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psych folk bereteio

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tem dias em que a gente tem dia demais e gente de menos. a gente de menos. quanto menos a gente. ih. menas. zero pontos. nafs. poof. and so on.

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tava lendo hoje no uncovering um resmungo contra os rótulos da indústria fonográfica - ou, nesses dias de hoje, o quer que o valha, hooray. que é tanto nome diferente pra chamar essa ou aquela banda que seria tão mais simples a boa e velha ordem alfabética na loja de cds, ou não. e eu entendo esse enjôo de sempre estarem tentando colocar mais uma latinha na prateleira e socar goela abaixo do público. mas ao mesmo tempo eu acho que fiquei mais velho e mais nerd com essa coisa de música, e preciso admitir que os rótulos são uma grande maneira de se descobrir novas músicas. ou pelo menos falo do metal e da electronica, que é mais ou menos o meu chão. porque a internet tá toda catalogada, ou a caminho de. e uma boa tag é uma agulha no palheiro, e literalmente. brutal technical death metal? dá pra gostar de Atheretic generalizando pro grande guarda-chuva metal, situando 90% em death metal e curtindo o mesmo tanto dizendo "esse troço daí, muito foda!". não faz diferença. mas com a classificação "avançada", eu pude descobrir a banda na internet; e logo depois Lykathea Aflame, que é um lance descomunal enterrado muito longe do que eu poderia pensar em chegar. quer dizer, a morfologia cresce, mas se na prática todo mundo chama pelo apelido mesmo, não se abre mão de um método efetivo de catalogação - ao menos no terreno da internet. (passo até por bibliotecônomo em mesa de boteco.)

por outro lado, o que não precisa é entulho, pra sujar o sistema; vampiristic não é característica, é temática, e isso é outra coisa. a classificação pertinente é a da música, e não da lírica. (embora eu admita incorporar o viking ao metal, porque como todas as bandas se parecem, é quase um traço sonoro, mesmo.) tem quem goste de empilhar adjetivos pra dar na pinta de quem faz um som único, mas só acabam soando pernósticos. tem que ter um limite lógico e que abranja um número significativo de bandas (mesmo motivo pelo qual não considero Confessor uma banda de technical doom metal). e não se trata de "encaixar" a banda em um jargão, mas de situá-la tão somente no espectro sonoro, a referência de algo difícil de traduzir em palavras. não enlatar - isso continua sendo a parte das gravadoras. se bem que, na verdade, se pode dividir a música em dois grandes ramos: a mainstream e todo o resto. eu gostaria de dizer que as majors estão cada vez mais embaçadas e se enterrando na lama e cada vez menos se precisa delas, mas isso sou só eu e alguns afortunados que podem aproveitar; lá fora, as pessoas ouvem rádio. e aparentemente não vêem, digo, ouvem problema algum em escutar repetidas vezes a mesma música, quantas vezes tocar num dia, numa tarde, numa manhã úmida e maldita de segunda-feira. e os camelôs estão lá, três real qualquer coisa que se quiser. teve tempo que cd era artigo de luxo, hoje já dá pra comprar só pra tirar sarro. não dura muito, mesmo.

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sabe do que eu tenho saudades? daquele 'trac-crac-clanc' da fita cassete encaixando nas bobinas enquanto fechava a gaveta do deck. lembro exatamente do barulho, e o silêncio do plástico (zumbido no falante) fazendo um bump ao entrar na área magnética e então a música. tive mais de 350 fitas. agora a música precisa de cada vez menos física pra existir. botões que se apertavam fazendo força. tevê com seletor giratório. cápsulas le-son. dá mais uns tempos: vão relançar como "marketing sensorial-mecânico, ou algo que o valha". o primeiro microsystem a ter um leitor de cd com agulha. acompanha duas esponjinhas para limpar a superfície do disco antes de balançar. vale soprar a agulha, claro que vale. e tem gravação uma-só-tecla sincronizada com o memory card inserido no case de fita cassete. não cabe no ipod, mas funciona perfeiteitamente com este nôvo walkman modelo charger 78 reloaded!

"as borrachas das nossas geladeiras são biodegradáveis."
"este eletrodoméstico foi construído por um humano."
"presenteie com a caixa-presente-de-rivera 2.0! será que tem um dvd player, ou um tijolo? a magia dos pioneiros em sua casa. diversão para toda família."

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tem mundos que tem a gente de menos, e tem menos mundo na gente do que tentam vender por aí. e eu, cada vez menos mundo. cada vez mais gente. menos, menos.

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eu continuo usando um par de tênis por vez, até acabar com ele.

mas olha o que eu perdi em setembro do ano passado: uma pesquisa inglesa relacionando preferências musicais ao uso de drogas, hábitos sexuais e toda sorte de traquitanas.


• ouvintes de música clássica são os que mais usam maconha [e eu faria uma piada agora se alguém não estivesse com a mãe no hospital, força amigo!]
• cogumelos tem o maior uso entre adeptos de ópera [o que explica o meu ódio pelo troço - talvez nunca tenha tentado direito]
• nenhum fã de pop tem um phD [certo que não tem]
• entre as categorias pesquisadas, os fãs de rap mostraram-se aqueles que menos tendem a ser religiosos, a reciclar, a exigir fontes de energia alternativa, menos favoráveis à majoração de impostos por melhores serviços públicos e os que menos contribuem com o Serviço Nacional de Saúde. aí é que eu me revolto com a edição da notícia do daily record. enquanto outros dados estão espalhados na matéria, pinceladas breves em frases curtas, aquela lambida de release - vem um bloco assim, gordo, full of judgement and wrath, escroto. porque, engraçado; nem se deu o trabalho de mostrar as categorias musicais com a melhor taxa de participação nesses quesitos, só pra pegar um exemplo. e, ah, tem a viradinha na faca - novo parágrafo, constituído de apenas uma frase:
• além disso, são os com maior tendência a quebrar a lei. [tipo, bah.] pra quê fazer uma coisa dessas. [olha, fiquei tão brabo que esqueci de sair do blockquote.

] mas não era disso que eu queria falar. o pesquisador da universidade de Leicester, dr. North, agora trabalha num novo projeto - um mapa mundi dos gostos musicais ao redor do mundo. com página na internet pra participar, pode ir, e tal. 10 mil, a amostra. eu fui correndo fazer - é abrangente, detalhada, relacionando com aspectos psicológicos. e, claro que isso aconteceria, já tô procurando o e-mail do dotô pra criticá: depois de trocentos estilos ultra-regionalizados, o melhor que eu posso escolher como "estilo favorito" é rock/heavy metal? ou seja, se um pesquisado é fã de metal gótico - só pra pegar um exemplo bem aparente, assim - ou de punk, ou de alguém apaixonado por hard rock, dá na mesma, conquanto (isso tá certo?) não seja um fã de ZULU JIVE? ou SKIFFLE? ou kïrtanams, ou zouk, ou pancat, ou qawwaali, sei lá se eu escrevi certo mas não vou olhar de novo. caramba. se quiser me dizer que não tem diferença estatística entre fãs de death, doom, black e metal melódico, pesquisa, porque eu mal engulo com estatística, que dirá no chute!



tirando isso, deve ser do caralho trabalhar como pesquisador de psicologia musical.

só falta o poodle

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paradoxo é um lance manjado, eu sei. mas eu sempre tenho uma sensação deliciosa de extratemporaneidade ao chegar no armazém do gringo (ítalo-gringo, lembrar) da outra esquina, abarrotado com suas mini-gôndolas de biscoitos caseiros, salames pendurados numa corda, hortifrútis do dia, pizza de Guaporé etc, comprar meia dúzia de cervejas - e pagar com cartão de débito.

