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Todo objeto ou ser vivo, em repouso ou movimento, exerce atração incontrolável sobre um taco de baseball pronto para destruí-lo.
Referências
Babe Ruth.
Physics and Acoustics of Baseball and Softball Bats, Dr. Daniel A. Russell
We Must Stop Baseball Bat Violence! - A Message from the Coalition to Stop Bat Violence.
Tirinha: Zits!

o mundo precisa de plaquinha que digam "ha". espalhadas perto de bancos, supermercados, shoppings.
ponha mais "ha" na sua vida.
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feliz natal pra todo mundo.
a primeira lembrança erótica que tenho, ainda de piá, é de olhar pra dona Tetê e pensar, hmm, tem algo muito bom aqui, embora eu não tenha certeza do quê! bom bom bom bom-
evidentemente, a comparação com a Srta. Blips ou Marta Dureza só tornou as coisas mais fáceis.
mas, e por sorte, ao contrário de Garth Algar de Wayne's World, eu nunca senti tesão pelo Pernalonga travestido de coelhinha.

~.~
kids in the hall / brain candy / esquete relacionado
INT. RORITOR BUILDING - BOARD ROOMDon: Look, this is just an informal chat. We were wondering what you were working on your lab?
Scientist: Well, I've invented a pill that gives worms to ex-girlfriends.
Don: Right. And what's positive about that?
Scientist: Well, it's a pill that gives worms to ex-girlfriends.
Don: Well, could it also give worms to ex-boyfriends?
Scientist: This is a drug... for the world... to give worms to ex-girlfriends!
Don: Well, great. Thanks for stopping by.
Scientist: (standing) You just don't get it! Hoo-hooo!
~.~
Eh, eheheheh.
Pra azar de vocês, chegaram...
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É a melhor coisa do jornal O Sul, junto com Sherman's Lagoon: Monty.

Ele tem um gato estranho chamado Pelado, mora com um alienígena e é um cara perdidão. Dia desses ele ficou preso numa reunião da Associação das Pessoas Superbonitas. Hilário.
Medo é já ter passado por essa situação.
Medo é já ter passado por essa situação várias vezes.
Medo é já ter passado por essa situação várias vezes - e saber disso.
Eu, pelo menos, ainda não sei.
Sobre o mesmo assunto, o esquete "Chance Meeting", do Kids in the Hall.
(Escamoteado do Delfin.)
Poucas - pouquíssimas - coisas se aproveitam n'O Sul, um jornal digamos disparatado. Uma delas são a meia dúzia de tiras inteligentes do seu caderno de quadrinhos (um suplemento diário de oito páginas), entre elas Rose is Rose e o genial Sherman's Lagoon.
Não é uma tira superstar; publicada em aproximadamente 200 jornais ao redor do mundo (Hägar, pra citar outra distribuída pela King Features, passa de 1900), surgiu em 1991, fruto da obsessão marinha de Jim Tooney,
um ex-engenheiro mecânico (?!) norte-americano que já recebeu vários prêmios de ONGs ambientalistas - embora eu ainda não tenha notado o aspecto educacional na tira, pra ser sincero.
Wit, nonsense e carisma recheiam o humor em Sherman's Lagoon. O que esperar de um tubarão pescando humanos?
A lagoa de Sherman chama-se Kapupu, fica perto da ilha homônima, a oeste das ilhas Elabob, no arquipélago Palauan, Micronésia. Enfim, logo ali. Os poucos "macacos sem cabelo" que se atrevem
a desfrutar deste paraíso perdido correm o risco de serem literalmente pescados por Sherman, um tubarão branco que seria um voraz assassino, se não fosse tão preguiçoso. E com uma inteligência meio oblíqua. Sua dieta inclui pranchas de surfe, morsas e - claro - humanos.
Sherman divide seu mundo com a esposa Megan, uma tubaroa (?) feminina, complexa e superprotetora - ou seja, a sua esposa. É freqüentemente vista de colar de pérolas e bolsa Louis Vuitton; Thornton,
um urso polar que chegou à lagoa num iceberg perdido e resolveu tirar férias para sempre, lendo Tom Clancy e bebericando drinques; Ernest, um peixe que cansou dos videogames e usa a tecnologia para fins mais agressivos, como hackear os servidores da Guarda Nacional e ordenar que Vermont ataque o Canadá; Fillmore, uma tartaruga marinha intelectual; Hawthorne, o caranguejo bronco e mal-humorado que mora numa lata de cerveja, e é um grande picareta - já fez de tudo, desde montar adaptações (muito próprias) de Shakespeare a escrever um livro sobre "sua" Dieta de North Beach; o bebê Herman, filho de Sherman e Megan; e o capitão Quigley, um velho lobo do mar que teve sua perna almoçada por Sherman e quer se vingar a qualquer custo - embora seja ludibriado pelo tubarão a todo momento.
Gênio. Às vezes, lembra eu e meus amigos.
Um quadrinho e um texto
sem relação alguma
Para lembrar Bill Elder, em Annie Fanny

