
dois anos e sete meses depois, Mano Menezes deixa o comando técnico do Grêmio.
gaúcho de Santa Cruz do Sul, 06/11/62, assumiu o Tricolor em abril de 2007, na disputa da série B do Brasileirão, após passar por Guarani de Venâncio Aires, 15 de Novembro de Campo Bom (chegando às semifinais da Copa do Brasil de 2004), Caxias e também categorias de base do co-irmão (onde venceu cinco torneios juvenis e sub-17).
como técnico do Grêmio, comandou o time que conquistou o título da série B de 2005, culminando na já lendária partida contra o Náutico. após devolver o clube ao lugar de onde nunca deveria haver saído, recuperou o orgulho gremista conquistando o título gaúcho de 2006, e voltando a vencer gre-nais. depois de uma Copa do Brasil com jogadores de baixa qualidade, chegou à terceira posição do Brasileiro - o que garantiu uma vaga para a Libertadores de 2007, onde só foi parado pela superioridade técnica do Boca Juniors. embaixo do braço também a taça do Gauchão deste ano.
num ano em que precisou exigir o máximo de seus jogadores para que pudessem vencer, o desgaste do trabalho e da motivação atingiram o pico num momento em que o time definia sua vaga, neste Campeonato Brasileiro, para a Libertadores. uma série de vacilos comprometeu uma boa campanha - o início desastroso com time B (praticamente um amontoado de pré-reservas e juniores) e essa queda no final trouxeram o time à sétima posição, hoje.
porém mais do que isso, Mano tirou o Grêmio do inferno da série B e o levou a uma final de Libertadores, voltou a vencer regionalmente, alimentou a massa ainda crescente de torcedores que passaram a manter o estádio cheio e ativo em todos os jogos. polêmico, brabo, sisudo, às vezes imaturo e esquentadinho; além de abnegado, e gremista. um ídolo da torcida, que sempre o reverenciou pelo respeito com que tratou o Grêmio. só lhe falta a ginga da experiência. e a falta de um carisma que o diferencie, como Felipão.
hoje, será carregado nos braços ao final da partida, aplaudido por toda a torcida, dentro e fora do estádio. sai de portas abertas e com a chance única de levar como souvenir uma pá dourada, suja de cal.
que vá, e siga tendo sucesso! muito obrigado, Mano Menezes!
um time com dinheiro bota esse cara na Seleção.
e esses gringos (do interior do RS) na selecinha, já se sabe. ói o Dunga, de Ijuí.
vem aí Wagner Mancini, a nova aposta da diretoria tricolor para o legado de Felipão, Tite e Mano. vejamos, vejamos. na preparação física, segue o excepecional Flávio Trevisan, o que é garantia de um time com força e pulmão. Mancini, outro gremista. acreditêmo.
gaúcho de Santa Cruz do Sul, 06/11/62, assumiu o Tricolor em abril de 2007, na disputa da série B do Brasileirão, após passar por Guarani de Venâncio Aires, 15 de Novembro de Campo Bom (chegando às semifinais da Copa do Brasil de 2004), Caxias e também categorias de base do co-irmão (onde venceu cinco torneios juvenis e sub-17).
como técnico do Grêmio, comandou o time que conquistou o título da série B de 2005, culminando na já lendária partida contra o Náutico. após devolver o clube ao lugar de onde nunca deveria haver saído, recuperou o orgulho gremista conquistando o título gaúcho de 2006, e voltando a vencer gre-nais. depois de uma Copa do Brasil com jogadores de baixa qualidade, chegou à terceira posição do Brasileiro - o que garantiu uma vaga para a Libertadores de 2007, onde só foi parado pela superioridade técnica do Boca Juniors. embaixo do braço também a taça do Gauchão deste ano.
num ano em que precisou exigir o máximo de seus jogadores para que pudessem vencer, o desgaste do trabalho e da motivação atingiram o pico num momento em que o time definia sua vaga, neste Campeonato Brasileiro, para a Libertadores. uma série de vacilos comprometeu uma boa campanha - o início desastroso com time B (praticamente um amontoado de pré-reservas e juniores) e essa queda no final trouxeram o time à sétima posição, hoje.
porém mais do que isso, Mano tirou o Grêmio do inferno da série B e o levou a uma final de Libertadores, voltou a vencer regionalmente, alimentou a massa ainda crescente de torcedores que passaram a manter o estádio cheio e ativo em todos os jogos. polêmico, brabo, sisudo, às vezes imaturo e esquentadinho; além de abnegado, e gremista. um ídolo da torcida, que sempre o reverenciou pelo respeito com que tratou o Grêmio. só lhe falta a ginga da experiência. e a falta de um carisma que o diferencie, como Felipão.
hoje, será carregado nos braços ao final da partida, aplaudido por toda a torcida, dentro e fora do estádio. sai de portas abertas e com a chance única de levar como souvenir uma pá dourada, suja de cal.
que vá, e siga tendo sucesso! muito obrigado, Mano Menezes!
um time com dinheiro bota esse cara na Seleção.
e esses gringos (do interior do RS) na selecinha, já se sabe. ói o Dunga, de Ijuí.
vem aí Wagner Mancini, a nova aposta da diretoria tricolor para o legado de Felipão, Tite e Mano. vejamos, vejamos. na preparação física, segue o excepecional Flávio Trevisan, o que é garantia de um time com força e pulmão. Mancini, outro gremista. acreditêmo.




Esse fará falta. É muito bom técnico mesmo.
Abraço.
Que perda! Vale por meio time. Brilhante. Desde o Big Phil eu não via um técnico tão bom.
Uma lastima.