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Se a carta lançada repousar estabilizada por mais de 10 segundos e permitir a inexorável reflexão instântanea de sua mensagem, fica valendo a carta, que é o bonito do jogo.
É isso ai, meu amigo. Pode ficar bolado. Essa é a regra mais bonita do jogo: vale a carta.
Vale a carta!
fora isso, há tanto tempo não ria como ri lendo sobre o Baralhinho do Momento. o texto é sensacional. link via Zerjen.

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ah, e tem a reversal russa, também.

não que importe

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:: em porto alegre, 30°, mas até que nem parece, parece 28°, 28,5°. mormaço parado, mas no sol; na sombra, sombra parada. ventilador no morno, vagarinho. esqueci de botar gelo no refri e ele esquentou. poderia descer e pegar gelo (geeeeelo), mas aí eu vou acabar pegando a cerveja que está no congelador. porque, óbvio, né. e eu prometi que só iria beber aquela cerveja depois das 18h. é, foi uma promessa. "se o entregador do habib's aparecer eu espero até as 18h pra abrir aquela cerveja." porque hoje é feriado de Iemanjá e é só o que tem aberto na teleentrega. e ele tava atrasado e quando eles ficam atrasados eles somem pra não ter que sofrer a penalidade dos 28 minutos. bucha. e se não chegasse não ia chegar nunca mais. mas chegou, trouxe as esfihas. aí a cerveja ficou retida. no geladinho do congelador. nossa, essa frase ficou horrível.

:: fevereiro. quem diria? fevereiro é um mês que a gente não vê chegando. quando acaba a ressaca do revelhão bate aquele sol forte de janeiro no ceeeeerebro da gente e fica tudo preto e os dias são gordos e o suor e quando vê, é fevereiro. carnaval. mês curtinho, aquela coisa. o ano já começou em janeiro, mundão de gente trabalhando como qualquer dia de agosto mas basta entrar em fevereiro: "agora é esperar março, março que começa o ano". carnaval, né. carnaval começou no primeiro dia do ano. sério. no primeiro dia do ano liguei a tevê no canal 12 e já tinha vinheta de carnaval do globeleza. primeiro dia do ano e já tinha aquela batidinha manjada, efeito de animação, letra na tela etc. tia Yeda levantando o cabeção de avestruz no palácio e o carnaval lá, rolando em vinheta. sem perdão: acabou a campanha de fim de ano, soca carnaval. carnaval agora só acaba em maio, que é quando começa o ano. que é quando a globo começa a programação de 2007. chamadas com filmes mega-hollywoodianos que não vão passar durante o ano etc.

:: bonito de ver é o ermo em que se transforma essa cidade agora. as ruas ficam mortas. parece que metade da cidade evanesce. o que é ótimo. porto alegre está superpopulada. muita gente. por tudo. vai numa sessão do cinemark pra tu ver. dia desses "o perfume" era sessão das dez horas, dia de meio de semana e tal. cheeeeio. terceira fila, de lado. tinha um gordo com um saco do mcdonalds de ria das propagandas e dos treilers. depois deve ter ficado comendo. aquele cheiro cretino de gergelim. e logo abaixo cronch cronch um eqüino mastigando milho em alto volume. eu não sou um sociopata, eu me espanto com a incivilização. ou sou um ser intolerante, sei lá. vai no Ratão tomar um chope dia qualquer sete da noite pra ver se não tem uma mesa de gente gritando a plenos pulmões sua conversa pra todo mundo que não quer ouvir. vai a Tramandaí e passa pela beira-mar num fim de semana de noite pra ver se não vão tentar invadir o carro, dançar em cima do teto, jogar cerveja na sua cara, vai. ou melhor, vou eu, me refugiar em segurança nos cabelos do meu amor. bonito, isso.

:: amor tá chegando. foi ao mar, jogar flores pra Iemanjá. eu função: caseiro. vou descer pra abrir a porta.

:: e na passada vou pegar a cerveja. eh. (prometi pra Santa Eda. protetora dos SACs e callcenters. ela perdoa tudo.)

panóptico

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27 de outubro sempre tem o mesmo post, de um jeito ou de outro.

primeiro, porque é aniversário de morada lá no 90460-150. sair de casa, e tal, hoje faz quatro anos, parece que foi ontem, tudo isso aí que vocês sabem, e provavelmente sabem mesmo porque só devem ter sobrado os guerreiros, entre os ainda leitores deste miasma de alucinações bissextas.

segundo, mas anterior em qualquer lógica, porque é aniversário de mãe. a minha, no caso.

pequenos flocos de acaso que o divã se delicia etc. (saudades de Eneida.)

da casa, é meio triste pensar que pouco dela mudou nesses tempos todos. as paredes continuam sem uma tinta colorida bacana, Ella e Miles seguem fazendo jazz nos quadros da sala, o banheiro ainda não tem espelho (e seus azulejos continuam mostrando rosas azuis), a correia da persiana do quarto ainda não atingiu o grau máximo de puidez (?) (puência?) (pues pues a la pucha), essas coisas. mas aí eu lembro que eu sou apenas um lepressauro e não um maldito metrossexual pra ficar dando atenção pra coisa tipo padronagem de cortina e tals e aí fica tudo bem.

já a mãe mudou bastante. e, no distanciamento da retrospectiva, dá pra dizer que ela é mais feliz do que há quatro, ou mesmo oito anos atrás. e tanto se revolucionou e precisou assentar. ah, o frigir dos ovos; borbulha, estala e acaba uma delícia.

quatro anos. já não há mais comemorações como anteriormente, mas é porque, se o apê pouco modificou-se, quase todo o resto mudou. antes a casa costumava abrigar uma pequena horda de delinqüentes bêbados, que agora estão espalhados pelo mundo fazendo filho. hoje, o apê celebra borbulhante as lagostas de anne hall.

e os insetos, né. ontem matei um baratão que caminhou no meu braço e uma mariposa gigante que me tocaiava atrás do pano de prato. juro que nessas horas me prometo que o próximo endereço será o telhado das Petronas Towers. naquela altura, os únicos insetos que vão me incomodar são os boeings.

e a essas alturas eu já tô com fome, e na real mesmo já acordei pensando no chope do Barranquinho, e azar do nexo, porque nexo entre parágrafos é algo que eu tive que retomar de uma hora pra outra, e façam pensamento positivo pra mim amanhã de manhã bem cedo, tipo oito.