***
Já faz algum tempo que eu deixei de ser alguém. Alguém assim, de carne e de osso. E de coração também. Alguém com os cinco sentidos intensificados. Já faz algum tempo que eu não chamo por alguém. Que eu não sinto o som saindo da minha boca e ressoando no meu peito. Que eu não sinto aquele sopro de vida no meu rosto, passando pelas minha orelhas e se aconchegando na minha nuca.
Já faz algum tempo que eu não olho sem nada procurar. Apenas deixando que as coisas, os seres, a vida se joguem diante dos meus olhos como um corpo que se joga na piscina e sente a água ao seu redor. Já faz algum tempo que eu não sinto minha vida latejar, pulsar. Que eu não sinto o sangue correndo pelas minhas veias. Que eu não sinto uma lágrima brotando por um motivo qualquer que seja. Já faz algum tempo que eu deixei de ser o ver e o sentir. Que eu passei a ser o cinza e ser o só. Ser a indolência e a frieza. Já faz muito tempo, tanto tempo que eu nem lembro. Não lembro nem quando nem como, mas em algum lugar eu me perdi. E eu não sei onde. Afinal, já faz algum tempo.
Cristina Teixeira da Rocha. Leiam mais lá na Loja do Subsolo.
Dez anos sem Don Martin*
Entrei no mundo da revista MAD da melhor maneira possível: por uma pilha de revistas da década de 70, que eram do meu padrinho, que já foi adolescente. Passava horas lendo e relendo-as, já surradas e amareladas, muitas sem capa; rindo das hilárias paródias de filmes que não tinha visto, procurando as tiras escondidas do Aragones, torcendo pelo Agente Negro em Spy vs Spy, me mijando de rir das versões de outros cartoons com Bill Elder (um subestimado; a maior influência confessa de Robert Crumb), destruindo a terceira capa na Dobradinha.
E, principalmente, delirando do humor beligerante de Don Martin.
Conhecido com o "MAD's maddest cartoonist", foi dono de um estilo grotesco, de bonecos desconjuntados com cabeças enormes, expressões exageradas e em situações absurdas; era um humor que me chocava, e eu ria geralmente sem gargalhar, ria nervoso, como quando o garoto teve medo de puxar o band-aid, e a mãe, cheia de técnica, diz: "é só puxar com rapidez que sai fácil e sem doer!" Então, ZAT! - sai o curativo, com dois enormes cubos de carne colados à goma.
clique no quadro para ver a página
Achou agressivo? "Certo. Mas isso é engraçado? Porque esse é o único teste que eu conheço quando o assunto é humor em quadrinhos. Não se pergunta se é doentio ou se vai arruinar a moral e os valores das pessoas. Você tem apenas que fazer uma pergunta simples: isso é engraçado?", costumava dizer Martin. Assim ele defendia seu estilo anárquico, em que, tal como Tex Avery, a carne humana ganhava a possibilidade de ser moldada na base de surras de peixe ou pancadas de frigideira. E bigornas, claro.
O criador do Capitão Klutz nasceu em 18 de maio de 1932, em Passaic, New Jersey - ou Nova Jérsei, como querem outros. Cresceu na região agrícola de Brookside; mais tarde, estudou na Newark School of Fine Arts, e graduou-se em Fine Arts na Pennsylvania Academy of Art, na Philadelphia. Trabalhou 32 anos para a MAD: sua estréia na revista de Harvey Kurtzmann ocorreu em setembro de 1956, na edição #29, e terminou no número #277, em março de 1988, quando se desentendeu com o editor William Gaines - por disputas sobre direitos autorais (que sempre foram da revista) e lucros sobre reimpressão.
Foi quando começou a ganhar dinheiro. Os contratos anteriores eram muito ruins e, no auge da revista, Don não fazia mais do que 25 mil dólares/ano. Finalmente disponível no mercado, Martin foi contratado pela rival Cracked, onde ficou até janeiro de 1994. Seus trabalhos começaram a expandir-se pelo mundo, notadamente na Alemanha. Vendeu mais de 7 milhões de cópias de seus livros, a maioria já fora de catálogo. Além das HQs, Martin criou calendários, posters, cartões e até uma capa de cd para Miles Davis.
O traço tosco era arte e estilo próprio, mas com uma razão clínica: Martin sofria de uma doença degenerativa no olho, que resultou num transplante de córnea. Ainda assim, ele precisava de óculos especiais, lentes de contato monstruosas e, eventualmente, uma lupa para desenhar.
Textos, quando haviam, eram curtos; diferente das verdadeiras recriações sônicas que eram suas onomatopéias. Como por exemplo SHPLIPLE DROOT GLORT (homem comendo sopa), WHAM PLAM KLOON BOONG KLOONG POONG KAPLAM SPMAM (um garoto espancando uma máquina de doces), GAPLONK (King Kong subindo num prédio) e GISHKLORK (King Kong pisando em um humano), GLISH GLUTCH YAK AWK GAROOF WEEOOOEEEOOO BLOOMBLOOM YAGGAK WHAP ROWR GROWR GURGLE GLUK (briga doméstica envolvendo uma criança, sua mãe, um cão e um policial) ou simplesmente FWEE (cabelo crescendo). Martin fez dos sons parte integrante dos cartoons, já que eles muitas vezes ocupavam grande espaço no quadrinho.
Don Martin morreu de câncer em 8 de janeiro de 2000, em Miami, para onde mudou-se em 1970. deixou a segunda esposa, Norma, um filho do primeiro casamento, Max, um neto e um irmão, Ralph.
*o leitor mais atento fez os cálculos e concluiu que, claro, se Don Martin morreu em 2000 fazem apenas 4 anos de sua morte. Mas eu precisava de uma desculpa e um título para esse post, então eu menti. Oops. Baad, bad dinosaur.
Pressão
tá na minha baia há dois anos, pra eu ver todo dia

