a modernidade chega a san diego

edifício san diego, no caso.

que a menina aqui de baixo, deve ter uns 10, hoje estranhamente não ligou o som. (não sei dizer o que é. é algo alto, alto e que tocaria na jovem pan, na linha cantoras de r&b gringo que ficam gritando como a whitney houston no cio e com a cabeça cheia de pílulas coloridinhas e tequila.) ou seja: os pais não agüentaram e deram um mp3 player pra ela.

o que não impede que ela, a menina, continue cantando. alto e sonante. bem embaixo da minha janela. cantando pro coelho dela. uououuuuuu. canta, coelho. o mais carinhoso que eu já vi ela dizer é "cuê". geralmente ela chama de coelho, mesmo. se ele canta, eu nunca pude ouvir.

e assim a gente vai, que ela canta ali embaixo e eu tô sempre na frente dos falantes, não é mesmo? é só levantar um pouco mais o volume e neutralizar o que vem de fora. assim ela canta, eu não ouço e todo mundo fica feliz.

menos o coelho, provavelmente.

1 Comments

Puxa, como conheço isso.

na escuta


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Esta página contém um post de tiagón publicado em outubro 17, 2007 10:29 PM.

the hand that bites the other hand é a postagem anterior.

ei, político, vai tomá no *! olê- é a próxima postagem.

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