até porque é preciso lembrar que uma possível asserção a respeito dos blogs seria a de que eles, por seu conteúdo, unem o caráter íntimo do livro, como Santaella (2004: 23) define, a uma capacidade inédita de alta difusão que uma mídia instantânea e desterritorializada como a Internet proporciona.

e porque eu tenho um dinossauro novo (e no 8P não tem permalink então tem que olhar várias até achar a foto 7974). e ele tem lasers nos olhos. só que, como ele é deficiente especial, então não funciona. e ele tem os buracos de uma traqueostomia. e se ontem os dinossauros viajavam com os amigos em partida, hoje eles estão retornando, novos exemplares, de outras mãos.

tem sol lá fora, e é dia 27 e esse mês sempre acaba comigo. porque dura seis ou sete semanas. eu já paguei uns três meses só em outubro e dia 31 é só na terça. maldição. bah. meses que duram eternamente: outubro, março e maio. verdade. dizem que tem 31 dias, mas tem mais, sempre duram mais. e eu também, cada vez mais duro. ufs. no sentido de sem grana. não no sentido de 'é mesmo?' do sirviosantos.

e toda essa gente bonita aí, fantasiada de térmite.

e uma caixinha de música tocando If, do Bread, e as crianças batendo a cabeça na parede, com um exemplar de O Grande Gatsby na cabeceira da cama.

e uma categoria antiga de post.

e um Rascal laranja;
e hickory dickory dock, ainda.

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na semana que vem, como ferver óleo sem ficar a pé na estrada.

(zound)

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:: Nina: Right. Now, a company's logo is their calling card to the world. And don't we all know how the world can suck some days? [laughs fakely] *

:: do jeito que tudo começou.

:: Porto Alegre esquizofrênica. cerração fechando zonte das 6h às 11h, friozim cedo e noite, solaço na guampa à tarde, sistema respiratório em pandarecos, etc. inverno. donde?

:: é julho, é segundo semestre, renovam-se expectativas. 2006 já passa da metade e pesa.

:: as pessoas me param na rua e perguntam porque eu não atualizo mais o blog, o que houve com a turma do Teatro do Concreto Armado, o que foi feito de Spirit Crusher, etc. só não respondo porque os seguranças mantêm el_rey afastado da plebe. hmpf.

:: ouço música. minha música. ouço o que tenho composto. acho que em breve vou colocar uma pagineta. perder a vergonha de expor a cara. fico feliz de gostar de ouvir o que criei. minhas paisagens sonoras. toscas. mas minhas, e é tudo o que tenho.

:: a Copa tá acabando e então, tudo são Eleições. AGORA é a hora certa de se tocar pra Alemanha.

:: CADERNO DA COPA

top 3 times da Copa do Mundo 2006
• Alemanha - mostrou um time de jogadores de garra e qualidade, reapresentou Klinsmann, foi a seleção que representou A Alma nessa competição.
• Portugal - menos pelo time, mais pelo Felipão. foi o símbolo da raça gaúcha, e tudo o que faltou ao Brasil. não aprenderam nada em 2002. tão fácil chamar o cara de colono grosso.
• Itália - dando demonstrações de imortalidade e ensinando, de novo e com a parceria da França, que times vencem - não um amontoado de craques.

melhor momento da Copa 2006
• o giro com balãozinho espetacular do Zidane no Gilberto Silva

seleção da Copa
Ricardo (POR); Zambrotta (ITA), Lúcio (BRA), Cannavaro (ITA) e Lahm (ALE); Vieira (FRA), Pirlo (ITA), Zidane (FRA) e Ribery (FRA); Klose (ALE) e Fernando Torres (ESP). Técnico: Raymond Domenech.

prog-róckstico
• quem vence a final? Itália, 2 x 1, no tempo regulamentar. e a Alemanha é 3ª colocada, vencendo na prorrogação por 1 x 0.

e eu ando chutando bem?
• não. no bolão do Balípodo, eu disse: campeão Brasil, vice Portugal, seguidos de Inglaterra e Coréia do Sul. tá, CSU foi meu zebrão, ok, mas a França na final quebrou as pernas da maioria. essa final que vai acontecer, então, se neguinho chutou, já ganhou.

:: morra de inveja se você for blogueiro e não estiver no álbum de fotos da Viva. eu tô lá! wishing upon a star, or else.

:: falando em puxa, tem que admirar - me cae el queso, digo, el queixo de ver tão lindo quando alguém acha seu caminho, e eu leio no transitórios, o blog da Clarisse, que ela está se mudando de Maputo pra Namíbia, e que está feliz, e que come cabeça de cabrito e faz casas e conhece as pessoas e de repente, a vida dela é fazer a vida dos outros melhor, de um jeito que tem que ter muito peito pra encarar. mui foda.

:: onde estão os japoneses? cadê yu-gi-oh, pokémon? cadê? quando não tem uma mania japonesa no pedaço, é melhor ter medo.

:: vou largar a jovem guarda e serei mais feliz, diria Frank Jorge.

:: * the beard stays
Bruce: Donny, what's wrong?
Kevin: [trying to be calm] We're fine.
Bruce: We?

no TouYube: The Beard, Kids in the Hall

:: oh, meu velho e indizível,

:: prepost.txt.

todo todo guenzo

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mas como tu anda cheio de musiquinha
owls: everyone is my friend.

I know what I have to do and do it
I-know what-I-have to-do and do-it
but don't know what it is until it's done

tem uma mensagem escondida, aí?
na verdade, não. é só porque eu escuto a música no repeat zounds of times e aí essa ou aquele frase fica ressoando no fundo do ouvido.

tu tá querendo é dar letrinha. eh, eheheh.
drum roll.

e só essas naba alt.indie
...bueno, . outra, como texto: "ooh the infinite blessed yes. spell, repeat, spell and spell. do over and over, do over and over, and over and over."

quem?
legal isso que eu li por aí: Tim Kinsella trocou seu nome para Kinsellas porque estava "se sentindo plural".

arrã. quem?
Kinsellas tem e/ou já teve trocentas bandas em Chicago, incluindo Owls, Joan of Arc e American Football. tem quem compare a Pavement, só que menos, e mais pretensioso. indie pop com arranjos intrincados de guitarra, cantor sem voz desafinando pra soar legal, essas coisas. funciona.

e tu acha isso grandes coisa
...bueno, .

e fica enlouquecendo os outros com isso, ainda.
bah, tadinha da Olivia, ela tem sido a vítima ultimamente. mas pô, eu já contribuí com o mp3 player dela, aí me sinto autorizado a dar palpite. e ela disse que tava ouvindo Belle and Sebastian, né? nesse tipo de coisa tem que interferir o quanto antes.

ei, respeita. tem leitor teu que gosta.
tá. eu prometo.

cascateiro. bom, pelo menos tu parou com aquelas pouezias.
não muito, né? em casa tâmo a milhão.

