faço aqui uma proposta ao MTG: que pleiteie junto ao Ministério Público Federal a aplicação de uma pena alternativa à governadora Yeda Rorato Crusius, caso condenada.
que jamais ponha os pés no Rio Grande do Sul outra vez.
MPF entra com ação contra Yeda e pede perda do cargo de governadora do RS
O Ministério Público Federal (MPF) do Rio Grande do Sul entrou com uma ação civil de improbidade administrativa nesta quarta-feira (5) contra a governadora do estado, Yeda Crusius (PSDB), e outras oito pessoas. A ação é resultado da Operação Rodin, que investigou desvios no Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
O MPF pediu a perda dos cargos das pessoas citadas, suspensão dos direitos políticos por até dez anos, pagamento de multa, proibição de contratar com o poder público por dez anos e ressarcimento integral do dano, calculado em R$ 44 milhões.
Foi pedido o levantamento do sigilo da ação, decretação de indisponibilidade dos bens dos réus e afastamento temporário dos agentes públicos enquanto o processo estiver em andamento.
Segundo o MPF, foram analisados mais de 20 mil áudios de escutas telefônicas, resultando em um procedimento de investigação de mais de 30 volumes. "Com esse material, foi possível concluir com serenidade e segurança a representação recebida, medidante o ajuizamento de ação de improbidade administrativa em face de outras nove pessoas", informou o órgão.
É a maior crise institucional de que se tem notícia no Estado. E não só porque a governadora é ré de uma ação de improbidade. Mas, também, porque seu marido, Carlos Crusius, é acusado da mesma coisa. E não só ele. Ainda o ex-Secretário Geral de Governo de Yeda, Delson Martini. E o ex-Chefe da Casa Civil de Yeda e ex-presidente do PMDB de Porto Alegre, deputado Luiz Fernando Zachia. E dois ex-presidentes da Assembleia Legislativa, deputados do PP, José Otávio Germano e Frederido Antunes, todos da base aliada da governadora. Como se não bastasse, também o ex-tesoureiro de campanha de Yeda, Rubens Bordini que hoje ocupa a vice-presidência do Banrisul no governo dela e a assessora mais próxima da governadora, seu braço-direito, Walna Vilarins Meneses foram formalmente acusados.

I'M AT UR INTERWEBZ/STEALING UR SOUL • • • • Foto: Jefferson Bernardes/Palácio Piratini
Servidores festejam pedido de afastamento de Yeda com fogos
(...) Com bandeiras, os manifestantes gritaram: "Yeda roubou uma mansão, vai sair de camburão!" (...) "Agora fica claro quem é a grande quadrilha", referindo-se ao fato do comando da Brigada Militar afirmar que os professores que protestavam contra o governo eram integrantes de uma quadrilha.
(...) O governo de Yeda tem sido alvo de acusações desde a Operação Rodin, da Polícia Federal, que investigou o suposto esquema envolvendo fraudes em contratos de prestação de serviços da Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (Fatec) e Fundação para o Desenvolvimento e Aperfeiçoamento da Educação e da Cultura (Fundae) para o Detran, e que causou o desvio de aproximadamente R$ 44 milhões dos cofres públicos, segundo o Ministério Público.
A situação ficou mais complicada depois que a revista Veja divulgou gravações mostrando conversas entre Marcelo Cavalcante, ex-assessor da governadora, e o empresário Lair Ferst, um dos coordenadores da campanha de Yeda e réu na Operação Rodin. O áudio indicaria o uso de caixa dois na campanha de Yeda para o governo do Estado.
Após ação do Ministério Público, oposição consegue assinaturas para CPI contra Yeda
A oposição na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul conseguiu nesta quarta-feira as assinaturas necessárias para protocolar o requerimento de CPI para investigar as denúncias contra a governadora Yeda Crusius (PSDB). Depois que o Ministério Público Federal apresentou a ação civil por improbidade administrativa contra a tucana e mais oito pessoas, os deputados do PDT Gerson Burmann, Giovani Cherini e Kalil Sehbe assinaram o documento.
(...) A estimativa dos procuradores é de que o valor ultrapasse R$ 44 milhões. Os recursos teriam sido desviados do Detran gaúcho, da UFSM (Universidade Federal de Santa Maria) e fundações de apoio como a Fatec (Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência vinculada a UFSM) e Fundae (Fundação Educacional e Cultural para o Desenvolvimento e Aperfeiçoamento da Educação e da Cultura), além de outras empresas ligadas ao governo.
Esta fraude no DETRAN-RS teve início no primeiro ano do governo Germano Rigotto. O rapaz que substituiu José Paulo Bisol encabeça a lista dos denunciados na fraude, de aproximadamente 44 milhões de reais. Um dos substitutos de Flavio Koutzii na casa civil também ocupa a lista, envolvido e ou com enriquecimento ilícito, e ou com desvio de recursos públicos, e ou com a facilitação desses desvios. O rapaz que substituiu Miguel Rossetto na Secretaria Geral de Governo também está na lista, bem como está nas notícias esquisitas sobre o uso de dinheiro sem procedência justificada que comprou a casa em que a senhora que substituiu o cargo ocupado certa feita por Olívio Dutra atualmente habita. E talvez seja preciso lembrar quem indicou o atual presidente do Tribunal de Contas do Estado, também presente na lista desta tarde.
Entra para a História bovinense o 5 de agosto de 2009:
Nunca o Rio Grande do Sul havia passado por tamanha vergonha política.
vergonha vem há tempos. descaso, despreparo, arrogância e soberba também.
vai ter efeito a ação do MPF? vai melhorar alguma coisa? não sei. mas acho justo que passe todo tipo de constragimento que lhe couber. e aproveito o breve instante de delirar com um futuro sem ter que jamais outra vez ver a cara, ou ouvir o nome, da governadora escolhida por 3.377.973 gaúchos conterrâneos.
um post de 