404 Not Found
I feel sick. I feel very very sick.
Space Ghost: Don't go away, we'll be right back with "Meet the Beatles". (one-second pause) We're back! Now's the time for a special segment of my show called "Space Ghost of the Cosmos Calling".
Moltar: (looking at his script book) Hey, wait a minute! This isn't in the script!
Space Ghost: Hello, Timmy, is that you?
Timmy: (actually Space Ghost talking in high-pitched voice with his hand over his face) Hello, hello! Hi Timmy, I, I mean, hi Space Ghost!
Space Ghost: Hi, Timmy, Space Ghost of the Cosmos calling!
Timmy: Oh, boy, I can't believe it! Is it really you?
Space Ghost: You better believe it, Timmy!
Timmy: Your show is the bestest...
Space Ghost: Thanks, Timmy, keep pluggin' away!
Timmy: But Space-
Space Ghost: And keep on truckin'!
Timmy: I've been sick, I've been so very sick!
Space Ghost: Oh! Well, uh, come on, get better, why don't you?
Timmy: Thank you, Space Ghost, I'm starting -
Space Ghost: That's right, Timmy. And tell your doctor that Space Ghost of the Cosmos made a house call!
***
A Sabedoria de Spirit Crusher (remix)
"A verdade está contida na flor. A verdade é a folha e a pétala, o fruto e a semente. A verdade é que eu bebi um pouco demais e não faço idéia do que estou dizendo."
Death mints
Não bastavam as camisetas geniais, as piñatas, os bonecos articulados e cheios de manha, as carteiras, adesivos e chaveiros. Eles tinham que lançar uma linha de strong mints, praticamente uma instituição entre os jovens lá na terra do Tio Sam. Barbada: US$3.50 a caixinha, ou US$54 o display com 18 unidades. Uma bagatela.

(Take your breath away foi muito boa.)