aquelas tuas rimas, vou te dizer
pô, o Kinsellas tem um verso que é "one two three, this is rock history". e ele não parece envergonhado. aliás, qual é a baliza de comparação? é pouquinho, mas é o meu, e é tudo que eu tenho. ademais, eu leio Frank Jorge.

esse assunto me enche. e 'baliza de comparação' foi a melhor do dia.
...bueno, .

e essa coisa de fazer diálogo com os minitítulos. pfff.
aliás, grande Mirandinha. influência do Almirante, né? só que eu, claro, tenho 0,3% daquele talento.

ei, não te cobra tanto
tudo bem, olha toda a experiência que o Nelson tem. muita estrada. e ele tem idade pra ser meu avô.

que feio, mentindo por invejinha
ahahahah. "vengeance is the refuge of the weak".

cuida que ele tem tamanho pra te dar uma sova
ih! certo. emboscada, ele e o Milton, os dois barbudos. nah, é tudo brincadeira, papo de fã. o Gejfin também tá deixando a barba crescer, só por influência deles. e bah, que sono.

e tu vai insistir nesse post?
é um bereteio. eu não posso parar.

pode sim. shift+home, delete.
e vou postar o quê? aliás, dá pra calar essa boca? eu não contratei um mancheteiro.

fala de alguma coisa que tu odeia, então.
hoje, o Joaquin Phoenix. viu o que ele fez no Johnny and June?

vimos. aquele ator enerva.
e a Reese Witherspoon tem um queixo que parece aqueles bonecos de ventríloco. ventríloquo. bã.

ah, ahahahah.
ah, o filme é bacana. mas podiam ter botado o Nick Nolte pra fazer o Cash.

aí a classificação de idade mínima ia ser de 35 anos.
sem dublês. sem placebos.

bem que tu queria um msn, hein?
...bueno, .

anda te sentindo sozinho, é isso
não! tu não me deixa em paz!

precisa de uma cerveja?
há horas. e demora. antibiótico durante o carnaval é pra perder a fé na humanidade.

ih, quanto ranço. tu que é velho, véio.
tô reinando. dormi pouco. sentei pra botar os tênis e quando abri os olhos de novo eram quase 9h.

tá. então chega, né?
é, tô com fome. dá tchau aí e anuncia o amanhã.

amanhã em bereteando: um post de carnaval em porto alegre. tchau, e desculpa tanto negrito. é pra preencher a cota de estilos de texto. bã.

setor de documentação

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eu sempre tive ganas de colecionar a vida. geralmente prosaico, como um ingresso de show ou uma borrachinha de cabelo, ou um papel com o embrião daquela poesia que ficou horrível, ou as agendas repletas de detalhes das paixões adolescentes. e a planilha onde anotava os filmes que alugava na locadora próxima e a listagem de todas as músicas contidas em três centenas de fitas cassete e até recortes de jornal e santinhos da eleição de 89, a do Collor - era tão importante! do que era meu e do que me cercava: uma memorabilia de riqueza pessoal. um caleidoscópio estéreo, de mosaicos na parte de dentro e por fora também.

hoje eu não consigo mais fazer isso. quando abro o armário e vejo a caixa de recuerdos, repleta dos meus cacos, só posso lembrar de um eu que ali está e já não é mais. por exemplo: anos e anos de cartas e poesias daquele amor antigo não fazem qualquer sentido. porque não fui eu quem as recebeu; foi ele. o eu que pertence a aquele passado.

isso não diminui a importância dos objetos e seus eventos, apesar. não se entenda isso como escárnio, hipocrisia, negação; em seu espaço-tempo, eles significam a própria existência. guardei-te porque naquele instante tu simbolizavas um momento em que eu me senti mais vivo do que jamais antes.

mas se eu sou o que absorvo e processo, e se não pude apreender o suficiente para trazê-lo comigo e invocá-lo no momento necessário, dou de ombros. não sei se de fato notei ou se apenas hoje posso imaginar e cultivo uma falsa memória: eu, trocando a catarse por um souvenir que fica lindo na estante da sala do córtex cerebral. eu como um turista que não pára de tirar fotos e só aproveita a viagem na volta pra casa.

talvez eu esteja sendo cínico demais comigo mesmo. talvez eu tenha abdicado de uma teoria evolucionista para escolher uma nova renascença a cada instante;

é verdade que eu nunca me dei muito bem com o calendário e o relógio, e a cada dia que passa suporto cada vez menos esses dogmas temporais - passado, presente, futuro.

um pode me chamar de volúvel, mas eu prefiro reafirmar um desejo a cada oportunidade a ficar lendo verdades no manual que construímos com nossas neuroses. eu quero agoras.

fragmentos da memória; fósseis e âmbar e escavações: ainda tenho muitos desses objetos. de alguns eu consegui me desprender - como os textos xerocados para a faculdade -, mas ainda conservo bastante coisa. não guardar, ok; jogar fora é algo absolutamente diferente.

mas a cada vez que mexo naquela caixa, separo mais alguma coisa que pode ir para o lixo. até o dia em que tudo o que for importante vai caber dentro da minha carteira.

então eu toco fogo em tudo, e começo tudo de novo.

bom que eu leio o Blog do Gejfin. assim eu não preciso contar as coisas do fim de semana. ele já fez isso antes de mim.

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o título do post é uma grande frase do Cardoso.

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lima. o sabor do verão é a lima. é a lima com vodca. lima, vodca. +. del bifê de caipiritas del tiagón, la numero uno. banda relacionada: All Natural Lime and Lemon Flavors.

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a música do verão eu já escolhi: a versão do Señor Coconut pra Smoke on the Water. bem verão. 100% calypso.

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e isso porque durante o final de semana eu *debulhei* o uh ele soulseek. totalmente esquizofrênico: Opeth, Shadows Fall, The Mercury Program, The Van Pelt, Thursday, The Used, Señor Coconut, Richard Cheese (hilário!). E Egberto Gismonti.
estou ~ e x t a s i a d o ~. beus filhinhos. chuif.

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já é natal na Verbeat, e em breve, nossa programação de verão, repleta de novidades!

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aliás, no balanço de fim de ano, o crescimento vertiginoso dos últimos meses. nosso condo tá disputadíssimo. obrigado a todos os leitores.

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e OBRIGADO, em meu nome e no do Gejfin, a todos vocês que responderam e divulgaram a Pesquisa Blogosfera Brasil Verbeat. com quase 700 questionários respondidos, excedemos nossas expectativas!
agora é debruçar, tabular e analisar. aguardem notícias!

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cabeça de vestibulando, a essa altura batendo pino: frase ouvida de uma colega de trabalho, contando da sobrinha.
"bem que eu queria ir no show do Pearl Harbor!"

diz que vai ser uma bomba. eh, eheheh-cof, cof cof.

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bereteios sem pontinhos. mas abundantes de til.

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ocupa um espaço do caralho, assim.

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minha manifestação de apoio ao rebaixado Galo mineiro. eu sei, eu sei o quanto é triste. mas esqueci. já esqueci tudo. tudim. depois que meu time fez História, no sábado.

