fui ao templo da perdição na livraria Cultura hoje e notei, quietinha como quem não quer nada -- ao final da gôndola dos cds, havia uma outra, pequena, de DISCOS DE VINIL.
socorram-me; subi no ônibus em 1988.
a delícia à esquerda foi quem captou minha atenção. gigante e gloriosa como uma pizza de sulcos harmônicos.
250 pilas. sendo que os preços começam nos 80.
donde,
1. porque o raio da indústria fonográfica não investe de novo no vinil? ganhar mais dinheiro de menos pessoas e tal etc.
2. maior variação de preço para um bem de consumo cultural em parco período de tempo.
3. championship vinyl lives on. e a toca do disco também.
4. SMELL THE HYPE. backwards hype. vintage feeling.
5. um ouvinte de vinil será como o cozinheiro que planta seu próprio tempero. vinil será o slow food da música.




tô pra DESCOLAR uma vitrola há décadas. e nem é caro, né. só sei que vai ser pura diversão.
Cara, senti a MESMA coisa quando dei de cara com um vinil na Cultura aqui de Sampa. Só me restou um vinil da minha coleção: o primeiro álbum da Clara Sandroni, que me foi presenteado por ela própria (mas tenho até medo de abrir e ver o estado dele, coisa que não faço tem bem uns 8 anos).
Mas uma Victorola hoje é essencial, homessa!! :-D