas doses de anti-ácido, um café bem forte e três ampolas de morfina
• depois de sete anos, o campeonato gaúcho de futebol será decidido com um Gre-nal. evidentemente todas as fichas são colocadas no vermelho. o Tricolor vai precisar fazer mais do que fez na Batalha dos Aflitos para arrancar este título do co-irmão. é zebra. começa sábado, em casa.
porpaganda enganosa
• já viram aquela campanha dizendo que a tevê aberta no Brasil é 100% grátis e é lindo e é o bicho e etc? pois mentira! você, caro leitor, e eu também, pagamos R$ 16,95 por mês por aquele aglomerado de lixo que nos oferecem sem pedir. a matéria: Quanto você paga para ver a TV gratuita? Dica do Afonso.
cineasta enganoso
• O Plano Perfeito, de Spike Lee, é um embuste. O roteiro é espertinho, não inteligente; a montagem fracassa; os personagens estão soltos e dão a sensação de estarem apenas passando por ali. eu poderia repetir o trocadilho clichê dizendo que O Plano Perfeito é o plano perfeito para tirar dinheiro dos espectadores, mas, quer saber, quem abre latinha de refrigerante dentro do cinema tem mais é que assistir mesmo, e tomara que não tenha entendido. aliás, tomara que tenha cortado o beiço! hmpf.
nossos comerciais, por favor
• no próximo bloco, almoçando pizza mumificada.
.: ok, everybody calm down! hahahah! o post de ontem entra na categoria dos que tiveram melhor feedback, junto com aquele do vestibular.
.: mas olha que bonito. geral ainda acredita nos relacionamentos, eh.
.: e eu sou um cara muito sortudo porque tem muita gente que me quer bem. oooh. mas sério.
.: dito isso, vou lá trocar meu status no orkut. mas antes:
.: excelente mesmo é quando um grande pensador ratifica o que a gente tá pensando. do Zizek, para a Folha:
Então como um filme deveria tratar o tema da homossexualidade hoje? Devemos chamar a atenção para "Capote" como modelo positivo contrário a "Brokeback Mountain". Quem enquadrou ambos os filmes na mesma categoria de "tópicos gays" deixou passar despercebida uma diferença crucial: enquanto "Brokeback Mountain" é de fato um filme sobre a homossexualidade, sobre a situação trágica de um casal homossexual que leva seu amor adiante sob condições adversas, "Capote" é um filme sobre um personagem que, por acaso, é gay.O foco do filme está em outros fatores, e a homossexualidade não é aquilo
que define fundamentalmente o personagem principal. Não seria essa a
verdadeira vitória para os gays? O fato de que o herói principal de um filme
possa ser abertamente gay, sem que esse elemento faça sombra a todos os
outros?
e isso também se aplica a minha resistência às datas comemorativas tipo dia do (insira aqui a categoria preferida).
.: tem uma geladeira atrás da minha porta. há horas.
.: DÔO geladeira histérica em mau estado, recusada pelo mensageiro da caridade. amarela com pintas em marrão. funcionando, e sempre no máximo. um fio solto no congelador. carteirinha de vacinação em dia. borracha da porta extra inclusa.
.: o bom de ter passado muito tempo longe de café é que agora vezemquando no desespero eu apelo pra um copinho pequeno e aí WOW! turbo em 50 ml. woosh.
.: cinco discos que eu jamais cansei de ouvir nesses últimos 10 anos:
1. Anathema, Serenades + Crestfallen EP
2. Down, Nola
3. Paradise Lost, Icon
4. Black Sabbath, Sabbath Bloody Sabbath
5. Slayer, Divine Intervention
.: link do dia: www.cocadinhadabahia.com.br
verbeatalhos
novidades que já devem ser velhas para vocês, mas eu ainda não contei aqui, porque eu ando el_reynando em subjetividades enquanto o Gejfin funciona em modo destruction derby
• a estréia de Tati, o trator rosa, em /gabrielacomcafé. eu não entendi o nome mas ela pode tudo. e atentem para o o template do slavedesignermooderman André, que ficou embasbacante.
• a nova home dos blogs: /blogs. trocamos um conceito tesudo pela praticidade. tem agradado.
• amanhã, hein? estejam a bombordo!
• as pimentudas choram as pitangas do abandono e dizem "vortêmo!" não, mentira. na verdade elas dizem "ooooi, voltei", com voz suave e aspirada que dá arrepio nos pêlinhos e é melhor eu calar essa minha boca. não, peraí, só mais uma coisa: leiam o diálogo "o princípio". absolutamente hilário.
• porque verbeat é isso: só gente bonita, chique, elegante. vejam nosso casal-símbolo na entrega do Oscar.