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aliás, e sem ironia, um cumprimento aos colorados que souberam, acima da paixão clubística, reconhecer a garra do Tricolor. bem disse Tatjana, coloradaça: "Muricy, usa o tape do jogo do Grêmio pra motivar o Inter!"
e aos que tentam diminuir o feito, bah, pode tocar flauta. mas pode tocar mesmo. eu estou intangível a isso até o ano que vem. quando começa tudo de novo.

~.~


na real eu não consegui parar de falar nisso desde sábado.

~.~


tá.

tudo é metáfora pra vida

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elizabethtown
já assistiram o filme novo do Cameron Crowe? tem resenha deste escriba lá na Mood

feirices, 1
decidido: Frei Rovílio Costa, melhor patrono da Feira do Livro nos últimos anos. esteve onipresente passeando pelas bancas, levando sorriso, amabilidade e cordialidade a todos. e verdadeiramente interressado, pelo evento e pelas pessoas. bem bacana, mesmo

feirices, 2
saíram os vencedores do Fato Literário 2005, prêmio em pila da RBS a evento marcante para a literatura daqui. vencedor do júri: 20 anos da oficina de criação literária do Assis Brasil. vencedor do público: Feira do Livro em Braille. se fosse só isso, já diria que os amigos jurados não foram capazes de conversar com o povo pra tirar uma febre, o que eu acho no mínimo arrogante. mas piora, tem a grana: prêmio para o primeiro, 40 mil. para o segundo, 10 mil. fiquei de cara. se eu sou o Assis Brasil, pego os 30 paus da diferença e dou pro escolhido do público. peraê. sem demagogia, mas dá pra ter essa noção

feirices, 3
cempercento approvado: área infantil no Cais do Porto. as crianças adoraram, os adultos adoraram, tinha um inédito teatro repleto de programação, os piás descobriram o Guaíba por detrás do muro, é isso; públicos diferentes, áreas diferentes e não se teve notícia de transeuntes devorados pelos minimonstros

feirices, 4
um lu-xo o lanzamento del Blog de Papel, sábado passado. cheio de gente, fila pra autografar, RBS Notícias cobrindo, as pessoas se rasgando, uma coisa maluca, os pokémons crucificados e- opa, não, esse foi outro evento. Blog de Papel, que ainda não li - mas meus comparsas leram. prestigie na sua cidade: no linque aí de cima tem a programação toda de altographos

te-te-te, tete, tet-teee-tetetes-tesquisa
espocam e pipocam em todos os cantos selinhos da Pesquisa Blogosfera Brasil Verbeat! a uma semana (e um dia) do encerramento do prazo, já atingimos 80% da meta prevista. vamos, nos ajudem a exceder as expectativas! ow yeah

e ó
todos todos vocês que estão nos ajudando a divulgar, e mais, acreditando no nosso trabalho (uhhh), terão um lugarzinho especial no condomínio Verbeat lá do céu, com vista pro pós-vida e lasers à vontade

questão principal
não custa repetir: a pesquisa não tem, de forma alguma, caráter comercial. a Verbeat não vai usar esses dados pra um novo marketing blogueiro, contemplando uma linha completa de iogurtes e destilados. todos os resultados serão entregues de onde vieram: a blogosfera. ou blogsfera, ou blogoseira, ou "isso daí", como queiram

futbas
se ao invés do Inter fosse o Grêmio, esse Brasileiro era nosso. reação dessas? secação? era nosso. simbologia? gol no finalzinho? superstição? era nosso. técnico grosso? time meia-boca? era nosso. mas não será, porque não é o Grêmio, é o Inter; e o co-irmão tem a melhor chance desde 197? pra quebrar a sanha de tristezas

futmos
será o final de semana mais importante do fussbal gaucho dos últimos tempos. o Colorado mordendo os calcanhares do Coringão, (quem marca Tevez e Rosinei?), e o Tricolor rezando pra ganhar do Santa Cruz, e mais, pra Portuguesa meter o Náutico. que daí fica tudo bem. vai passar. diz que vai passar. argh

futwers
copa do mundo 2006 terá farta distribuição de minipotências futbolisthicas sortidas. este blog desde já se coloca 100% com Trinidad & Tobago, e espera por posts Menezianos sobre selecionados como Togo e Irã

não verei
pearl jam

hardplaylistcore da manhã
Allister, MxPx, AFI e Olho Seco

agora vai
findas as actividades da Feira do Livro, inicia-se oficialmente o Natal. no próximo bloco, as pessoas começam a ficar loucas e bater pino por causa da pressão crescente. fim de ano é sempre um uh! terror

em breve
o Guia Bereteando de Cores para o Reveillon 2006: como entrar no novo hano sem atrair mau-olhado, bad vibes ou moscardos

tem gente que leva uma vida meio arroz de puta pobre
barafundado, bagunçado, repleto de retalhos, reaproveitamentos e reciclos refritos em arroz branco, servido com vinho tinto barato.

em breve
mundo.

like old damn mondays

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roda vinheta de abertura
não sei se estou melacólico ou é apenas segunda-feira - texto sobre animação de um tiagón de massinha de modelar tropeçando no lençol enrolado nas pernas

slow november
fatalmente, algumas coisas perdem a importância nessa esfera niilista pós-moderna recheada de carne e berinjelas a que chamamos vida. mas às vezes tudo perde

todos perdem
desenvolvendo membranas entre as extremidades, os lêmures alçaram vôo

slow january
fontanelle, trilha sonora. para uma melancolia pós-moderna, pós-rock. aqui

yup
a vida é uma mussaka

porto alegre
cheirosa de primavera, tesuda de feira do livro, é a época do ano em que mais te amo

e então
chega dia 15 a feira termina e todo mundo começa a ficar muito louco por causa do natal

minimonstros no setor B
feira do livro *sem* crianças pulando e gritando e mascando humanos no caminho; deslocadas que foram para uma área linda, espaçosa e dedicada à elas. do outro lado da Siqueira Campos, no cais do porto. não fui lá, óbvio

por 15 pilas
fui pra casa com um cortázar, um edmund white e um elmore leonard. primeira bispada. poucos sebos a 5 pilas, cada vez menos

makes me sweat
eu sou um fungo no vidro de cebolas em conserva

quarta
é feriado e vai ter aquele vento louco que sempre faz em finados. secará meus lençóis. outravez

i only wish that it passes soon
hearts beating for the last time
a heart beating is just a state of mind

pena que é bem pouquinho
dia desses sonhei que tava comendo a juliana paes

felizes
são os peixes

se a minha vida fosse um sabor de chiclete
seria lima-limão com recheio líquido de estrogonofe de frango

nova trilha
don caballero, haven't lived afro pop

ah
é dia de pagamento. deve ser dessa ordem, a melancolia

preciso
de sapatos novos. de carinho nas pálpebras. e bares novos. céus, bares novos, agora

um, dois e
que sono fome medo droga

don't mention kafka
quase três semanas sem café. pior é nas segundas talvez melancólicas. sinapses embebidas em muco gelatinoso, que aprisiona todo e qualquer tipo de raciocínio

gotejares (excerto, como diálogo)
desempedernido, vi meus cheiros fugindo do corpo, tomando distância dos poros que os exalaram. como um casulo abandonado de vida, tornei-me branco e antigo. veja por onde andam meus pequenos invólucros repletos de sal aromático: arremessando-se contra as flores, que perdem a capacidade de atrair humanos e abelhas. em breve, a chuva lava as folhas, e meu odor é terra.

praia agora
rapadura. rapadura palha. rapadura de côco. rapadura puxa. rapadurinha de amendoim. mandiolate. doce de abóbora. cocada branca. cocada queimada. puxa-puxa. paçoquinha de amendoim. rapadura. rapadura palha. rapadura de côco.

.: "Prioridade. S. f. 1. Qualidade do que está em primeiro lugar, ou do que aparece primeiro; primazia. 2. Preferência dada a alguém relativamente ao tempo de realização de seu direito, com preterição de outros; primazia. 3. Qualidade duma coisa que é posta em primeiro lugar, numa série ou ordem."

ISSO POSTO,

.: piores vícios do jornalismo esportivo

"O presidente do clube afirmou que o time prioriza as duas competições".

argh!

.: Sérgio, algumas piadas já vieram prontas, fritas e sequinhas. Da Wikipedia:

KFC is not to be confused with Kennedy Fried Chicken of Chester, PA.

Que os caras tenham tentado copiar a entreprise de Colonel Sanders, vá lá. Mas porque não fizeram o primeiro restaurante de fried chester do mundo, é um enigma.

.: Aliás, _nome aqui_ Fried Chicken é mais copiado que gene de ovelha. De Texas a New Kantacky.

jfk-2av.jpg

Incluindo o J.F. Kennedy Fried Chicken.

.: Falando em comida, Zérgio de template novo. Novos miúdos. Mesmo sabor.

.: Voltando a NY:

This is a photolog of New York, with an emphasis on urban decay, strange signage, and general weirdness.
melhor flog.

.: segmento de saúde

ECG: ok!
rx tórax: ok!
estômbo: napalm!
oftalmologista: amanhã!
gripe: inferno!

novo item: hidróxido de magnésio + hidróxido de alumínio. (Lu, se você me lê, me ajuda!)

.: uh ele HPS. diga-se: atendimento vip.

.: valeo, mã.

.: COMPRO rebobinador de fitas VHS em forma de carro. Tratar por e-mail.

.: segunda-feira opine sobre o referendo! e avise o Nós na Rede!

.: vocês conhecem Nebula? é muito, muito legal. sabe, legal? é um lance tipo rock sessentista feito hoje; nada datado, cheio de punch, distorcido sem ser agressivo, e com Fer, digo, com solos de wah. não consigo parar de escutar. ouçam, ouçam.

.: camelo ou saddam, é tudo iraque.

prefiro o Saddam cantando

separados no nascimento

.: também de escutar: cês já ouviram a entrevista da nossa lindona Jojo ao É Batata! de Fred Leal? Ouçam, ouçam.

.: Leiam, leiam: O futuro prefeito de Paracambi repõe na roda a Revista Bala; e chega na liter/área o Cortiça, capitaneado por grán nombres como Bruna B, Nix e Delfin.

.: new personal motto (at least for today tomorrow)

"o mundo também é dos que apenas sonham que podem conquistá-lo"
- michel melamed

Tempo

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Bereteando dá um tempo na aclamada série melódico-humorista para:

• Avisar surpresa que aprontaram pro aniversariante do dia, Milton Ribeiro
• Indicar o melhor post semi-ficcional de todos os tempos, em processo, ainda orgânico, sensacional e hilário, do Biajoni
• Lembrar que Flavio Prada esteve num encontro blogueiro em Trento
• Divulgar festerê amanhã na casa mal-assombrada, contando inclusive comigo nos cedês. Levarei os dinossauros. Preparem-se para dançar Señor Coconut!

Delícia!


• Desejar um bom final de semana a todor. Eva Todor.

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pra começar como todo bom blogue gaúcho,
um comentário sobre o tempo. sexta: saí de casa à noite de bermuda e camiseta. sábado: fiquei entrevado em casa. sexta: 27°C. sábado: 8°C.

nomes apropriados
quando eu montar um projeto de poppy punk engraçadinho, vou chamar de Cléo Kuhn Estava Certo.

(a saber, o meteorologista mais popular de Porto Alegre)

chama o SUS
com esse clima, e a saúde, como fica? não fica. por exemplo: saí de casa na sexta, de bermudas, pra levar minha mã no hospital. agora sou proud owner de uma mã pneumônica. tadinha.

bota a água pra ferver
ser responsável por mãe doente me fez ter todo o tipo de reflexão acerca de minha condição humana.

reticências.

ah
esqueci de contar pra vocês: lembram que fiquei esperando a musa na noite de quinta-feira?

pois sonhei "a noite inteira". e lembro que começou com alguém me dizendo: olha, sabe aquela garota que tu comeu há um tempo atrás? pois ela ficou grávida e teu filho nasceu, vai lá ver. fui. encontrei um bebê coisa mais linda, jeitão de dois/três meses. peguei-o no colo e ele riu, riu muito pro pai dele, fazendo com que eu me engasgasse de tanta felicidade. nas idas e vindas da história, sempre dava um jeito de reencontrá-lo, e ele sempre me recebia cheio de sorrisos.

coadjuvando
a "garota que eu comi"? não faço a mínima. lembro dela na primeira cena, discretamente no fundo do quadro, enquanto eu conhecia meu rebento, levantando-o para coincidir as alturas dos nossos olhos.

e então, repetem-se notas
um sonho depois, eu dirigia. como sempre, eu na direção = pesadelo. dessa vez, era na cidade, trânsito pesado, rótulas sem indicação de mão da rua, e eu atucanado. não sei pra onde ia, mas lembro de botar o carro em movimento com pressa; eu estava sentado no banco do carona, e por algum motivo não dava tempo de pular pro lado. me esticava todo e passei pro banco do motorista com o carro andando. noite fechada, poucas luzes. numa rotatória sem qualquer identificação, entrei na contramão e ainda pude ver um carro dos fiscais da EPTC passando por mim e eu me xingava, caralho!, serei multado!

pronto, falou em dinheiro eu acordo.

marketing neural? chame a Olivia
no último sonho, estava lendo o Blogmotion. mas tinha textos. e eu pensei, bah, vou dizer pro Gejfin que dá pra usar textos. (porque nós conversamos sobre isso, produzindo fotos para a concorrida fotonovela bloguística. fizemos um gang-bang glacial com dinossauros, há umas três seis semanas. mas o Gejfin, pra variar, seqüestrou as fotos e não me entrega. broxante.)

da musa mesmo,
nada.

alô Padilha
pode assistir ao jornal tranqüilo, viu?
só cuida quando chamarem de Brasília. pela rede, claro.
ah, hahaha. sucker.