• cidades crónicas noticiado em jornal de Macau. na verdade, é o mínimo pra um blog de tão alto nível.
• ó, /fer também tá na área de novo! cheia de historinhas pitorescas delícia sobre a temporada na capital gaúcha dos doces, ahm, pelotenses. e se não der tempo de ler vale pelo menos pra ver a foto do quadro do Ristorante Vesúvio. eu *preciso* de um daqueles!
• falando em interior gaúcho, Marcão muito provavelmente deve conhecer mais do que eu - que, por exemplo, jamais estive na capital gaúcha das vergamota. (e sem plural, por favor.)
• e a Belle Polenta, rebenta do tio-xinim Biajoni, tem nervos de aço. simples assim! ou, por outro lado, amansa qualquer fera?
• tem mais, tem mais guardado. sempre tem.
~.~
no próximo bloco, como fazer um próximo bloco.
porque a palavra é "atrapalhado". eu ando atrapalhado,
a-tra-pa
tra-po
trapo-lhado
trapo molhado
é, eu ando um pano de chão. no bom sentido, claro. ou um coquetel molotov.
porque agora eu só fico mandando vocês clicarem em palavrinhas de cor diferente e dessa vez é porque a Olivia resolveu tirar da cartola um processador de texto colaborativo e nós fizemos um post em dupla. na verdade foi ela quem fez quase tudo, eu só joguei orégano, mas foi legal de ficar editando ao mesmo tempo que ela. é sobre pizza e múmias, ou seja: plástico-filme.
Se você treinar todos os dias vai chegar num estágio avançado em que vai conseguir sair correndo com o plástico-filme esticadinho nas mãos e aterrorizar as pessoas.
novo manual, tomo curto: vencendo o plástico-filme.
enquanto isso, eu não consigo responder e-mails, tomo antiinflamatórios, troco meu gmail pra inglês pra usar o gtalk embutido (dica da fer), assisto Match Point, tabulo pesquisa, faço arte, escuto insadecidamente honestly, do American Football, fico pobre, morro mais um pouco, tento reagir, fico com sono, dou de ombros, giro nos calcanhares, dou um triplo mortal e ganho a medalha de ouro em patinação com lasers, fundo uma nova igreja tecnorgânica, alimento grifos, procuro um final de parágrafo interessante e perspicaz, desisto de mini-listinhas do tipo "que cê anda fazendo", rosno, bufo e saio resmungando.
TRENDSETTING
IN
Serramalte
Copa do Mundo
Lima
Transubstanciação
Sol
Fotossíntese
Sludgecore
Match Point
Musaranho
Muricy Ramalho
Vestido de alcinha
Germano Rigotto
VerãoOUT
Polar
Davos
Banana
Veículos automotores
Relógio
Digestão
Hardcore
Dois Filhos de Francisco
Lemingue
Abel Braga
Tomara-que-caia
O povo
Verão
PERSONAGENS DA SEMANA:
Scarlett Johansson (ao lado)
NOTÍCIAS
• Verbeat planeja três blogs coletivos para o primeiro semestre de 2006
• Cultcoolfreak faz sucesso instantâneo e posiciona Roger Franchini como O Blogueiro da Lei e da Ordem
• Idelber Avelar fecha o blog e gera protestos em Nova Orleans, Belo Horizonte e Tebas
• Milton Ribeiro choca e dispensa leitora
• Viva abandona o Nós Por Nós
TOP 15 METÁLICO
1. Isis - Wills Dissolve
2. The Haunted - Burnt to a Shell
3. Snapcase - Typecast Modulator
4. Lamb of God - 11th Hour (live)
5. Opeth - The Amen Corner
6. Lacuna Coil - The Prophet Said
7. Bury Your Dead - Magnolia
8. Hatebreed - Final Prayer
9. Swarm of the Lotus - Snowbeast
10. Pungent Stench - Loot, Shoot, Electrocute
11. Gorefest - Horrors '94
12. Earth Crisis - Asphyxiate
13. Isis - From Sinking
14. Mastodon - Hearts Alive
15. Nevermore - The Psalm of Lydia
MOMENTO COL. SANDERS
• Atualização: os novos nuggets de frango Seara Premium são bons pra caramba! O empanado à dorê mantém a umidade interna sem perder a crocância - mesmo quando preparado no forno - e o tempero é diferenciado. Ressalvas à embalagem, que é chata de abrir, e à porção, que traz apenas 10 unidades. Vem com molho barbecue. NOTA: 4,7
GOTAS DE SABEDORIA
Blup. Blop.
do ônibus noto a plaquinha na vitrine da ótica/joalheria, promovendo:
"na compra de um par de alianças ouro 18k, ganhe um anel solitário."