jáblues
o podcast bluseiro que vocês querem ouvir é o nightripping, do Nix.

confirmado
o Whitesnake vem ao Brasil com David Coverdale no vocal. bah, eu *preciso* ver isso. um dos pais do rock farofa ao vivo.

antigos projetos
revendo anotações lembrei porque abortamos a idéia de cruzar o México de carro - eu e Lisi nos demos conta de que a tequila barata não nos deixaria sequer sair da primeira cidade. posso vê-la, anotando no diário de bordo: "DIA 09, SEMANA 2: Hoje, outra vez, nós não conseguimos seguir viagem."

auto-ajuda não-linear
está no ar e valendo: Pensamentos Estúpidos do Aran! drops de sabedoria, sabor mula frita com calda de plâncton.

e também
tem blog que a gente começa a ler e não consegue parar. se o dia tá corrido, melhor não clicar: Jazzmo. da Badtrip.

porque
como era o título do meu finado livro de contos, é tudo sobre relacionamentos.

porque
porquê? porquê???

para Alan Lightman

Quando Anselmo colou grau, juntou uma pilha de lembranças felizes que permaneceriam gravadas no fundo da retina. Era só fechar os olhos e ele podia lembrar do secretário chamando seu nome, o diretor colocando o barrete, o paraninfo entregando o diploma. Ao encontrar um antigo colega na rua, rememora o abraço coletivo e caloroso na festa de despedida da turma, ou a cervejada em que todos se atiraram na piscina.

Se chega em casa e a esposa está de branco, pode pensar em todos os detalhes daquele casamento - as rosas champanhe e os laços de fita branca, os vitrais derramando cálidas nuances multicoloridas sobre os vestidos leves das madrinhas, a cor da pele e as rugas do padre de sorriso benevolente. Mas se a mulher o espera de camisola rendada, logo pipocam as sensações da noite de núpcias, o calor corpóreo da amada, o desejo tantas vezes adiado para aquele momento sublime, quando suas peles se tocaram por inteiro e em cada centímetro.

Anselmo já passou dos sessenta anos, mas lembra desses eventos com lucidez. Não só essas, mas muitas efemérides de sua história. Também pequenas alegrias como um aumento de salário não esperado em 1977, quando era repórter, ou o dia em que a cadela Flecha teve filhotes, no tempo em que ainda era uma criança de 9 anos. Ele pode deitar os cabelos brancos no travesseiro e folhear um imenso catálogo de felicidades, e revivê-las como se fossem hoje. É assim nos encontros para o chá, domingos à tarde, ou no jogo de damas ali na praça: todos aqueles senhores estufam o peito e desfilam seu rol de rememorações radiantes, o campeonato de 1959, o carro que foi comprado com tanto esforço, a vitória de certo candidato nas urnas.

Naquela Terra, a memória é seletiva. Só guarda as coisas boas.

Homens, mulheres e crianças de qualquer idade sorriem constantemente. Sabem que suas vidas estão sendo construídas num rastro de sentimentos genuinamente felizes e gostosos de se compartilhar. As famílias nunca se dissolvem, mesmo quando brigam por motivos terríveis - porque estes são esquecidos pouco tempo depois que as desavenças surgem. Anselmo, certa vez, deu um tapa no rosto da filha, ao saber que estava grávida de um homem de mau caráter. Sofreu muito pelo destino do rebento amado, sofreu de remorso pela violência aplicada, sofreu ao pensar no que poderia acontecer àquela criança.

E então esqueceu tudo.

E, no dia seguinte, acertou outro tapa na filha.

Só meses mais tarde, ao ver o neto nascer gordo, forte e cheio de cabelos, é que ficou verdadeiramente feliz. E então já não lembrava da índole do pai daquela cria - que, de fato, já havia fugido para outra cidade.

Aqui as pessoas são alegres, contentes. E sempre acabam satisfeitas. Mas é um mundo muito atrasado tecnológica e socialmente. Aqui, Graham Bell só inventou o telefone no fim de sua vida - permaneceu anos e anos ligando os fios errados, até que uma eventualidade o fizesse experimentar uma nova configuração.

Esta é a Terra do bolo abatumado. É a Terra onde a maionese azeda e mata dezenas de pessoas por contaminação - e ninguém nunca lembra de guardá-la na geladeira. Todos os dias, cozinheiras que enfiaram a mão nua na assadeira enchem o departamento de queimaduras dos hospitais. E lá ninguém sabe os procedimentos errados da medicina - tudo baseia-se nos sucessos ocasionais anteriores. No remédio, as bulas não contém efeitos adversos ou contra-indicações. É assim em todas os ramos profissionais. Os escritores que vendem bem o primeiro livro serão excelentes até o fim de suas carreiras; já os que fracassam em suas tentativas iniciais só tornarão-se famosos por obra do acaso. Pretensos pianistas geralmente morrem sem jamais aprender a tocar o instrumento de maneira correta. Administradores levam à falência dezenas de empresas, mas ainda assim estão sempre empregados... A natureza não oferece perigo jamais - escorpiões e cobras viram brinquedo até que os efeitos da picada surjam. Todos os assassinos são seriais e nunca se arrependem. Na Terra onde não há depressão ou tristeza que perdure, a fidelidade não existe; um sentimento de traição não dura mais do que algumas horas, enquanto o infiel regozija-se com a lembrança da amante. Os primos casam e têm filhos, e mesmo que nasçam deformados, os primos tentarão uma nova gravidez.

Nesta Terra, as pessoas enfiam constantemente os dedos na tomada.

Eletricidades

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.: Começou o inverno!

.: De novo!

.; Quinch!

.: Mas ontem foi a abertura oficial: meu chuveiro queimou. Claro.

.: Peor q'Eu não tenho la mínima vocação pr'essas cousas da manutenção doméstica. Nenhuma. Não herdei a habilidade que meu pai tem. Com pregos. Lá em casa ele resolvia tudo com prego. Caiu a prateleira, paf, toca prego. Quebrou o sofá, paf paf, um preguinho maior resolve. Estragou o alternador do Passatão? Deixa que eu paf! Brabo era quando alguém machucava um braço ou uma perna.

.: Meu "jogo de ferramentas": um martelo grande (para degelo), uma chave de fenda pequena, outra philips, um alicate de corte, muitos rolos de fita isolante - e esse é o meu arsenal. Mas não me serve muito. O espelho do quarto vive caindo, porque eu não consigo fazer um buraco decente: tem o furo do prego e uma cratera em volta.

.: Trocar chuveiro até rola, mas sinto falta de um multímetro. Quem confia em disjuntores? Um disjuntor está funcionando até que se prove o contrário, ou seja, quando o incauto for arremessado ao chão com a descarga de corrente elétrica.

.; Odeio tomar choque.

.: O choque mais divertido que eu levei foi certo dia no interior de Viamão. Assava um churrasquinho, pé descalço na lajota, temporal se armando, nuvem formando, e ao longe pero no mucho cae um rayo. Tomei uma descarga nas duas solas dos pés. Fraquinho, rapidinho, mas - - - puta merda, vocês não imaginam o cagaço que eu tomei.

.: Aliás, alguém gosta de levar choque?

.: E isso que eu sou Técnico em Eletrônica. Sério. Estudei quatro anos. Tem diploma e tudo. E claro, choque era mato. Só de capacitores carregados, devo ter uns 450 mil volts no cartão de milhagem. Com certeza tomei muito mais choque do que vocês.

.; O que explica muuuita coisa.

.: Ao sair do primeiro grau, eu tinha uma dúvida: Engenharia Elétrica ou Publicidade? Meu pai, entre uma martelada e outra, sugeriu que eu cursasse segundo grau técnico naquela área, pra ver se era por aí.

.: Não era. Mas não era *mesmo*. Precisei de uns três meses pra decobrir isso. Mas já que estava por lá mesmo, terminei o curso.

.: Domingo eu lembrei dos diagramas esquemáticos que a gente era desenhava. Aí deu vontade de brincar disso; botei um resistor, juntei um transístor, enfiei um led na saída (?), bateria conectada e voilà -

.: Olhei de novo, a corrente voltando pro positivo da bateria. E ela explodindo na minha cara. Voilà um belo curto, isso sim!

.: Eu fiz até um curso de soldagem. Soldo horrores. Numa dessas, eu devia tentar soldar as coisas lá em casa. A borracha da porta da geladeira, por exemplo, que jaz pendurada ao lado da monstra há meses.

.; Bloqueios.

.: Ou soldar a mim mesmo. Meu fígado ia curtir uma bela camada de estanho. Posso tentar soldar as articulações enregeladas pelo vento sul (beijo, Lisi!), que sopra inclemente e me fez acordar com 5°C. Soldar uma falha no incisivo superior direito. Ou, quem sabe, minha reputação?

.: Vou ter que almoçar, comprar o chuveiro e ir pra casa trocar a joça. Risco máximo.

.: Se eu não voltar, preguem minhas cinzas numa chopeira e distribuam na Oktoberfest de Blumenau. Hic.

mas eu não sou EMO. pô!

dezenas de e-mails internos. desespero. imagens sumindo. comentários desaparecendo e reaparecendo. gritos. raiva. briga. estafa. indignação.

aí o Gejfin chega ali em casa e ainda nas escadas constata, com seu senso de concretude que lhe é tão próprio quando convém:

- chê, te deu conta de que a função toda da migração dos domínios não durou nem 24 horas?

pô. nem um dia. não chegou nem a um dia inteiro sem poder postar, e sem permitir comentários dos leitores; ainda assim, toda a nossa ansiedade.

disso podemos tirar duas ou três conclusões:

a) o quanto estamos intimamente ligados ao nossos textos. o quanto os queremos vivos, lidos, repercutidos, o tempo todo. abandoná-los é deixar de lado nossas pequenas ou grandes reflexões diárias; é deixar de lado o leitor que é sempre prezado por ter a iniciativa e a paciência de ler - LER > quem lê hoje em dia? - o que produzimos.

§1: acho o máximo quando pessoas que não comentam no blog vêm falar comigo sobre esse ou aquele post. os caríssimos leitores invisíveis, grande maioria de todos nós blogueiros.
§2: não menos divertido foi há dias atrás quando a Lisi levou um post impresso pra conversar sobre, em mesa de bar. parei e olhei pra cena - o que aquele texto tava fazendo *ali*?

b) hora (e seus afins) é uma medida de tempo inexata e ineficiente. quanto tempo durou o isolamento dos nossos blogs? muito, muito mais do que "tantas horas" pode definir. isso vale, claro, pra quaisquer sensações que tenhamos. como fazer, então? Gejfin propôe momento - que eu acho vago, solto, até tolo; logo, perfeito para esse uso. meu dia tem momentos, não 24 horas - isso parece bom.

§1: adoro "instante", porque me lembra Viviane Mosé:

(eu parei de lutar contra o tempo
ando exercendo instantes
acho que ganhei presença)

e por falar em sexo quem anda me comendo
é o tempo
na verdade já faz tempo mas eu escondia
porque ele me pegava à força e por trás

um dia resolvi encará-lo de frente e disse: tempo
se você tem que me comer
que seja com o meu consentimento
e me olhando nos olhos

acho que ganhei o tempo
de lá pra cá ele tem sido bom comigo
dizem que ando até remoçando.

§2: depois dessa poesia (que eu vi declamada ao vivo, linda linda como todas as outras, na voz rouca da filósofa-psicanalista-poeta capixaba), nada do que eu vá escrever agora pode ter qualquer relevância.

c) blogs viciam. porque nossos pensamentos viciam.

eu às vezes acho que escrevo só pra mim. (aliás, pra mim e pro Milton - porque por mais que eu esconda a citação ou encarambole o sentido, ele sabe, ele sabe.) às vezes, é pra todo mundo. às vezes é pra mim e funciona pra todo mundo. às vezes é pra alguém em especial e eu não sei. não faz diferença. porque o legal é conversar com vocês, leitores. com vocês, blogueiros, que leio cheio de sorrisos e surpresas. e com vocês, amigos, que lêem mais do que o que está apenas escrito.

porque esse blog é só uma parte, mas é incrível poder fazer parte do dia de vocês.

~.~

soou meio apresentadora infantil, não? acrescente "amiguinhos" ali no final da frase, se lhe convir.

~.~

comecei fazendo um post curto pra comentar da migração e deu nessa melação toda. iche, que vez em quando começo a me derramar e não paro mais.

~.~

ah. amanhã tem momentos - ao vivo e com ceva - ali no Shamrock. venha!

Diversão pura

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Na verdade, divertido mesmo é lavar as lentes de contato com pasta de dentes.

Só pra ter a sensação de olho refrescante. Bota o vidrinho no globo e *tchaf!*, aaaah! Ventos árticos!

No próximo bloco, Tiagón testa a refrescância em duas calorias enfiando um Tic Tac pra desentupir a narina esquerda.

~.~

E como pastrami nos olhos dos outros é refresco q-suco, Idelber hoje fala sobre blogueiros e clubes de futebol, inclusive indicando a mim - e ao Cardoso - para dirigir o combalido imortal tricolor. Aliás, ultimamente é sem balido mesmo. No máximo um ganido.

Pior é dizer que eu já pensei nisso. Assim, devaneio de chuveiro.

Mas bem pior é dizer que já conversei muito sobre isso com a minha amiga Raq, que é a mulher gremista mais gremista que eu conheço. (Depois da incrível dona Rosa, mãe do Dé Foresti e liderança no Núcleo de Mulheres Gremistas.)

Digo mais: conversamos e fizemos planos. Uuuh.

Replicando um dos comentários de lá: só espero que sobreviva para que possa haver. Heh.

Replicando outro comentário (e também por sugestão do Idelber): vai ser bem mais graça se for no mesmo momento em que o Milton for presidente do timinho-que-usa-vermelho.

Gôlo.